[Aperta o Play]: Sandy

É novidade aqui o quanto eu sou fã da Sandy aqui no blog? Hoje a cantora completa 34 anos e sou fã e me acho tão parecida com ela em tantos aspectos: descobri depois que temos mesmo signo, ascendente e lua, ok pra você?

Meu amor por ela começou lá em 1997 – ufa, 20 anos – desde que eu vi no cinema o filme “O noviço rebelde” e desde então eu sou orgulhosa de dizer o quanto sou fã da Sandy. Tentei, com muita dificuldade, confesso, separar algumas das minhas músicas preferidas dela.

Aquela dos 30

Quem leu o post de ontem, vai saber o quanto eu peguei pra mim essa música, né? A Sandy gravou quando ela mesma tava perto dos ~temidos 30~ e me identifiquei tanto com ela e tudo o que ela me falava que ponto: é nossa. É uma das raras canções que me emocionam – tanto que eu sempre choro quando ouço no show.

Não dá pra não pensar

É a minha favorita dos tempos da dupla e me faz lembrar bastante a minha adolescência. Além disso, essa música é a carro chefe do meu álbum favorito, aquele que tinha a capa em p&b.

Segredo

Acho essa música tão sensacional que às vezes me faltam palavras, de verdade. O enredo dela é simples: ela larga o cara e mesmo assim sente falta Anos depois o reencontra e quer saber se eles ainda podem contar segredos um para o outro, já que ela mudou.

Nada é por acaso

“Nada é por acaso e nem precisa ter razão”, é assim o refrão da música que também fazia parte do meu CD favorito. E quem nunca usou a frase, hein? “Aaah, como eu quero você!”

Perdida e Salva

Fã que é fã dedica essa música pra Sandy. É só prestar atenção na letra. “E apesar de ser tão imenso, cabe em mim, o mundo que você me deu.” Eu adoro – novidade –  tanto que coloquei na lista de músicas do meu livro

Quando você passa

Ou Turu turu, pros íntimos. Dispensa apresentações, tem som de adolescência e de sofrer pelo crush.

 

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Motivos para ver “Girls in the House”

Imagina a cena: três jovens moram em uma pensão cuja dona nunca deu as caras. Estranho? Nem tanto. E é esse o enredo da websérie Girls in the house, que chegou ano passado, veiculado pelo Youtube. Criada pelo carioca Raony Phillips, de 23 anos, GITH, como é carinhosamente chamada, a websérie tem como trio de protagonistas Honey, Dunny e Alex.

As meninas – todas feitas atráves dos bonecos do The Sims  moram e trabalham na Pensão da Tia Ruiva, uma mulher pra lá de misteriosa. Juntas, elas se metem em várias confusões e mistérios com a ajuda de outros personagens, como Julie, Irene, Priscilão, Matilde e Ramele entre tantas figuras.

E, como eu peguei um amor tão grande por todos eles, o post de hoje é especialmente pra você que ainda não conhece.

Dunny

Aposto que entre todos os personagens da série, Dunny é a favorita de todos! Engraçada e prepotente, a garota de 26 anos não mede as palavras, garantindo a risada e o amor de todos. Ela que no começo da temporada, tentou uma vaga em American Idol, ficou tão famosa que acabou ganhando um spin off paralelo.

Além disso, Dunny é dona dos melhores bordões, que a gente leva pra vida: “Ah tá, falou a linda né? Linda e Maravilhosa”

Os vídeos são bem curtinhos

Com uma média de dez minutos, cada episódio tem começo, meio e fim e é uma excelente solução para quem – assim como eu – desiste de uma série porque não tem muita paciência em ficar mais de meia hora sentada na frente da televisão. Isso sem contar que é o próprio Raony Phillips que produz e faz as vozes de todos os personagens.

Piadas Ácidas

Antes de começar a ver, um amigo meu chegou e falou: ‘Veja, você vai gostar, o humor deles é bem irônico!’, e fui meio reticente quando dei o play. Mas bastou uma fala da sempre sarcástica Dunny, pra eu não aguentar e colocar na listinha de favoritos.

O mistério da tia Ruiva

A história se passa na pensão da tia Ruiva e é cuidada pelas garotas, uma mulher que ninguém nunca viu e que só apareceu brevemente em alguns episódios.

O trio de protagonistas.

Okei, sabemos que Dunny é um tópico a parte. Mas ela não seria nada sem suas duas outras amigas: Alex, a que é responsável pela alimentação e Honey, a que administra tudo. As meninas, alvos constantes da maluquice da companheira de pensão, são suas melhores amigas e elas se defendem com unhas e dentes.

Aperta o Play: Riri

Costumo dizer que a Rihanna tem duas fases: antes e depois do Chris Brown. E, revelo aqui: prefiro muito mais a primeira. Mas, ao separar as músicas preferidas para esse post de hoje, foi difícil escolher apenas algumas canções dela. E pude constatar que sou fã da Riri, mesmo ela tendo me decepcionado no último show do Rock in Rio (quem não lembra que ela atrasou a entrada e ainda cantou só pedaços das suas músicas?)

A cantora e atriz, de vinte e oito anos, nasceu no Barbados e é uma das divas pops mais admiradas no mundo, mesmo com todas as polêmicas (drogas e violência com seu então namorado Chris Brown) envolvendo o seu nome. Porém, uma coisa é fato: tudo que ela lança se torna hit. E eu bem selecionei as minhas seis preferidas pro Aperta o Play de hoje!

Hate that I Love you

Baladinha mais fofa do mundo, ideal pra mandar boy! Gravada com o Ne-yo e ta entre as minhas preferidas dela também (acho que eu amo todas dessa lista!). A letra é linda, fala de como você odeia o cara pelas atitudes, mas não consegue deixar de amar pelo modo como ele te faz sorrir. Quem nunca, né?

Don’t stop the music

Gosto de músicas que marcam pessoas, época ou acontecimentos na minha vida. E essa é mais uma.t Lançada mais ou menos 2007, essa daí tocava no meu mp3 player dia sim e dia também quando estava nos primeiros períodos da faculdade e em várias festinhas que eu fui. Quem nunca dançou pulando ao som dessa canção, não sabe o que é aproveitar. Que saudades!

Umbrella

Assim como a música de cima, Umbrella também marcou a mesma época. Nova faculdade, novos desafios e novas amizades. Tudo novo. E eu debaixo do tal guarda chuva que a Riri tanto fala nessa canção. Carinho por ela, pra sempre!

Rehab

Lembra que eu falei que música é importante pra mim quando ela marca algo? Então é assim Rehab na minha vida. Marcou uma ida a uma cidade distante umas três horas daqui do Rio, em um dia que se tornou bem importante depois. Além de ser uma parceria com meu muso Justin Timberlake!

California King Bed

Por pouco não entrou aqui por um motivo bobo: não lembrava que era ela que cantava. Mas ai fui filtrar a minha lista e ela praticamente pulou com um ‘me coloca lá, por favor’. Pedido aceito! Já aviso logo se você não conhece: música pra ouvir debaixo das cobertas com um brigadeiro. Sem mais!

If It’s Lovin’ that you want

Não sei se essa é a minha favorita dela, mas ta fácil nas #3. Acho até que foi a primeira música que eu ouvi e me amarrei no som e na letra. Isso sem falar que ela tava absurdamente linda e natural no clipe, gravado numa praia maravilhosa! Dá o play no vídeo!

Paulistas x Cariocas: o vídeo!

Nunca contei aqui, mas entre 2008 e 2011 (ou menos, talvez!) eu tive um blog, já deletado. Ainda era uma mera estudante de jornalismo e quis me aventurar na parte da escrita, mas nada muito profissional. Dava na telha de escrever um assunto X, abrir o blogspot e tcharan. Post novinho. Escrever o texto, sem lead, sem saber se o feedback era ok, sem pensar. Aprendi muito que vocês nem imaginam!

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Nós duas no RiR/2013

E entre tantas coisas bacanas que a internet proporciona foi nesse momento também que veio as amizades. E a primeira, sem dúvida foi a Camilla, que também tinha um blog. Era 2009, o momento era conturbado pra mim. Ela, terminando a faculdade, também de jornalismo. Eu, na metade e sem saber que rumo tomar. Emails e mais emails trocados quase que diariamente. Sim, meus caros. O whatsapp nem tinha dado as caras por aqui.

O tempo passou, nos conhecemos pessoalmente e ficamos mais unidas. Rimos, bebemos, brincamos e nos entendemos pelo olhar já, mesmo com pouca convivência. A Cá é daquelas amigas loucas que embarcam na suas maluquices e teorias sem te julgar! Dividimos nosso amor pelo ator Marco Pigossi, olha! Somos fãs de novelas antigas e até já temos o projeto de escrever a nossa a quatro mãos.

Até que resolvi largar minha vida em 2014 aqui no Rio e passar uma temporada pra fazer um curso lá em São Paulo, cidade em que a Camilla vive. E quem estava comigo, na mesma sala de aula? A Camilla, claro! Tanto ela quanto a família e os amigos me receberam super bem.

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Aniversário da Cá – SP, 2014

E foi entre uma aula e outra sobre o que a gente ama – o Jornalismo Feminino -que o mosquitinho do blog picou nós duas novamente e o cantinho dela – o Fik Dik – nasceu poucos meses antes do Entre Nós. E desde o comecinho do ano, a Camilla resolveu se aventurar no mundo dos vlogs! Metida que sou, quando soube que ela iria passar no começo do mês um findi aqui em terras cariocas, fui bem direta: ‘Quero participar do seu canal!”. E como deu pra perceber lá no título, o tema foi beem bacana: falamos – e muito! – as diferenças que existem entre os Paulistas (Camilla) e Cariocas (Eu, Natália).

Espero que vocês curtam e se divirtam tanto quanto nós duas curtimos gravar! E aquilo que vocês já sabem: dá o like e se inscreva no canal. Quem sabe, um dia, não me animo para fazer um canal meu também. Só dar play no vídeo abaixo:

Aperta o play: Músicas de 2006

Você lembra o que aconteceu em 2006? Bom, eu entrava na minha primeira faculdade – Webdesigner, que não conclui – e tinha acabado de entrar pros vinte e poucos anos. A Itália aquele ano foi a campeã da Copa do Mundo sediada na Alemanha em cima da França. No cenário político, Lula se reelegia.

A novela das nove era “Páginas da Vida” e a então ex-BBB Grazi Massafera estreava em horário nobre.No mundo da internet, o Youtube caiu no gosto popular. Mas e na música, lembra quais eram as que mais estouraram naquele ano e UAU, já se passaram dez anos? E se quiser entrar em choque também, confere aqui as que completaram uma década em 2015.

SOS – Rihanna

Na fase pré-loucura e pré- Chris Brown (e a minha preferida!) a Riri emplacava músicas ótimas e boas pra dançar na balada! Ela era muito mais legal e as suas canções muito mais simpáticas! Foi mal, Bad Girl!

Promiscuous – Nelly Furtado

Muita gente conheceu a Nelly Furtado com o hit “I’m like a bird’ (amava!), mas ela bombou mesmo com “Promiscous” nessa fase muito mais ousada e que tocava di-re-to na balada. #danceimuito. Aliás, tá sumida, Nelly! Joga mais sucesso pra gente, garota!

Me Namora – Edu Ribeiro

Momento own e #coraçãoapaixonado do post. Se você tem mais de 20, com certeza suspirou com os versos dessa música: “Me namora, pois quando eu saio eu sei que você chora. E fica em casa contando as horas“.

Put your records on – Corinne Bailey Rae

Trilha sonora da novela “Páginas da Vida“, essa música é uma fofura de ouvir até hoje. A cantora britânica Corinne Bailey Rae de voz macia e suave surgiu com essa canção e figurou o topo por um tempão Então, ‘tell me your favourite song’?

So Sick – Ne-yo

Confesso que por um tempo tive um bode por causa dessa música -motivos pessoais, ok? – mas coloquei ela na lista de tanto que eu ouvi láá em 2006. Era uma fase bem hip hop (que durou até mais ou menos 2009) e que bombou com Ne-yo e Akon.

Tremendo Vacilão – Perlla

Antes da Anitta, Ludimila e Lexa a rainha do funk era a cantora Perlla e seu hit ‘Tremendo Vacilão” que bombou e muito nas pistas. Na letra, Perlla diz que tá cansada do boy que promete, promete e não faz nada. Quem nunca, né? Agora Perlla é cantora evangélica e pasmem: minha vizinha!

Especial 1 ano: Entrevista com Daniel Bovolento

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Há cerca de um mês, quando percebi que o “Entre Nós” estaria fazendo um ano (mas já? Parece que foi ontem!) fiquei com meus botões querendo saber como comemorar essa data tão especial para mim. Depois de ter uma infinidade de blogs, esse é o meu projeto mais sério, mais voltada para a minha profissão, o jornalismo. As postagens que faço aqui são pensadas bem direitinhas, nada de escrever qualquer coisa. E foi por isso que quebrei a cabeça quando comecei a pensar no que fazer nesse post de um ano. Dispensei logo o sorteio, queria algo beeem especial para mim, principalmente.

“Queria tanto que você tivesse gostado de mim que me esqueci de dizer antes, aquela hora em que você me acordou cedo, que você nem tinha ideia do quanto eu tinha gostado de ti. “

Trecho do texto “Eu queria que você tivesse gostado de mim”

Antes de mais nada, preciso contar a minha experiência com o Dani para essa ‘entrevista’ sair. Me armei de coragem e mandei um tweet pedindo o email dele, que to-do fofo respondeu na hora. Pronto, a sorte estava lançada. Entrevista enviada e, pasmem, respondida no mesmo dia. Sou fã do cara – ele é bem fera- , disse isso pra ele, inclusive. Quando recebi o email com a resposta, ele me deixou tão a vontade que quase liguei o computador pra contar a minha vida pra ele. Sabe quando encaixa pensamento e dúvidas? Então, foi ele. #tipoalmagêmea

Foi quando decidi entrevistar o Dani. Sim, eu faço a íntima com ele. Não conhece ele? Bom, lááá no comecinho do meu blog, eu falei nesse post do Entre Todas as Coisas, blog fundado por ele, Daniel Oliveira, 22 anos, conhecido nas redes como Daniel Bovolento. Além disso, ele tá lançando um livro – “Por onde andam as pessoas interessantes” , escreve três colunas para sites (entre eles, o SuperEla e o Casal SemVergonha que falei dos dois aqui já!) e, geralmente uma vez por semana lança um vídeo no youtube, além de trabalhar em um agência. Ufa! Cansou? Pois ele não. E ainda quer mais, vamos ler?

Começo assim, pá pum: Como foi que um garoto carioca, swing sangue bom, amante de praias foi se jogar na terra da garoa? Existe amor em SP?

Eu conto pra todo mundo que foi por trabalho, mas a verdade é que eu tava vendo a minha vida ir por um caminho muito monótono, saca? Terminei a faculdade, arrumei um emprego num lugar legalzinho, fazendo algo mais ou menos que iria me dar notoriedade na carreira corporativa e tal. Não via muito futuro nisso e vi que eu tava negando fortemente um chamado interior. Resolvi admitir que não tava feliz e consegui ser demitido. Peguei as coisas, vim tirar umas férias em São Paulo – e eu sempre amei essa cidade por algum motivo. Rolou uma entrevista de trabalho e me chamaram pra cá. Vim sem pensar duas vezes e tem sido uma experiência incrível, tenho crescido demais.

Só 22 anos e escreve sobre amor de uma forma tão pura e tão natural. Me pergunto as vezes se você existe ou se te inventaram, sabe? Como acontece esse processo? Levou pé na bunda, texto. Se apaixonou, texto. Pegou alguém na balada, texto? Ou você é daqueles que conseguem ouvir uma música e colocar em palavras um sentimento ‘desconhecido’?

Tudo e todo mundo pode virar texto. O namorado da amiga do trabalho pode virar texto, a frase estampada no outdoor de comercial de shampoo também. Uma vez eu ouvi que pra escrever bem sobre comportamento, você deveria escrever sobre o que te dá medo, ou seja, abrir o seu diário para as pessoas. Comecei a praticar assim e perceber que eu teria que me encontrar em todos os textos, até os que não falavam sobre mim. Então me pus neles. Cada personagem que já escrevi tem um pouco de mim, um pouco de quem eu gostaria de ser, de sentir, de ter vivido. Ou então eles são o que eu vi, vivi, fugi e tudo mais. Mas eu embarco muito em emoções pecualires. Ligo uma música e sintonizo o sentimento, já chorei escrevendo sobre coisa que nunca vivi. Já romantizei gente que vi em 10 minutos. Tudo é possível.

Não é novidade que você tá prestes a lançar um livro. Como foi a concepção? Acordou feliz e decidiu: ‘já plantei a árvore, o filho vai demorar e vou escrever um livro!!’ ou foi algo que você foi amadurecendo? Escrevendo uma coisa no guardanapo do happy hour, no bloco de notas do celular.. Ah, nem preciso dizer que serei a #1 na fila de lançamento aqui no Rio de Janeiro!!

O blog nasceu de uma ideia torta de escrever um livro. Com o tempo, deixei a ideia pra lá e fui brincando de blog. O negócio cresceu demais e cá estamos nós, com um lançamento pela frente. Eu queria escrever um livro que eu gostaria de ler, com as referências que gosto e que meus leitores já conhecem. Queria um livro pra deixar na cabeceira e ler de vez em quando, sabe? O que eu pensei sobre ele foi o tema, depois mudei, depois entendi qual história queria contar através dos textos dele e defini um tema central. São todas sobre mim, até as que não são. E acho que muita gente vai se identificar com ele e com o tema.

Capa do livro do Dani

Sobre a concepção: foi noite sem dormir, foi texto sendo escrito durante um encontro, foi espera de vôo na ponte aérea, foi bloco de notas do celular. Tudo quanto é jeito de escrever funciona. Eu gosto muito de virar a noite em cafés 24h aqui em SP, levar um moleskine e um computador e ficar alternando entre escrita de mão e digitação. A escrita de mão dá a impressão de que você tá “vomitando” mais no papel, porque você não edita ali na hora. Já no computador você tem um impulso maior de editar, mexer no texto, ele não sai muito cru. E eu gosto das vísceras, da coisa nua e crua, tanto é que não reviso meus textos (eu sei, deveria revisá-los, mas não reviso)

Sonhos. Você tem ou acha que eles são só aqueles que vendem nas padarias e só servem pra engordar?

O blog era um sonho. O livro era um sonho. Vir pra São Paulo era um sonho.

Acho que tenho muitos e tô conseguindo realizá-los pouco a pouco. Cada hora surge um sonho novo e noutras alguns somem. Essa é a beleza de sonhar: cada noite você pode se enfiar num desejo diferente e encontrar motivação pra perseguir algum, nem que seja o grande sonho da sua vida. Muita gente acha que sonho é pra ficar na imaginação e não tenta ir atrás do que quer. E te digo que é o maior erro dessa gente. Eu saí de lugar nenhum, um garoto suburbano que começou um blog e hoje tô lançando um livro por uma das maiores editoras do país. Sonhos acontecem e são ótimos, a gente só precisa acreditar mais e transformá-los em metas. Assim eles ficam mais próximos da realidade.

Um blog, um canal no youtube, e em breve um livro. Qual o próximo passo? Ou você faz coro com o Zeca e deixa a vida te levar?

Eu trabalho em horário integral em agência, sou editor-chefe do ETC, escrevo 3 colunas pra sites diferentes, presto consultoria de serviços de conteúdo e ainda quero botar outro blog no ar e dar mais ênfase ao YouTube. Pra esse ano os planos são seguir com tudo e dar um jeito de botar o blog novo no ar. Pro ano que vem, talvez, escrever outro livro e morar fora do país por um tempo. Eu sinto muita falta de viajar, de conhecer outras culturas, outros autores, dar um mergulho mais íntimo em mim, sabe? Tenho o sentimento de que tô perdendo algo o tempo todo, mas vou com o mundo. Onde tem oportunidade eu me enfio. Com medo, mas me enfio.

Quer conhecer mais sobre o Dani? Segue ele aqui oh, garanto que não vai se arrepender #conselhodeamiga

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#100: Anos 2000, eu vivi!

Pode parecer estranho – e de certa forma é – mas já tem quinze anos que os anos 2000 bateram à nossa porta. Clichê, mas parece ontem. Eu, que tinha quase 14 anos na época, começava uma nova fase: novo colégio, novas amizades que duram até hoje. Mas você lembra o que acontecia no mundo nessa época?

O atentado do 11/09 ainda não tinha acontecido e o único reality show era o “No Limite”, aquele programa que a gente tinha um certo nojinho, mas adorava a adrenalina, já que o BBB só apareceu nas nossas telas dois anos depois.

O que passava na nossa telinha no ano 2000: Nova fase da Malhação, começo da onda de Reality Show e uma das cenas mais emocionantes da história, em Laços de Família.

O que passava na nossa telinha no ano 2000: Nova fase da Malhação, começo da onda de Reality Show e uma das cenas mais emocionantes da história, em Laços de Família.

Ainda na nossa televisão, suspirávamos com o romance de Catarina e Petruchio, em “O Cravo e a Rosa” e sofríamos ao ver a Carolina Dieckmann chorar ao ficar careca na novela “Laços de Família”, uma das minhas preferidas do Maneco. Para os jovens, a nova Malhação começava a mudar seu formato: de academia com pessoas fitness, o retrato passou a ser o adolescente e a família.

Hoje em dia para escutar alguma música, basta conectar ou no Spotify ou na ITunes. Ou em uma playlist no Youtube. Mas nos anos 2000, ouvir boa música era sinônimo de: disc-man + inúmeras pilhas e uma caixa com seus CDs favoritos (poucos sabiam criar novos Cds). Ah, e para descobrir aquela música que você ouviu na rádio e queria saber quem cantava. Esquece, era um drama, pois muitas vezes… eles não falavam o nome muito menos quem cantou!

Para falar com alguém, hoje basta mandar um whatsapp. Ou até um SMS. Só que nos ano 2000, a nossa comunicação era feita por… telefone! Estranho, não é? Nos colégios, os papos rendiam pelos bilhetes trocados durante aquelas aulas super maçantes e que nós morríamos de medo que o professor acabasse pegando! #fail

Máquina fotográfica de filme, disc-man, celular que tinha o jogo da cobrinha: Quem nunca teve isso?

Máquina fotográfica de filme, disc-man, celular que tinha o jogo da cobrinha: Quem nunca teve isso?

Hoje, cada mergulho é um flash e em questão de segundos você consegue ver a foto tirada. Mas você lembra que para isso acontecer, precisava terminar o filme de 12, 24 ou 36 poses e ainda por cima torcer para que não queimasse ou a foto ficasse legal? As máquinas digitais foram ficar famosas só lá no final dos anos 2002 e era artigo de luxo. Em 2015, são poucos os celulares que não tem uma câmera digital.

E eles, aah, eles! Os celulares nos anos 2000. Aposto que o seu aparelho de hoje faz tudo: internet, tira foto, acessa conta, manda whatsapp, posta foto no instagram. Mas há 15 anos, o máximo que conseguíamos fazer era além de jogar o jogo da cobrinha, fazer ligações! E também era artigo de luxo. Estranho, né?

musicPor falar em música, você lembra quem bombava nas rádios nesse ano? Era a época que o pop adolescente se tornou beeem visado por conta das boys bands. Ou seja, Backstreet Boys, NSync, Five. Tinhamos também a princesinha do pop, Britney Spears, Christina Aguilera e as garotas do Spice Girls’. Dos artistas tupiniquins, a gente pode colocar nessa lista Sandy e Júnior, que estreavam um seriado e tinham um hit atrás do outro. A Wanessa (ex-Camargo) era outra artista que bombava na época.

Aquele momento vergonha ao perceber que você usou ao menos uma dessas coisas.

Aquele momento vergonha ao perceber que você usou ao menos uma dessas coisas.

E na moda? O que bombava há 15 anos? Aquele momento que você morre de vergonha alhia. Lembra não? Pra começar, aquelas gargantilhas trançadas, que eu, particularmente, achava um horror! Outra coisa que também fazia a cabeça da mulherada eram aquelas tatoos de strass. Perfeitinho para as adolescentes. Essa achava fofo, mas hoje, apenas não! Outra coisa que fazia a cabeça literalmente de nós, mulheres eram os lenços, que usávamos no melhor estilo piratinha. Nos pés, o que não podia faltar eram aqueles tamancos de borracha. Estabanada como sou, tive um só por motivos que torcia fácil o pé.

Rede social então, era utopia. Aliás, você se imaginava postando na web o lugar que estava, o que ia comer, o look do dia para todo mundo saber? Esquece. Para felicidade da nação, isso ainda não existia. O finado Orkut só apareceu uns quatro anos depois.

E você, qual a lembrança que tem desse ano?

Motivos para virar fã da Meghan Trainor

Quem nunca ouviu falar da cantora pop Meghan Trainor? Ela é a que canta hit “All about the bass” que certamente bombou muito nas playlists e nas rádios desde o fim do ano passado, tanto que durante o verão não parava de ouvir e dançar essa música.

Bom, essa semana resolvi ouvir e conhecer mais o trabalho da americana em um dia de trabalho. E quer saber? Me apaixonei! Vou listar os cinco motivos que você deve a partir de hoje reservar um cantinho no seu coração para Meghan!

Ela não liga para os padrões da sociedade

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Com “All about that bass”, Meghan dá um tapa na cara da sociedade que insiste em dizer que nós mulheres temos que ser magras, anoréxicas e com corpo de modelos para ser alguma coisa na vida: bem sucedida na vida, conquistar um cara legal, ser feliz. E caso não goste, parta para outra. No trecho:  É, minha mãe me disse “não se preocupe com seu peso”/ Ela diz “meninos gostam de ter o que apertar à noite”/ Você sabe que não vou ser uma vara pau, Barbie siliconada/Então, se é isso que você prefere/Saia daqui e parta para outra”  ela fala de novo: tem que gostar de mim assim, do jeito que sou. Portanto, meninas… Sem piração!

Trouxe de volta o estilo ‘Lady Like’

dPara quem não conhece o chamado “Lady Like”, é aquele que dá um visual bem vintage com roupas que foi usado por nossas avós e mães nos anos 50 e 60. Muito vestido com cintura marcada, saia rodada e cores bem menininhas: abuso do rosa, lilás, verde água e azul bebê. Laços na cabeça também estão liberados. Tudo muito fofo SIM!

Seu próximo hit tem tudo para bombar

“Dear future husband”, seu novo hit é sobre um recado que ela dá ao seu futuro marido. E o clipe, lançado no dia 16, tem um ar bem retrô. Pensa que é música de fossa? Jamais! Dá vontade de colocar alto no carro e sair cantando bem alto! Ouça!

Ela é compositora e faz covers mara!

Com apenas 21 anos, Meghan também compõe músicas de sucesso. (‘All about the bass’ é um desses!) e faz covers de deixar qualquer um ba-ban-do. Olha esse de Stay with me do Sam Smith.

Só tem música boa!

Além de “All about the bass” e “Dear future husband”, Meghan também tem outras músicas fofas como “Close your eyes” e “Lips are moving” que valem a pena conhecer!