Ô abre alas – Carnaval parte 3

Foliões! Tá chegando a hora! Falta apenas uma semana pro Carnaval. E se antes eu falei de Salvador e de Recife/Olinda, o terceiro post especial é da festa na Cidade Maravilhosa. E hoje quem fala sou eu mesma! Preparados? Assim como na Bahia e em Pernambuco, Carnaval aqui no Rio de Janeiro é bem democrático. Por ser uma cidade grande, existem opções pra todos os gêneros.

Vamos começar pelos blocos. Gratuitos, você encontra de todos os estilos musicais. Tem pro fã de sertanejo, de pagode, de axé, de marchinha, de funk e de música pop. Tem até aquele que toca de tudo um pouco! Dica: fuja dos tradicionais (Bola Preta, Banda de Ipanema e de cantoras famosas como Anitta e Preta Gil), que lotam e você não acaba curtindo tanto. Detalhe: você escolhe se prefere ir de dia ou de noite.

Um outro conselho é: escolha blocos que saem perto de praia. Explico: como o carnaval rola em fevereiro e ainda é verão, os dias são bem quentes. Além de ser mais frescos, se você cansar de pular, a ideia é partir pra pegar um bronze na areia e se refrescar no mar.

Se você é fã de uma boa escola de samba, o ideal é já curtir algum ensaio de quadra que começam em outubro, com a escolha do samba enredo. E de dezembro até o último findi antes do carnaval começar, lá na Sapucaí, rola os ensaios técnicos, de graça. A cada final de semana, escolas da série A e de Acesso, usam o espaço pra saber como fica na Avenida.

E de sexta até segunda, rolam os desfiles propriamente dito. E eles são pagos e o valor depende do setor. Eu nunca fui, só consigo acompanhar pela televisão mesmo.

Mas se você tá fugindo de tumulto, a dica é dar uma de turista e aproveitar a praia e cachoeiras que a cidade oferece e que em dias normais. A minha sugestão é ir pra Zona Oeste – Recreio e Guaratiba – que são mais sossegadas.

De resto, é só tomar alguns cuidados durante esses cinco dias, escolher uma fantasia bacana, se jogar no brilho. E ai, decidiu qual o seu destino na próxima semana?

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Dia dos Avós: O que fazer ?

Sabe o que se comemora hoje, 26 de julho? O dia dos Avós! A data existe, pois se comemora o dia de Santa Ana e São Joaquim, que foram os avós de Jesus Cristo. Apesar de não ser uma data tão famosa como mães, pais e namorados é sempre bom lembrar daqueles que nos mimam desde o nosso primeiro minuto de vida.

Eu e a vovó em 1900 e bolinha!

Eu não tenho mais a minha vovó comigo, mas se você tem, prepare-se pra ler esse post com quatro idéias de como aproveitar as pessoinhas que são duas vezes nossos pais e mães.

Faça uma visita surpresa a ele/ela.

Sim, sabemos que às vezes a vida conturbada e corrida façam com que a gente não visite tanto essas figuras que representam tanto a nossa infância. Aproveita a hora do almoço ou o fim do expediente pra aparecer onde ele/ela mora. Posso garantir, a felicidade será dos dois lados.

 

Prepare você mesmo um presente.

Vale cartão escrito por você, vale um porta retrato com a sua foto pequena (avós a-m-a-m mostrar a gente!) ou com você na idade atual mesmo. Vale inclusive uma ligação caso vocês morem longe um do outro.

Chame ele/ela pra viajar um findi qualquer.

E não precisa necessariamente viajar, pode ser um passeio divertido entre avós e netos. Aquele restaurante que ela adora, um museu com uma exposição incrível ou até aquele ponto turístico que ela te levava quando criança! O importante é aproveitar o momento só

E, principalmente:

Encha de mimos, beijos e abraços e diga o quanto a/o ama! E se possível faça essas três dicas de cima. Nunca podemos prever o quanto eles não estarão mais conosco – é triste, mas é a realidade.

Motivos para conhecer Tiradentes

Na última semana de janeiro desse ano, fui fazer uma viagem pra lá de especial: conhecer a cidade histórica de Tiradentes e ainda começar a comemorar meus trinta anos. Trouxe hoje aqui no post, cinco motivos para você que ainda não conhece o local, preparar as malas.

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A cidade é localizada a 190 km da capital – Belo Horizonte – e conta com aproximadamente sete mil habitantes (de acordo com o IBGE/2010) e foi fundada por volta de 1702. Descoberta pelos paulistas que estavam a procura de ouro, Tiradentes foi batizada como Santo Antônio do Rio das Mortes e depois como Arraial Velho. O atual nome foi dado em dezembro de 1889 e o conjunto arquitetônico da cidade foi tombado pelo patrimônio histórico.

O lugar respira cultura

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Dificilmente você vai encontrar uma casa com menos de cinquenta anos por lá. No centro histórico, a maioria dos locais são da época da República – alguns locais são até tombados – e é completamente impossível não se sentir no século XIX e voltar no tempo.

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As casinhas e o calçamento apresentam a mesma estrutura da época da construção. Isso sem citar as igrejas, todas históricas e com um significado pra lá de cultural.

Museus? Sim, nós temos

Museu de Sant'Ana

Museu de Sant’Ana

Sim, é impossível visitar Tiradentes e não ir em pelo menos um museu existente na cidade. Eu fui em um, o Museus de Santana, que é localizado no centro histórico de lá e construída em cima da antiga cadeia. Lá, encontramos mais de mil imagens referentes à Santana, avó de Jesus Cristo. Além disso, a cidade conta com outros museus, como o Museu da Liturgia e a Casa do Padre Toledo. Para quem ama se perder por horas em exposições, o lugar tem boas pedidas.

Já que Minas não tem mar..

Restaurante búcolico perfeito para um fim do dia! Comida boa e preço ok

.. eu vou pro bar! Nos três dias que fiquei lá, pude provar várias coisas maravilhosas. A praça principal da cidade possui bares e restaurantes pra todos os gostos. Tem do mais chique – mas que conta com um clima pra lá de bucólico – quanto aquele que a gente se sente em casa.

Comida do Bar do Celso: de comer rezando!

Comida do Bar do Celso: de comer rezando!

Esse foi o caso do Bar do Celso: comida boa, típica mineira e de qualidade, daquelas que você sai rolando! Minha dica: peça o Tutu de Feijão. Você não vai querer outra coisa.

Conheça Bichinhos

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Melhor doce de leite do mundo.

Bichinhos é um povoado ligado a cidade de Tiradentes, distante aproximadamente sete quilômetros, com um visual maravilhoso da Serra de São José. Lá é mais conhecido por possuir uma grande concentração de produção e venda de artesanato, doces caseiros e cachaças artesanais.

A vista do alto da cidade é maravilhosa

Vista do alto da cidade

Vista do alto da cidade

Sim, a vista é sensacional. Para ver a cidade quase toda, a melhor pedida é o alto da colina, a capela de São Francisco de Paula. Excelente para quando quer meditar, pensar na vida ou simplesmente agradecer.

#Top5: o que fazer dia 12? – especial Dia dos Namorados

Já sabe, não é? Sexta é aquele dia que os apaixonados vão curtir o dia só deles. Esse dia surgiu no Brasil em 1949 – a maioria do mundo comemora no dia de São Valentim, 14 de fevereiro – com uma ideia do publicitário João Dória para os comerciantes, pois o mês de junho era considerado fraco de vendas. E se você ainda tá em dúvida do que fazer com o amado, aqui vão cinco sugestões de “o que fazer” para comemorar a data.

Sessão pipoca em casa

Todo mundo sabe que nesse dia qualquer fila é gigante e fica insuportável. Do cinema, do restaurante, tudo tá lotado. E ainda por cima esse ano, a data cai justamente numa sexta. Aproveita então para curtir o love em um programa caseiro, curtindo a dois um filme. Não sabe qual escolher? O primeiro post sobre #DiaDosNamorados foi sobre sete filmes pra lá de românticos! Olha as dicas

Cozinhar juntos

Ao invés de preparar aquela comida para o boy/mina, que tal combinarem de cozinhar juntos? Motivos? Bom, isso gera cumplicidade. Nada melhor para uma data como essa, não? Fora que vocês fogem da fila interminável dos restaurantes sem vaga! E, de quebra, ainda surge um jantar à luz de velas.

Viajar

Clichê total, eu sei. Se puderem, vão para um canto isolado do mundo e aproveitem o tempo sozinho a dois (principalmente se a vida de ambos é corrida!). Então, arrumem as malas e pé na estrada. Serve resort, serve casa de praia, de serra, serve qualquer coisa. O importante é curtir

Cair na balada.

Calma, você leu certo. Cair na balada SIM. Sair para dançar não é sinônimo de pegação. Se o boy é daqueles que adora um agito, porque não? O que vale é vocês estarem juntos, aproveitando e comemorando do melhor jeito.

Saiam da rotina

Que tal combinarem para que nesse dia vocês façam algo surpreendente – ou surpresa? Andar de balão, pular de asa delta, trilha noturna para ver o nascer do sol, piquinique no parque.. algo que vocês nunca fizeram mas que morrem de vontade.. a hora é agora. Xô, monotomia!

Cinco ideias para comemorar seu aniversário

Daqui dez dias é o melhor dia do ano pra mim: meu aniversário. Faço 29 anos no dia 27 de janeiro, quase uma balzaquiana. E, como toda pessoa indecisa, ainda não sei como comemorar. Pois é, todo ano é a mesma dúvida: como e onde celebrar meu novo ano. E eu adoro festejar essa nova data. Se muita gente usa o começo do ano para mudanças, eu uso o meu aniversário, já que é pertinho do começo do ano.

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Uma coisa que nunca consegui fazer foi aniversário na escola, por exemplo. Por ser no meio das férias de fim/começo de ano, esse sempre foi meu trauma, sabe? Pensando nisso, eu separei cinco ideias bem bacanas e inusitadas para que se você, assim como eu, está sem ideia do que fazer pra comemorar.

Piquenique

Deve tá estranhando, não é? Mas que tal comemorar ao ar livre (pode ser em um parque ou em um quintal bem grande) o seu aniversário (ou batizado, noivado, bodas)? Pois saiba que fazer um piquenique para comemorar sua festa tá super na moda e existem até empresas especializadas nisso, que vão desde aos convites até a decoração, incluindo os comes e bebes. Descobri a #VemProPiquenique (que atende RJ e BH) e a PicNic Chique. Se tiver sem grana para terceirizar o serviço, serve juntar os amigos com uma toalha e comidinhas num lugar aberto com vista linda e céu limpo.

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Piquenique na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro (foto: PicNic Chique)

Festa temática

Solte a imaginação nesse tipo de festa. Faça aquela que você mais se identifica. Uma amiga, ano passado, pra celebrar os últimos 365 dias antes de chegar aos 30 com uma festa cujo tema era “Infância” e a mesa dela foi da turma do Chaves, deixando para os convidados a opção de irem com aqueles desenhos que mais gostavam quando eram crianças. Eu, por exemplo, tenho vontade de fazer um baile de máscaras. Ou uma festa a fantasia. São inúmeras as opções e fica a seu critério. Um dia, quem sabe?

(foto: acervo pessoal)

(foto: acervo pessoal)

Viagem com amigos

Tá com uma graninha sobrando? Reúna os melhores amigos e vá passar um final de semana fazendo algo diferente. Viaje com eles para um lugar que vocês ainda não conheçam e explore a cidade. Além de conhecerem uma cidade nova, ainda terão oportunidade de se divertir. Mas um aviso: se o grupo for grande, vale a pena se programar uns meses antes para reservar o hotel, a pousada.

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Salão de beleza

Programa tipicamente de mulherzinha. Quer fazer algo incomum no dia do aniversário? Junte um grupo de amigas e marquem um dia típico de mulherzinha no salão de beleza, com direito a tudo! Seja mimada por um dia e ainda coloque as fofocas em dia. Alguns lugares dão tratamento VIP, para nós, mulheres com direito a champanhe e petiscos gostosos. Procure o mais legal na sua cidade, afinal, “girls just have a fun”.

Girls, just have a fun

Balada Bus

Imagina rodar a cidade dentro de um ônibus? Tudo bem, não um normal, mas um que se transforma em balada com bebidas e comidas e muita, muita música? Parece estranho, mas não é. Depois das limusines (que tem um limite menor de gente), resolveram inventar a festa dentro do ônibus. Aqui no Rio de Janeiro, existe algumas empresas que fazem esse tipo de evento, como a Bus Party ou a Fest Bus Diferente, não? Eu curti demais!

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“#2”: o segundo capítulo

 Para ler o capítulo número 1, clique aqui

Não sei como, mas eu consegui acordar na minha cama na manhã seguinte. Toda dolorida, talvez pelo sono agitado, mas acordei. Devia ser aquele anjinho que me protegia sempre, sabe? E acordei, “droga! Atrasada”. Pulei da cama, com o sonho da última noite martelando na minha mente. Tomei um banho rápido, engoli o café e sai apressada para o trabalho. Já no carro, selecionei as minhas músicas preferidas e no caminho para a redação, fui repensando a minha vida nestes últimos quinze anos.

Entrei no colégio que meu pai e meus tios haviam estudado e tinha muito orgulho por isso. Definitivamente foi uma das melhores coisas que me aconteceram: lá, pude conhecer as pessoas mais importantes da minha vida que eu conservo até hoje, como uma segunda família e me fez também passar os meus melhores anos.

Dei risada, sozinha, relembrando todos os momentos engraçados que passei por lá. Foram tantos choros, tantas risadas, tantas confidências. Depois disso veio a faculdade. Chopadas, trabalhos, outros amigos que irei levar pra vida toda também. E nesse ínterim veio ‘aquela noite’.

Sempre tive a pretensão de escrever e viver disso, só não sabia que minha carreira no jornalismo ia chegar até esse ponto em tão pouco tempo. Atualmente, eu sou a editora de cultura de umas das principais revistas femininas do país, a ‘La Belle’. Foi lá o meu primeiro e único estágio. Me identifiquei de primeira com o ambiente e desde então só fiz crescer na empresa. Nas horas vagas, seguia fazendo a segunda coisa que mais amava: montava a cavalo.

Não sei se inconscientemente era uma forma que eu achei de me deixar mais próxima do Caio. Já fazia um pouco mais de quatro anos que ele tinha ido embora. Desde aquela noite eu não contava o tempo. Não percebi que com as lembranças reavivadas, eu cheguei ao trabalho. Incrível que quando você se conecta ao passado, o tempo voa. Quando sentei na minha mesa, abri a minha caixa de entrada e havia a resposta do Fred, me confirmando na competição. Eu tentei ignorar a resposta dele durante toda a noite, mas foi em vão: na minha frente constava a confirmação da minha inscrição. Peguei meu celular da bolsa e disquei para o Fred, que atendeu ao segundo toque.

– Alô?

– É sério mesmo que a cidade é essa? – perguntei com falsa esperança.

-Claro que é, não te falei ontem e no e-mail que te mandei?

– É que sei lá, tive esperanças que a cidade houvesse mudado. Tudo bem, mais tarde a gente se fala. Tenho muito que fazer.

Obviamente, não consegui fazer mais nada. Essa competição me tirava dos nervos. Não a competição em si, mas a cidade em que ela iria ser realizada. Meu melhor amigo havia se formado no ano seguinte e seguido a mesma carreira que o Caio, mas eu o proibi de comentar qualquer coisa. Não fui eu que tinha ido embora? Então, que arcasse com as consequências. Nem sei se eles já tinham se visto depois disso. Provavelmente sim, pois eles tinham muitos amigos em comum. Com o meu pedido de não me contar nenhuma informação, ele não iria me contar nada agora. Imediatamente mandei um torpedo para o Léo contando as últimas notícias bombásticas. Ao fim do dia, chegando em casa, fui tentar me organizar para viajar dali a quinze dias. A semana prometia ser longa.

Sexta-feira à noite:

‘Tem certeza de que você quer fazer isso?’ A frase da mensagem de texto na qual o meu amigo Léo tinha me respondido estava me martelando a semana inteira. Respondi com um:

‘Eu preciso fazer isso. Espantar os meus fantasmas.’

A porta do táxi bateu atrás de mim, me fazendo voltar ao presente.

– Moça, suas malas! – gentilmente o motorista me ofereceu.

– Obrigada, respondi sem graça por estar distraída. Ele deve ter me achado uma tola, aposto.

Coloquei a bagagem no carrinho e fiz um sinal da cruz. Estava entrando no aeroporto.

Seja o que Deus quiser, ouvi meu coração dizer.

Escreve uma carta para quem você ama!

menina-escrevendo-cartaDas coisas que tenho mais saudades do meus tempos de colégio são as cartas que trocava quase que diariamente com amigas. Nada muito longo, era uma folha de fichário mesmo.  Em tempos em que não existia whatsapp nem rede social e ter crédito em celular era artigo de luxo, sim senhor, a melhor forma de se comunicar eram os famosos: bilhetes. Lembro que escrevia entre as aulas ou em casa (que eram bilhetes mais demorados e longos com direito a toda uma tradição: ‘Meu quarto, hora, o que tava ouvindo’) e durante os intervalos eu saia distribuindo! Bobo? Nada! Amava. E sinto falta, claro

E quem disse que em época de férias, isso não ocorria? Recebi sim, algumas cartas de amigos que ou iam passar férias em outro estado ou que moravam longe. Tem coisa mais legal do que você abrir a sua caixa de correio e tá lá uma carta de algum amigo? Hoje em dia são só contas, cobranças, vida adulta!

 

Pensando nisso, para reacender o charme de enviar cartas, a Chamex tá com a seguinte proposta: Você vai no site deles (www.suacartanochamex.com.br) e em 240 caracteres escreve uma carta para alguém querido. E sabe o que é mais legal? Um calígrafo (aquela pessoa que escreve com a letra cursiva, muito usada em convites de casamento, ok?) é que escreve ela e é entregue no destinatário que você quer!

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“Sua carta no Chamex: Resgate o charme de enviar cartas”

Bacana, né? Ah, já sei. Não é bom nas palavras mas adorou a ideia? Não se preocupe! No fim da página já tem cartas ‘pré escritas’ e elas se dividem em: Saudade, Filhos, Pai, Mãe, Amizade, Amor, Viagem, Convite, Desculpa e Churrasco. Eu confesso que para matar as saudades já escrevi algumas.

Gostou da ideia? Então corre lá, pega o endereço de quem você quer mandar algo especial e escreve tudo o que você tá sentindo!

 

p.s: a única coisa que não é informada no site é a demora na entrega das cartas. Portanto, não me cobrem depois, ok? Ah, a parte chata é que você só pode enviar até 3 cartas por CPF. Ou seja, vale pegar do pai, mãe, irmão se a sua lista é imensa.