Encalhados, o filme.

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Eu costumo ser a diferentona nos filmes. Aqueles clássicos que o mundo inteiro comenta – Senhor do Anéis, Matrix – eu não me interesso. Mas, por outro lado, eu tenho carinho por uns filmes que quase ninguém conhece e fico tão fã que acabo querendo contar pra todo mundo.

Foi assim que eu descobri “Encalhados”. Apesar do título não ter nada a ver com a história, zapeando a televisão outro dia, me interessei pela sinopse e como estava esperando um filme que iria começar, fiquei um pouco na dúvida e acabei escolhendo esse.

Sabe aquele momento da vida em que todo mundo te cobra o que fazer na vida e você não tem ideia de que rumo seguir? Bom, é essa a história de uma das protagonistas. Megan, quase trinta anos. Ainda tá com o namorado de adolescência, Anthony e trabalha com o pai.

Insegura, entra em crise quando, no casamento de sua melhor amiga é pedida em casamento por Anthony. Megan então fica apavorada e pega seu pai com outra em pleno estacionamento da festa. E é então, que ela foge e conhece a outra ponta do filme, Anikka.

A personagem de Chloe Moretz é uma adolescente, que foi abandonada pela mãe e mora com o pai, um advogado de divórcio pra lá de sárcastico e que faz a linha meio durona, mas que se derreta pela filha.

Com a promessa de que vai passar uma semana em um retiro espiritual, Megan, defendida por Keira Knightley, pede abrigo na casa da sua mais nova amiga e parceira, Anikka.

Um tanto carente de figura materna, a jovem adolescente trava uma amizade de confiança e respeito com Megan. Tanto que a pede para acompanhar em uma visita para sua mãe.

E é dessa parte que eu mais gostei, a interação entre as duas protagonistas – Megan e Anikka – que mesmo com faixas etárias bem diferentes, começam a ter um carinho entre as duas.

O longa é classificado como drama, mas tá mais do que claro que é um filme pra lá de água com açúcar, com o final meio óbvio e que faz quem tá vendo torcer pra Megan ser feliz.

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Motivos para ver “Girls in the House”

Imagina a cena: três jovens moram em uma pensão cuja dona nunca deu as caras. Estranho? Nem tanto. E é esse o enredo da websérie Girls in the house, que chegou ano passado, veiculado pelo Youtube. Criada pelo carioca Raony Phillips, de 23 anos, GITH, como é carinhosamente chamada, a websérie tem como trio de protagonistas Honey, Dunny e Alex.

As meninas – todas feitas atráves dos bonecos do The Sims  moram e trabalham na Pensão da Tia Ruiva, uma mulher pra lá de misteriosa. Juntas, elas se metem em várias confusões e mistérios com a ajuda de outros personagens, como Julie, Irene, Priscilão, Matilde e Ramele entre tantas figuras.

E, como eu peguei um amor tão grande por todos eles, o post de hoje é especialmente pra você que ainda não conhece.

Dunny

Aposto que entre todos os personagens da série, Dunny é a favorita de todos! Engraçada e prepotente, a garota de 26 anos não mede as palavras, garantindo a risada e o amor de todos. Ela que no começo da temporada, tentou uma vaga em American Idol, ficou tão famosa que acabou ganhando um spin off paralelo.

Além disso, Dunny é dona dos melhores bordões, que a gente leva pra vida: “Ah tá, falou a linda né? Linda e Maravilhosa”

Os vídeos são bem curtinhos

Com uma média de dez minutos, cada episódio tem começo, meio e fim e é uma excelente solução para quem – assim como eu – desiste de uma série porque não tem muita paciência em ficar mais de meia hora sentada na frente da televisão. Isso sem contar que é o próprio Raony Phillips que produz e faz as vozes de todos os personagens.

Piadas Ácidas

Antes de começar a ver, um amigo meu chegou e falou: ‘Veja, você vai gostar, o humor deles é bem irônico!’, e fui meio reticente quando dei o play. Mas bastou uma fala da sempre sarcástica Dunny, pra eu não aguentar e colocar na listinha de favoritos.

O mistério da tia Ruiva

A história se passa na pensão da tia Ruiva e é cuidada pelas garotas, uma mulher que ninguém nunca viu e que só apareceu brevemente em alguns episódios.

O trio de protagonistas.

Okei, sabemos que Dunny é um tópico a parte. Mas ela não seria nada sem suas duas outras amigas: Alex, a que é responsável pela alimentação e Honey, a que administra tudo. As meninas, alvos constantes da maluquice da companheira de pensão, são suas melhores amigas e elas se defendem com unhas e dentes.

A minha infância – Dia das Crianças

Quem aqui sente saudades da sua infância? Bom, eu sinto. E muitas! Vamos combinar que essa é a melhor das nossas fases em que não há neuras, cobranças e responsabilidades! E, amanhã é dia de comemorar o dia daqueles que tem uma pureza e um brilho próprio.

Nasci em janeiro de 86 e vivi a minha infância até quase o final dos anos 90. Em uma época que o bom mesmo era brincar na rua e sentar na frente da televisão – nessa época, sem o ‘a cabo’ pra saborear os desenhos inocentes, separei 5 coisas que marcaram essa fase que não volta mais.

Show da Xuxa

Não podia começar essa lista sem ela, minha querida e adorada Xuxa! A eterna Rainha dos Baixinhos estreou o seu programa na Rede Globo uns seis meses depois do meu nascimento e segundo fontes dignas de confiança, ela foi a minha babá por muitos e muitos tempos. O Show da Xuxa marcou toda uma geração com a nave, Paquitas – eu sou fã até hoje! – e beijinho, beijinho, tchau tchau.

Tamagoshi

Muito antes de caçar Pokemon pela cidade, as crianças da minha geração – tão velho falar isso! – tiveram outra febre: o tamagoshi. Era um brinquedo e que você precisava cuidar de um animal: dava comida, banho, brincava e não podia deixar ele doente. Cada dia era um ano de vida do bichinho e se ele morria, era só resetar o jogo que começava tudo novamente. Não sem antes chorar algumas pitangas, é claro.

Vivemos a Copa de 94

Lembro bem como se fosse semana passada e não há mais de vinte anos! Sim, meus leitores! Tem exatos vinte e dois anos que comemoramos e gritamos com o Galvão a célebre frase: “É TETRA!!’ e da também “Vai que é tua, Taffarel!” , depois de vinte anos de jejum de títulos de Copa do Mundo. A seleção era composta de Romário, Bebeto, Dunga, Tafarrel e um Ronaldo ainda não Fenômeno. Lembro que do alto dos meus oito anos, colecionei o álbum de figurinhas. Lado triste? De lá pra cá só rolou mais uma taça de campeão, em 2002.

Dançamos ao som do “É o Tchan”

Sim, era uma festinha sim e outra também que rolava esses clássicos do grupo baiano “É o tchan” e que a gente dançava como se fossemos a Carla Perez, Sheila Mello ou a Scheilla Carvalho. Aliás, até hoje quando toca ninguém fica parado! Inclusive você, que tá ai nesse exato momento lendo esse post! Com eles fomos pro Havaí, Japão, Egito e ainda nos aventuramos na selva!

Chocolate da Mônica

Outra coisa que marcou e MUITO a minha infância foram os chocolates da Turma da Mônica e que 10 entre 10 pessoas na casa dos 30 e poucos pedem pra voltar. E, posso falar? Tinha toda uma técnica para comer: primeiro era a parte preta e depois o personagem e que dava uma pena! Volta, pessoal. Ninguém nunca te pediu nada!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

Top 5: É pra chorar!

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Desafio da semana: assistir ao longa “Como eu era antes de você” sem derramar uma lágrima ou suspiro. Bom, meio óbvio que eu falhei. E, mesmo sabendo o fim do filme, já que eu li o livro uns dois anos – antes do boom – não fui forte o suficiente. Mas quem dera se esse fosse o único que me fez dar uma grande desidratada. Selecionei outros quatro pra essa lista. Continua lendo e anota as dicas, caso você seja do big team das choronas.. esse post é todinho seu!

Como eu era antes de você

Lou Clark é uma menina de uns 20 e muitos anos e que até agora não fez nada de importante na sua vida. Seu pai se encontra sem emprego e é ela a responsável pelo sustento da família. Trabalhando como garçonete, ela também acaba sendo demitida, pra desespero de todos. Até que surge uma vaga pra cuidar de Will Traynor, um cara que depois de ser atropelado há dois anos ficou tetraplégico. Uma relação de afeto surge entre eles dois… e, bom, é melhor ver pra não estragar. Lembro que terminei de ler o livro que inspirou a história em um shopping e: vergonha, claro, pois eu comecei a chorar. Muito.

Antes que termine o dia

Mais um pra lista patrocinada por uma empresa de lenços de papel. Me recordo que comecei a ver de madrugada, meio que por acaso porque curti a sinopse e no fim eu  não conseguia parar de soluçar real! O casal Sam e Ian estão em crise na relação. Sam é uma musicista e durante um jantar eles discutem por causa de ciúmes e, na volta para casa o táxi em que eles estão sofre um acidente e ela morre. Desolado, Ian vai pra casa e ao acordar vê que o dia ta se repetindo e ele tem uma nova chance de salvar o namoro deles. Nessa altura eu já estava tensa e com muitas e muitas lágrimas. O que acontece depois? Bom, não é tão óbvio assim e .. procura logo pra ver!

Em algum lugar do passado

Esse eu só de lembrar a música principal, já me dá umas angústias no peito e vontade de chorar.  Em 1972, o jovem Richard conhece uma senhora que lhe entrega um relógio de bolso e uma mensagem pedindo pra que ele voltasse para ela. Anos depois, ele se hospeda em um hotel e dá de cara com um retrato de uma jovem e se apaixona de cara. A tal moça em questão é Elise, uma atriz que viveu por ali em …1912 e que já morreu justo naquela noite que ele recebeu o presente da tal idosa. Richard começa uma busca louca de como voltar pro passado e se encontrar com o seu amor, Elise. Achei o final bem bobo, confesso. Mas o drama que eles vivem é maravilhoso!

Pearl Harbor

Filme preferido da v-i-d-a! E que, certamente choro sempre. Sempre mesmo. Rafe e Danny são amigos de infância e se alistam no exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. Lá, Rafe conhece a enfermeira Evelyn e eles se apaixonam. Acontece que Rafe acaba dado como morto em uma missão pra desespero da noive e do amigo, Danny. Como todo romance água com açúcar, os dois se envolvem até que Rafe – papel do meu crush ever Bem Affleck – retorna depois de meses. Babado, confusão, lágrimas (minhas e deles) e gritaria.. até porque a mocinha descobre que ta grávida do Danny… É nesse momento que o Japão joga a tal bomba na ilha de Pearl Harbor – o que dá nome ao filme – e ai só vendo pra saber mesmo!

La Bamba

Esse filme do final dos anos 80 talvez seja o mais triste de todos, já que é baseado na vida do cantor dos anos 50, Ritche Valens, que morreu em um trágico acidente de avião quando estava no auge da sua carreira. Só daí dá vontade de despedaçar, né? Melhor cena é quando ele canta para sua namorada de colégio – ele tinha só dezessete anos! – a canção Donna que fez especialmente para ela. Além dela, o hit que é muito bom e que dá nome ao filme: La Bamba.

Reality shows não tão famosos

Preciso confessar aqui meu amor por reality shows. Criticado por muitos, por conta do seu estilo de expor a vida alheia. O fato é que independente do julgamentos de todos, há um leque enorme de variedades dos programas do tipo: de culinária, de modelos, de gente famosa, de desconhecido querendo ficar famoso. São muitas as opções! O meu último queridinho foi o “Power Couple Brasil”, que teve a sua final há quase um mês. O post de hoje é sobre eles, seis realitys mais diferentes que passaram na televisão nos últimos anos.

Power Couple Brasil

O favorito da vez é transmitido pela Record, todas as terças e foi baseado em um formato lá de Israel de mesmo nome. A ideia principal é reunir oito casais – um dos dois pelo menos é conhecido do público – em uma casa. Lá, eles tiveram que passar por dois tipos de desafios: homem/mulher e como casal e que pode testar a sintonia entre eles. A cada rodada, uma aposta de cada lado era feita. E os casais que ficassem por último e tivessem a menor quantidade de grana, estavam na DR. O restante votava na cara limpa em quem eles queriam pra ficar. Com provas bem inteligentes, conquistou um público bem fiel e arrisco a dizer que incomodou no ibope. Apresentado por ninguém menos do que Roberto Justus.

Acorrentados

Surgiu em 2002 – no boom de Reality Shows – Acorrentados fazia parte do programa Caldeirão do Huck, ou seja, era semanal. O esquema era simples: um rapaz deveria ficar acorrentado a seis moças durante seis dias. A eliminação acontecia por conta de afinidade até que sobrasse só uma garota. Ao todo, deve três edições e o formato era da Endemol.

The Hills

Uma mistura de seriado com Reality. É assim que “The Hills” pode ser considerado nas seis temporadas em que sobreviveu entre 2006 e 2010. Derivado de outro programa do tipo – Laguna Beach – mostrava a vida pós ensino médio Lauren Conrad e suas amigas na cidade de Los Angeles. A moça era considerada a antagonista do seu antecessor, Laguna Beach, mas fez tanto sucesso que acabou ganhando um reality pra chamar de seu. Com 102 episódios no total, ainda gerou mais três spin-off. Atualmente, LC é escritora.

A casa da Ana Hickmann

Mais um quadro dentro de um programa, dessa vez o extinto “Tudo é Possível”. Comandado pela Ana Hickmann e gravado dentro da casa dela, com dez participantes cujo prêmio era uma vaga de repórter. Teve só uma edição. Posteriormente, outro quadro foi gravado no mesmo estilo. Dessa vez, pra escolher o novo rosto da sua marca.

Quebrando a rotina

Mais um quadro com ares de Reality Show! Também dentro do Caldeirão do Huck, teve duas edições, em 2004. A primeira com a dupla Sandy e Júnior, Luciano viajou por uma semana a bordo de um trailler – pelas cidades históricas de Minas Gerais – e foi exibido em cinco episódios. Resultou na canção “Vida de Marola”, composta pelos três. Já na segunda temporada, que teve quatro episódios, os escolhidos foram Felipe Dylon e Wanessa Camargo. A bordo de um iate, os cantores percoram os litorais do Rio de Janeiro e São Paulo. Assim como na primeira temporada, rolou uma canção composta pelos dois, “Amor de Praia”.

Troca de família

Talvez o mais ‘normal’ de todos e era transmitido pela Rede Record, durou cinco temporadas entre 2006 e 2011. Duas famílias, completamente diferentes de todas, é a versão brazuca de “Tranding Spouses”, da Fox. Duas mães trocavam de casa durante uma semana. Ao final, teriam que decidir como a outra família o prêmio de R$ 25 mil em forma de carta.

Haja Coração, a nova das sete!

Que eu sou fã de novela, isso não é novidade por aqui. Mesmo que não acompanhe a novela diariamente, tenho uma mania pra lá de interessante: gosto de ver o primeiro e último capítulo, sempre. Por mais que não acompanhe a novela como um todo – a última que vi toda foi “Boogie Oggie” – tenho essa curiosidade. E, como hoje entra no ar a nova das sete, “Haja Coração“, vou te dar aqui sete motivos para ficar ligados na frente da televisão.

O autor é o mesmo da novela Alto Astral…

… e a novela fez bastante sucesso na época! (lembra, teve post aqui sobre a estreia!) Por isso, Daniel Ortiz – agora não tão novato assim – volta escrevendo “Haja Coração“.

É quase um remake de Sassaricando

Quando digo quase, é que o autor afirmou que “Haja Coração” é uma homenagem para novela que bombou nos meados dos anos 80. Ainda segundo Ortiz, ele usou a história de Sassaricando como base para essa nova trama, incluindo novos personagens e quem sabe novos rumos. É esperar pra ver.

Começa numa terça!

Acreditem, mas dessa vez a Rede Globo resolveu inovar e diferente do que é sempre visto, a novela dá seu start hoje, numa terça feira (dizem também que é guerra de audiência com a Rede Record), dia 31 de maio. E quem disse que a semana começa na segunda, hein?

Vai ter blogueira fazendo blogueira

Tem Júlia Faria – sou fã demais dela – no papel de Estelinha, uma blogueira e é o primeiro papel de destaque da atriz. Além de atuar, JuFa é conhecida como uma blogueira – falei do blog dela que eu amo aqui – na vida real e uma das rainhas do Snapchat (e foi por causa dele que ela conseguiu o papel). Sinal que a realidade e a ficção andam juntas!

E os guapos?

Siim! Nós temos!! Zé Loreto, Malvino Salvador, Jayme Matarazzo e Nando Rodrigues são apenas alguns dos nomes desses gatos que vão fazer brilhar nossos olhos nos próximos meses. Alerta suspiro!

Não tem protagonista!

Como assim, não tem protagonista? Bom, as novelas ultimamente estão fugindo do estereótipo mocinha vs. vilã e inovando ao colocar várias histórias como centrais. Tradução? Não vai ter aquela protagonista sofredora do início ao fim da trama.

Elenco feminino não deixa a desejar

Se nós, mulheres, ficamos suspirando pelos rapazes, porque os caras não podem acompanhar a novela por causa das atrizes? Tem Mariana Ximenes, Cléo Pires, Tatá Werneck, Ellen Roche e Aghata Moreira.

Motivos para ver “Totalmente Demais”

Já falei algumas vezes o quanto eu sou noveleira de carteirinha. E hoje estreia mais um folhetim das sete, protagonizada pela ruiva Marina Ruy Barbosa, “Totalmente Demais”.  Na trama, ela é Eliza, uma jovem de 18 anos que depois de fugir de casa por brigas com o padrasto, se torna a garota ‘Totalmente Demais’ causando ciúmes em várias pessoas. Confira os motivos para acompanhar a novela escrita por Rosane Svartman e Paulo Halm.

Pegada jovem

Os autores da trama são os mesmos que escreveram a temporada passada de Malhação. Ou seja, os caras entendem quando o assunto é a galera adolescente e jovem. O elenco é formado pela nova geração de atores, como a protagonista Marina Ruy Barbosa, Felipe Simas, Juliana Paiva, Giovanna Rispoli e Daniel Blanco.

A volta do galã Fábio Assunção

Depois de quase quatro anos longe de uma novela – a última dele foi uma participação em TiTiTi, o galã que fazia a mulherada suspirar nos anos 90 com seus olhos azuis e carinha de bom moço, volta no papel de Arthur, dono da revista que dá nome a novela. No começo da trama, ele tem um caso com Carolina, papel de Juliana Paes, mas ao longo vai se envolver mesmo é com a prota Eliza.

Tem como bastidores uma revista de moda

A revista, cujo nome é o mesmo da novela, é um dos principais cenários. Lá, trabalham Juliana Paes, a editora chefe do lugar. Para quem, assim como eu, ama o mundo da moda e principalmente de uma revista vai curtir bastante as cenas, que prometem!

Anitta canta a música tema

Falem bem ou falem mal, o certo é que a cantora de funk (ou seria pop?) Anitta vem fazendo sucesso e foi a escolhida para regravar o tema de abertura, sucesso de outra funkeira (agora cantora gospel) Perlla e cujo título é o nome da novela. Aperta o play pra conferir.

Juliana Paes é a vilã

Depois de várias mocinhas, a atriz vai interpretar a sua primeira antagonista Carolina, editora chefe da revista ‘Totalmente Demais’ e disputar o amor do Arthur (Fábio Assunção) com Eliza. Segundo a atriz, que completa em 2015, quinze anos de carreira, Carolina é daquelas mulheres exigentes e gananciosa.

Motivos para ver a nova temporada de ‘Os homens são de Marte…”

Lá no comecinho do ano, falei aqui sobre a série “Os Homens são de marte…”, transmitida pelo canal GNT, né? Quem lembra? A notícia boa é que no começo do mês, a segunda temporada estreou – finalmente! – depois de longos meses de espera.

O que vai rolar de novidade? Bom, a nossa protagonista agora é mãe de uma linda menina de cinco anos e está casada com o professor de filosofia Miguel. Isso sem falar da ausência da sua melhor amiga, Nathalie, que foi morar no exterior além de dois novos sócios. Quer mais? Então continua lendo que vou te dar os motivos que vão te fazer vibrar de alegria com a volta do seriado.

A prota é gente como a gente

Fernanda, personagem da Mônica Martelli, é gente como a gente: insegura, e atrapalhada e toda trabalhada nos dilemas da vida: como lidar com carreira, família e relacionamento. Ao mesmo tempo que é uma empresária de sucesso, Fernanda, precisa mostrar que é uma boa mãe e esposa.

Nina

Não sabe de quem estou falando? Lembra quando falei da filha da Fernanda? A garotinha – interpretada pela atriz mirim Maria Júlia -, de apenas 5 anos, é uma graça e tem umas tiradas, típicas da idade, que dão vontade de apertar e muito a personagem. Além disso, tem tu-do para se destacar.

A trilha é mara!

Desde o longa de 2013, que Lulu Santos embala as desventuras da nossa querida protagonista. Além dele, outras canções – na sua maioria brazuca mesmo – fazem parte da trilha do seriado

Rio de Janeiro

Que me desculpem as outras cidades, mas o Rio de Janeiro continua lindo. Uhum. E, com isso, a série aponta volta e meia uma cena passada em um baita visu da cidade maravilhosa

Quem nunca?

Fernanda passa por cada roubada – seja na família ou na sua nova empresa – que em vários momentos a gente se pega pensando – e percebendo, claro! – que já vivemos aquilo. Ou a nossa amiga, irmã, vizinha.. afinal, quem nunca?

[Resenha]: How to get away with murder

Sempre fui conhecida pelos amigos de ser grande fã e telespectadora de séries do gênero mulherzinha, sabe? E a lista, preciso confessar: Glee, 90210, Unbreakable Kimmy Smith, Hart of Dixie. Desde que to-das aquelas que eu acompanhava tiveram seus seasons finale, resolvi radicalizar e me jogar no drama e no suspense. Fui para The Killing que vi metade só e então que me indicaram a ‘melhor-série-de-todos-os-tempos’: How to get away with murder’

Dificilmente começo a ver algo que não seja indicação de alguém em que confio. Uhum, tenho esse problema. Não consigo ir cega. Conversando com um amigo, ele perguntou o que eu tava vendo e falou: ‘Vai nessa que é muito boa’. E fui. E não me arrependi. Sabe quando você já pega amor no episódio piloto? Foi assim. É tanta adrenalina que terminei a primeira temporada em três dias.

A história conta sobre uma advogada, Annelise Keating vivida pela brilhante Viola Davis, que todo começo de ano letivo, escolhe os melhores alunos para trabalhar com ela. E é assim que seu caminho cruza com Wes, Connor, Laurel e Michaela. Envolvidos em um assassinato, vemos ao longo de quinze episódios como tudo acontece e o que levou a isso. Paralelo, existem os casos que a advogada defende e ao mesmo tempo ensina aos seus alunos.

O diferencial? O enredo não vem em um modo linear: as coisas não são contadas no modo cronológico, sabe? No episódio piloto, vemos que alguém morreu e que os quatro estão fazendo de tudo para esconder o corpo. E então, começa a contar como eles se conheceram, três meses antes.

Até o mistério ser desvendado – o que acontece por volta do nono – sempre há flashs (e todos conexos, diga-se de passagem!) com o que aconteceu no dia fatídico: o do assassinato. A cada episódio, é mostrado a personalidade de cada um, o que eles fazem para alcançar seus objetivos.

A primeira temporada tá toda no Netflix e a segunda acabou de estrear lá nos Estados Unidos. Corre pra ver e me diz o que você achou! E sabe quem é a produtura? Shonda Rhimes, a mesma que produziu outros sucessos como “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. Ah, e a Viola ganhou esse ano um Emmy, justamente por causa da personagem.

Pra grudar na telinha com a nova das sete!

Parece que foi ontem, mas já tem uns bons meses que falei aqui da estreia de Alto Astral. Bom, a novela acabou na última sexta-feira e hoje começa uma nova, a “I love Paraisópolis”, do autor Alcides Nogueira. E se tem uma coisa que eu curto de montão, é uma estreia de novela. Quer saber os motivos que vão te levar a ficar vidrado no novo folhetim? Continue lendo!

 O enredo é simples e leve.

Com uma pegada mais jovem, a história conta sobre duas irmãs (Bruna Marquezine e Tatá Werneck), moradoras da comunidade de Paraisópolis, vizinha do imponente e rico bairro Morumbi, na cidade de São Paulo e que desejam uma vida melhor e vão em busca do seu objetivo.

Tem história de amor, sim senhor!

Quem não curte um romance água com açúcar?

E é daquelas bem clichê: Marizete, papel da Bru, moça de classe média baixa se apaixona pelo rico Benjamim, feito pelo Maurício Destri. No meio disso tudo tem a mãe perua que vai separar o filho da amada e a ex-namorada perseguidora. Mais “história de novela”, impossível!

Tá recheada de guapos!

Sem título

Caio Castro, como bad boy, Henri Castelli como vilão, Maurício Destri como o mocinho protagonista e Alexandre Borges como o pai de família. Percebeu a listinha nada básica de boys magyas? Tem pra todos os gostos e idades.. o que vai ter de gente dando desculpa para não sair mais as sete…

A trilha sonora é de suspirar.

Eu nunca contei, mas eu sou apaixonada pelo Ed Sherran. E, para minha alegria, a melhor música dele, “Thinking out Loud” – na minha opinião, claro – é a canção que vai embalar o romance do casal protagonista. Isso sem falar da Meghan Trainor, Ana Carolina e da banda Janz (que participou da primeira temporada do SuperStar)

Vamos pirar na Letícia Spiller: incrível e vilã!

Confesso que uma inveja beeem grande rolou quando vi o shape + hair + pele da eterna Babalu. Aos 41 anos (SIIIIIIIIIIIIIM!!), a atriz vai dar a vida a vilã Soraya, uma perua mãe do mocinho e que vai fazer de tudo pra separar o casal protagonista. Além do corpo e cabelo e pele de fazer pirar qualquer mulher, a Letícia ainda vai fazer par com o Henri Castelli. Que chato, não?

#100: Anos 2000, eu vivi!

Pode parecer estranho – e de certa forma é – mas já tem quinze anos que os anos 2000 bateram à nossa porta. Clichê, mas parece ontem. Eu, que tinha quase 14 anos na época, começava uma nova fase: novo colégio, novas amizades que duram até hoje. Mas você lembra o que acontecia no mundo nessa época?

O atentado do 11/09 ainda não tinha acontecido e o único reality show era o “No Limite”, aquele programa que a gente tinha um certo nojinho, mas adorava a adrenalina, já que o BBB só apareceu nas nossas telas dois anos depois.

O que passava na nossa telinha no ano 2000: Nova fase da Malhação, começo da onda de Reality Show e uma das cenas mais emocionantes da história, em Laços de Família.

O que passava na nossa telinha no ano 2000: Nova fase da Malhação, começo da onda de Reality Show e uma das cenas mais emocionantes da história, em Laços de Família.

Ainda na nossa televisão, suspirávamos com o romance de Catarina e Petruchio, em “O Cravo e a Rosa” e sofríamos ao ver a Carolina Dieckmann chorar ao ficar careca na novela “Laços de Família”, uma das minhas preferidas do Maneco. Para os jovens, a nova Malhação começava a mudar seu formato: de academia com pessoas fitness, o retrato passou a ser o adolescente e a família.

Hoje em dia para escutar alguma música, basta conectar ou no Spotify ou na ITunes. Ou em uma playlist no Youtube. Mas nos anos 2000, ouvir boa música era sinônimo de: disc-man + inúmeras pilhas e uma caixa com seus CDs favoritos (poucos sabiam criar novos Cds). Ah, e para descobrir aquela música que você ouviu na rádio e queria saber quem cantava. Esquece, era um drama, pois muitas vezes… eles não falavam o nome muito menos quem cantou!

Para falar com alguém, hoje basta mandar um whatsapp. Ou até um SMS. Só que nos ano 2000, a nossa comunicação era feita por… telefone! Estranho, não é? Nos colégios, os papos rendiam pelos bilhetes trocados durante aquelas aulas super maçantes e que nós morríamos de medo que o professor acabasse pegando! #fail

Máquina fotográfica de filme, disc-man, celular que tinha o jogo da cobrinha: Quem nunca teve isso?

Máquina fotográfica de filme, disc-man, celular que tinha o jogo da cobrinha: Quem nunca teve isso?

Hoje, cada mergulho é um flash e em questão de segundos você consegue ver a foto tirada. Mas você lembra que para isso acontecer, precisava terminar o filme de 12, 24 ou 36 poses e ainda por cima torcer para que não queimasse ou a foto ficasse legal? As máquinas digitais foram ficar famosas só lá no final dos anos 2002 e era artigo de luxo. Em 2015, são poucos os celulares que não tem uma câmera digital.

E eles, aah, eles! Os celulares nos anos 2000. Aposto que o seu aparelho de hoje faz tudo: internet, tira foto, acessa conta, manda whatsapp, posta foto no instagram. Mas há 15 anos, o máximo que conseguíamos fazer era além de jogar o jogo da cobrinha, fazer ligações! E também era artigo de luxo. Estranho, né?

musicPor falar em música, você lembra quem bombava nas rádios nesse ano? Era a época que o pop adolescente se tornou beeem visado por conta das boys bands. Ou seja, Backstreet Boys, NSync, Five. Tinhamos também a princesinha do pop, Britney Spears, Christina Aguilera e as garotas do Spice Girls’. Dos artistas tupiniquins, a gente pode colocar nessa lista Sandy e Júnior, que estreavam um seriado e tinham um hit atrás do outro. A Wanessa (ex-Camargo) era outra artista que bombava na época.

Aquele momento vergonha ao perceber que você usou ao menos uma dessas coisas.

Aquele momento vergonha ao perceber que você usou ao menos uma dessas coisas.

E na moda? O que bombava há 15 anos? Aquele momento que você morre de vergonha alhia. Lembra não? Pra começar, aquelas gargantilhas trançadas, que eu, particularmente, achava um horror! Outra coisa que também fazia a cabeça da mulherada eram aquelas tatoos de strass. Perfeitinho para as adolescentes. Essa achava fofo, mas hoje, apenas não! Outra coisa que fazia a cabeça literalmente de nós, mulheres eram os lenços, que usávamos no melhor estilo piratinha. Nos pés, o que não podia faltar eram aqueles tamancos de borracha. Estabanada como sou, tive um só por motivos que torcia fácil o pé.

Rede social então, era utopia. Aliás, você se imaginava postando na web o lugar que estava, o que ia comer, o look do dia para todo mundo saber? Esquece. Para felicidade da nação, isso ainda não existia. O finado Orkut só apareceu uns quatro anos depois.

E você, qual a lembrança que tem desse ano?

Livros de Sparks que viraram filmes

Mês que vem mais um livro do renomado autor Nicholas Sparks chega nas telonas. O escolhido dessa vez é o “Uma longa jornada” e tem como protagonistas: Britt Robertson e Scott Eastwood. Não é a primeira vez que um livro dele foi adaptado, né? Eu mesma já falei do lançamento em um outro post.  Apesar de nunca levarem a sério a história dos livros, o fato é que o cara é um dos campeões em adaptar suas publicações para os cinemas. Listei aqui aqueles que já foram parar nas grandes telas.

#1 – Diários de uma paixão (2004): diário

Foi o único que não li o livro (ainda) e provavelmente por isso que curti muito e é um dos meus preferidos. Estrelado pela Rachel McAdams e Ryan Gosling. Eles se conhecem ainda jovens, durante a Segunda Guerra Mundial. Mas, por serem de classes sociais diferentes, a família dela é contra o relacionamento deles. Anos se passam e Allie está prestes a se casar, mas ainda não se esqueceu de Noah e volta para a cidade e o reencontra. Anos mais tarde, o já velho Noah conta todos os dias conta a história deles para a sua esposa que sofre de Alzheimer. O lado bom é que o livro tem continuação (O Casamento), só não sei se há planos que vire filme. Merecia!

#2 – Noites de Tormenta (2008):

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Ao contrário do “Diário”, foi o único dos filmes dele que ainda não vi. Motivos? Não curti nadinha do livro, tá lá em último na minha lista de preferências das publicações do Sparks. Achei bem chato e arrastado. Não me emocionei no filme. O longa conta a história de Adrienne  e o dr. Paul. Ela, busca refúgio numa pousada de uma amiga para fugir do caos. Ele aparece por lá no meio de uma viagem procurando abrigo por causa de uma tempestade.  Foi estrelado por Richard Gere e Diane Lane.

#3 – A última música (2010) :
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De longe, um dos meus livros preferidos do Sparks. Só que veio a Hannah Montana e estragou a história linda, uma das mais fofas que já li e que me fez chorar. Ronnie, personagem da Miley Cyrus, é obrigada a passar o verão com seu pai (Greg Kinnear) que não via há anos junto com seu irmão mais novo em uma cidade litorânea no sul dos Estados Unidos. Contrariada, a adolescente problemática não conta com as surpresas que esses meses lhe trarão. Juro que não tenho birra contra a Cyrus, só que ela não passou a emoção necessária para a personagem enquanto no livro eu chorava litros nos capítulos finais.  Menção honrosa para a música “Climb”, que sim, eu curti.

#4 – Querido John (2010):

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Primeiro livro que li do Nick, portanto tenho um carinho pra lá de especial. Já do filme, bom..  tem algo que eu preciso desabafar: obrigada, por estragarem o final. #SQN. Sério, roteiristas! Vocês não entenderam a mensagem do livro? O longa fala da história de amor entre Savannah, interpretada pela fofa da Amanda Seyfried, e por John, personagem de Channing Tattum. Eles se conhecem durante o verão quando ele, que é um militar, está de férias e ela na cidade construindo casas populares. Quando ele volta para o quartel, começam a se comunicar por cartas (e o ano era 2010, okei). Apesar da mudança surreal do final (que mudou t-o-d-a a coerência da história), eu até que curti.

#5 – Um porto seguro (2013):filmes_2480_safehaven-004

zzZzzz.. Sério, tanto para o livro quanto para o filme. O longa conta a história de Erin Tierney que fugindo do seu marido violento vai se esconder na pequena cidade de Southport, na Carolina do Norte, sob a falsa identidade de Katie Feldman. Lá, conhece o viúvo Alex Wheatley e se envolve com ele, se afeiçoando aos seus filhos pequenos, Lexi e Josh. Katie também faz amizade com a sua vizinha Jo. Bom, o resto é spoiller. Eu não curti, achei cansativa mas teve gente que adorou, né? O casal principal é interpretado pela Julianne Houghs e pelo Josh Duhammel. Confesso que o fim é até que fofo. Mas só o fim mesmo. E até um bocado surpreendente.

#6 – Um homem de Sorte (2012):

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O filme vale a pena por motivos de Zac Efron mostrando que não é mais um rostinho bonito e muito mais do que a trilogia HighSchool Music. Logan é um sargento do Exército americano que percorre o país atrás da sua salvadora. Sim, salvadora. Acontece que no meio da guerra ele foi salvo de um bombardeio ao sair de onde estava ao avistar uma foto. E sempre que estava com a fotografia de uma moça ele se salvava de morrer. Considera então que a moça desconhecida é seu amuleto e decide encontra-la a todo custo. A única informação que ele tem é o casaco de uma universidade que a mulher na fotografia tá usando e parte rumo a Carolina do Norte. Lá conhece Beth , interpretada pela Taylor Schilling , professora e divorciada (a tal moça), ele se oferece para trabalhar no canil que ela é dona e eles iniciam então um romance que logo chega aos ouvidos do louco do ex-marido dela, um policial filho de uma família rica e influente da cidade. Eu curti mais ou menos o livro. O filme é mais legal e por incrível que pareça foi fiel o suficiente.

#7 – Um amor para recordar (2002): 12813077

Primeiro longa baseado em um livro do Sparks. Chorei tanto com o filme e muito mais com o livro. Infelizmente, há diferenças entre os dois. Algumas, porém significativas. No livro, a história se passa na década de 50 enquanto na telinha a trama rola nos dias atuais. Landom (Shane West) é o típico adolescente rebelde. Punido por ter feito mal a um rapaz, ele é obrigado a ajudar na produção da peça de teatro da escola. Lá se aproxima de Jamie (Mandy Moore), a filha do pastor da cidade. E como todo bom folhetim, claro que eles se apaixonam. Mas para infelicidade do casal, a garota tá seriamente doente. E então, o rapaz que antes era conhecido pela rebeldia se torna um rapaz doce. Destaque para a trilha, que dá todo o charme pra história.

Para quem quiser assistir, “Uma longa jornada” tem previsão de estreia no dia 10 de abril. Confira o trailler aqui:

Foi bom enquanto durou

Sou uma pessoa que gosta muito de séries, trocando as vezes novelas por elas. Já falei aqui as minhas preferidas do momento que são Revenge e Hart Of Dixie.  O grande problema é que tenho, as vezes, dedo podre para algumas séries. Não que elas sejam ruins. O lance todo é que.. elas acabam na primeira temporada. Uhum. E eu fico depressiva pois agarro um amor incondicional. Listei hoje, quatro séries que eu vi (ou comecei a ver) e que estou até hoje esperando a segunda, a terceira, a quarta temporada..

Reunion

"Vinte anos, seis amigos, um assassinato"

“Vinte anos, seis amigos, um assassinato”

A série, produzida pela FOX em 2005 (e exibida aqui pelo canal pago Warner e pelo SBT, ambos em 2006), contava a história de seis amigos ao longo dos vinte anos desde a formatura do colégio. Em 2006, um deles é assassinado e acontece uma investigação para descobrir o mistério. O legal é que a cada episódio é mostrado um ano, começando em 1986 e, teoricamente indo até 2006 com a revelação de quem tinha cometido o crime. Parte ruim? Por divergências, a FOX cancelou a série no nono episódio. Depois encomendou mais quatro (de 1995 até 1998), ficando disponível apenas no site. Aqui no Brasil, o SBT deu um final alternativo já que originalmente não teve um fim decente. Foi estrelada por Dave Annable (“Brothers & Sisters”), Sean Farris (“Dormindo fora de casa”) e Amanda Righetti (“The O.C). Eu lamentei muito quando soube que não ia ter nem terminar a primeira temporada, porque ela era realmente muito boa. Infelizmente, pelo não sucesso da série é bem difícil achar para fazer download na Web, tentei algumas vezes, sem sucesso.

Melrose Place

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Pegando carona no sucesso do spin off, o ‘90210’, a emissora CW resolveu relançar Melrose Place, clássico dos anos 90. Durou só uma temporada, com 18 episódios no total. Eu, quando comecei a ver (vi apenas três episódios), já sabia que seria cancelada e larguei de mão. Mas tá na lista interminável daquelas que quero ver, sabe? O enredo é bem simples. Se passa em um condomínio de luxo, o Melrose, localizado em Los Angeles. Os moradores vivem situações que envolvem ambição, sexo e até assassinato. Trouxe, em participações especiais, personagens da série de origem, que durou bem mais do que essa, sete temporadas.

Privileged

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Mais uma para lista que me deixou profundamente triste quando soube que foi cancelada. O enredo é completamente teen, daqueles fofos que podemos ver com as amigas. Megan Smith (Joanna García), jornalista que sonha em conquistar o mundo através da profissão é demitida. Sem emprego e sem rumo, aceita ser tutora de duas adolescentes, netas da rica Laurel Limoges, rainha do mundo dos cosméticos, Rose (Lucy Hale, de PLL) e Sage. Ela ganha a vida que pediu a Deus: mora numa mansão, localizada em Palm Beach, tem uma suíte e um carro conversível só para ela. Megan então, tem a difícil tarefa de educar as jovens e conquista-las, tentando fazer a diferença na vida das duas. Durou apenas 18 episódios e foi ao ar entre 2008 e 2009.

The Carrie Diaries

Índice

Durou duas temporadas, mas tão curtinhas que podemos considerar que foi uma só. Em um total de 26 episódios, a série contava o que tinha acontecido com a famosa Carrie Bradshaw antes de Nova Iorque, antes dos sapatos, antes de Mr. Big, antes das amigas que a fizeram famosa. Pois antes de virar adulta, todo mundo é adolescente. E ainda é ambientada nos anos 80! Mais delícia, impossível. Mostra como era a vida de Carrie com 16 anos, a vida na escola, seus amores, o relacionamento com o pai e a irmã e os amigos. No começo da segunda temporada, ela conhece a Samantha, que viria a ser uma das suas melhores amigas. A série é baseada no livro de mesmo nome, da autora Candance Brushell. Quando fui procurar quando seria lançada a terceira temporada (pois o fim da segunda deixou ganchos para isso) e vi que não seria renovada, fiquei muito triste. Nunca vi “Sex and the City”, mas “TCD” terá um lugar especial no meu coração.

Halloween com Charmed

Hoje, nos Estados Unidos, é comemorado o dia das bruxas, ou Halloween. Para celebrar a data, vim dar a dica da minha série favorita: Charmed. Quem me conhece sabe o quanto eu sou indecisa, logo para falar que algo é o #1 em algum quesito na minha vida é porque é mesmo! Vou falar hoje de Charmed.

Logo da série. <3

Logo da série. ❤

A série de tevê estaduniense, teve oito temporadas no total e passou entre 1998 e 2006 e teve quatro protagonistas: as irmãs Halliwell. Durante as três primeiros temporadas, foi estrelada por Shannen Doherty (90210, como a inesquecível Brenda), Holly Marie Combs (Pretty Little Liars) e Alyssa Milano. Elas eram Prue, Piper e Phobe, respectivamente e viviam em São Francisco. Dizem as más línguas que por causa de alguns desentendimentos entre Shannen (Prue) e Alyssa (Phoebe), acabaram por optarem pela saída da primeira no fim da terceira temporada.

Piper, Phoebe e Paige

Piper, Phoebe e Paige

Entra em cena então, na a quarta (meia) irmã, Paige Matthews, interpretada pela Rose McGowan. Ela é fruto do romance da mãe das meninas com o seu anjo, Sam. Os anjos tem a missão de proteger as bruxas e uma paixão entre os dois é considerada proibida, por isso entregaram a caçula para adoção de um casal comum.

Cada uma possuía um dom. Prue, a mais velha, tinha o poder de telecinésia (mover objetos com as mãos) e projeção astral. Piper, a do meio (que posteriormente se torna a mais velha), tem o poder de congelar o tempo. Já Phoebe herdou o dom de premonição. Paige, como meio anjo e meia bruxa, tem o poder de orbitar os objetos e pessoas (por causa da telecinésia) .

Phoebe, Piper e Prue

Phoebe, Piper e Prue

Bom, as irmãs são bruxas e só descobrem isso quando adultas,  já que quando são crianças a avó Penny Halliwell faz um feitiço de bloqueio que só acaba quando ela morrer. No meio disso tudo elas tem que lidar com o segredo do resto do mundo, das amizades, dos romances, carreira, enfim de qualquer problema da vida de uma mulher crescida. Entre as temporadas podemos ver o crescimento delas e como eu sou aquela que agarro amor verdadeiro pelos personagens, acabei me tornando meio que “da família”, sabe? Eu gosto tanto que já vi tudo e to revendo. A notícia maravilhosa é que todas as temporadas existem no Netflix.

Muito amor, né? Fez tanto sucesso que ao longo de quase dez anos de programa (um dos únicos a terem somente mulheres como protagonistas!) o seriado levou dezoito prêmios e foi indicado trinta vezes. Tá esperando o que? Corre lá pro Netflix, pega a pipoca e se joga no sofá!

Filmes para curtir a TPM!

Um aviso aos navegantes: Toda mulher na TPM tem direito a chocolate e a chorar muito vendo aquele filme fofo sem nenhum julgamento!!!  Os principais sintomas nesse período são: irritabilidade, tristeza, sensibilidade, mudança de humor e claro, vontade louca de comer doce. Para melhorar (ou acalmar), eu listei aqui meus cinco filmes que me fazem chorar nesse período louco (e fora dela também!). Vem ver!

 

#Pearl Harbor.

tumblr_myvy8aNnoX1sggoqyo1_500Meu filme preferido da vida! Juro, não canso de ver. E de chorar, claro. Motivos? Te dou dois: Ben Aflleck e Ben Affleck. Sim, ele é meu MUSO da vida toda! Desde sempre. Quero um pra mim. Fora que a história é de chorar três litros. O filme tem como pano de fundo a Segunda Guerra Mundial e o ataque do Japão a ilha de Pearl Harbor. Dois amigos, Danny e Rafe se alistam no Exército Americano como pilotos de caça. Eles acabam se apaixonando pela enfermeira Evelyn. Eu chorei todas as partes do filme. De verdade. Destaque pra canção fofa da Faith Hill, There you’ll be!

 

# LaBambaLa Bamba

Outro filme que eu me de-bu-lho em lágrimas, gente! Acho que mais do que Pearl Harbor, pois a história é realmente triste e real. A história é sobre a vida do cantor Ritchie Valens, que morreu de acidente aéreo aos 17 anos, em plena carreira meteórica! O nome do filme é de uma canção que ficou famosa graças a ele, uma lambada. A cena que eu mais me derreto é quando ele canta por telefone para a sua namorada uma canção feita para ela (#todaspira) e que leva seu nome: Donna!! “I have a girl, Donna is your name” (Eu tenho uma garota. Donna é seu nome.)

#Dirty Dancing

1779730-5849-inSou muito fã do Patrick. E esse filme tem t-o-d-o um espacinho no meu coração. Uhum. Vi todas as vezes que passou na Sessão da Tarde e tinha até o DVD. Apesar de ser mais um musical, o filme me faz querer um Johnny (personagem do Patrick.) para mim. Confesso, as vezes #SouBobaAssumidaMesmo. O longa, lá de 1987, conta a história de Babe (Jennifer Grey) que vai junto com a sua família passar as férias de verão em um resort. Lá conhece o personagem do Pat, que é um dançarino do lugar e acaba se apaixonando por ele, o que causa revolta no seu pai, devido a diferença de classes. Como não é spoiler nenhum, eu me derreto toda na cena final da dança, ao som de “I’ve had the time of my life” .. ai, ai.. #suspiros

Diário de uma paixãotEm71iwofHgNcqb0Fn1AyH11BNl

Um dos poucos livros do Nicholas Sparks que viraram filme e que eu realmente gostei.É estrelado pela Rachel McAdams e Ryan Gosling. Atire a primeira pedra quem nunca quis um Noah de !!! Num asilo, um homem conta uma história de amor todo os dias sobre Noah e Allie para uma mulher e que aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial. Pois é, lenços e mais lenços !! Quase que não entra na lista, tinha esquecido! Tks, Sis

O melhor amigo da noiva

vasKJeFun0AsXG1SRxc5IItPbHMMais água com áçucar e clichê impossível. Por isso que a gente a-d-o-r-a! Eu adoro e me emociono pela mistura: Patrick Dempsey + trilha com “You give me something“. Tom é do tipo “pega e não se apega”, a única mulher que ele consegue ter um relacionamento fixo é a Hanna, aquela que ele considera sua melhor amiga desde a faculdade. E mesmo assim, só na amizade. Até que um dia ela viaja pro Reino Unido e volta noiva e o chama pra ser seu “Made of Honor”  (o equivalente a dama de honra ou madrinha aqui no BR)! Pronto, a confusão tá feita pois Tom percebe que na verdade sempre gostou dela muito mais que uma amiga, fazendo tudo para impedir que ela se case. #quemnuncané?. O que eu mais gostei nesse filme é que mudou um pouco o ponto de vista de que nós mulheres é que sempre nos apaixonamos e sofremos, né?

 

E ae, o que acharam da minha lista? Fiz baseada em filmes que eu me emociono SEMPRE! Tem outros para sugerir? Comente aqui!!! Então.. agora é só separar a caixinha de lenços e a panela de brigadeiro e aproveitar!