Achei no Spotify

Umas duas semanas atrás, achei sem querer uma playlist no Spotify. E sabe o que aconteceu? Viciei em cinco músicas – que eu nunca tinha ouvido falar por sinal – e trouxe pra você aqui nesse post.

Jolene – Ray La Montagne

Com uma pegada bem country e um tanto voz e violão, “Jolene”, conta sobre um cara que perdeu a mulher amada – que dá nome ao título da música – por causa de drogas e bebidas. Não é tanto minha favorita quanto as outras, mas tem um ritmo bem bacana pra ouvir numa roda de amigos.

Sing to you – John Splithoff

Essa musica foi a última da lista que eu conheci e foi super por acaso. Pelo que eu andei pesquisando, esse é o único single do cara e foi lançado tem menos de um ano. Sing to you conta a história de um cara que deseja se declarar cantando pra alguém. Apaixonada!

Adele – Water Under the Bridge

Bom, quem é meu amigo mais intimo sabe o quanto eu torci o nariz pra Adele por motivos de achar que ela mais grita do que canta. Mas, ao colocar no aleatório, do nada comecei a ouvir Water Under the Bridge e ai já subiu a janelinha de #1 da cantora. Ela até que grita um pouco, mas o balanço da canção é tão gostoso de ouvir. Fora que eu me identifiquei super com a música.

Make it to me – Sam Smith

Sam Smith faz parte do seleto grupo: gosto das músicas, mas não sou fã do artista. Assim como Adele, ele exprime uma emoção – pra mim, ok? – bem forçada na hora de cantar. Mas ai veio “Make it to me”, com a sua letra maravilhosa que me deixou suspirando pelos cantos. Ponto pra você, Sam.

Wasn’t Expecting That – Jamie Lawson

Adoro a possibilidade que as plataformas digitais oferecem para gente conhecer novos artistas. Jamie Lawnson é um deles. Com apenas um álbum lançado em 2015, traz uma das músicas mais lindas que eu já ouvi, é uma declaração e tanto pro crush. Se tornou uma das minhas favoritas de verdade, daquelas que você ouve mil vezes sem enjoar!

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Snap é vida!

Confesso, fazem um pouco menos de 72 horas que entrei pro mundo do Snapchat – snap pros íntimos – e já não consigo viver sem. E o pior, o android do meu celular é versão antiiiiga e não consigo instalar o app. Tradução? Preciso usar o aparelho alheio (no caso, irmã e pai. Tks!), o que é bem chato.

Antes de mais nada: ele é meio complicado, SIM! Uhum. Demorei algum tempo para poder me familiarizar e me entender com ele. Toda hora eu pedia um help pra uma amiga via whatsapp (Tks, Lendaaa!) e agora somos melhores amigos da vida! #vaquinhaproaparelhonovojá!

E como provável que muita, mas muita gente tenha dúvidas e tenha encontrado dificuldades, vou tentar, nesse post dar algumas dicas do que aprendi nesses últimos dias, ok?

Serve para…

Bom, em linhas gerais, ele é um primo do instagram, só que muita gente posta muito mais vídeos. A diferença é que o que você postou fica disponível só por 24 horas (acabou, acabou) e o tempo definido por você e que varia entre 3 e 10 segundos. Ah, e não tem isso de ‘depois posto’. É instantâneo – e talvez seja o motivo do sucesso – ou seja, tirou a foto, achou legal, posta.

Tá, mas para que serve mesmo?

Bom, as pessoas geralmente começam a gravar vídeos do cotidiano (as vezes são só fotos!) e vão criando meio que um reality show diário do que fazem durante o dia, sabem? Dá pra comentar sobre um programa que a pessoa tá vendo naquele momento. Complicado? Nem tanto.

Como funciona para enviar vídeos/fotos?

Você tem duas opções (gosto disso de ter mais de uma opção! Pessoas indecisas piram!): ou joga o que você gravou/tirou na sua história (e todo mundo que te segue consegue ver) ou para pessoas especificas. Dá pra gravar vídeo pro amiguinho? Dááá. Dá pra mandar fotos legais pro boy?? Siiiiim!!!

Caixa de entrada: lista de pessoas que você mandou algo/falou (foto: Google)

Caixa de entrada – pessoas que você falou/mandou algo (foto: Google)

Rola editar?

Siiiiiiiiiim! Tem alguns poucos filtros (é preciso deslizar a tela do celular da direita pra esquerda) e algumas figurinhas bem engraçadas. Além disso, você pode colocar um mini texto e emojis a vontade!!!

Tem como salvar o video ou foto alheia?

Se tem, não descobri. Ainda. Mas se você souber, coloca nos comentários. Ou manda um snap!

É viciante?

Sim. Demais. Próxima pergunta.

Snap bom pra seguir é…

O meu, é claro. (natalia.mylonas). Ah.. eu tenho dois favoritos que eu preciso ver sempre! Julia Faria (já falei dela aqui) e da atriz Fê Souza. A Fê é daquelas que você nem liga de passar horas vendo as loucuras dela. Ela manda snap parada no trânsito, andando na rua – e sendo taxada de maluca – e antes de dormir. Estou em um apego enorme no delas. Sério, de verdade. E tem o Hugo Gloss também, que faz alguns comentários das novelas. Curto, mas não é vicio como as duas. (juliafaria / eufesouza)

Lado ruim?

Bom, achei um pouco confuso na hora de procurar alguém por lá. Como não uso o meu aparelho, não consigo migrar a minha lista de contatos do celular e ele não é incorporado em outra rede social/app pra gente achar alguém. O nome precisa estar super certo ou você vai add a pessoa errada. Nem dá pra marcar os amiguinhos!

E então, o que acharam desse novo, pero no mucho app? Comentem aqui e me sigam lá!

#100: Anos 2000, eu vivi!

Pode parecer estranho – e de certa forma é – mas já tem quinze anos que os anos 2000 bateram à nossa porta. Clichê, mas parece ontem. Eu, que tinha quase 14 anos na época, começava uma nova fase: novo colégio, novas amizades que duram até hoje. Mas você lembra o que acontecia no mundo nessa época?

O atentado do 11/09 ainda não tinha acontecido e o único reality show era o “No Limite”, aquele programa que a gente tinha um certo nojinho, mas adorava a adrenalina, já que o BBB só apareceu nas nossas telas dois anos depois.

O que passava na nossa telinha no ano 2000: Nova fase da Malhação, começo da onda de Reality Show e uma das cenas mais emocionantes da história, em Laços de Família.

O que passava na nossa telinha no ano 2000: Nova fase da Malhação, começo da onda de Reality Show e uma das cenas mais emocionantes da história, em Laços de Família.

Ainda na nossa televisão, suspirávamos com o romance de Catarina e Petruchio, em “O Cravo e a Rosa” e sofríamos ao ver a Carolina Dieckmann chorar ao ficar careca na novela “Laços de Família”, uma das minhas preferidas do Maneco. Para os jovens, a nova Malhação começava a mudar seu formato: de academia com pessoas fitness, o retrato passou a ser o adolescente e a família.

Hoje em dia para escutar alguma música, basta conectar ou no Spotify ou na ITunes. Ou em uma playlist no Youtube. Mas nos anos 2000, ouvir boa música era sinônimo de: disc-man + inúmeras pilhas e uma caixa com seus CDs favoritos (poucos sabiam criar novos Cds). Ah, e para descobrir aquela música que você ouviu na rádio e queria saber quem cantava. Esquece, era um drama, pois muitas vezes… eles não falavam o nome muito menos quem cantou!

Para falar com alguém, hoje basta mandar um whatsapp. Ou até um SMS. Só que nos ano 2000, a nossa comunicação era feita por… telefone! Estranho, não é? Nos colégios, os papos rendiam pelos bilhetes trocados durante aquelas aulas super maçantes e que nós morríamos de medo que o professor acabasse pegando! #fail

Máquina fotográfica de filme, disc-man, celular que tinha o jogo da cobrinha: Quem nunca teve isso?

Máquina fotográfica de filme, disc-man, celular que tinha o jogo da cobrinha: Quem nunca teve isso?

Hoje, cada mergulho é um flash e em questão de segundos você consegue ver a foto tirada. Mas você lembra que para isso acontecer, precisava terminar o filme de 12, 24 ou 36 poses e ainda por cima torcer para que não queimasse ou a foto ficasse legal? As máquinas digitais foram ficar famosas só lá no final dos anos 2002 e era artigo de luxo. Em 2015, são poucos os celulares que não tem uma câmera digital.

E eles, aah, eles! Os celulares nos anos 2000. Aposto que o seu aparelho de hoje faz tudo: internet, tira foto, acessa conta, manda whatsapp, posta foto no instagram. Mas há 15 anos, o máximo que conseguíamos fazer era além de jogar o jogo da cobrinha, fazer ligações! E também era artigo de luxo. Estranho, né?

musicPor falar em música, você lembra quem bombava nas rádios nesse ano? Era a época que o pop adolescente se tornou beeem visado por conta das boys bands. Ou seja, Backstreet Boys, NSync, Five. Tinhamos também a princesinha do pop, Britney Spears, Christina Aguilera e as garotas do Spice Girls’. Dos artistas tupiniquins, a gente pode colocar nessa lista Sandy e Júnior, que estreavam um seriado e tinham um hit atrás do outro. A Wanessa (ex-Camargo) era outra artista que bombava na época.

Aquele momento vergonha ao perceber que você usou ao menos uma dessas coisas.

Aquele momento vergonha ao perceber que você usou ao menos uma dessas coisas.

E na moda? O que bombava há 15 anos? Aquele momento que você morre de vergonha alhia. Lembra não? Pra começar, aquelas gargantilhas trançadas, que eu, particularmente, achava um horror! Outra coisa que também fazia a cabeça da mulherada eram aquelas tatoos de strass. Perfeitinho para as adolescentes. Essa achava fofo, mas hoje, apenas não! Outra coisa que fazia a cabeça literalmente de nós, mulheres eram os lenços, que usávamos no melhor estilo piratinha. Nos pés, o que não podia faltar eram aqueles tamancos de borracha. Estabanada como sou, tive um só por motivos que torcia fácil o pé.

Rede social então, era utopia. Aliás, você se imaginava postando na web o lugar que estava, o que ia comer, o look do dia para todo mundo saber? Esquece. Para felicidade da nação, isso ainda não existia. O finado Orkut só apareceu uns quatro anos depois.

E você, qual a lembrança que tem desse ano?

Aplicativos que já foram febres!

O vício do momento para a maioria dos internautas é o tal do aplicativo DubsMash. Com ele, é possível que se grave vídeos, dublando. Mas não foi só esse aplicativo que virou modinha nos últimos tempos. Alguns já foram febres. Notícia boa? O tempo de vida é relativamente curta e não vai ser preciso mais ver seu amigo pagando mico nas redes sociais. Vamos ver quais foram os outros aplicativos.

 Tinder

App exclusivo para paquerar, começou a bombar no fim de 2013. Do tipo que várias amigas minhas usavam e muito. Tinham encontros e tudo. Funciona assim: você coloca o filtro da idade e distância e ele acha o cara/mulher baseados nessas informações. Se você gostasse da pessoa do outro lado, dava like. Se ela também gostasse de você, aparecia o match e podia então começar a conversar. Caso não gostasse do pretê, só dar unlike e.. próximo! Confesso que minha paciência durou 30 segundos nas duas vezes que instalei. Mas calma, conheço gente que arrumou namoro sério e já vi exemplos de gente que até casou.

Instagram

De todos, nessa lista é ó único que ainda é meio que febre entre as pessoas e só tende a crescer. App criado para postar foto, logo depois ficou disponível para que você publicasse vídeos de até 15 segundos. Lado péssimo? Quantidade de comentário com ‘sdv’ ou ‘troco likes’ e as publispost (postagens pagas que os perfis com bastantes seguidores fazem!) Lado bom? Os filtros incríveis que colocamos em cada foto – vai dizer que você nunca tirou aquela foto pensando exclusivamente no filtro – e a chance de stalkear aquela paquera dando likes nas fotos dela. #quemnunca? E o que tá fazendo que ainda não me segue: @natmylonas

Candy Crush

Esse não é bem um aplicativo, é considerado mais um jogo que ainda dura pelos usuários do Facebook. Com o objetivo de detonar uma série de filas de docinhos – daí o nome candy– e que te retribuía com pontos. Para ganhar vidas, só pedindo para o amigo que também jogava. Ou não. Quem nunca fez cara de blasé quando via que a solicitação no Face era um pedido de vida, atire o.. primeiro doce!

SnapChat

Esse app é daqueles que não entendo ainda muito qual é a serventia, de verdade. Funciona assim: você tira uma foto ou faz um vídeo com legenda e manda para as pessoas que seguem você. Desde o começo houve algumas mudanças. Antes, você só poderia mandar para seus amigos. E ficava disponível por alguns segundos – que você estipulava – Passou o tempo, acabou. Finish! Agora, além de poder mandar para quem te segue, o snap fica disponível por até 24 horas. Ah, e tanto o vídeo quanto a foto você grava e manda. Não existe – ainda!- a opção de gravar agora e mandar quando quiser. Acho chato e cansativo.

Viber

Definição mais clara impossível: primo do WhatsApp. Explico. No Viber, assim como no WhatsApp, é possível a criação de grupos, com uma diferença. Enquanto no Whats, é feito de forma privada (só é possível ver quem faz parte do grupo. Ufa, ainda bem! Cabeças iriam rolar), no Viber é possível que se veja o que os participantes estão conversando. Geralmente é usado pelas celebs, como o blogueiro Hugo Gloss que tem um grupo com famosos (Anitta e Preta Gil são apenas alguns dessas celebs!)

Lulu

Lembro, com graça, quando o Lulu começou a causar rebuliço e virar assunto nas rodinhas de amigos. Um aplicativo, que conectava com o Face, dava nota para os homens. Sim, depois de anos fazendo o mesmo com nós mulheres entre os amigos na mesa do bar, a vingança chegou. O esquema era o seguinte: Só perfis com gênero feminino conseguiam fazer o login. Podia dar então além de notas, classificação para todos os perfis masculinos da sua roda de amigos virtuais. Os homens? Enlouqueceram, claro. Foi, de certo modo, divertido ver as classificações – sempre anônimas – para o guapo. Atualmente, no Brasil, o aplicativo não existe há mais de um ano

Agora façam suas apostas: qual o próximo aplicativo que vai conquistar a cabeça dos internautas?

#BombandoNoInstagram

Você é daquelas, que assim como eu, é viciada em Instagram? E em #hashtags? Então, você já deve ter percebido que volta e meia tem umas que não entendemos muito bem.. Bom, seus problemas acabaram. Com esse mini-guia explicativo, você vai #BombarNoInstagram!

#Selfie: No bom e velho português: você tirando uma foto só sua ou de um grupo de amigos. Depois que esse ano, uma galera no Oscar (Bradley Coopper e companhia, lembram?) tirou uma selfie, a hashtag se popularizou.

#SelfieDoOscar: depois que ela foi postada, começou a bombar no instagram.

#SelfieDoOscar: depois que ela foi postada, começou a bombar no instagram.

#tbt/#trowbackthursday: Traduzindo: Voltar no tempo na quinta. Explico melhor: nas quintas feiras tá liberado postar fotos antigas (ou de um passado recente!) e fazer uso da hashtag. Vale da infância, daquela viagem com os amigos da faculdade..

#Regram: Outra bastante usada pela galera viciada. Gostou de uma imagem postada por alguém e quer compartilhar? Ótimo. Só usar o ‘regram’ que todo mundo vai saber que aquela imagem/foto é de outra pessoa.

#ootd: “Outfit of the day”, muito usado pelas blogueiras ou meninas que curtem moda é o famoso #lookdodia ! Quem nunca, né?

#iphoneonly: usados por aqueles que usam o Iphone.

#yolo: You Only Live Once”. Tradução: ‘você só vive uma vez’. Geralmente usada para mostrar que você tá fazendo algo beeem feliz, como pulando, abraços entre amigos.

#photooftheday/#picoftheday: Expressão usada para foto do dia. Aê serve qualquer coisa: lugar, look, comida.. enfim! A gosto do cliente!

blog1

#bestoftheday: Essa hashtag é usada quando você acha aquela foto a melhor do dia! A tradução já diz, não é?

#latergram: tirou aquela foto ma-ra-vi-lho-sa do nascer do sol, porém só conseguiu postar no meio da tarde? Calma, só usar essa hashtag, que a galera vai entender que a foto não foi postada no momento que que foi fotografada.

Então, gostaram? Quais as #hashtags mais usada por vocês? Comente aê e vamos #bombarNoInsta!!