Eu vi: Qualquer gato vira lata 2

foilmeConsegui assistir, finalmente, na tarde de ontem, o filme protagonizado pelo guapo Malvino Salvador e pela gata Cléo Pires: ‘Qualquer gato vira lata 2’. Essa é uma sequência do filme de 2011. Típica comédia romântica que a maioria das mulheres adoram.

Tati e Conrado estão juntos e felizes. Ele é chamado para um debate sobre o seu novo livro em Cancún. Tati, que vai junto na viagem, prepara uma surpresa: pede o amado em casamento e ele responde com um: ‘preciso pensar’.

Detalhe: pro pedido, ela tinha escalado a sogra e a melhor amiga pra irem pro resort e montado todo um esquema de transmissão ao vivo para os amigos no Brasil. Conrado não consegue pedir desculpas pelo que fez o que deixa Tati enfurecida.

Como o tiro sai pela culatra, Tati briga com Conrado e expulsa ele do quarto. O ex dela, Marcelo (Dudu Azevedo), volta a ter esperanças e embarca rumo à Cancun na esperança de conquistar a gata e leva na mala seu melhor amigo. Lá, arruma 1001 maneiras de voltar pra ela, até subornar uma garotinha para fingir ser sua filha (Mel Maia).

A ex de Conrado, Ângela (Rita Guedes), que agora disputa o mercado literário, decide dar uma ajuda pra gata de como reconquistar o guapo baseado no livro que ela escreveu. Claro que o tiro sai pela culatra e tudo dá errado.

Achei esse segundo filme muito previsível, muito ‘sei o que vai rolar na próxima cena’, acho que é bem obvio do gênero comédia romântica e o final, não deixa de ser bem óbvio. Ah, pausa pra falar da participação do Fábio Júnior, como pai da Tati. Pra quem não sabe, na vida real ele também é pai da Cléo Pires. O longa é ideal pra dar boas risadas e começar bem a semana!

Ficou afim de ver? Clica aqui pra dá uma olhadinha no trailler:

Anúncios

[Resenha]: Loucas para casar

Essa semana depois de ver alguns filmes que estavam na lista há tempos, mas que só adiava, queria algo mais leve e mais real. Explico o real: queria filme brasileiro, que eu soubesse o nome dos atores, que já tivesse ido naquele mesmo lugar da cena. E queria algo leve, que eu pudesse dar muitas risadas. E escolhi “Loucas para casar”, filme que estreou no comecinho do ano e não consegui ver no cinema.

As protagonistas

Malu (Ingrid Guimarães, que brilha no papel) é uma corretora de imóveis de quase 40 anos é metódica até demais, daquelas que gosta de deixar tudo organizado e seu maior sonho é casar. Cansada de ser sempre as madrinhas dos casamentos das amigas, Malu resolve dar uma pressionada no namorado.

E quem é ele? Namorando o chefe, Samuel (interpretado pelo muy guapo Márcio Garcia) há três anos, ela tem a vida perfeita: é bonita, tem um cara lindo, bom emprego e vida sexual saudável. Só espera pelo grande dia em que o namorado faça finalmente o pedido. Só que por causa de uma desconfiança de uma atitude dele, vai junto com a sua melhor amiga, Dolores, a procura de um detetive particular pra saber se ele tem uma amante. Para desespero, Malu descobre que ele também namora a dançarina-stripper Lúcia, papel feito pela Suzana Pires. E elas duas descobrem que existe mais uma: a pura e recatada Maria, personagem da Tatá Werneck.

Malu então surta e começa a competir com as duas que sempre aparecem onde ela está com Samuel. E as três travam diálogos impagáveis, que eu ria sozinha em casa. Nesse meio tempo, descobrimos que a mãe dela sofre de uma doença, que a leva a para uma realidade paralela. Uma coisa fofa só e preparem os lencinhos para essas cenas.

Uma outra parte que dei muitas risadas é quando a mãe do Samuel, d. Adir vem ao Rio de Janeiro. Malu, pensando que está falando com Maria no banheiro do restaurante, começa a falar várias coisas que acabam assustando a sogra. Depois de muita confusão, Samuel a leva para um final de semana romântico e finalmente a pede em casamento.

Na véspera, ela se reúne com as outras duas para falar que venceu. O que ela não espera é que as duas estão também de casamento marcado com ele. Malu decide que ou ele casa com as três, ou com nenhuma. No começo pensei que fosse mais um filme de comédia pura, bem ao estilo da Ingrid (que já protagonizou “De pernas pro ar”), mas não. Tem muito mais coisa. Fui do riso ao choro e do choro ao riso. Bom mesmo.

O final, apesar de parecer meio óbvio na metade para quem consegue sacar a pegadinha, te faz pensar em muita coisa. Vale super a pena. Dá uma conferida aqui no trailer pra já se empolgar.