Motivos para ver a nova temporada de ‘Os homens são de Marte…”

Lá no comecinho do ano, falei aqui sobre a série “Os Homens são de marte…”, transmitida pelo canal GNT, né? Quem lembra? A notícia boa é que no começo do mês, a segunda temporada estreou – finalmente! – depois de longos meses de espera.

O que vai rolar de novidade? Bom, a nossa protagonista agora é mãe de uma linda menina de cinco anos e está casada com o professor de filosofia Miguel. Isso sem falar da ausência da sua melhor amiga, Nathalie, que foi morar no exterior além de dois novos sócios. Quer mais? Então continua lendo que vou te dar os motivos que vão te fazer vibrar de alegria com a volta do seriado.

A prota é gente como a gente

Fernanda, personagem da Mônica Martelli, é gente como a gente: insegura, e atrapalhada e toda trabalhada nos dilemas da vida: como lidar com carreira, família e relacionamento. Ao mesmo tempo que é uma empresária de sucesso, Fernanda, precisa mostrar que é uma boa mãe e esposa.

Nina

Não sabe de quem estou falando? Lembra quando falei da filha da Fernanda? A garotinha – interpretada pela atriz mirim Maria Júlia -, de apenas 5 anos, é uma graça e tem umas tiradas, típicas da idade, que dão vontade de apertar e muito a personagem. Além disso, tem tu-do para se destacar.

A trilha é mara!

Desde o longa de 2013, que Lulu Santos embala as desventuras da nossa querida protagonista. Além dele, outras canções – na sua maioria brazuca mesmo – fazem parte da trilha do seriado

Rio de Janeiro

Que me desculpem as outras cidades, mas o Rio de Janeiro continua lindo. Uhum. E, com isso, a série aponta volta e meia uma cena passada em um baita visu da cidade maravilhosa

Quem nunca?

Fernanda passa por cada roubada – seja na família ou na sua nova empresa – que em vários momentos a gente se pega pensando – e percebendo, claro! – que já vivemos aquilo. Ou a nossa amiga, irmã, vizinha.. afinal, quem nunca?

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[Resenha]: How to get away with murder

Sempre fui conhecida pelos amigos de ser grande fã e telespectadora de séries do gênero mulherzinha, sabe? E a lista, preciso confessar: Glee, 90210, Unbreakable Kimmy Smith, Hart of Dixie. Desde que to-das aquelas que eu acompanhava tiveram seus seasons finale, resolvi radicalizar e me jogar no drama e no suspense. Fui para The Killing que vi metade só e então que me indicaram a ‘melhor-série-de-todos-os-tempos’: How to get away with murder’

Dificilmente começo a ver algo que não seja indicação de alguém em que confio. Uhum, tenho esse problema. Não consigo ir cega. Conversando com um amigo, ele perguntou o que eu tava vendo e falou: ‘Vai nessa que é muito boa’. E fui. E não me arrependi. Sabe quando você já pega amor no episódio piloto? Foi assim. É tanta adrenalina que terminei a primeira temporada em três dias.

A história conta sobre uma advogada, Annelise Keating vivida pela brilhante Viola Davis, que todo começo de ano letivo, escolhe os melhores alunos para trabalhar com ela. E é assim que seu caminho cruza com Wes, Connor, Laurel e Michaela. Envolvidos em um assassinato, vemos ao longo de quinze episódios como tudo acontece e o que levou a isso. Paralelo, existem os casos que a advogada defende e ao mesmo tempo ensina aos seus alunos.

O diferencial? O enredo não vem em um modo linear: as coisas não são contadas no modo cronológico, sabe? No episódio piloto, vemos que alguém morreu e que os quatro estão fazendo de tudo para esconder o corpo. E então, começa a contar como eles se conheceram, três meses antes.

Até o mistério ser desvendado – o que acontece por volta do nono – sempre há flashs (e todos conexos, diga-se de passagem!) com o que aconteceu no dia fatídico: o do assassinato. A cada episódio, é mostrado a personalidade de cada um, o que eles fazem para alcançar seus objetivos.

A primeira temporada tá toda no Netflix e a segunda acabou de estrear lá nos Estados Unidos. Corre pra ver e me diz o que você achou! E sabe quem é a produtura? Shonda Rhimes, a mesma que produziu outros sucessos como “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. Ah, e a Viola ganhou esse ano um Emmy, justamente por causa da personagem.

[Resenha] “Os homens são de marte..”

Confesso, sou (muito) fã do gênero mulherzinha tanto em termos de livro quanto de filmes e séries. Não me convide para ver nada que seja do estilo ‘tiro, porrada e bomba’ que vou sim, torcer o nariz. Foi por isso que me encantei ao primeiro episódio da série “Os homens são de marte…”, estrelada pela Mônica Martelli e que passou recentemente, entre os meses de setembro e dezembro, no canal GNT.

Sem títuloSe você viu o filme e curtiu, provavelmente vai adorar a série que praticamente segue a mesma linha de raciocínio. A história gira em torno de Fernanda – personagem da Mônica – que tem uma empresa de eventos cujo o sócio é seu melhor amigo gay, Aníbal (Luís Salén) que tem um casamento sólido com Edgar (Gustavo Machado). Pra completar o trio, temos a Natalie, interpretada pela Julia Rabello, a melhor amiga deles que é uma atriz frustrada, completamente insana e divertida.

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Quarentona e divorciada, Fernanda é uma das pessoas mais azaradas quando o assunto é amor (acho que ela só perde para mim) e jura de pé junto que o cara do momento é o amor da sua vida. Tudo o que ela quer é formar uma família feliz: marido e filhos. E precisa ser logo, pois segundo ela, o relógio biológico já está dando sinais de alerta.

S1HSM-1Logo nos primeiros episódios, ela se envolve com Cláudio, personagem do lindo ator Carmo Della Vechia e que na metade da temporada termina tudo com ela por email, sem maiores explicações. Como toda mulher, ela sofre mas consegue superar e dar a volta por cima. Quando ela pensa que tudo são flores, arruma um cara bacana que era apaixonado por ela, ele volta e bagunça tudo.

Vida real? Muito! Impossível você que está lendo não ter passado por isso ou ter no mínimo uma amiga ou conhecida que também sofreu desse modo. Vai, atire a primeira pedra se você faz parte desse time! Então se você é dos que adoram esse gênero, pode ver sem preocupações que eu garanto: vai amar!

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Não dá pra contar muito mais da série (mesmo achando que já contei muito), mas o figurino é incrível, do estilo #queroter, a trilha é m-a-r-a (Lulu Santos, Marisa Monte, só para você ter uma ideia!), a fotografia e os lugares das cenas externas (a história se passa no Rio de Janeiro) são de babar. No meu caso, além disso tudo, rolou uma baita identificação com pelo menos um acontecimento na vida da protagonista.

São treze episódios no total e bem curtinhos, não chega a meia hora de duração com histórias independentes e que tem um começo, meio e fim. Ótimo para reunir as amigas em uma festa do pijama regada a muitos comes e bebes (não esqueça do item obrigatório de noite das garotas: brigadeiro)

Para quem tem televisão a cabo da NET, boa notícia: é possível assistir tudo pelo canal NOW (era lá que eu via!) ou no site do canal GNT. E, ah, uma ótima notícia: a segunda temporada tá mais que garantida!

(fotos: Google)

Motivos para ver “Hart of Dixie”

Depois de meses de espera, finalmente ontem voltou uma das minhas séries preferidas: “Hart of Dixie”, estrelado pela fofa da Rachel Bilson (a eterna Summer do seriado ‘The O.C!) e que chega na sua quarta temporada. A história gira em torno da médica Zoe Hart, cosmopolita e moradora de Nova Iorque, que se vê praticamente obrigada a se mudar para uma cidade pequena. No caso, Bluebell, localizada no sul do país.

hart-of-dixie-s03e01Minha história com ela começa da seguinte maneira: estava orfã de série (tinha acabado de acabar 90210) e precisava de alguma no nível para ocupar o espaço. Perguntei para uma amiga e ela, conhecendo o meu gosto, mandou logo: “Hart of Dixie, você vai amar!”. Pronto, amor ao episódio piloto! Se você nunca viu, tá perdendo tempo! A série é uma delicia de se ver, bem do estilo que eu curto! Vou listar aqui os motivos para que se você ainda não viu, corra logo.

1. A cidade é encantadora.

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A fictícia Bluebell, localizada no estado de Alabama, é simplesmente uma delícia de viver. Dá vontade de sair da sua e passar ao menos uma temporada por lá. Amigos que se ajudam, se metem na vida alheia para dar pitaco, lugares bucólicos como o bar “Rammer Jammer” e a praça da cidade com um caramanchão lindo! Isso sem contar as tradições como as “Bellas”. Ah, também tudo é motivo de comemoração.

2. Queremos ser melhores amigas de Zoe Hart.HofD21

Ela é uma das personagens mais fofas que eu conheço. Não sei se é simpatia minha com a atriz desde os tempos de que ela fazia par com Adam Brody, mas realmente tenho um carinho todo especial por ela. E não poderia ser diferente pela personagem. Zoe é engraçada, atrapalhada, antenada na moda, azarada no amor. Ou seja, ‘gentem como a gentem’.

3. Comédia romântica, mas sem apelar

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Gosto de séries que me façam rir. Nada de tiro, porrada e bomba e sangue (Revenge é um caso de amor a parte, o.k?). Logo ao ler a sinopse e o episódio número #1, falei: aqui que eu fico. Nada fora do comum, sabe? Nada que não aconteça com você, com a sua irmã, prima, amiga. Real mesmo. A personagem se envolve mesmo, se joga mesmo, fica confusa, se apaixona e se declara mesmo. Mais autêntico impossível.

4. Lemon, a vilã que virou mocinha:
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Confesso: tenho geralmente, um apreço imenso pelas vilãs na história. Elas são bem mais legais e se vestem melhor. Com Lemon, apesar de não ser propriamente uma vilã, mas sim uma antagonista da Zoe, foi encantamento à primeira vista. Me vi nela também. Histérica de um modo fofo, com mania de querer comandar e comandar a tudo (principalmente seu pai) e a todos, a ex-líder das “Bellas”, mudou de ‘vilã’ e se tornou uma das mocinhas da história.

5. Figurinos da Zoe Hartlooss1

Quero todos, de verdade. E se você, assim como eu, curte moda, também vai adorar também! Cada um mais lindo que o outro, de verdade. Como ela vivia na ‘cidade grande’, bem normal que ela destoe um pouco das moradoras de lá e abuse de shorts, make carregada, penteados ma-ras.

Gostou e se interessou? Então, clica aqui nesse vídeo que tem a promo da quarta temporada. Ah, pelo fato de ter estreado bem depois do calendário (o normal é setembro), essa temporada tem apenas dez episódios e não tem notícias se será renovada ou não.

Halloween com Charmed

Hoje, nos Estados Unidos, é comemorado o dia das bruxas, ou Halloween. Para celebrar a data, vim dar a dica da minha série favorita: Charmed. Quem me conhece sabe o quanto eu sou indecisa, logo para falar que algo é o #1 em algum quesito na minha vida é porque é mesmo! Vou falar hoje de Charmed.

Logo da série. <3

Logo da série. ❤

A série de tevê estaduniense, teve oito temporadas no total e passou entre 1998 e 2006 e teve quatro protagonistas: as irmãs Halliwell. Durante as três primeiros temporadas, foi estrelada por Shannen Doherty (90210, como a inesquecível Brenda), Holly Marie Combs (Pretty Little Liars) e Alyssa Milano. Elas eram Prue, Piper e Phobe, respectivamente e viviam em São Francisco. Dizem as más línguas que por causa de alguns desentendimentos entre Shannen (Prue) e Alyssa (Phoebe), acabaram por optarem pela saída da primeira no fim da terceira temporada.

Piper, Phoebe e Paige

Piper, Phoebe e Paige

Entra em cena então, na a quarta (meia) irmã, Paige Matthews, interpretada pela Rose McGowan. Ela é fruto do romance da mãe das meninas com o seu anjo, Sam. Os anjos tem a missão de proteger as bruxas e uma paixão entre os dois é considerada proibida, por isso entregaram a caçula para adoção de um casal comum.

Cada uma possuía um dom. Prue, a mais velha, tinha o poder de telecinésia (mover objetos com as mãos) e projeção astral. Piper, a do meio (que posteriormente se torna a mais velha), tem o poder de congelar o tempo. Já Phoebe herdou o dom de premonição. Paige, como meio anjo e meia bruxa, tem o poder de orbitar os objetos e pessoas (por causa da telecinésia) .

Phoebe, Piper e Prue

Phoebe, Piper e Prue

Bom, as irmãs são bruxas e só descobrem isso quando adultas,  já que quando são crianças a avó Penny Halliwell faz um feitiço de bloqueio que só acaba quando ela morrer. No meio disso tudo elas tem que lidar com o segredo do resto do mundo, das amizades, dos romances, carreira, enfim de qualquer problema da vida de uma mulher crescida. Entre as temporadas podemos ver o crescimento delas e como eu sou aquela que agarro amor verdadeiro pelos personagens, acabei me tornando meio que “da família”, sabe? Eu gosto tanto que já vi tudo e to revendo. A notícia maravilhosa é que todas as temporadas existem no Netflix.

Muito amor, né? Fez tanto sucesso que ao longo de quase dez anos de programa (um dos únicos a terem somente mulheres como protagonistas!) o seriado levou dezoito prêmios e foi indicado trinta vezes. Tá esperando o que? Corre lá pro Netflix, pega a pipoca e se joga no sofá!

Ao mestre, com carinho.

Hoje é dia do mestre, do professor! Para homenagear aqueles que nos ensinam tanto e tem tanto amor e carinho para dar (pois a missão de educar o ‘filho’ alheio não é fácil e tem que ter disposição.) resolvi fazer uma lista de filmes em que esse ser que é tão importante na nossa vida.

#1. Sociedade dos Poetas Mortos:

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Oh Captain, my Captains. Só de lembrar desse filme, começo a chorar pela ausência do querido Robbin Willians #rip. O longa conta sobre alunos de uma rigorosa escola só para meninos em que predominavam valores conservadores. John Keating (Willians), um professor de literatura vem para inspirar seus alunos a buscar seus objetivos. Eles fundam então o clube da “Sociedade dos Poetas Mortos”cujo lema é: Carpe Diem,  ou seja: aproveite o dia. Lindo! Prepara o lencinho!

#2. Ao mestre, com carinho.

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O filme que leva o nome do post é um clássico! O filme, de 1967, é estrelado por Sidney Poitier, conta sobre um professor idealista que tem que lidar com adolescentes problemáticos e excluídos socialmente. Destaque para a canção To sir, with love que é linda.

#3. Um tira no jardim da infância

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Quem poderia imaginar que o Arnold Schwarzenegger seria tão fofo e dócil em meio a tantos músculos? Pois bem, ele é nesse filme! Policial, ele e a sua parceira vão procurar uma pista sobre um bandido que fugiu da prisão. Para disfarçar, ela trabalharia de professora no jardim de infância. Mas na véspera, adquire uma infecção e para não atrapalhar nas investigações, vai no lugar da sua parceira. Apesar do tamanho, ele logo conquista o carinho e a admiração de todas as crianças.

#4. Curso de verão:
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O professor de educação física tá pronto para curtir as suas férias quando é interpelado e obrigado pelo diretor a ocupar a vaga de um curso de férias de verão para alunos que foram reprovados. Só que o tal diretor ameaça Shoops falando que ele vai ser demitido, caso no fim do curso os alunos não sejam aprovados. Filme bem anos 80, vale a pena.

#5. Glee: menção honrosa. Mr. Schue

Vocês devem tá se questionando que ‘mas Glee é uma série, não filme’. Sim, eu sei. Mas o Mr. Schue tem que figurar nessa lista como um dos professores mais fofos e carinhosos dos últimos tempos na ficção! Quem, como eu, acompanha o seriado, sabe do que estou falando e bem, ele dispensa apresentações, não é? Além de professor, ele é um grande amigo dos seus alunos tratando-os de igual para igual. Através de grandes ensinamentos, ele mudou a vida de todos do Glee Club. Dá o play.

 

Aos meus professores sejam eles dos tempos do colégio ou da faculdade, eu só tenho a agradecer por toda a paciência, ensinamento, palavra amiga, dedicação e carinho dedicado em todas as horas. Obrigada por tudo!