[Aperta o Play]: Sandy

É novidade aqui o quanto eu sou fã da Sandy aqui no blog? Hoje a cantora completa 34 anos e sou fã e me acho tão parecida com ela em tantos aspectos: descobri depois que temos mesmo signo, ascendente e lua, ok pra você?

Meu amor por ela começou lá em 1997 – ufa, 20 anos – desde que eu vi no cinema o filme “O noviço rebelde” e desde então eu sou orgulhosa de dizer o quanto sou fã da Sandy. Tentei, com muita dificuldade, confesso, separar algumas das minhas músicas preferidas dela.

Aquela dos 30

Quem leu o post de ontem, vai saber o quanto eu peguei pra mim essa música, né? A Sandy gravou quando ela mesma tava perto dos ~temidos 30~ e me identifiquei tanto com ela e tudo o que ela me falava que ponto: é nossa. É uma das raras canções que me emocionam – tanto que eu sempre choro quando ouço no show.

Não dá pra não pensar

É a minha favorita dos tempos da dupla e me faz lembrar bastante a minha adolescência. Além disso, essa música é a carro chefe do meu álbum favorito, aquele que tinha a capa em p&b.

Segredo

Acho essa música tão sensacional que às vezes me faltam palavras, de verdade. O enredo dela é simples: ela larga o cara e mesmo assim sente falta Anos depois o reencontra e quer saber se eles ainda podem contar segredos um para o outro, já que ela mudou.

Nada é por acaso

“Nada é por acaso e nem precisa ter razão”, é assim o refrão da música que também fazia parte do meu CD favorito. E quem nunca usou a frase, hein? “Aaah, como eu quero você!”

Perdida e Salva

Fã que é fã dedica essa música pra Sandy. É só prestar atenção na letra. “E apesar de ser tão imenso, cabe em mim, o mundo que você me deu.” Eu adoro – novidade –  tanto que coloquei na lista de músicas do meu livro

Quando você passa

Ou Turu turu, pros íntimos. Dispensa apresentações, tem som de adolescência e de sofrer pelo crush.

 

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[Aperta o play] : #Tag 10 músicas

Revirando alguns canais no Youtube, achei a seguinte tag: ’20 músicas’. E achei engraçada ver o gosto musical da galera. Como não tenho canal, resolvi adaptar e criei a minha própria lista. Eu já queria há tempos responder algumas TAGs e achei o momento  bem propício. Dá o play!

– Que tá no repeat:
Not a bad thing – Justin Timberlake

Eu amo tanto essa música e ela me representa tanto que eu sou capaz de ouvir o dia todo, sem conseguir enjoar. Quem me apresentou ela foi uma amiga há uns dois anos e desde então virou meu xodó. O amor é tanto que mesmo já tendo uma música #1 pro meu livro, quando vi a letra dessa, não tive duvidas: vai entrar também.

– A que te tira da bad:
Stronger – Kelly Clarkson

Sabe música boa que você ouve naquele momento X da vida, se identifica e vira favoritinha sempre que rola um momento bad na vida e só de ouvir, você melhora? Pra mim, é Stronger, da Kelly Clarkson. E ela ta longe mesmo de ser uma das minhas cantoras preferidas. A letra diz tudo e oh, recomendo se você precisa de um up na vida.

What doesn’t kill you makes you stronger
Stand a little taller
Doesn’t mean I’m lonely when I’m alone
What doesn’t kill you makes a fighter
Footsteps even lighter
Doesn’t mean I’m over cause you’re gone

– Favorita da vida:
Here Without you – 3 Doors Down

Lembra lá em cima que eu falei que o livro que to escrevendo tem até trilha? E que tem a música que é carro chefe? Pronto, é essa a minha favorita da vida. Eu amo tanto essa canção do “3 Doors Down’. Não tenho muito o que falar, só ouvir!

– Torço nariz pra:
Roar – Katy Perry

Minha máxima é de que quando não gosto de uma coisa eu nem procuro perto de mim. E eu tenho um pequeno leve bode da Katy Perry, pronto falei. Até curto as músicas dela, mas não sei se pagaria para ver um show solo dela, por exemplo. Entre todas, a que acho mais chatinha é Roar.

– Favorita pra dançar:
Na Batida – Anitta

Eu amo funk e sou fã da Anitta – e que me perdoem os moralistas de plantão! – mas o som dela é bom demais. E é uma das minhas favoritas quando o assunto é dançar na night.

– Que te faz chorar:
Photograph – Ed Sheeran

Falei o quanto me emocionei quando eu vi “Como eu era antes de você”, não é? Acho que eu ainda não consegui absorver – mesmo já sabendo qual era o final! – e é só tocar essa canção que ta na trilha do filme e desato a chorar.

– A que representa um momento feliz:
Coração apertado – Thaeme e Thiago

Já falei outras vezes que eu associo muito lugares, fatos e pessoas com músicas. Sejam eles bons ou ruins. E quando pensei em uma música que representa um momento feliz, entre tantas, a primeira que me veio na cabeça foi essa, da dupla Thaeme e Thiago. Fui em um show deles no fim do ano passado e desde então tenho um carinho sempre que eu ouço essa música.

– Que você nunca vai esquecer
Aquela dos 30 – Sandy

Se você é no mínimo leitor do blog, já deu pra entender que a minha cantora favorita é a Sandy. Sou fã de ir e chorar no show, sim! E de todas cantadas por ela em mais de vinte anos de carreira, “Aquela dos 30” tem um gostinho especial: ela me representa e muito! Esse ano fiz trinta e desde que a San lançou essa canção, eu ficava contando os dias. Acho que faz parte das poucas músicas que nunca vou esquecer.

– Que você quer casar:
When I fall in love – Nat King Cole

Não sei quando eu decidi que essa seria A música do meu casamento – que está longe de rolar, diga-se de passagem! – mas eu sou tão apaixonada por ela e ela me traz uma paz tão grande que eu nem sei explicar.

– A que você canta bem alto:
Nada é por acaso- Sandy e Júnior

Claaaro que meus ídolos ad eternum iriam aparecer aqui. E, olha, foi difícil escolher a deles que eu gosto de cantar bem, bem alto! E essa faz parte do meu trio de músicas bem alto!

Aperta o Play: Sandy, no Meu Canto

Que eu sou fã da Sandy não é nenhuma novidade aqui no blog, não é? No final de maio eu fui – depois de uns dois anos de ‘seca’ – no novo show dela e ano passado, me aventurei no SuperStar só por causa da Sandy. E quem acompanha a vida da cantora sabe que no fim de junho, mais precisamente 24 de junho, chegou às lojas o seu mais novo trabalho, o DVD “Meu Canto”, gravado em Niterói, no estado do Rio de Janeiro, no mês de novembro.

Sandy, que tem mais de vinte anos de carreira, trouxe nesse novo álbum um mix: releituras de canções dos tempos de dupla e dos seus dois trabalhos anteriores. Além disso, cinco inéditas. E é sobre delas que eu vou falar no Aperta o Play de hoje! Confere só!

Meu Canto

Essa é mais uma intro (que é seguida de “Sim”) que a cantora compôs e que deu nome ao show e ao álbum. Em entrevista, Sandy afirmou que ‘Meu canto’ tem sentido duplo: o ato de cantar e que ela queria levar aos seus fãs uma parte do seu canto.

“Seja bem-vindo. Entre sem bater
Sem julgar, sem tentar entender”

Salto

Quem acompanha desde sempre a trajetória da Sandy, vai reconhecer que nessa música que ela compôs junto com o marido, é praticamente uma declaração de amor pra ele. Inclusive, ela afirma isso tanto no making off quanto no show!

“Me decifra e me traduz, nas minhas sombras você vê a luz. Você sabe tudo, e tudo bem.
O que eu sou de verdade.E só presa a você.Eu me sinto em liberdade.”

Cantiga para Luciana.

Malz aê, San! Te amo e sou fã, mas essa música me dá um sooonooo.. Acho chata e cansativa. Mesmo assim, ela a desenvolve com uma maestria tamanha. Apesar de não ser tão inédita assim, é a primeira vez que ela coloca em um show dela. A canção é uma homenagem ao seu avô, Zé do Rancho, uma das suas maiores inspirações.

“Nasceu na paz de um beija-flor. Em verso em voz de amor
Já desponta aos olhos da manhã. Pedaços de uma vida”

Me Espera. (ft. Tiago Iorc)

Gente! É sério, essa é uma das melhores músicas que ela gravou! Tanto que ela escolheu pra divulgar o trabalho e ta bombando nas rádios e programas de televisão.  Junto com o Lucas e o próprio Tiago Iorc, Sandy conseguiu reunir boa melodia, letra suave e sintonia na parceria com o Tiago em uma só canção! Isso sem contar do clipe, que é maravilhoso.

“Tenta me reconhecer no temporal. Me espera.
Tenta não se acostumar. Eu volto já. Me espera”

Colidiu

Basta a gente ouvir as primeiras frases da música pra saber que essa é mais uma declaração pro seu marido, Lucas que escreveu junto com a Sandy. Daquelas que é ótima pra gente mandar pro boy, sabe? Animadinha, dá vontade de sair dançando quando cozinha, quando ta se arrumando.

“Você não era o homem dos meus sonhos. Porque enfim faltava imaginação
Reescreve a minha história com sorrisos. Transforma o meu silêncio em canção”

Respirar

Lembra que falei lá no começo que a Sandy participou como jurada do programa SuperStar? Em um dos episódios ela propôs pro vocalista da banda Reverse, Daniel Lopes, que gostaria de compor com ele. E não é que esse pedido foi atendido? Essa música também foi a primeira a ser divulgada, antes mesmo da gravação em novembro em um show teaser da cantora. Fala de como aproveitar mais a vida, sabe? Amo também, ta favorita e já sei todinha.

“Voos podem ser mais altos. Frases podem ser mais belas
Hoje eu vou gritar mais forte a sorte que a gente tem. De ser feliz sem ser refém”

Reality shows não tão famosos

Preciso confessar aqui meu amor por reality shows. Criticado por muitos, por conta do seu estilo de expor a vida alheia. O fato é que independente do julgamentos de todos, há um leque enorme de variedades dos programas do tipo: de culinária, de modelos, de gente famosa, de desconhecido querendo ficar famoso. São muitas as opções! O meu último queridinho foi o “Power Couple Brasil”, que teve a sua final há quase um mês. O post de hoje é sobre eles, seis realitys mais diferentes que passaram na televisão nos últimos anos.

Power Couple Brasil

O favorito da vez é transmitido pela Record, todas as terças e foi baseado em um formato lá de Israel de mesmo nome. A ideia principal é reunir oito casais – um dos dois pelo menos é conhecido do público – em uma casa. Lá, eles tiveram que passar por dois tipos de desafios: homem/mulher e como casal e que pode testar a sintonia entre eles. A cada rodada, uma aposta de cada lado era feita. E os casais que ficassem por último e tivessem a menor quantidade de grana, estavam na DR. O restante votava na cara limpa em quem eles queriam pra ficar. Com provas bem inteligentes, conquistou um público bem fiel e arrisco a dizer que incomodou no ibope. Apresentado por ninguém menos do que Roberto Justus.

Acorrentados

Surgiu em 2002 – no boom de Reality Shows – Acorrentados fazia parte do programa Caldeirão do Huck, ou seja, era semanal. O esquema era simples: um rapaz deveria ficar acorrentado a seis moças durante seis dias. A eliminação acontecia por conta de afinidade até que sobrasse só uma garota. Ao todo, deve três edições e o formato era da Endemol.

The Hills

Uma mistura de seriado com Reality. É assim que “The Hills” pode ser considerado nas seis temporadas em que sobreviveu entre 2006 e 2010. Derivado de outro programa do tipo – Laguna Beach – mostrava a vida pós ensino médio Lauren Conrad e suas amigas na cidade de Los Angeles. A moça era considerada a antagonista do seu antecessor, Laguna Beach, mas fez tanto sucesso que acabou ganhando um reality pra chamar de seu. Com 102 episódios no total, ainda gerou mais três spin-off. Atualmente, LC é escritora.

A casa da Ana Hickmann

Mais um quadro dentro de um programa, dessa vez o extinto “Tudo é Possível”. Comandado pela Ana Hickmann e gravado dentro da casa dela, com dez participantes cujo prêmio era uma vaga de repórter. Teve só uma edição. Posteriormente, outro quadro foi gravado no mesmo estilo. Dessa vez, pra escolher o novo rosto da sua marca.

Quebrando a rotina

Mais um quadro com ares de Reality Show! Também dentro do Caldeirão do Huck, teve duas edições, em 2004. A primeira com a dupla Sandy e Júnior, Luciano viajou por uma semana a bordo de um trailler – pelas cidades históricas de Minas Gerais – e foi exibido em cinco episódios. Resultou na canção “Vida de Marola”, composta pelos três. Já na segunda temporada, que teve quatro episódios, os escolhidos foram Felipe Dylon e Wanessa Camargo. A bordo de um iate, os cantores percoram os litorais do Rio de Janeiro e São Paulo. Assim como na primeira temporada, rolou uma canção composta pelos dois, “Amor de Praia”.

Troca de família

Talvez o mais ‘normal’ de todos e era transmitido pela Rede Record, durou cinco temporadas entre 2006 e 2011. Duas famílias, completamente diferentes de todas, é a versão brazuca de “Tranding Spouses”, da Fox. Duas mães trocavam de casa durante uma semana. Ao final, teriam que decidir como a outra família o prêmio de R$ 25 mil em forma de carta.

Aperta o Play: trilha do meu livro!

Não é surpresa para quem acompanha o blog há um tempinho que eu estou escrevendo um livro, não é? Já coloquei inclusive o primeiro e o segundo capítulo aqui. E, como eu sou apaixonada por música, o Aperta o Play de hoje tá mais que especial: ele traz a playlist do livro – ainda sem nome definido, ok? – com as seis músicas que mais me inspiraram – ou me remetem aos momentos – de algumas partes do livro.

Costumo dizer que a minha história é puramente ficcional. Ou não. Costumo que todos os personagens existem e que pode ser o meu amigo, vizinho ou colega de trabalho.

Here Without You – 3 Doors Down

Saca aquela música do casal de protagonistas e que toca tanto na novela – e nos rádios também – que gente ama enjoar? É essa, do 3 Doors Down. Tanto que ela foi citada em dois momentos cruciais da história e é de longe uma das minhas canções favoritas da vida.

Not a Bad Thing – Justin Timberlake

Minha queridinha do momento, a canção do príncipe do pop Justin Timberlake, é uma verdadeira declaração de amor, gente! E isso se aplica aos nossos protagonistas da vez, pessoal. Eu não posso contar muita coisa – ou iria estragar a surpresa, né? – e quando vocês lerem vão entender o que estou falando.

Ruas de Outono – Ana Carolina

Admito: os nomes dos personagens principais foram inspirados em um livro que eu já li tranquilamente umas três vezes. A história em questão é “Um coração em guerra”, da Li Mendi que já apareceu aqui no #TemQueLer. No e-book, a Li citava uma música a cada capítulo e uma delas era Ruas de Outono, que acabei conhecendo por lá e trazendo pro meu universo também.
Take a Bow – Lea Michelle

Eu podia dizer que essa apesar de não ser a música principal, foi a trilha de uma viagem que fiz ao interior do Rio de Janeiro em maio de 2009 e que acredito que desencandeou o começo da história. Algo como o star do processo. Mesmo a canção original ser da Rihanna, foi na voz da Lea Michelle, em um episódio da primeira temporada de Glee, que eu me apaixonei por ela e precisei colocar ela aqui.

Zen – Anitta

O processo de escrever esse livro tem umas duas partes. A primeira, lá em 2009/2010, o começo de tudo – eu coloquei ele em um blog, já extinto – e a segunda depois de um longo período em 2013. Quando essa música fazia todo o sentido pra mim e pra história e pras inspirações.

Segredo- Sandy

O começo da história é simples: há um desencontro entre Isabella e Caio de pelo menos uns cinco anos. Ela muda, ele também. E é isso que a música da Sandy confessa: “Me assusta não saber nada de você. E não ter com quem falar de mim” e por ai vai.


Se você quiser ouvir o resto da playlist – ela tá no Spotify com 34 músicas – é só clicar nesse link aqui. E o livro, prometo, chega em breve.

Turnê Meu Canto: eu fui!

Quem já me conhece, pode perceber o quanto eu sou fã da cantora Sandy Leah. Ano passado eu contei aqui a minha aventura na plateia do programa SuperStar em que ela é jurada. E, no último sábado, lá fui eu conferir a nova turnê dela, intitulado ‘Meu Canto’. Esse nome, segundo a propria Sandy, tem dois significados: o seu amor por cantar e mostrar ao seu público um pouco mais dela.

Diferente das outras apresentações que eu fui, resolvi escolher um lugar lá atrás. Queria ver o show por completo, ter uma visão total do palco, sem o murmurinho dos fãs mais eufóricos. E dessa vez consegui ver uma Sandy mais madura e segura no palco, com composições que mostram o seu melhor momento.

A apresentação em solos cariocas da cantora , trouxe uma surpresa: o making off do seu DVD que conta com duas participações pra lá de especiais: Gilberto Gil, em “Olhos Meus” e Tiago Iorc, com uma música inédita ‘Me Espera‘. Essa última, aliás, foi escolhida por Sandy para ser o carro chefe nesse seu novo trabalho e é deliciosa de se ouvir.

O show começa com a música “Sim“, seguida pela minha favorita e a que mais vibrei, confesso: “Aquela dos 30“. Sandy então vai embalando seus fãs com um sucesso atrás do outro dessa sua fase solo. Com quatro canções inéditas – “Respirar“, “Salto“, “Colidiu” e “Me Espera” – ela vai contando como foi o processo de criação de cada uma.

Além disso, Sandy faz duas homenagens: ao cantor Nando Reis com a canção “All Star” e ao seu avô, cantando “Canção para Luciana“. E, é claro aos seus fãs desde o tempo com o seu irmão Júnior, e as escolhidas da vez foram ‘Nada é por acaso’ e ‘Desperdiçou’. E é nesse momento que os fãs digamos mais eufóricos, correm para mais perto do palco. Lembra no começo do texto que escolhi uma mesa lá atrás? Por isso. Mas, como boa fã dela, foi impossível não me levantar e começar a dançar ali mesmo, no meu lugar.

Sai de lá com a alma mais leve, rouca, olhos inchados de tanto chorar e a certeza que o meu amor e admiração por ela só aumentam! E você, tem algum ídolo ?

Créditos das fotos: Google e Instagram da Sandy

SuperStar, eu fui!

Essa semana recebi a seguinte notícia: havia sido sorteada para a plateia do programa SuperStar, por causa de um fã clube da Sandy em que eu participo (valeu, Pri!). Encarei o fato de ir sozinha e, graças! – morar ao lado do Projac e lá fui eu. Depois de um pouco mais de um ano, iria rever a San mais de perto.

Sala de espera antes de entrar no estúdio

Na primeira temporada, confesso que não acompanhei o programa. Na época, morava em uma república e como o programa passava tarde acabei não vendo nada. Só sei que a Banda Malta “diiiiiiiiiiizzzzzzzz pra mim, o que eu já sei” é que foi a vencedora. Bom, nos dois primeiros episódios eu vi, mas não prestei atenção suficiente.

Kit lanche

Kit lanche

O combinado era chegar lá as 20. E o programa começava depois das 23. Assim que você chega, eles te entregam uma chave com uma numeração para guardar o que você quer (não pode entrar de bolsa no estúdio) no armário e um kit de lanche bem bacana e fica na sala de espera.

Perdão do trocadilho: Fernanda linda Lima

Fernanda Lima, sendo linda!

Faltando uns 40 minutos, eles começam a conduzir a plateia ao estúdio F. Uma pausa agora. Se eu achava que a Fernanda Lima era linda, depois de ontem eu tive certeza. E posso falar? Simpática e atenciosa demais. Eu acabei ficando perto do backstage e ela posou para fotos sempre que possível. O eterno Mocotó também. Divertido sem ser aquele lance forçado, o co-apresentador também interagia com todo mundo antes do programa começar e durante o intervalo.

Fofa e atenciosa, como sempreComo confessei, fui muito mais por causa da Sandy. Assim que ela entrou no estúdio, os fãs enlouquecidos foram lá tirar foto com e dela. E posso falar? Que pessoa do bem. E não falo isso por ser fã, não. Ela realmente passa essa energia muito boa. Atenciosa e gentil com todos, – falava todo o tempo: “Gente, nós estamos fazendo uma bagunça só! Fiquem calmos” – tirou fotos com quem pedia. Eu, infelizmente não tive essa sorte, mas consegui dar um abraço nela. E, claro, quase chorei! O Thiaguinho também é um outro querido. Como meu foco era ela, não dei muita atenção para ele.

Palco antes do programa começar

Vamos ao que realmente importa: os shows. Ao vivo é mais gostoso, já dizem por ai. Bom, o esquema é o de sempre. A banda é apresentada e fica por trás de uma cortina. Quem alcançar 70% ou mais, essa cortina então sobe e ela é classificada escolhendo um padrinho. E só passam as cinco primeiras colocadas.

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Ah, quem tá na plateia também pode votar. Confesso que não tive muito critério e acabei votando SIM em todas. Mas explico: lá, a empolgação é bem maior do que quando estamos em casa. O resultado ficou assim:

Devir: 90% – madrinha Sandy

Sem dúvida, o melhor show e mais empolgante (e acho que a maior votação em três programas) da noite, com uma música que eu particularmente adoro e ouvi muito no verão, a Rude.

– Lucas e Orelha: 86% – padrinho Thiaguinho

Comparados a dupla Claudinho e Bochecha por terem o mesmo estilo, os garotos baianos realmente empolgaram com uma canção autoral e acabaram escolhendo o Thiaguinho

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– Scambo – 84% padrinho Paulo Ricardo

Também vindos da Bahia, a banda Scambo foi apontada como a grande favorita. Não sei se é porque eu sentei na frente de um grupo de amigos deles, que acabei me empolgando também.

– Serial Funkers: 82% – padrinho Thiaguinho

A banda paulistana inovou ao trazer uma música no ritmo soul + funk americano e eu curti muito pois eles tem essa pegada meio anos 70 e Tony Tornado. Tem minha torcida para a próxima fase.

– Yegor e los Bandoleros – 80% – padrinho Thiaguinho

Com um ritmo caribenho de salsa, a banda lá de João Pessoa já era meio conhecida do público por causa do jogador Hulk, que uma vez usou a dança característica do vocalista para comemorar um gol. Tanto que já participaram do Encontro, com a Fátima Bernardes. Eles vieram com um sucesso da banda Maná.

Para a repescagem, fica a banda Radio Radar, que veio com um clássico do Foo Fightes e apenas 70% dos votos. O programa tem uma dinâmica bem bacana, talvez por se tratar de um ‘ao vivo’, não pode ter erro. O clima é bem bacana e alegre. No fim, não vimos um musical dos jurados, como na estreia. Fica aqui a lembrança de um fim de domingo bem diferente e animado e um gostinho de quero mais. Com certeza vou começar a ver as próximas audições com um carinho maior.

(Agradecimentos: Fã clube O brilho de um sonho e Pri!)