Top 5: É pra chorar!

foilme

Desafio da semana: assistir ao longa “Como eu era antes de você” sem derramar uma lágrima ou suspiro. Bom, meio óbvio que eu falhei. E, mesmo sabendo o fim do filme, já que eu li o livro uns dois anos – antes do boom – não fui forte o suficiente. Mas quem dera se esse fosse o único que me fez dar uma grande desidratada. Selecionei outros quatro pra essa lista. Continua lendo e anota as dicas, caso você seja do big team das choronas.. esse post é todinho seu!

Como eu era antes de você

Lou Clark é uma menina de uns 20 e muitos anos e que até agora não fez nada de importante na sua vida. Seu pai se encontra sem emprego e é ela a responsável pelo sustento da família. Trabalhando como garçonete, ela também acaba sendo demitida, pra desespero de todos. Até que surge uma vaga pra cuidar de Will Traynor, um cara que depois de ser atropelado há dois anos ficou tetraplégico. Uma relação de afeto surge entre eles dois… e, bom, é melhor ver pra não estragar. Lembro que terminei de ler o livro que inspirou a história em um shopping e: vergonha, claro, pois eu comecei a chorar. Muito.

Antes que termine o dia

Mais um pra lista patrocinada por uma empresa de lenços de papel. Me recordo que comecei a ver de madrugada, meio que por acaso porque curti a sinopse e no fim eu  não conseguia parar de soluçar real! O casal Sam e Ian estão em crise na relação. Sam é uma musicista e durante um jantar eles discutem por causa de ciúmes e, na volta para casa o táxi em que eles estão sofre um acidente e ela morre. Desolado, Ian vai pra casa e ao acordar vê que o dia ta se repetindo e ele tem uma nova chance de salvar o namoro deles. Nessa altura eu já estava tensa e com muitas e muitas lágrimas. O que acontece depois? Bom, não é tão óbvio assim e .. procura logo pra ver!

Em algum lugar do passado

Esse eu só de lembrar a música principal, já me dá umas angústias no peito e vontade de chorar.  Em 1972, o jovem Richard conhece uma senhora que lhe entrega um relógio de bolso e uma mensagem pedindo pra que ele voltasse para ela. Anos depois, ele se hospeda em um hotel e dá de cara com um retrato de uma jovem e se apaixona de cara. A tal moça em questão é Elise, uma atriz que viveu por ali em …1912 e que já morreu justo naquela noite que ele recebeu o presente da tal idosa. Richard começa uma busca louca de como voltar pro passado e se encontrar com o seu amor, Elise. Achei o final bem bobo, confesso. Mas o drama que eles vivem é maravilhoso!

Pearl Harbor

Filme preferido da v-i-d-a! E que, certamente choro sempre. Sempre mesmo. Rafe e Danny são amigos de infância e se alistam no exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. Lá, Rafe conhece a enfermeira Evelyn e eles se apaixonam. Acontece que Rafe acaba dado como morto em uma missão pra desespero da noive e do amigo, Danny. Como todo romance água com açúcar, os dois se envolvem até que Rafe – papel do meu crush ever Bem Affleck – retorna depois de meses. Babado, confusão, lágrimas (minhas e deles) e gritaria.. até porque a mocinha descobre que ta grávida do Danny… É nesse momento que o Japão joga a tal bomba na ilha de Pearl Harbor – o que dá nome ao filme – e ai só vendo pra saber mesmo!

La Bamba

Esse filme do final dos anos 80 talvez seja o mais triste de todos, já que é baseado na vida do cantor dos anos 50, Ritche Valens, que morreu em um trágico acidente de avião quando estava no auge da sua carreira. Só daí dá vontade de despedaçar, né? Melhor cena é quando ele canta para sua namorada de colégio – ele tinha só dezessete anos! – a canção Donna que fez especialmente para ela. Além dela, o hit que é muito bom e que dá nome ao filme: La Bamba.

Anúncios

#TemQueLer: Fiquei com seu número

livro

A Sophie Kinsella é uma das minhas escritoras internacionais favoritas. Ela – autora da saga Becky Bloom – tem um jeito muito próprio e único de escrever: é aquele que te leva as gargalhadas do começo ao fim.

O último que eu li dela foi o “Fiquei com o seu número”, mais um do gênero chick lit – ou mulherzinha, se preferirem – e me rendeu muitas risadas. Eu comprei o livro em uma viagem de findi que fiz para São Paulo lá em 2013 e já comecei a ler na volta.


A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz… Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa de sua vida ainda está por vir.  

Editora: Bertrand

Páginas: 464

Autora: Sophie Kinsella

Ano: 2012


Poppy Wyatt está noiva do homem da sua vida, Magnus um chato até dizer chega! Até ai tudo bem se em uma confusão em um hotel que ela está hospedada e perde o anel do noivado – que está na família do cara há três gerações! – e como senão bastasse a onda de azar, o seu celular também some.

Como o desespero bate a porta para ter de volta o tal anel, Poppy acaba achando um outro aparelho de telefone para que as pessoas possam entrar em contato com ela. Só que o celular tem dono e ele é do Sam Roxton, empresário bem sucedido. E, claro que ele quer e precisa do seu aparelho de volta. Poppy diz que não vai devolver até encontrar o anel – não era mais fácil ela comprar um novo aparelho, gente? – e eles começam a conversar.

Ela decide então dividir o aparelho com Sam: fica com ele até ligarem com a notícia do resgate e ela vai passando os recados, mensagens e ligações pra ele. Claro que como todo livro ‘mulherzinha’, o final é pra lá de óbvio. Mas é um dos livros mais engraçados dela que já li por ai. E você, conhece a história ou já leu algo da autora? Escreva nos comentários pra gente!

#TemQueLer: “No Mundo da Luna”

A melhor coisa para quem curte ler é: se identificar com um personagem ou só com a história. Em uma das minhas idas nas livrarias para saber as novidades, encontrei por acaso, o livro do #TemQueLer de hoje, ‘O Mundo da Luna’, da escritora Carina Rissi. Essa é a segunda publicação dela que leio, a primeira foi ‘Procura-se um marido’, há uns dois anos. Além desses, a autora tem outros livros lançados e de bastante sucesso.

Como leitora voraz (e quem sabe, futura escritora!), eu valorizo e muito a literatura nacional e procuro sempre novos autores e histórias, já que, na minha opinião é um mercado em expansão. E também sou daquelas que a-m-a um livro bem mulherzinha. Uhum.


A vida de Luna está uma bagunça! O namorado a traiu com a vizinha, seu carro passa mais tempo na oficina do que com ela e seu chefe vive trocando seu nome.
Recém-formada em jornalismo, ela trabalha como recepcionista na renomada Fatos&Furos. Mas, em tempos de internet e notícias instantâneas, a revista enfrenta problemas e o quadro de jornalistas diminuiu drasticamente. É assim que a coluna do horóscopo semanal cai no colo dela. Embora não tenha a menor ideia de como fazer um mapa astral e não acredite em nenhum tipo de magia, Luna aceita o desafio sem pestanejar. Afinal, quão complicado pode ser criar um texto em que ninguém presta atenção?
Mas a garota nem desconfia dos perigos que a aguardam e, entre muitas confusões, surge uma indesejada, porém irresistível paixão que vai abalar o seu mundo. O romance perfeito — não fosse com o homem errado. Sem saída, Luna terá que lutar com todas as forças contra a magia mais poderosa de todas, que até então ela desconhecia: o amor.

Autor: Carina Rissi
Editora: Verus
Número de Páginas: 476
Ano de Publicação: 2015


Luna é uma jornalista recém-formada que trabalha… como recepcionista da revista Fatos&Furos. Ela só aceitou o convite pois o editor era nada mais, nada menos do que Dante Montinni e ela é fã do cara. Até descobrir que ele é um grosso e insuportável. Além disso, descobriu que o seu namorado Igor, traia ela com a vizinha. Ela mora com a melhor amiga Sabrina e é descendente de ciganos.

O problema começa quando a repórter responsável pela coluna de horóscopo é chamada para trabalhar na concorrente e Luna, vendo ai uma oportunidade de se tornar uma jornalista de fato, aceita o pepino. O problema é que ela não conhece na-da de astrologia e afins.

Ela recorre então a um baralho de uma famosa cigana para conseguir escrever e a coluna é um sucesso, já que segundo as leitoras, tudo que tá lá, acontece. Claro que como em todo romance que se preze, em meio de tudo isso há muita confusão por parte da nossa prota.

Não tem como se apaixonar pela Luna e todos os personagens da história da Rissi, de verdade. Ela consegue te envolver de certa forma que é como se na metade do livro você se identifica tanto, mas tanto que acaba se tornando íntima e (querendo ser) amiga de todos!

#Top5: o que fazer dia 12? – especial Dia dos Namorados

Já sabe, não é? Sexta é aquele dia que os apaixonados vão curtir o dia só deles. Esse dia surgiu no Brasil em 1949 – a maioria do mundo comemora no dia de São Valentim, 14 de fevereiro – com uma ideia do publicitário João Dória para os comerciantes, pois o mês de junho era considerado fraco de vendas. E se você ainda tá em dúvida do que fazer com o amado, aqui vão cinco sugestões de “o que fazer” para comemorar a data.

Sessão pipoca em casa

Todo mundo sabe que nesse dia qualquer fila é gigante e fica insuportável. Do cinema, do restaurante, tudo tá lotado. E ainda por cima esse ano, a data cai justamente numa sexta. Aproveita então para curtir o love em um programa caseiro, curtindo a dois um filme. Não sabe qual escolher? O primeiro post sobre #DiaDosNamorados foi sobre sete filmes pra lá de românticos! Olha as dicas

Cozinhar juntos

Ao invés de preparar aquela comida para o boy/mina, que tal combinarem de cozinhar juntos? Motivos? Bom, isso gera cumplicidade. Nada melhor para uma data como essa, não? Fora que vocês fogem da fila interminável dos restaurantes sem vaga! E, de quebra, ainda surge um jantar à luz de velas.

Viajar

Clichê total, eu sei. Se puderem, vão para um canto isolado do mundo e aproveitem o tempo sozinho a dois (principalmente se a vida de ambos é corrida!). Então, arrumem as malas e pé na estrada. Serve resort, serve casa de praia, de serra, serve qualquer coisa. O importante é curtir

Cair na balada.

Calma, você leu certo. Cair na balada SIM. Sair para dançar não é sinônimo de pegação. Se o boy é daqueles que adora um agito, porque não? O que vale é vocês estarem juntos, aproveitando e comemorando do melhor jeito.

Saiam da rotina

Que tal combinarem para que nesse dia vocês façam algo surpreendente – ou surpresa? Andar de balão, pular de asa delta, trilha noturna para ver o nascer do sol, piquinique no parque.. algo que vocês nunca fizeram mas que morrem de vontade.. a hora é agora. Xô, monotomia!