#TemQueLer: Fiquei com seu número

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A Sophie Kinsella é uma das minhas escritoras internacionais favoritas. Ela – autora da saga Becky Bloom – tem um jeito muito próprio e único de escrever: é aquele que te leva as gargalhadas do começo ao fim.

O último que eu li dela foi o “Fiquei com o seu número”, mais um do gênero chick lit – ou mulherzinha, se preferirem – e me rendeu muitas risadas. Eu comprei o livro em uma viagem de findi que fiz para São Paulo lá em 2013 e já comecei a ler na volta.


A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz… Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa de sua vida ainda está por vir.  

Editora: Bertrand

Páginas: 464

Autora: Sophie Kinsella

Ano: 2012


Poppy Wyatt está noiva do homem da sua vida, Magnus um chato até dizer chega! Até ai tudo bem se em uma confusão em um hotel que ela está hospedada e perde o anel do noivado – que está na família do cara há três gerações! – e como senão bastasse a onda de azar, o seu celular também some.

Como o desespero bate a porta para ter de volta o tal anel, Poppy acaba achando um outro aparelho de telefone para que as pessoas possam entrar em contato com ela. Só que o celular tem dono e ele é do Sam Roxton, empresário bem sucedido. E, claro que ele quer e precisa do seu aparelho de volta. Poppy diz que não vai devolver até encontrar o anel – não era mais fácil ela comprar um novo aparelho, gente? – e eles começam a conversar.

Ela decide então dividir o aparelho com Sam: fica com ele até ligarem com a notícia do resgate e ela vai passando os recados, mensagens e ligações pra ele. Claro que como todo livro ‘mulherzinha’, o final é pra lá de óbvio. Mas é um dos livros mais engraçados dela que já li por ai. E você, conhece a história ou já leu algo da autora? Escreva nos comentários pra gente!

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#TemQueLer: Uma prova de amor

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Sempre fui fã assumida do gênero chick lit – ou mulherzinha, para muitos – cujas personagens principais são mulheres e seu universo. O primeiro livro que li da Emily Giffin foi “Ame o que é seu”, já resenhado aqui e ela se tornou uma das minhas escritoras preferidas.

O livro de hoje é “Uma Prova de amor”, que li acho, em 2013 – e foi bem difícil lembrar dos detalhes – e muito bem desenvolvido na forma como ela escreve e apesar das mais de 400 páginas, a leitura é suave e leve.


Sinopse: Não para Claudia Parr. A bem-sucedida editora de Nova York não pretende ser mãe e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha, mas, então, ela conhece Ben. O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito: amoroso, companheiro e — assim como Claudia — também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos?

Uma Prova de Amor é um livro divertido e honesto sobre o que acontece ao casal perfeito quando, de repente, os compromissos assumidos já não servem mais. Contudo, é também uma história sobre como as coisas mudam, sobre o que é mais importante, sobre decisões e, especialmente, sobre até onde se pode ir por amor.

Editora: Novo Conceito

Ano: 2013

Páginas: 432


Cláudia tem um relacionamento bem estável. Ela, uma editora, nunca quis ter filhos e encontrou em Ben, seu marido o cara ideal para isso: ele também não quer. Ele é o cara ideal: amoroso e companheiro. Mas, o que Claudia não previa era que o instinto paternal afetasse Ben e ele começa a pensar na possibilidade de ter um filho. De preferência, com ela.

Então é ai que a crise no casamento começa. O que ela deve fazer? Atender aos desejos do marido, afinal, ela o ama e quem sabe pode amar a criança ou simplesmente cortar a relação? Então começa o dilema, já que todo mundo a enxerga como a vilã da situação, até porque é o desejo de se ter filhos sempre parte da mulher, nunca do homem.

*Alerta spoiller!* O casamento começa a ruir e logo eles se divorciam e vai cada um para um canto. Separados, Cláudia decide dar novos rumos a sua vida e começa a conhecer novos caras e como é a relação dela com a família. Ela começa a perceber que quando a gente ama de verdade uma pessoa, as vezes é preciso abrir mão de certos pensamentos e convicções.

A Emily Giffin tem um jeito bem característico em todos os seus livros: ela adora falar de relacionamentos – seja de qual tipo – de uma forma simples e pura, sabe? Uma sensiblidade que poucos conseguem ter quando escrevem seus livros. Eu já li quase todos os livros dela e em todos parece que a escrita fluiu.

#TemQueLer: Uma Curva no tempo

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Antes de começar a escrever, queria falar que só leiam esse livro caso vocês tenham alguma estrutura emocional. Caso contrário, nem tentem. De verdade.

Achei esse livro, dando uma olhada em algum site de livraria e logo me interessei. Apesar de nunca ter ouvido falar da autora, Dani Atkins, dei uma chance. A sinopse, apesar de parecer um tanto confusa, consegue te chamar a atenção.

Rachel, tem 23 anos e não vive. Sobrevive um dia depois do outro. O que aconteceu ? Bom, às vésperas de ir para a faculdade, Rachel se reúne em uma pizzaria com seu namorado, Matt e seus melhores amigos Jimmy e Sarah e outros colegas de colégio para celebrar a nova fase.

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O problema é que por causa de um carro desgovernado que invade o restaurante, Jimmy morre ao tentar salvar a sua vida. Ela se fecha no seu mundo e se culpa pela morte do amigo. Cinco anos depois,  ao retornar pela primeira vez na sua cidade natal depois do acidente para o casamento da Sarah, ela resolve visitar o túmulo do amigo.

Rachel, em um momento de desespero, cai e bate a cabeça. Ao acordar, no hospital, percebe que a sua vida mudou. O pai, que antes estava em estágio terminal de câncer, nunca teve
nada. Ela agora é uma jornalista de certo renome e é noiva de Matt, com quem rompeu quando tudo aconteceu. E, para completar, Jimmy está mais vivo do que nunca.

Claro que em um primeiro momento, ela se acha louca e quer voltar para aquele que acha que é o seu mundo. Porém, os médicos alegam uma crise de amnésia devido a pancada, e para ela, só basta tentar preencher a lacuna desses últimos anos.

Quando vai chegando ao final e tudo começa a dar certo, começa a dar uma certa apreensão de que algo – surpeendente – vai acontecer. E acontece. Terminei o livro um tanto quanto chocada, surpresa e com o coração na mão. Sabe quando você demora a entender e se pergunta os motivos que levaram a autora a fazer aquilo? No geral, a história é muito, muito boa. Vale a leitura.

#TemQueLer: Laços Inseparáveis

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No último domingo, resolvi arrumar meus livros, que estavam divididos em: lidos – dentro do guarda roupa- e não lidos que ficavam dentro do armário embaixo da mesa. Qual não foi minha surpresa ao me deparar com publicações já lidas por mim e que tinha esquecido o quanto eram legais e super mereciam aparecer aqui no #TemQueLer. E um deles é “Laços Inseparáveis”, da Emily Giffin.


Editora: Novo Conceito

Nº de páginas: 445

Sinopse: Marian Caldwell é uma produtora de televisão de 36 anos, vivendo seu sonho em Nova York. Com uma carreira bem-sucedida e um relacionamento satisfatório, ela convenceu todo mundo, inclusive si mesma, que sua vida está do jeito que ela deseja. Mas uma noite, Marian atende a porta… para apenas encontrar Kirby Rose, uma garota de 18 anos com a chave para o passado que Marian pensou ter deixado para trás para sempre. Desde o momento que Kirby aparece na sua porta, o mundo perfeitamente construído de Marian — e sua verdadeira identidade — será chacoalhado até o fim, fazendo ressurgir fantasmas e memórias de um caso de amor apaixonado que ameaça tudo para definir quem ela realmente é. Para a precoce e determinada Kirby, o encontro vai provocar um processo de descobrimento que a leva ao começo da vida adulta, forçando-a a reavaliar sua família e seu futuro com uma visão sábia e doce. Enquanto as duas mulheres embarcam em uma jornada para encontrar o que está faltando em suas vidas, cada uma irá reconhecer que o lugar no qual pertencemos normalmente é onde menos esperamos — um lugar que talvez forçamos a esquecer, mas que o coração se lembra eternamente.


Eu adoro os livros dela, já li quase todos que ela escreveu e ela figura na minha lista de autoras favoritas, junto com a Sophie Kinsella e a Marian Keyes. E a história é bem bem emocionante. Marian Cladwell, 36 anos, é uma poderosa produtora de televisão e que tem a vida bem tranquila. Eis que uma noite, uma adolescente de 18 anos bate à sua porta. Quem é ela? Kirby Rose. Sua filha, que ela entregou para a adoção ao nascer. A jovem, no entanto, só queria saber quem era a sua mãe. Por alguns dias, o passado vem à tona, e tudo fica bastante confuso. As duas tentam estreitar uma relação que antes não existia.

Marian passa então a relembrar toda a sua história enquanto adolescente e, claro, comparando e imaginando como seria se ela tivesse ficado com a criança. Relembra do namorado de colégio e, é claro, fica se perguntando o que aconteceu com ele.

Do outro lado, vemos Kimber, que sempre quis saber como eram seus pais biológicos e o motivo que os levou a entregar para a adoção. No fim, fica um gosto de ‘quero mais’, de que o livro podia ter engrenado antes e algumas coisas terem ficado resolvidas, sabe? Mesmo assim, foi um dos mais bonitos publicados por ela. Vale a pena super a leitura.

#TemQueLer: “O Resgate”

Já falei por aqui que o Nicholas Sparks é meu autor preferido, não é? Escrevi algumas resenhas de outros livros dele aqui (“A última música” e “Querido John“). Pois então, há muitos livros lidos dele que não me emocionava tanto. Acho que desde ‘O melhor de mim’ (que lançaram ano passado em filme e escrevi sobre ele aqui) não lia um livro tão fofo, que me fizesse lembrar o estilo Sparks de escrever. Bom, terminei semana passada mais um livro dele que ganhei em um amigo oculto e que paquerava há meses, “O Resgate“.

O_RESGATE_1402434269P“Confrontado com situações de extremo perigo, Taylor McAden, bombeiro voluntário, expõe-se até ao limiar do perigo. Denise é uma jovem mãe solteira, cujo filho de cinco anos sofre de um inexplicável atraso de desenvolvimento e a quem ela devota a sua vida numa tentativa de o ajudar. Mas o caso vai aproximar estes seres. Numa noite de tremendo temporal, Denise sofre um acidente de automóvel e é Taylor quem vem socorrê-la. Embora muito ferida, a jovem depressa toma consciência de que o filho já não se encontra na sua cadeirinha do banco traseiro. Taylor irá até ao fim de uma angustiante noite de buscas para o encontrar. Foram tecidas as primeiras malhas que os irão unir – o pequeno Kyle desabrocha ao calor da ternura daquele homem. Denise abandona-se à alegria de um amor nascente. Mas Taylor tem em si cicatrizes antigas, que o não deixam manter compromissos de longa duração. Nicholas Sparks, esse talentoso contador de histórias, intervém com a sua magia redentora e a sua inigualável capacidade de aprofundar a complexidade das relações e dos afetos.”

Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Número de Páginas:  320


A história, que se passa em Edenton, cidade no interior da Carolina do Norte, gira em torno de Denise Holton, mãe solteira com um filho de cinco anos, o fofo do Kyle. Acontece que Kyle tem problemas de fala. Ele simplesmente não pronuncia as palavras certas, problema que aconteceu com um dos filhos do Nicholas. No decorrer desses anos, Denise já recebeu inúmeros diagnósticos de vários médicos.

E é durante uma dessas voltas de uma consulta de rotina que seu destino se cruza com o de Taylor McAden. Ele, bombeiro voluntário da pequena cidade, socorre Denise e o filho quando ambos sofrem um acidente na estrada por causa de uma forte tempestade em que ele acaba resgatando o pequeno Kyle.

Taylor é um teimoso mas de dono de uma empresa que conserta casas e por causa de um trauma do passado não consegue se envolver, muito menos criar vínculos com nenhuma mulher. Tudo muda quando ele conhece os dois. Órfão de pai aos nove anos, Taylor se sente até hoje culpado pela morte do pai. E com isso, afasta as pessoas.

Como todo bom livro do Sparks, muito drama acontece em mais de 300 páginas. Mas, claro, muito romance. O que mais aprecio (mesmo nos livros que menos gostei dele) é a modo que ele escreve, que envolve qualquer um. A parte mais fofa do livro é poder acompanhar o crescimento da fala Kyle e saber depois que o quase tudo descrito no livro, aconteceu com Ryan, filho do Sparks. Vale muito a leitura, mas ainda não tá na minha lista de preferidos (mas já passou e muito outros lançamentos do autor).