[TemQueLer:] Alma Gêmea por acaso

livro

O Tem Que Ler de hoje é de mais uma produção nacional! Falei o quanto valorizo as autoras brasileiras, né? E a Li Mendi é uma das minhas #3 na vida! Além de ser uma querida, a Li é responsável por um dos meus livros favoritos da vida, o “Um Coração em Guerra”. Mas não é sobre ele que vim falar hoje. É sobre “Alma Gêmea por acaso”.


Sinopse: Melissa e Isadora são duas gêmeas completamente iguais de corpo, completamente diferentes de alma. Isa pede a sua irmã Mell para se passar em seu lugar com Renan, um novo gatinho que conheceu, pois está ainda enrolada com seu antigo ex-namorado e precisa ganhar tempo. Porém, Mel não consegue se limitar a enrolar Renan e acaba gostando demais da chance de se passar pela outra gêmea. E aí que a engraçadíssima e romântica teia da estória vai se formar.

Autora: Li Mendi

Número de páginas: 541


O livro tem duas versões – uma de ebook e a outra é de livro físico – e o que vou falar é a que eu li, a primeira. A grande diferença é que na versão digital, a Li narra a história em mais páginas e fala da relação das gêmeas e dos irmãos. Já no livro, os protagonistas são Isadora e Téo e alguns capítulos extras aparecem.

Isadora e Melissa são duas irmãs gêmeas, com temperamentos completamente diferentes. Isa, a mais extrovertida cursa design, enquanto Mel faz medicina e é bem tímida. Certa noite, Isa, pede para a irmã para se passar por ela em uma festa de faculdade. É que a menina descobre que Renan apostou que ficaria com a menina depois de levar um fora.

E é ai que entra a Mel, que se passa por Isa como forma de se vingar de Renan. Nesse meio tempo, a Isa conhece Téo, que vem a ser irmão mais velho de Renan. Então é ai que a confusão começa entre essas gêmeas e os irmãos.

Recomendo a versão digital, por ser mais detalhada, sabe? E vocês, já leram

 

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[TemQueLer]: Procura-se um marido

Se tem uma coisa que eu gosto e valorizo é a literatura nacional: sou fã de vários autores brasileiros. E quando se trata do gênero chick lit, melhor ainda! O livro do #TemQueLer de hoje é o da Carina Rissi, “Procura-se um marido”. E foi quando eu conheci o trabalho dela.

A autora também é bastante conhecida pela galera como a escritora da série “Perdida”, mais um que tá na imensa lista de livros a se ler. Ano passado eu li “No Mundo da Luna” – meu favorito até agora – e que já falei dele bem aqui.


Sinopse: Alicia sabe curtir a vida. Já viajou o mundo, é inconsequente, adora uma balada e é louca pelo avô, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável e sua única família. Após a morte do avô, ela vê sua vida ruir com a abertura do testamento. Vô Narciso a excluiu da herança, alegando que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império – a não ser, é claro, que esteja devidamente casada. Alicia se recusa a casar, está muito bem solteira e assim pretende permanecer. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco e audacioso, colocando um anúncio no jornal em busca de um marido de aluguel.

Autor: Carina Rissi
Editora: Verus (Record)
Páginas: 474
Ano: 2012


Alicia é a chamada jovem menina rica. Leva a vida do jeito que quer sem pensar no amanhã. E é quando o seu avô Narciso, sua única referência de família, falece e deixa uma clausula bem importante no testamento: ela só assume a herança quando estiver casada.

Por conhecer a neta tão bem, Vô Narciso toma essa decisão esperando que a jovem tome um rumo na vida. E é ai que Alicia se desespera. Aos 24 anos, nunca trabalhou e precisa de uma hora pra outra, saber como funciona o império deixado por seu avô. E é ai que entra o mocinho, Maximus.

Como todo conto de fadas – moderno ou não – eles se apaixonam e ficam naquele vai e vem. O final, como todo livro do gênero é bem claro e nem precisa falar.

Carina tem uma escrita que te empolga e que te faz querer mais e mais. O livro fica então leve e prático. Não lembro em quanto tempo eu terminei. Pra quem já leu ou ficou interessado: existe uma espécie de continuação da trama,  que é o meu livro atual: “Mentiras Perfeitas”, e que é o último lançamento da autora.

#TemQueLer: A Melhor coisa que eu nunca aconteceu na minha vida

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Ano passado foi um ano bem diferente pra mim em vários aspectos. Deixei de lado algumas coisas favoritas e dei prioridades para outras. Entre elas, a leitura foi um item que dispensei várias vezes e li apenas oito ao longo de mais de trezentos e sessenta dias. O último foi o esse, de nome enorme e história fofinha demais. Daquelas que você adora ler e indica com prazer pras amigas.


Todo mundo faz planos para o futuro. Mas será que a vida sempre leva aos caminhos desejados?
Viajar pelo mundo, ter o emprego dos sonhos, um grande amor do passado. Cada um imagina que sua vida acontecerá de uma maneira diferente. Perto de completar trinta anos, Holly e Alex, que não se veem há onze anos, voltam a se encontrar por acaso.
Como o reencontro vai afetar a vida desses velhos amigos de infância?
Na adolescência a amizade escondia uma grande paixão não revelada. E que, mesmo com o passar dos anos, continuou na memória como lembrança ou arrependimento do que poderia ter sido. O que aconteceria se o destino reservasse a possibilidade de viver uma segunda chance, tanto na vida quanto no amor?
A melhor coisa que nunca aconteceu na minha vida tem esse gostinho de primeiro amor. Com um enredo leve, romântico e engraçado, este casal de protagonistas te conquistará logo nas primeiras páginas.

Editora: Leya- Quinta Essência
Autor(a): Laura Tait & Jimmy Rice
Páginas: 356


Holly e Alex são os melhores amigos e moram na pequena cidade da Inglaterra. Prestes a irem para a faculdade, Holly decide declarar toda o seu amor para o amigo, jovem rapaz tímido e nerd. O que ela não conta é que nesse momento ele tá envolvido com outra garota. Ela decide então cortar os laços entre ambos e parte para Londres, sem querer mais contato com Alex.

Onze anos se passam e nesse momento Holly é secretária e tem um caso secreto com seu chefe. A beira dos trinta anos, a jovem tem a espécie de vida perfeita: um namorado rico e gentil, um trabalho em que ela é bem requisitada. Já Alex anda frustrado. Não saiu da sua cidade natal e é professor de Inglês na mesma escola que estudou e mora com seu pai viúvo.

Ele percebe então que precisa mudar de ares e procura emprego… em Londres e é claro que reencontra a Holly. Eles percebem que a amizade não mudou e aos poucos a afinidade que os unia ainda existe.

Clichê? Sim. Bastante. Mas nada daqueles óbvios. A ‘mocinha’ erra e muito. Quem nunca, né? Porém, a narrativa é pra lá de bacana quando intercala os protagonistas a cada capítulo mostrando o ponto de vista dos dois. Apesar do fim ser claro na metade da história, Holly toma um rumo que eu não esperava e foi uma espécie de ‘uau, faça o mesmo’, sabe? Vale a pena cada página.

Encalhados, o filme.

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Eu costumo ser a diferentona nos filmes. Aqueles clássicos que o mundo inteiro comenta – Senhor do Anéis, Matrix – eu não me interesso. Mas, por outro lado, eu tenho carinho por uns filmes que quase ninguém conhece e fico tão fã que acabo querendo contar pra todo mundo.

Foi assim que eu descobri “Encalhados”. Apesar do título não ter nada a ver com a história, zapeando a televisão outro dia, me interessei pela sinopse e como estava esperando um filme que iria começar, fiquei um pouco na dúvida e acabei escolhendo esse.

Sabe aquele momento da vida em que todo mundo te cobra o que fazer na vida e você não tem ideia de que rumo seguir? Bom, é essa a história de uma das protagonistas. Megan, quase trinta anos. Ainda tá com o namorado de adolescência, Anthony e trabalha com o pai.

Insegura, entra em crise quando, no casamento de sua melhor amiga é pedida em casamento por Anthony. Megan então fica apavorada e pega seu pai com outra em pleno estacionamento da festa. E é então, que ela foge e conhece a outra ponta do filme, Anikka.

A personagem de Chloe Moretz é uma adolescente, que foi abandonada pela mãe e mora com o pai, um advogado de divórcio pra lá de sárcastico e que faz a linha meio durona, mas que se derreta pela filha.

Com a promessa de que vai passar uma semana em um retiro espiritual, Megan, defendida por Keira Knightley, pede abrigo na casa da sua mais nova amiga e parceira, Anikka.

Um tanto carente de figura materna, a jovem adolescente trava uma amizade de confiança e respeito com Megan. Tanto que a pede para acompanhar em uma visita para sua mãe.

E é dessa parte que eu mais gostei, a interação entre as duas protagonistas – Megan e Anikka – que mesmo com faixas etárias bem diferentes, começam a ter um carinho entre as duas.

O longa é classificado como drama, mas tá mais do que claro que é um filme pra lá de água com açúcar, com o final meio óbvio e que faz quem tá vendo torcer pra Megan ser feliz.

#TemQueLer: “O Casamento”

Cansei de comentar aqui o quanto o Nicholas Sparks é meu autor favorito, não é? Mesmo ele me decepcionando com os seus últimos lançamentos, existem alguns livros que eu tenho um carinho todo especial. E um deles é ‘O Casamento’ e que tem um dos finais mais surpreendentes.

Para quem não sabe, esse é basicamente a continuação de “O Diário de uma Paixão”, talvez o mais conhecido do Sparks. Os protagonistas da vez são Wilson e Jane, ela filha do famoso e adorado casal Noah e Allie.


Sinopse: Após quase 30 anos de casamento, Wilson Lewis é obrigado a encarar uma dolorosa verdade: sua esposa, Jane, parece ter deixado de amá-lo, e ele é o único culpado disso.

Viciado em trabalho, Wilson costumava passar mais tempo no escritório do que com a família. Além disso, nunca conseguiu ser romântico como o sogro era com a própria mulher. A história de amor dos pais de Jane, contada em Diário de uma paixão, sempre foi um exemplo para os filhos de como um casamento deveria ser.

Diante da incapacidade do marido de expressar suas emoções, Jane começa a duvidar de que tenha feito a escolha certa ao se casar com ele. Wilson, porém, sente que seu amor pela esposa só cresceu ao longo dos anos. Agora que seu relacionamento está ameaçado, ele vai fazer o que for necessário para se tornar o homem que Jane sempre desejou que ele fosse.

Editora: Arqueiro

Autor: Nicholas Sparks

Páginas: 224

Ano: 2003


Wilson percebe que a sua relação está falida quando ele esquece o vigésimo nono aniversário de casamento. E, advinha para quem ele vai pedir conselhos? Para o próprio Noah, é claro! A essa altura, Allie já faleceu e ele vive em uma casa de repouso esperando a sua vez.

O idoso sabiamente o aconselha a reconquistar a esposa, como da primeira vez. O advogado decide reformar a casa dos pais de Jane, um dos lugares preferidos da esposa durante aquele próximo ano.

“Eu tinha começado a me perguntar não apenas se Jane me amava, como também se ela queria me amar” (página 144)

É então que a filha Anna – eles tem mais dois: Joseph e Leslie – e resolve casar justamente no dia do aniversário de 30 anos dos seus pais. Bom, contar mais iria estragar o enredo que, confesso, me surpreendeu bastante.

Terminei o livro com uma sensação de surpresa total e não, não foi clichê. Ao contrário, achei de uma sutileza tão pura e tão suave. E, para quem já leu quase todos os livros do Sparks, entrego aqui: ele nunca me surpreendeu tanto, de verdade. Eu posso dizer que ele encabeça meus Top #3 de favoritos do autor.

Tem Que Ler: @mor e Emmi e Léo

O post do #TemQueLer de hoje é duplo: “@mor” e a continuação “Emmi e Leo: a sétima onda”, do autor austríaco Daniel Glattauer. O primeiro foi indicação de uma amiga e qual não foi a minha surpresa ao descobrir que teria um segundo livro, que demorei alguns bons meses pra conseguir ler.

Emmi Rothner envia um email para cancelar uma assinatura de revista e por conta de um erro na hora de digitar, quem recebe é Leo Leike. Eles começam então um papo que se torna amizade e de repente, esses dois desconhecidos não conseguem viver sem conversarem e desabafarem pela internet.

Ela é casada com Bernhard e Leo tem um relacionamento fracassado com Marlene. Num vai e vem, Emmi e Leo começam a se envolver. E eles enfim, decidem se encontrar, mas ela não aparece, para tristeza de Léo. Meses se passam, Leo cancela a sua conta e vai morar em Boston. Emmi entra em desespero por não ter mais notícias dele.

Após nove meses de silêncio, para surpresa da protagonista Emmi quem responde é Leo e não o servidor do email. Eles retomam aos papos ora de apenas desabafo, ora de pura ironia e.. pasmem! Começam a se encontrar pessoalmente! Leo agora tá em um relacionamento estável com Pamela. Detalhe: os dois livros são narrados em formas de emails. Uhum. Só email. Não há narração nem descrição

Eu curti os dois livros por igual, mas não concordei com os finais dado, sabe? O primeiro me deixou com a respiração presa e de ‘ah, acaba assim? Como??’. Mas ai quando descobri que tinha um segundo livro, me aliviei. Mas, ai quando terminei o segundo fiquei perplexa. Deixou um gosto de quero mais, de ‘nossa, enrolaram tanto pra fazerem… isso?’

Pra quem curte um romance bem água com açúcar, esse é o ideal. E você, já leu algo do Daniel Glauttaer

Resenha: Batons da Quem disse, Berenice?

Sou daquelas que é fã de produtos bons e com preços coerentes. E apesar de gostar muito quando a pauta é beleza, não sou das mais aficionadas, sabe? Tanto que fiquei um pouco ressabiada quando pensei no post de hoje. Como passar a minha impressão da melhor forma possível? Que, acima de tudo, agradasse a quem lê aqui de uma forma clara e objetiva.

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Tenho apenas dois batons da marca “Quem disse, Berenice?”, o Rosareu e o Vevê e ambos eu ganhei na promoção (que amo, aliás!) que eles fazem todo ano no dia do beijo, em abril.

O primeiro que eu ganhei foi o Rosareu, ano passado (2015) e desde então eu ando usando muito ele. Lembro que no dia da escolha, precisei ser rápida, porque tinha uma amiga me esperando para um compromisso então já na fila de espera olhei pra listagem e falei: ‘é esse!’ E não me arrependi.

De um tom rosado, ele é bem do jeito que gosto: discreto e bonito. Cremoso, fixa bem no lábio e a sua cor não chama muito a atenção. É perfeito para quando a gente quer ousar no olho na make e quer um batom bonito, sabe? Outra coisa bem bacana que a gente encontra nos produtos da marca é que eles têm FPS 12! A duração também é ótima, entre duas e três horas.

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E esse ano, com mais calma, pude demorar mais. O da vez foi o Vevê. Mas antes preciso comentar que sempre torci o nariz, no melhor nível preconceito mesmo por batons da cor vermelho. Mas com esse, me encantei. De verdade. Pois apesar de tudo, ele não te deixa com uma boca meio Bozo!

Mesmo sendo vermelho, é mais brilhoso. É forte, sim. Mas nada tão chamativo quanto os vermelhos de outras marcas, entende? É ideal pra uma make mais de noite, quando a gente pode e deve ousar. Dura o mesmo tempo que o outro e também tem o FPS12!

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Tenho ainda uma lista da marca pra comprar, porque eles são muito bons mesmo. E você, tem algum produto da QDB? Escreve pra gente aqui nos comentários.

#TemQueLer: Los Angeles

Já falei milhares de vezes – e até me acho repetitiva – o quanto eu sou fã das publicações da irlandesa Marian Keyes e, claro, da família Walsh! O escolhido de hoje não é meu favorito da vida, nem da autora.

Foi o terceiro da família – antes foi Melancia, que até curti e “Férias”, que achei chato. – que eu li. E o escolhido pra hoje pro #TemQueLer é o livro “Los Angeles”, lançado em 2007.


Maggie sempre foi uma anjinha, a cria mais certinha da complicada (e engraçadíssima) família Walsh… até se cansar de andar na linha e mandar todas as regras que a prendiam a um dia-a-dia em sal (e muito menos açúcar) às favas – a começar pelo casamento (que, para o bem da verdade, nunca havia realmente engrenado) e o trabalho bitolante numa firma de advocacia. Ao largar essa vida em preto e branco no passado, Maggie decide se mandar para o lugar onde a realidade promete ser em Technicolor: Hollywood, claro! Terra do glamour, da liberdade, da beleza (até as palmeiras das calçadas são magras), da luxúria e, obviamente, da diversão! Em Los Angeles, o sexto romance de Marian Keyes, a consagrada autora de “Melancia” e “É Agora… Ou Nunca”, acompanhamos Maggie Walsh em sua busca por um sentido na vida em meio às calçadas estreladas de Hollywood, os subúrbios sofisticados de L.A., o bronzeado deslumbrante que só se consegue nas praias da Califórnia, vários martínis, algumas decepções… e muitas risadas, claro. Ao se hospedar com sua melhor amiga, Emily, uma pretendente a roteirista, Maggie começa a fazer coisas que jamais fizera antes: se infiltra em grupinhos de estrelas de Hollywood (mesmo que do segundo escalão), usa meias-calças na cabeça para firmar o penteado, se especializa em ser cara-de- pau profissional para realizar apresentações de roteiros a grandes (ou nem tanto) produtores… Mas será que em meio a tanta aventura, drama e comédia pastelão haverá espaço para um romance – daqueles bem cafonas e açucarados (ou seja, os melhores de todos)?”

Editora: Bertrand

Ano: 2007

Páginas: 490


Margaret Walsh é a mais normal das irmãs. Tem um casamento de nove anos com Garv e emprego estável em uma firma de advocacia. Até que ela surta e manda tudo pro espaço e foge pra… Los Angeles. Lá mora sua melhor amiga, Emily que é o oposto dela: desencanada e livre.

Em L.A, Maggie começa a fazer aquilo que sempre desejou e nunca fez por ser considerada a certinha na sua família. Começa a sair com pessoas completamente diferentes, encanta-se pela cidade e por novas relações. Enfim, se liberta.

Uma coisa que eu curto bastante nos livros da Marian Keyes é que ela retrata assuntos sérios sem drama demais, é no ponto certo. Realidade, sabe? Ela não problematiza – aliás, humaniza – os traumas das protagonistas. E são todas femininas!

 

[Resenha]: A Escolha

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Apesar de achar que ultimamente as histórias feitas pelo Nicholas Sparks andam repetitivas demais, eu sempre quero ver quando adaptam um livro dele pras telonas. Mês passado, eu dei o play no filme “A Escolha”.

Quando li o livro, eu torci o nariz pra história. Achei bem chata e monótono e assumo que fiquei meio em dúvida quando vi que ele se tornaria filme. Mas, posso falar? A história me surpreendeu bem positivamente, de um modo que nunca aconteceu nas adaptações do autor.

Travis (Benjamim Walker) é o típico mulherengo. Solteiro, não quer saber de compromisso. Mora sozinho e é filho do veterinário da cidade e seguiu a profissão do pai, porém encontra resistência da população pra aceita-lo como substituto. Gabriela, ou Gabby, é uma médica – interpretada pela Teresa Palmer – recém formada que veio fazer a sua residência em Beaufort, Carolina do Norte.

Ela se torna vizinha de Travis, por quem no começo torce o nariz por achar que ele é um bonvivant e logo precisa interagir, já que ela acha que o cachorro dele engravidou a sua cadela. E é ai que eles se envolvem e se apaixonam. Porém, com toda história escrita pelo Sparks, claro que no meio do caminho uma tragédia acontece. Atenção, o próximo parágrafo contém spoiller!

Sete anos depois, Travis e Gabby já são casados, tem um casal de filhos e a vida é aparentemente perfeita. Mas o casamento ta em crise por conta das constantes ausências de Travis por causa do trabalho, já que ele assumiu a clinica do pai. Em uma noite em que finalmente eles combinam de jantar fora, o veterinário se atrasa e Gabby ,triste, volta para casa sozinha. E é ai que um acidente acontece e ela fica em coma.

E é ai que conseguimos entender o título do filme: A Escolha. Quase três meses depois do acidente, Gabby ainda está desacordada e as chances dela sobreviver são quase nulas, pra desespero de Travis. E ele precisa fazer uma escolha: deixá-la ir pra sempre ou lutar por ela.

Quando li o livro e já meio calejada pelos finais bem tristes que o Sparks reserva em todas as suas publicações.  Mas ele veio e me surpreendeu. PAUSA PARA: O ex namorado de Gabby é nada mais, nada menos, Tom Welling, o eterno Superman de Smalville. E você, já viu o filme ou leu o livro? O que achou da história?

#TemQueLer: Fiquei com seu número

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A Sophie Kinsella é uma das minhas escritoras internacionais favoritas. Ela – autora da saga Becky Bloom – tem um jeito muito próprio e único de escrever: é aquele que te leva as gargalhadas do começo ao fim.

O último que eu li dela foi o “Fiquei com o seu número”, mais um do gênero chick lit – ou mulherzinha, se preferirem – e me rendeu muitas risadas. Eu comprei o livro em uma viagem de findi que fiz para São Paulo lá em 2013 e já comecei a ler na volta.


A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz… Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa de sua vida ainda está por vir.  

Editora: Bertrand

Páginas: 464

Autora: Sophie Kinsella

Ano: 2012


Poppy Wyatt está noiva do homem da sua vida, Magnus um chato até dizer chega! Até ai tudo bem se em uma confusão em um hotel que ela está hospedada e perde o anel do noivado – que está na família do cara há três gerações! – e como senão bastasse a onda de azar, o seu celular também some.

Como o desespero bate a porta para ter de volta o tal anel, Poppy acaba achando um outro aparelho de telefone para que as pessoas possam entrar em contato com ela. Só que o celular tem dono e ele é do Sam Roxton, empresário bem sucedido. E, claro que ele quer e precisa do seu aparelho de volta. Poppy diz que não vai devolver até encontrar o anel – não era mais fácil ela comprar um novo aparelho, gente? – e eles começam a conversar.

Ela decide então dividir o aparelho com Sam: fica com ele até ligarem com a notícia do resgate e ela vai passando os recados, mensagens e ligações pra ele. Claro que como todo livro ‘mulherzinha’, o final é pra lá de óbvio. Mas é um dos livros mais engraçados dela que já li por ai. E você, conhece a história ou já leu algo da autora? Escreva nos comentários pra gente!

Resenha: The Colossal Volum Express

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Ano passado, mais ou menos nessa época – ou antes, não lembro- , a Maybelline fez uma promoção bem bacana: você convidava dez amigas e tinha direito a um cupom que te dava uma máscara de cílios da marca. É o vulgo rímel, em um bom português. Eu, que estava querendo um bom, não perdi meu tempo e me cadastrei.

O produto em questão era a máscara de cílios/rímel “The Colossal Volum Express”, com tecnologia ‘Super Filme’. E posso falar, não vivo sem mais e já estou sofrendo pois sinto que ele já passou da metade. A fórmula é apresentada da seguinte maneira:

“O Rímel Colossal Super Filme Maybelline preto é ideal para valorizar os olhos! Com uma fórmula que envolve melhor os cílios e os alonga ainda mais, você vai ficar incrível! A super novidade é que ela pode ser removida completamente apenas com água morna. Diga adeus ao efeito panda!”

Minha opinião:

Yes, nós temos volumão. Sim, o efeito é maravilhoso. Tanto que as vezes eu saio só com ele e um batom. Os cílios realmente ficam com um baita volume, do jeitinho que eu curto já que nunca fui fã dos postiços.

Antes e Depois do Rímel

Antes e Depois do Rímel

Ela faz a diferença sim, como eu não tinha visto antes. Em poucas pinceladas, o Colossal se tornou meu queridinho e melhor amigo na hora que eu preciso dar um up no make, mas não quero ousar muito, saca?

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Antes & Depois

Como nem tudo são flores, há os contras. O grande problema dele é na hora da remoção. Como a ideia é que ele dure 24 horas e sem borrar ele só sai quando você lava com água morna e precisa esfregar. Testei com aqueles lenços para remover e sai só o minimo possível.

Isso ocorre graças a uma tecnologia chamada “tubo” que envolve os fios um a um e forma um filme removível (dai o nome!). E sim, é bem chatinho de tirar. Você pode chorar, suar, esfregar os olhos e até dormir com ele que não vai rolar o efeitinho banda, sabe?

Minha nota: 5/5

(imagens: Google e Arquivo Pessoal)

#TemQueLer: Uma prova de amor

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Sempre fui fã assumida do gênero chick lit – ou mulherzinha, para muitos – cujas personagens principais são mulheres e seu universo. O primeiro livro que li da Emily Giffin foi “Ame o que é seu”, já resenhado aqui e ela se tornou uma das minhas escritoras preferidas.

O livro de hoje é “Uma Prova de amor”, que li acho, em 2013 – e foi bem difícil lembrar dos detalhes – e muito bem desenvolvido na forma como ela escreve e apesar das mais de 400 páginas, a leitura é suave e leve.


Sinopse: Não para Claudia Parr. A bem-sucedida editora de Nova York não pretende ser mãe e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha, mas, então, ela conhece Ben. O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito: amoroso, companheiro e — assim como Claudia — também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos?

Uma Prova de Amor é um livro divertido e honesto sobre o que acontece ao casal perfeito quando, de repente, os compromissos assumidos já não servem mais. Contudo, é também uma história sobre como as coisas mudam, sobre o que é mais importante, sobre decisões e, especialmente, sobre até onde se pode ir por amor.

Editora: Novo Conceito

Ano: 2013

Páginas: 432


Cláudia tem um relacionamento bem estável. Ela, uma editora, nunca quis ter filhos e encontrou em Ben, seu marido o cara ideal para isso: ele também não quer. Ele é o cara ideal: amoroso e companheiro. Mas, o que Claudia não previa era que o instinto paternal afetasse Ben e ele começa a pensar na possibilidade de ter um filho. De preferência, com ela.

Então é ai que a crise no casamento começa. O que ela deve fazer? Atender aos desejos do marido, afinal, ela o ama e quem sabe pode amar a criança ou simplesmente cortar a relação? Então começa o dilema, já que todo mundo a enxerga como a vilã da situação, até porque é o desejo de se ter filhos sempre parte da mulher, nunca do homem.

*Alerta spoiller!* O casamento começa a ruir e logo eles se divorciam e vai cada um para um canto. Separados, Cláudia decide dar novos rumos a sua vida e começa a conhecer novos caras e como é a relação dela com a família. Ela começa a perceber que quando a gente ama de verdade uma pessoa, as vezes é preciso abrir mão de certos pensamentos e convicções.

A Emily Giffin tem um jeito bem característico em todos os seus livros: ela adora falar de relacionamentos – seja de qual tipo – de uma forma simples e pura, sabe? Uma sensiblidade que poucos conseguem ter quando escrevem seus livros. Eu já li quase todos os livros dela e em todos parece que a escrita fluiu.

#TemQueLer: Para onde ela foi?

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Vocês lembram que eu falei do livro “Se eu ficar” nesse post aqui e que depois acabou virando filme? Bom, uns dois meses atrás, uma amiga me emprestou a continuação, “Para onde ela foi?” e sobre ele o #TemQueLer de hoje. Prepare o lencinho que a continuação é tão emocionante quanto a primeira.


Meu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos não em milhas, não em continentes, não em anos , e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado.
Com a mesma força dramática de Se Eu Ficar, agora pela voz de Adam, Para Onde Ela Foi expõe o desalento da perda, a promessa da esperança e a chama do amor que renasce.

Autora: Gayle Forman

Páginas: 240

Editora: Novo Conceito


#Atenção: alerta spoiller

Quem leu “Se eu ficar” pode perceber que lá no finzinho teve uma amostra do primeiro capítulo de “Para onde ela foi?“, certo? Bom, a história dessa vez é narrada por Adam Wilde, namorado da Mia Hall, três anos depois do acidente.

Vemos que Adam agora é cantor de rock bem famoso que namora uma atriz de Hollywood. Calma, mas e Mia e todo o amor que eles viveram lá no primeiro livro? No começo da narrativa – bem tensa para meu gosto – a única coisa que sabemos é que eles não estão mais juntos. As perguntas que ficam são: quem terminou? Ela sobreviveu mesmo ao acidente?

Ao longo das páginas percebemos que apesar da fama, o garoto é um cara solitário. Não tem amizade com mais ninguém, vive separado da sua banda com quem tem uma péssima relação e o seu namoro é totalmente midiático. Conseguiu o estrelato, mas não é feliz.

Levanto o olhar novamente. Seus olhos ainda estão lá, ainda olhando para mim. E eu tenho certeza absoluta de que ela vai tocar esta noite.

Os capítulos vão se intercalando entre a vida atual e os momentos com Mia antes e depois do acidente. Até que por obra do destino, eles são colocados frente a frente em um concerto dela. O garoto que se mostrava tão rebelde, vai se abrindo e revelando aos leitores o motivo do término e pasmem: não foi ele que acabou!

A história é de um todo bem linda. Fala sobre recomeços e segundas chances. Você daria uma segunda chance ao amor da sua vida?. Apesar de ter achado o final bem acelerado – e só vai entender quem for ler- acredito que enrolar seria bem massivo. Me despedi de Adam e Mia com uma dorzinha no coração e a esperança que eles também levem esse segundo livro para as telonas.

#TemQueLer: A verdadeira Bela

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Eu conheço a Li e o trabalho dela tem um bom tempo, sou fã assumida do trabalho dela – tem entrevista dela aqui e resenha do meu livro preferido (Um coração em Guerra) aqui – e como curto bastante dar aquela valorizada no produtinho nacional e foi um dos primeiros livros físicos da autora, lançado em 2013.

Com uma escrita bem leve e descontraída, “A Verdadeira Bela” me encantou na primeira página. Além da história fluir com a sua leveza, os personagens possuem um carisma e a Li foi bem objetiva contando esse romance.

Mais ou menos dois meses atrás, a Li Mendi divulgou que o seu livro “A Verdadeira Bela” andava na promoção, por um preço ótimo. Tratei logo de comprar dois: pra mim e para uma amiga querida, de presente. Assim que chegou, comecei a ler mas por uns motivos alheios, deixei ele meio de lado só retomando a leitura algumas semanas depois. E preciso confessar: terminei ele em uma noite.


Nicole está prestes a entrar para uma agência de publicidade famosa e lá enfrentará o conflito entre a auto-imagem e a visão distorcida dos seus colegas a seu respeito. A pressão psicológica que acontece com bullying nas redes sociais será vencida por um grande amor, que surge para fortalecê-la e protegê-la de todos os preconceitos.

Fernando é admirado por seu dinheiro e poder, mas, no fundo, luta contra uma secreta baixa auto-estima. Com medo da própria imagem que forma no olhar do outro, ele se critica e se fecha. Até que um dia seu caminho se choca com o de Nicole e os dois aprendem juntos que o amor não é cego. Ele vê com clareza o que nem todos veem: a verdadeira beleza completa do ser amado.

Com muito bom humor, este livro irá tomá-lo do começo ao fim e envolvê-lo em uma estória que fala de um homem tentando entender o seu passado e de uma garota lutando pelo seu futuro. De repente, os dois se veem um de frente para o outro e descobrem a essência de um amor eterno.

Ano: 2013

Páginas: 159

Editora: Editora Highlands


*Atenção, contém spoiller*

Nicole é uma publicitária recém formada cujo sonho é trabalhar na melhor agência de publicidade, a True B. Atrapalhada e divertida, a garota derruba sem querer seu almoço na camisa de um desconhecido. No meio da praça de alimentação de um shopping. E justamente no dia da sua entrevista.

Fernando, o tal desconhecido, a convida para almoçar e a química entre os dois surge logo de cara. Nic descobre então que o companheiro de almoço é nada mais nada menos do que seu talvez futuro chefe.

Nicole tem a aparência de uma patricinha fútil, mas é uma mulher de personalidade forte e decidida. Fernando é o típico galã: rico, bem sucedido e lindo. O enredo não é nada fora da caixinha, acontece tudo do jeito mais normal. E tem de tudo um pouco: drama, aventura e claro, muito romance. Mas não pense que é daqueles água com açúcar.

Sim, o final é meio óbvio. Clichê, eu diria. Mas vale cada página lida, de verdade.

Turnê Meu Canto: eu fui!

Quem já me conhece, pode perceber o quanto eu sou fã da cantora Sandy Leah. Ano passado eu contei aqui a minha aventura na plateia do programa SuperStar em que ela é jurada. E, no último sábado, lá fui eu conferir a nova turnê dela, intitulado ‘Meu Canto’. Esse nome, segundo a propria Sandy, tem dois significados: o seu amor por cantar e mostrar ao seu público um pouco mais dela.

Diferente das outras apresentações que eu fui, resolvi escolher um lugar lá atrás. Queria ver o show por completo, ter uma visão total do palco, sem o murmurinho dos fãs mais eufóricos. E dessa vez consegui ver uma Sandy mais madura e segura no palco, com composições que mostram o seu melhor momento.

A apresentação em solos cariocas da cantora , trouxe uma surpresa: o making off do seu DVD que conta com duas participações pra lá de especiais: Gilberto Gil, em “Olhos Meus” e Tiago Iorc, com uma música inédita ‘Me Espera‘. Essa última, aliás, foi escolhida por Sandy para ser o carro chefe nesse seu novo trabalho e é deliciosa de se ouvir.

O show começa com a música “Sim“, seguida pela minha favorita e a que mais vibrei, confesso: “Aquela dos 30“. Sandy então vai embalando seus fãs com um sucesso atrás do outro dessa sua fase solo. Com quatro canções inéditas – “Respirar“, “Salto“, “Colidiu” e “Me Espera” – ela vai contando como foi o processo de criação de cada uma.

Além disso, Sandy faz duas homenagens: ao cantor Nando Reis com a canção “All Star” e ao seu avô, cantando “Canção para Luciana“. E, é claro aos seus fãs desde o tempo com o seu irmão Júnior, e as escolhidas da vez foram ‘Nada é por acaso’ e ‘Desperdiçou’. E é nesse momento que os fãs digamos mais eufóricos, correm para mais perto do palco. Lembra no começo do texto que escolhi uma mesa lá atrás? Por isso. Mas, como boa fã dela, foi impossível não me levantar e começar a dançar ali mesmo, no meu lugar.

Sai de lá com a alma mais leve, rouca, olhos inchados de tanto chorar e a certeza que o meu amor e admiração por ela só aumentam! E você, tem algum ídolo ?

Créditos das fotos: Google e Instagram da Sandy