Para curtir o findi: “Unbreakable Kimmy Schmidt”

Vai dizer que tudo o que você mais quer nos dias de descanso e ainda mais nesse clima frio, pero no mucho é se jogar nas cobertas pra poder ver to-das as suas séries? Se assim como eu, anda querendo séries novas esse post foi feito especialmente para você. Orfã de série (via Glee, Hart of Dixie e Revenge- todas canceladas esse ano!), perguntei para uma colega de trabalho uma indicação e ela: Unbreakable Kimmy Schmidtsem titubear (ela falou também “The Killing”, mas isso é assunto para outro post.)

A série – produzida pela Tina Fey – é sobre a vida da Kimmy (Ellie Jammer), é uma garota de quase 30 e que passou metade da sua vida trancada em uma espécie de subsolo, pois foi levada a acreditar que o mundo estava prestes a acabar. Assim como ela, mais duas adolescentes e uma senhora latina, ficaram trancafiadas esse tempo todo, já que o pastor de uma seita que afirmava que elas tinha sido escolhidas para sobreviver.

Ao serem libertadas pela polícia, depois de tantos anos de busca, Kimmy resolve radicalizar e morar em Nova Iorque. Lá, conhece Tittus, uma ator gay negro, que desiludido com a vida, trabalha entregando panfleto. Eles passam a dividir o apartamento. Ela arruma um emprego como babá do filho de um político com uma mulher completamente, mas que acaba se tornando amiga e confidente da Kimmy.

A partir de então, ela começa a se adaptar ao ano de 2015. Por exemplo, ela não sabe o que é smarthphone e ouve suas músicas em um walkman. A série, muitas vezes é dita como boba e de mulherzinha, mas vou ter que discordar e muito! Ela trata como esse mundo além de cruel, pode ser bem mesquinho as vezes.

Com apenas 13 episódios, com 30 minutos cada, “Unbreakable Kimmy Schmidt” pode ser vista in-tei-ri-nha no NetFlix. A boa notícia é que já está sendo produzida a segunda temporada. É aguardar pra ver.

Confira aqui o trailer!

Pra grudar na telinha com a nova das sete!

Parece que foi ontem, mas já tem uns bons meses que falei aqui da estreia de Alto Astral. Bom, a novela acabou na última sexta-feira e hoje começa uma nova, a “I love Paraisópolis”, do autor Alcides Nogueira. E se tem uma coisa que eu curto de montão, é uma estreia de novela. Quer saber os motivos que vão te levar a ficar vidrado no novo folhetim? Continue lendo!

 O enredo é simples e leve.

Com uma pegada mais jovem, a história conta sobre duas irmãs (Bruna Marquezine e Tatá Werneck), moradoras da comunidade de Paraisópolis, vizinha do imponente e rico bairro Morumbi, na cidade de São Paulo e que desejam uma vida melhor e vão em busca do seu objetivo.

Tem história de amor, sim senhor!

Quem não curte um romance água com açúcar?

E é daquelas bem clichê: Marizete, papel da Bru, moça de classe média baixa se apaixona pelo rico Benjamim, feito pelo Maurício Destri. No meio disso tudo tem a mãe perua que vai separar o filho da amada e a ex-namorada perseguidora. Mais “história de novela”, impossível!

Tá recheada de guapos!

Sem título

Caio Castro, como bad boy, Henri Castelli como vilão, Maurício Destri como o mocinho protagonista e Alexandre Borges como o pai de família. Percebeu a listinha nada básica de boys magyas? Tem pra todos os gostos e idades.. o que vai ter de gente dando desculpa para não sair mais as sete…

A trilha sonora é de suspirar.

Eu nunca contei, mas eu sou apaixonada pelo Ed Sherran. E, para minha alegria, a melhor música dele, “Thinking out Loud” – na minha opinião, claro – é a canção que vai embalar o romance do casal protagonista. Isso sem falar da Meghan Trainor, Ana Carolina e da banda Janz (que participou da primeira temporada do SuperStar)

Vamos pirar na Letícia Spiller: incrível e vilã!

Confesso que uma inveja beeem grande rolou quando vi o shape + hair + pele da eterna Babalu. Aos 41 anos (SIIIIIIIIIIIIIM!!), a atriz vai dar a vida a vilã Soraya, uma perua mãe do mocinho e que vai fazer de tudo pra separar o casal protagonista. Além do corpo e cabelo e pele de fazer pirar qualquer mulher, a Letícia ainda vai fazer par com o Henri Castelli. Que chato, não?