Resenha: Fuller House

Vai, confessa. Se você tem no máximo trinta anos ficou em polvorosa quando soube que a Netflix iria produzir o spinoff da série Full House, sucesso nos anos 90 e durou oito anos. A série, que alavancou a carreira das gêmeas Olsen, contou sobre a vida de Danny Tanner, viúvo e pai de três filhas pequenas. Para poder dar conta de tudo, ele conta com a ajuda do seu cunhado Tio Jesse e do seu melhor amigo, Joey.  As filhas são DJ, Sthephanie e Michelle que tem dez, cinco e nove meses. Imagina a confusão, não é?

Pula pro ano de 2016 e agora as situações se inverteram. DJ, a irmã mais velha é agora veterinária e como o pai, viúva. E, como não poderia deixar de ser, ela tem três filhos em idades – e personalidades – bem parecidas com ela e suas irmãs.

Danny e Becky, a mulher do tio Jesse foram convidados para apresentar um programa nacional e vão morar em outro estado. Joey é um famoso comediante e os gêmeos estão na faculdade. Com isso, a história se repete. Só que dessa vez, as companhias da mais velha são sua irmã Stheph e a melhor amiga Kimmy e sua filha pré adolescente Ramona. Os filhos agora são Jackson, Max e Tommy.

Entrego agora que não vi todas as temporadas do original (que aqui no Brasil ficou conhecido como ‘Três é demais e passava no SBT), mas esses trezes episódios do spin off me trouxeram um sabor e cheiro de infância, sabe? As referências das meninas aos anos 90 (cantando Spice Girls!) é apenas muito maravilhoso! Eu amei reviver tudo com elas.

Pra mim, o melhor da série são as tiradas da Stheph que me fez lembrar o porque ela sempre foi a minha favorita. Nenhuma das gêmeas aceitaram aparecer no projeto (alegaram quererem férias das telinhas!) e a personagem é citada como uma estilista de sucesso e alfinetadas são dadas em uns dois momentos. Aproveita que o findi ta chegando e corre pra fazer maratona e a nova versão da música de abertura ficou por conta da Carly Rae Japsen! Ah, boa notícia: a segunda temporada ta garantida!

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[Resenha]: How to get away with murder

Sempre fui conhecida pelos amigos de ser grande fã e telespectadora de séries do gênero mulherzinha, sabe? E a lista, preciso confessar: Glee, 90210, Unbreakable Kimmy Smith, Hart of Dixie. Desde que to-das aquelas que eu acompanhava tiveram seus seasons finale, resolvi radicalizar e me jogar no drama e no suspense. Fui para The Killing que vi metade só e então que me indicaram a ‘melhor-série-de-todos-os-tempos’: How to get away with murder’

Dificilmente começo a ver algo que não seja indicação de alguém em que confio. Uhum, tenho esse problema. Não consigo ir cega. Conversando com um amigo, ele perguntou o que eu tava vendo e falou: ‘Vai nessa que é muito boa’. E fui. E não me arrependi. Sabe quando você já pega amor no episódio piloto? Foi assim. É tanta adrenalina que terminei a primeira temporada em três dias.

A história conta sobre uma advogada, Annelise Keating vivida pela brilhante Viola Davis, que todo começo de ano letivo, escolhe os melhores alunos para trabalhar com ela. E é assim que seu caminho cruza com Wes, Connor, Laurel e Michaela. Envolvidos em um assassinato, vemos ao longo de quinze episódios como tudo acontece e o que levou a isso. Paralelo, existem os casos que a advogada defende e ao mesmo tempo ensina aos seus alunos.

O diferencial? O enredo não vem em um modo linear: as coisas não são contadas no modo cronológico, sabe? No episódio piloto, vemos que alguém morreu e que os quatro estão fazendo de tudo para esconder o corpo. E então, começa a contar como eles se conheceram, três meses antes.

Até o mistério ser desvendado – o que acontece por volta do nono – sempre há flashs (e todos conexos, diga-se de passagem!) com o que aconteceu no dia fatídico: o do assassinato. A cada episódio, é mostrado a personalidade de cada um, o que eles fazem para alcançar seus objetivos.

A primeira temporada tá toda no Netflix e a segunda acabou de estrear lá nos Estados Unidos. Corre pra ver e me diz o que você achou! E sabe quem é a produtura? Shonda Rhimes, a mesma que produziu outros sucessos como “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. Ah, e a Viola ganhou esse ano um Emmy, justamente por causa da personagem.

O dia é do solteiro. E a noite também!

O grande mal da nossa sociedade atual é que ela sempre espera quando se chega em uma vida relativamente adulta é que você tenha um relacionamento duradouro e saudável. Porém, nem todo mundo pensa assim e é su-per normal encontrar pessoas que curtam e muito a vida de solteiro. Afinal, contrariando a canção, é possível sim ser feliz sozinho! Não foi à toa que criaram um dia só para eles, nós, os solteiros Nesse post, você encontra 4 motivos que te mostram o bom de ser solteira.

Satisfações? O que é isso?

Não tem coisa mais chata do que ficar falando o que vai fazer, aonde vai, com quem vai a toda hora? Bom, quando se é solteira, você só precisa dar satisfações para seu chefe.. e olhe lá! Quer acordar no meio da tarde no sábado? Pode. Quer ficar em casa domingo? Pode também. O tempo é seu e você aproveita como quiser.

Sem DR, sem drama familiar

Nada mais chato do que enfrentar horas e horas de DR com o boy justamente quando você quer ler um livro. Ou então ter que ser A simpática com aquela prima de segundo grau que você nunca foi com a cara no aniversário de três anos da priminha. Na solteirice, você só discute relação com o seu peso e cabelo. E não se sente culpada ao não rir quando o tio do pavê aparece.

Girls just have a fun

Estar solteira é sinônimo de tempo livre, certo? Você tem muito mais tempo pra sair com as amigas, seja para um barzinho ou para uma balada in-crí-vel, que você planeja e sonha durante a semana toda. Tem até espaço para ir naquela viagem que você planeja desde os quinze anos. Se jogar na diversão é o seu lema de vida!

Momento egoísmo total

Controle da televisão? Seu. Sabor da pizza da quarta? Você decide. Filme do NetFlix? Advinha quem escolhe! A panela de brigadeiro é toda sua, uhum. Então para de tanta tristeza e lamentação já que a decisão tá nas suas mãos!

Para curtir o findi: “Unbreakable Kimmy Schmidt”

Vai dizer que tudo o que você mais quer nos dias de descanso e ainda mais nesse clima frio, pero no mucho é se jogar nas cobertas pra poder ver to-das as suas séries? Se assim como eu, anda querendo séries novas esse post foi feito especialmente para você. Orfã de série (via Glee, Hart of Dixie e Revenge- todas canceladas esse ano!), perguntei para uma colega de trabalho uma indicação e ela: Unbreakable Kimmy Schmidtsem titubear (ela falou também “The Killing”, mas isso é assunto para outro post.)

A série – produzida pela Tina Fey – é sobre a vida da Kimmy (Ellie Jammer), é uma garota de quase 30 e que passou metade da sua vida trancada em uma espécie de subsolo, pois foi levada a acreditar que o mundo estava prestes a acabar. Assim como ela, mais duas adolescentes e uma senhora latina, ficaram trancafiadas esse tempo todo, já que o pastor de uma seita que afirmava que elas tinha sido escolhidas para sobreviver.

Ao serem libertadas pela polícia, depois de tantos anos de busca, Kimmy resolve radicalizar e morar em Nova Iorque. Lá, conhece Tittus, uma ator gay negro, que desiludido com a vida, trabalha entregando panfleto. Eles passam a dividir o apartamento. Ela arruma um emprego como babá do filho de um político com uma mulher completamente, mas que acaba se tornando amiga e confidente da Kimmy.

A partir de então, ela começa a se adaptar ao ano de 2015. Por exemplo, ela não sabe o que é smarthphone e ouve suas músicas em um walkman. A série, muitas vezes é dita como boba e de mulherzinha, mas vou ter que discordar e muito! Ela trata como esse mundo além de cruel, pode ser bem mesquinho as vezes.

Com apenas 13 episódios, com 30 minutos cada, “Unbreakable Kimmy Schmidt” pode ser vista in-tei-ri-nha no NetFlix. A boa notícia é que já está sendo produzida a segunda temporada. É aguardar pra ver.

Confira aqui o trailer!

#FriendsWithBenefits

Imagina uma pessoa chata para ver série? Com TOC mesmo! Prazer, sou eu. Tenho que ver na ordem, não consigo perder um episódio que me desespero. E, principalmente, preciso me apaixonar pela série. Me sentir parte do todo. Quero ser amiga dos personagens, me apego, choro, torço. Me entrego mesmo! Tava meio orfã das minhas séries, a maioria em hiatus e eu queria algo novo, que me fizesse me identificar. Amigos me indicaram “Orange is the New Black”. Vi dez minutos e não curti, não rolou #paixão (mals aê quem curte. Quem sabe num futuro bem próximo eu não me apaixono?)

Zapeando pelo meu Netflix (muito amor também!!!) eu achei a “Friends With Benefits”. Não, gente. NÃO é do filme (que também eu amo!!!!!) com Justin Timberlake e Mila Kunis que eu tô falando. Existe, também, uma série com mesmo nome. Mas a ideia é mais ou menos a mesma.

Personagens da série Friends With Benefits.

Personagens da série Friends With Benefits.

Ben (Ryan Hansen) e Sara (Danneel Ackles) são melhores amigos há mais de dez anos. Ela é uma médica e está desesperada para encontrar o cara certo. Ele, que ainda não sabe o que quer da vida em muitos termos, vai se divertindo com as erradas. No meio disso tudo, dormem juntos quando a carência bate, de um modo que não abale a amizade.

A série ainda conta com mais três amigos:

Riley (Jessica Lucas) garçonete do bar que eles se encontram sempre e que divide o apê com a Sara; Aaron (Zach Creeger), engenheiro e nerd muito rico e Julian (Andre Holland), o mais ‘pegador’ de todos.

A série, da NBC, durou apenas 13 episódios, com uns 20 minutos cada. Para quem é desprendida (que não é o meu caso, né?) consegue em um dia de bobeira, pegar o brigadeiro e a pipoca, chamar as amigas e apertar o play .

Confesso que no fim, ficou um gostinho de quero mais, sabe? Fiquei muito triste quando vi que não tem segunda temporada. Dizem os mais críticos que a série lembra muito a extinta “Friends” pelas características mais marcantes.