Os avós mais legais da ficção

Tem coisa mais gostosa do que carinho e colo de avó e avô? E é deles o dia t-o-d-o amanhã! Não sabia? A data, diz a lenda, existe por causa do dia de Sant’Anna – 26 de julho – que foi mãe de de Maria de Nazaré, ou seja, aqueles que foi a avó de Jesus Cristo aqui na Terra. Para celebrar essa data, listei aqui alguns avós da ficção para gente conhecer se derreter toda.

Vovô sem vergonha

O longa, de 2013, fala de um avô, de 86 anos – Irving – muito do sem noção que viaja ao redor dos Estados Unidos com seu neto, o pequeno Billy (Jackson Nicoll), de apenas oito anos e deixa a criança fazer várias coisas, como fumar e beber e que causa espanto nas pessoas ao redor. O filme faz parte de uma série conhecida como ‘Jackass’

Up: Altas aventuras

Confesso que nunca vi essa animação, mas foi só pensar em velhinhos fofos que é impossível não pensar no Carl. Apesar de não ser um avô de verdade, o senhor vê sua vida ligada ao escoteiro Russell, que pretende ganhar uma medalha de honra ao mérito por ajudar um idoso.

Pequena Miss Sunshine

Esse filme conta a história da pequena Olive (Abigail Breslin) que conseguiu se classificar no concurso de “Little Miss Sunshine’. Para vencer o concurso, seu avô paterno Edwin (Alan Arkin) a ensaia todos os dias depois de ser expulso da casa de repouso por causa do uso de drogas. Avô mais louco, impossível!

Sítio do Pica Pau Amarelo

Essa vovó tem espaço to-do especial no coração dos seus netos. Vivida por várias atrizes (Zilka Salaberry, Nicette Bruno, Suely Franco e Bete Mendes) ao longo de toda a história do Sítio do Pica Pau Amarelo, Dona Benta é a típica avó: doce, maternal e carinhosa. A avó do Pedrinho e da Narizinho, criação do Monteiro Lobato, mora sozinha no seu sítio junto com a sua neta e a tia Nastácia.

Diário de Uma Princesa

A coleção da escritora Meg Cabot, que ganhou duas versões cinematográficas traz uma avó rainha de Genóvia e é interpretada pela diva Julie Andrews! Mia (Anne Hathaway) descobre que é herdeira do trono de Genóvia. Para poder conhecer mais um pouco da sua origem, a adolescente resolve passar um tempo com a sua avó no país dela, o que gera muita confusão e cumplicidade entre as duas.

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Eu vi: “O melhor de mim”.

Que sou fã do Nicholas Sparks isso não é novidade aqui no blog, não é? Já falei dele várias e várias vezes. Em outubro do ano passado, até escrevi aqui quando ele estava para estrear nos cinemas mais uma adaptação de um dos seus filmes, o longa “O Melhor de mim”

Protagonistas na fase adulta

Bom, para terminar meu findi, resolvi dar o play e finalmente assistir ao filme. Já digo logo: prepare seus lencinhos, dá pra chorar sim. E muito! E atenção, o post contêm spoiller. Como eu tenho o pé atrás das adaptações para a telona, já que eles insistem em cortar e mudar muita coisa, dessa vez já estava preparada para o que desse e viesse.

A história central é de amor, claro e conta sobre o reencontro vinte e um anos depois de Amanda e Dawnson. Eles que foram namorados na adolescência, por um acidente acabam se separando e cada um segue seu rumo. Após tantos anos afastados, eles tem que se rever no funeral de um grande amigo, Tucker.

Durante alguns dias, eles relembram o passado e todo o amor que tinham um pelo outro. Porém, Amanda é casada e mesmo o seu relacionamento tendo acabado há muito tempo, fica com medo de largar tudo e Dawnson realmente entende. Como tudo nas histórias do Sparks é um drama só, a vida dos dois acaba novamente se desencontrando e cada um segue seu rumo novamente. Dessa vez para sempre.

Eu me emocionei muito com o filme, tinha lido o livro já tem um bom tempo e na época quando terminei, percebi que desde ‘O casamento’ não me emocionava com uma publicação do Nicholas Sparks. O filme é bem fiel ao livro – graças a Deus!! – e quando termina dá aquele aperto no peito e a famosa pergunta: ‘Sério que isso aconteceu?’. Já ouvi quem tivesse achado chato, eu adorei e recomendo para quem curte uma boa história de amor.

O longa é estrelado por por James Marsden e Michelle Monaghan (Dawnson e Amanda na fase adulta) e Luke Bracey e Liana Liberato, os protagonistas na adolescência.

“Simplesmente Acontece”, o filme!

Sempre que resolvem transformar um livro em filme, me dá um certo medinho de estragarem a história (as tramas de Nicholas Sparks são as campeãs!), por isso sempre vejo com um leve receio. Quando soube que um dos meus livros preferidos dos últimos tempos, “Simplesmente acontece”, da Cecília Ahern (falei dele aqui!!), iria se tornar filme, já fiquei preparada para a decepção.

Foi assim que uns dias atrás, eu resolvi deixar os receios de lado, e ver o filme, estrelado por Lily Collins como Rosie e Sam Claffin no papel de Alex, e que foi baseado no livro. Existe diferenças? Sim, muitas. Mas nada muito incoerente e que saia se perguntando “Sério, que eles não colocaram aquela parte??” Agora caso você não ligue pra spoiller, continue a ler esse post!

A história é aquela bem clichê: Rosie e Alex são amigos desde os 3 anos. No filme fica claro logo no começo que rola um sentimento mais que amizade entre os dois, coisa que no livro isso demora a acontecer e muito. Eles, britânicos (no livro, moram na Irlanda), querem sair de lá a todo custo e irem morar em Boston.. mas ela no meio do caminho fica grávida e adia esse sonho. Diferentemente do livro, que termina quando eles estão com uns 50 e poucos, no longa, eles se acertam com uns 35 (única parte que realmente achei melhor!)

Uma das coisas mais legais no livro é que toda a narração é feita através de cartas, sms e e-mails e no filme isso não é tão possível né? Eles trocam algumas mensagens, mas não tanta. A Katie, filha da Rosie é pouco aproveitada também, podia ter aparecido mais, pois no livro ela é uma fofa e tem umas tiradas bem engraçadas! A Ruby também aparece bem pouco, o que é uma pena.

Acabei de ver o filme agradecendo por não estragarem a história e com o lencinho na mão, é claro!

#Top5: trilhas sonoras – especial Dia dos Namorados

“L’amour”! Quer coisa melhor do que estar apaixonado? Ah, é estar apaixonado e ter aquela trilha sonora mais que especial! Ou vai me dizer que nunca suspirou por ninguém ouvindo AQUELA música especial? Nesse post #3, vamos falar das canções que tocaram na hora do beijo do casal. Confere só dando o play!

 I’ve had the time of my life – Dirty Dancing

Impossível não querer ser ótima na dança quando ouvimos essa música. A canção, que embalou uma das últimas cenas do clássico dos anos 80, Dirty Dancing, estrelado por Patrick Swayze e pela Jennifer Grey,é uma das músicas mais pedidas quando o assunto é primeira dança de casados. Meu sonho é um dia conseguir aprender a coreo!

Your Song – Moulin Rouge

Não sou muito fã de filmes musicais, tenho um certo preconceito, confesso! Mas como eu amo essa música, impossível dela não aparecer aqui. O longa conta a história de Satine (Nicole Kidman), uma prostituta que acaba se apaixonando por um cliente (Ewan McGregor), mas ela é proibida de viver esse amor por conta do seu algoz

Unchained Melody – Ghost

Impossível não pensar no filme sem essa música. Um dos filmes mais românticos na minha opinião, a canção embala os protagonistas (vivido por Patrick Swayze – ele de novo! e Demi Moore) na clássica cena em que o fantasminha camarada dança com a amada. Caixa de lenço na mão, ok?

She – Um lugar chamado Nothing Hill

Particularmente, não curto muito esse filme (acho que só vi uma vez!), já a música… imortalizada por dois cantores maras: o francês Charles Asnavour e o Elvis Costello (e é a versão dele que tá no filme!) – é tema do casal Hugh Grant e Julia Roberts. Ele é dono de uma livraria (Will) e ela é uma atriz (Anna). Fico emocionada sempre que ouço essa música. Sempre!

Out of Reach – O diário de Bridget Jones

Esse é um dos meus filmes preferidos da VIDA! Uhum. Sabe aquele filme que você se vê do começo ao fim? Então, é esse. Bridget é uma mulher solteira de 30 e alguns e que não namora há algum tempo. Ela se envolve com um cafa (#quemnunca?) e não percebe que o vizinho and amigo de infância é um cara legal e a curte demais. Quer semelhança melhor? Pausa pra trilha dela levando um fora do cara, assim que descobre que o boy magya (Colin Firth) vai casar. Eu sofro nessa parte SEMPRE.

#Top5 – casais: Especial Dia dos Namorados

Continuando a sequência de post especiais do #DiaDosNamorados, o post de hoje é dedicado aos casais mais fofos das telinhas, aquele que nós suspiramos – queremos um igual – só quando começa a intro da trilha. Vamos ver?

Romeu e Julieta

O.k, já sabemos que o final não foi feliz, mas a história de amor, levada às últimas consequências é maravilhosa. De famílias inimigas, Capuleto e Montéquio, proíbem o namoro dos filhos, e para viverem felizes e longe da rixa entre os pais, acabam morrendo, por falta de comunicação. Triste, não? A história foi escrita e imortalizada pelo poeta inglês William Shakespeare, e já foi levada para o teatro, televisão e cinema inúmeras vezes!

Mônica e Cebolinha

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Existe ou não casal mais fofo dos quadrinhos? Eu sou fã confessa da dupla (e dos gibis também!) e entre tapas e coelhadas, eis que o pai da garotada, Maurício de Souza resolveu juntar a “gorducha” e o “5 fios” quando eles viram adolescentes!

A Bela e a Fera

A Bela nunca foi entre todas as princesa da Disney a minha preferida. #CinderellaFeelings. Mas existe casal mais fofo e cúmplice do que eles no mundo do conto de fadas?? Quem nunca se apaixonou por uma ‘fera’, aquele guapo que todo mundo não acha bonito, mas encanta você de um jeito todo especial e ponto!

A Dama e o Vagabundo

Quem foi que disse que o amor é só entre os humanos, hein? Essa linda cadelinha de raça, uma verdadeira dama se apaixona pelo pobre e vagabundo vira lata. Como não suspirar pela clássica cena deles dividindo um prato de macarrão e dando um beijinho sem querer?

Hermione Granger e Ronny Weasley

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Durante sete anos eles foram apenas bons amigos, mas desde o primeiro filme todo mundo torcia por eles, certo? Ela, a nerd e ele, o atrapalhado. A dupla de bruxos, melhores amigos do Harry Potter, demorou – e muito! – para ficarem juntos, mas também quando rolou, todo mundo pirou. Eu sempre ‘shippei’ o casal, você não?

#Top7: filmes – especial dia dos namorados

Quem não lembra que ano passado dia 12 de junho caiu justamente na abertura da Copa do Mundo, minando qualquer tipo de comemoração da data? Pois bem, para alivio da galera comprometida, esse ano não existe nenhum evento futebolístico e ainda cai em uma sexta feira! Se seus planos são os de se enroscar com o guapo debaixo do edredom nesse quase inverno, confira essa lista de sete filmes pra aproveitar a data a dois.

Amor sem fim

Aquela história bem clichê: garoto pobre se apaixonada pela menina rica e o pai é contra pois acha que ela merece coisa muito melhor. Vi esse filme na televisão semana passada e confesso, achei mais do mesmo. Romântico pra valer, mas esperava mais ação e emoção. Estrelado pelo lindo Alex Pettyfer, como David e Gabriela Wilde como Jade. Ah, o longa é uma refilmagem de um clássico dos anos 80.

Ghost

Jogue o primeiro lencinho de papel quem nunca se emocionou com esse Ghost!! A história fala do meu muso mor Patrick Swayze, que é assassinado a mando do seu melhor – e bem invejoso – amigo, que pensava que ele tivesse descoberto o roubo na empresa que trabalhavam. Como ele se preocupa com Molly (Demi Moore) pede ajuda a uma vidente Oma Mae (Whoopi Gooldberg) que tente convencer que a namorada corre perigo.

Diário de uma paixão

Outro clássico do cinema! Inspirado no livro de mesmo nome do autor “Nicholas Sparks”, o longa conta a história de amor de Noah (Ryan Goslling) e Allie (Rachel McAdans). Novamente, ela menina rica, ele o pobretão. Se apaixonam e por conta de intriga da mãe, se separam. Nas vésperas do seu casamento, Allie volta para a cidade que conheceu o amado, o reencontra e desiste de tudo. O mais emocionante é que a história é narrada por um senhor para sua companheira de asilo que depois descobrimos que é o Noah, que conta diariamente para a sua esposa que sofre de Alzheimer.

Cidade dos Anjos

Filme para desidratar, fato! Sam, papel de Nicolas Cage é um anjo cuja missão é confortaras pessoas na hora da sua morte, se apaixona pela médica e humana Maggie (Meg Ryan). O anjo tem um dilema: trocar a eternidade por uma vida ao lado da amada ou deixar pra lá. Demorei anoooos pra ver e quando terminou estava sem forças para pensar. Destaque para música tema: ‘In the arms of the angel’, da Sarah McLachlan que é de suspirar.

Amor para recordar

Outro filme que teve inspiração do livro do Sparks. O jovem rebelde Landon (Shane West) após uma brincadeira de mau gosto no colégio, é obrigado a pagar seu castigo ajudando na produção de uma peça de teatro de fim de ano que também é feito pela certinha e bela Jamie (Mandy Moore), filha do pastor da cidade. Eles, tão diferentes, se apaixonam, mas ele descobre que ela tá com uma doença incurável e resolve realizar todos os sonhos e vontades dela. Um dos poucos casos em que o filme se mantem bastante fiel ao livro.

Um dia

Mais um da série: ‘era livro, virou filme’. Emma (Anne Hathaway) e Dexter (Jim Sturgess) se conhecem nos seus últimos dias da faculdade e viram grandes amigos. Mesmo sem terem nada, sempre rola um clima entre os dois. Depois de formados, cada um vai para um lado, mas mantem o contato. A história vai mostrando o dia 15 de julho na vida dos dois a cada ano. O final é meio bobo, mas é de chorar horrores. E sim, eu preferi o livro do que o filme.

Antes que termine o dia

Samantha (Jeniffer Love Hewitt) é uma professora de música que namora Ian (Paul Nichols). Com vidas bastante diferentes, o casal já caiu na mesmice e Samantha está cansada do relacionamento. Depois de um dia estressante, Ian resolve levar a amada para um jantar, porém eles discutem e um acidente ocorre com o falecimento de Sam. O cara percebe que ama a mulher, e arrependido, vai pra casa. Quando acorda, percebe que está vivendo o dia anterior e resolve então se dedicar a esse amor. Pausa. Vi esse filme sem pretensão e no final precisei de um balde. Uhum. Sério.

Cinco sagas que viraram filmes!

 Já falei algumas vezes que sou dessas que tem um apego total por personagens de livros. Quando eles são parte de uma saga então, não tem jeito. Trato como se fosse da família. Alguns fazem tanto sucesso que pulam das páginas dos livros para as telas do cinema. Quer saber quais são?

Harry Potter

Impossível começar a minha lista sem falar do bruxo mais amado do Brasil. Conto nos dedos a quantidade de pessoas que nunca viram ou não gostam da saga de sete livros e oito filmes que viraram sucesso entre os anos 2001 e 2009. A história, todo mundo conhece, claro. Harry, descobre aos 11 anos que é bruxo e é levado para a Escola de Magia Hogwarts. Até então, ele pensava que seus pais tinham morrido em um acidente de carro e não pelas mãos do seu maior inimigo: Lord Voldemort. A cada livro (e filme, óbvio) Harry tinha que enfrentar algum perigo que na maioria das vezes tinha como finalidade colocar frente a frente com “aquele que não deve ser nomeado”. Comecei a ler quando estava com meus 14 anos, e foi até meus 21 e fui em quase todos os filmes ver no cinema. Impossível não ter um carinho todo especial.

Crepúsculo

Segunda saga que eu realmente li. E comecei meio que na ordem inversa. Vi o primeiro filme no cinema, por falta de opção e antes de virar essa febre toda, curti a história e comprei logo os três primeiros (o último foi lançado um pouco depois, caso não me engane). Tinha meus 22/23 anos, estava meio órfã de HP, confesso e o enredo era bacana ao meu ver. Já hoje, com quase 30 acho a história com um que de infantilidade. Ah, e antes que perguntem: sempre torci pelo lobinho por motivos de achar o vampiro um saco! O romance é tão açucarado que inspirou a autora do Cinquenta Tons de Cinza, vai entender

Jogos Vorazes

Essa saga eu não li, fui direto para os filmes mesmo, em casa, depois que foi para o canal a cabo. Vi o primeiro meio assim: ‘uhum. Ok. É isso? Mas cadê O momento?”. Pois é, para mim ele não veio. Em um ano e lugar não tão distante, os distritos – doze no total – tem que mandar para uma guerra que é transmitida no maior estilo reality show para o país todo um casal de jovens que são escolhidos em um sorteio. E detalhe: dos 24, apenas um sobrevive. Tenso, né? A irmã da Katniss (Jennifer Lawrence) é sorteada e ela se candidata no lugar dela. Bom, no fim do primeiro filme, tanto ela quanto Peta, o seu par conseguem sobreviver, já que um clima entre os dois começa a rolar e ela vê nisso uma oportunidade de sair dali ilesa. Isso, claro, causa ira nos poderosos. Ano que vem estreia a primeira parte do quarto livro. Sim, virou modinha eles dividirem o último livro em dois por motivos de bilheteria.

Divergente

Esse, ainda não consegui ver nem metade do primeiro muito menos ler os livros. O mundo, depois de uma guerra, foi dividido em cinco facções: Abnegação, Audácia, Erudição, Franqueza e Amizade. Cada facção possui uma função. Caso você não escolha ou não seja escolhido, vive à margem, ou seja sem facção e renegado por todos. Quando os jovens completam 16 anos eles fazem um teste para saber para qual devem ir, se é aquela em que nasceu ou um outra. Para isso, ele abandona a família, já que não há mistura. Aí que entra Beatrice Prior, papel da Shaillene Woods, que ao ser testada descobre que serve para todas as facções e que representa para quem está no poder, um perigo. Ela, que nasceu na Abnegação, escolhe ser da Audácia, facção conhecida por proteger a cidade e ser tipo a polícia do local. Lá, tem que provar que é capaz, ao mesmo tempo que tem que esconder o seu poder. Um minuto de silêncio pro guapo que interpreta o Quatro, aquele que faz par com a Trice, né? #suspiros

Percy Jackson

Menção honrosa da lista. Não se sabe o motivo da saga Percy Jackson só ter gerado dois filmes, pois a história é muito boa. Talvez, pelos roteiristas teram mudado e muito a história dos filmes em relação aos livros. O enredo – que conta com dez livros no total, dividido em duas sagas – conta a história de Percy Jackson, um semideus, filho de uma humana com Poseidon, deus do mar. Aos 11 anos (no filme é 16) ele é mandado para o Acampamento Meio Sangue e lá enfrenta diversas batalhas. Na segunda parte da saga, novos personagens, vindos do Acampamento Romano são apresentados. Ano passado, o décimo e último foi lançado finalmente, para delírio dos fãs, como eu. Mesmo não tendo rolado mais filmes, vale super a pena para quem quer conhecer um pouco mais da cultura grega e romana.

[Resenha]: Loucas para casar

Essa semana depois de ver alguns filmes que estavam na lista há tempos, mas que só adiava, queria algo mais leve e mais real. Explico o real: queria filme brasileiro, que eu soubesse o nome dos atores, que já tivesse ido naquele mesmo lugar da cena. E queria algo leve, que eu pudesse dar muitas risadas. E escolhi “Loucas para casar”, filme que estreou no comecinho do ano e não consegui ver no cinema.

As protagonistas

Malu (Ingrid Guimarães, que brilha no papel) é uma corretora de imóveis de quase 40 anos é metódica até demais, daquelas que gosta de deixar tudo organizado e seu maior sonho é casar. Cansada de ser sempre as madrinhas dos casamentos das amigas, Malu resolve dar uma pressionada no namorado.

E quem é ele? Namorando o chefe, Samuel (interpretado pelo muy guapo Márcio Garcia) há três anos, ela tem a vida perfeita: é bonita, tem um cara lindo, bom emprego e vida sexual saudável. Só espera pelo grande dia em que o namorado faça finalmente o pedido. Só que por causa de uma desconfiança de uma atitude dele, vai junto com a sua melhor amiga, Dolores, a procura de um detetive particular pra saber se ele tem uma amante. Para desespero, Malu descobre que ele também namora a dançarina-stripper Lúcia, papel feito pela Suzana Pires. E elas duas descobrem que existe mais uma: a pura e recatada Maria, personagem da Tatá Werneck.

Malu então surta e começa a competir com as duas que sempre aparecem onde ela está com Samuel. E as três travam diálogos impagáveis, que eu ria sozinha em casa. Nesse meio tempo, descobrimos que a mãe dela sofre de uma doença, que a leva a para uma realidade paralela. Uma coisa fofa só e preparem os lencinhos para essas cenas.

Uma outra parte que dei muitas risadas é quando a mãe do Samuel, d. Adir vem ao Rio de Janeiro. Malu, pensando que está falando com Maria no banheiro do restaurante, começa a falar várias coisas que acabam assustando a sogra. Depois de muita confusão, Samuel a leva para um final de semana romântico e finalmente a pede em casamento.

Na véspera, ela se reúne com as outras duas para falar que venceu. O que ela não espera é que as duas estão também de casamento marcado com ele. Malu decide que ou ele casa com as três, ou com nenhuma. No começo pensei que fosse mais um filme de comédia pura, bem ao estilo da Ingrid (que já protagonizou “De pernas pro ar”), mas não. Tem muito mais coisa. Fui do riso ao choro e do choro ao riso. Bom mesmo.

O final, apesar de parecer meio óbvio na metade para quem consegue sacar a pegadinha, te faz pensar em muita coisa. Vale super a pena. Dá uma conferida aqui no trailer pra já se empolgar.

Cinderela vira linha de make

Atire a primeira pedra quem nunca desejou algum produto da M.A.C! Eu, por exemplo, sou apaixonada por alguns dos batons de lá e tá na minha (extensa) wishlist-algum-dia-quero-ter. Agora imagina quando ela se junta com a Disney, sabe o que acontece? Não? “Uma coleção de make?” Sim! Pois é, esse desejo já existe. Explico.

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Em abril, chega às telonas mais um filme de princesa, da minha (de longe) preferida, a Cinderela (quer saber mais do longa? Falei dele aqui). Então, pra juntar duas coisas preferidas, a M.A.C e a Disney vão trazer pra nós, mulheres que piramos em maquiagem uma linha de babar e querer, tipo, muito!lancamento-20152Depois do sucesso que envolveu a coleção inspirada em Malévola (2013), que tinha uma pegada mais gótica, a aposta da vez é inspirada na nossa querida “Gata Borralheira”. As embalagens são obviamente na cor azul (minha preferida!), fazendo uma referência ao vestido da princesa no famoso baile de gala.

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Bom, o lançamento está previsto para ser junto com o filme, ou seja, ainda teremos que esperar alguns bons meses para isso. Também não foi divulgado o preço, nem se será vendido separadamente ou como um kit. O jeito é aguardar.

#TemQueLer: “A última música”

Quarta aqui no blog é dia de resenha de algum livro que eu tenha gostado muuuito. Não foi diferente. Já escrevi aqui outra resenha dele. Acho que “A última música” foi o terceiro livro do autor que li. E é impossível não chorar com ele. Eu gostei muito. Vamos para a resenha?
Maultimamusicaais uma vez Nicholas Sparks nos mostra porque é considerado o mestre do romance moderno e porque seus livros são adorados por leitores de todo o mundo. Seguindo a tradição de seus mais belos romances, ele agora nos apresenta uma comovente história sobre família, amizade, amor, amadurecimento e especialmente sobre como perdoar e recomeçar. Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir para a praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com o pai na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação do pai e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida. Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A ÚLTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 528

Até agora, é o mais lindo do Nicholas. Nunca na vida eu chorei com um livro. E nele chorei. Chorei muito. Você que está lendo isso e só viu o filme.. esqueça! O livro é mil vezes melhor.

Ronnie e seu irmão vão passar as férias de verão com o seu pai, que não viam há anos. Ela, que aprendeu com o pai a tocar piano, largou a música quando seus pais se separaram, em uma espécie de trauma. Ela não se dá bem com o pai e culpa a mãe de ter que passar as férias com ele. Ele é um ex-pianista e vive numa cidade pequena, absorto na restauração da igreja local que pegou fogo no verão anterior. O que ela não sabe é que seu pai está doente e quase morrendo e tem nesses meses a chance de amar novamente.. ela também se envolve em confusões e conhece um amor, Will. É a típica história do garoto bonito, rico e gente boa.

Ela quando descobre da doença do pai, perdooa tudo e fica ao lado dele até seus últimos dias. Termina de compor uma música que ele havia começado. E fica com Will, claro. Eu chorei absurdos da metade do livro até o fim. Vale a pena.

#TemQueLer: “Simplesmente Acontece”

Mais uma quarta feira, mais um #TemQueLer! A resenha de hoje é sobre o livro “Simplesmente Acontece”, da Cecília Ahern. Originalmente, seu nome é “Onde terminam os arco-íris” e tinha sido lançado pela Editora Relumé Dumará. Bom, o fato é que ele virou filme e a Novo Conceito comprou os direitos e relançou com esse nome.

downloadO que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails, mensagens de texto, cartas, cartões-postais… Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples. 

Autor: Cecília Ahern

Editora: Editora Novo Conceito

Número de páginas: 488


Pausa. Um minuto de silêncio pra um dos livros mais lindos que eu já li (e mais bem escritos também.) A história é sobre a amizade de Alex e Rosie, que se conhecem desde os cinco anos e são melhores amigos desde sempre. Um relacionamento incomum, já que todos acreditam que eles deveriam ser um casal. Até que uma tragédia acontece: a família de Alex é transferida de Dublin, na Irlanda para Boston, nos Estados Unidos justamente no último ano do colégio deles. Ele deseja se tornar médico. Rosie é apaixonada por hotéis desde criança. Combinam então de fazerem a faculdade na mesma cidade: Boston. Mas uma bomba cai sobre eles: Rosie fica grávida. E seus planos mudam.

Como a vida é engraçada, né? Bem na hora em que você pensa que está tudo resolvido, bem na hora em que você finalmente começar a planejar alguma coisa de verdade, se empolga e sente como se soubesse a direção em que está seguindo, o caminho muda, a sinalização muda, o vento sopra na direção contrária, o norte de repente vira sul, o leste vira oeste, e você fica perdido

Enquanto a vida de Rosie vira do avesso, a de Alex segue normal: faculdade, namoros e saídas. E por esse tempo todo eles vão se falando e mantendo a amizade. Cada um levando a sua vida na sua cidade, seu país. E ainda melhores amigos, acima de tudo.

O que mais me impressionou nesse livro foi a narrativa: ela é toda feita através de cartas, sms, emails. E não fica só concentrada nos dois: aparece a filha da Rosie, Katie, os pais dela, a amiga, os irmãos. Tudo, tudo feito através de mensagem.

Eu me emocionei bastante, pois é daqueles livros que acontecem com você, sua amiga, sua vizinha. Normal demais, real demais! Quando você pensava que a coisa ia finalmente acontecer, o destino vinha e pregava uma nova peça tanto em Alex quanto em Rosie. E a gente fica, tipo, torcendo (muito) pelos dois e percebendo que ‘nossa, passei por isso ou situação beeem parecida’.

O livro virou filme e deve ser lançado em janeiro de 2015. Confira um dos trailers:

Motivos para ver a quarta temporada de Revenge

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Quero o figurino todo dela.

Para tudo! Finalmente o santo responsável pelas séries que eu acompanho resolveu ficar com pena de mim e lançar logo a quarta temporada de Revenge  no último domingo lá nos Estados Unidos (já que as outras duas que acompanho Hart Of Dixie e Glee serão só em janeiro). E quarta (08) foi dia de lançamento pela Sony! #TodasPira

Confesso que a primeira temporada de longe ainda é a minha favorita. Emily era mais racional e acho também que era novidade. A segunda não ganhou muitas estrelas e a terceira até que foi bacana (mesmo não concordando com o final, mas o.k?). Portanto, leitor, se você não terminou a última temporada: pare por aqui, o resto do texto contem spoilers Vou listar as coisas que vão fazer continuar ligados na próxima temporada.

# O pai da Amanda está vivo! 

David Clarke is back!

David Clarke is back!

Um minuto de silêncio para isso. Sim, caro telespectador. Claro que isso vai fazer pirar a cabeça da nossa protagonista: qual vai ser reação dela, o motivo dele ter se fingido de morto, as coisas que a Emily passou por causa disso tudo. Bom, em se tratando de seriado e de Revenge, não duvido muito que ela já soubesse dessa informação.

# Victória já sabe do segredo da Emily! #bapho

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Amanda/Emily nunca escondeu que o ódio dela maior sempre foi pela matriarca do clã Grayson, né? Sim, ela odiava Conrad, mas seu maior desafeto sempre foi a Victória pelo simples fato dela ter sido amante do seu pai e uma das responsáveis pela ruína do David Clarke. Fora as picuinhas durante as temporadas anteriores. Agora, a vilã mor vai fazer tudo pra liquidar com a sua arqui inimiga! Dessa vez vai ser tiro, porrada e bomba!

# Poderemos ver Emily + Jack

Confesso que durante a primeira temporada eu torci muito pelos dois, mas depois vi que não tinha nada a ver. Dessa vez, sem Aiden, sem Daniel e com a vingança quase no fim (ou não!) poderemos uma reaproximação do quase casal. Boatos dão conta que a Emily vai se envolver com alguém novo. É aguardar para ver.

# Jack agora é policial

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Depois de ser preso acusado de ser o sequestrador da chata da Charlotte, o guapo largou o bar e decidiu ser do lado da lei para segundo ele, fazer justiça. Bom, além de ser #todaspira com ele de uniforme, a temporada promete com o seu novo parceiro que dizem as más línguas vai ser o novo namorado, affair, caso da Emily.

#Charlotte volta para as drogas

Sério, a Charlotte tem o dom de me irritar. Não faz nada que preste. Juro. Ela é rica (tudo bem, agora a família Greyson tá falida) mas se eu fosse ela iria dar um tchau para os Hamptons e iria viver na Europa. Enfim, implicâncias a parte, o fato que o primeiro episódio mostrou que ela voltou a usar drogas junto com o irmão da Margaux, que para mim saiu diretamente de Crepúsculo para Revenge. Só eu ou mais alguém?

#Daniel é vilão ou mocinho?

Daniel: mocinho ou vilão?

Daniel: mocinho ou vilão?

Que o Daniel é um cara que é facilmente manipulado ficou claro pra mim desde sempre. O cara escorregou entre odiar a mãe, depois o pai, ai os pais, a Emily, a vida numa velocidade e inconstância absurda. Agora, com a morte do pai, o sumiço da mãe, a venda da mansão e o afastamento dele da direção da revista a pergunta que todo mundo quer saber: quem nasce ao seus, se regenera? Pois sendo filho do Conrad e da Victória Grayson ele será classificado como mocinho ou vilão? Também não sei.

 

Eu já vi o primeiro episódio dessa temporada e sim, curti absurdos. Para você que gosta, não esquece: o original, sai todo domingo pela ABC lá nos Estados Unidos e aqui no Brasil, toda quarta pelo canal Sony, as 21:30

 

 *fotos: Site Pure Break*

Livro do Sparks vira filme!

Confesso! Tenho preconceito com filmes que são adaptados de livros. Isso se agrava quando eu vejo o filme depois de ler o livro, sempre acho defeitos ou me irrito pois não segue a coerência da história. Quando a adaptação é feita através de alguma obra do Nicholas Sparks, já sei que não vou curtir. Foi assim com “Querido John” (2010) e “A última música” (2010). Saí do cinema de cara amarrada não acreditando no que fizeram. Mas isso é assunto para outro post.

Pôster do filme "O melhor de mim" (fonte: site Adoro Cinema)

Pôster do filme “O melhor de mim” (fonte: site Adoro Cinema)

Vim aqui falar que, dia 17 de outubro, chega nas telonas um novo filme baseado em outro livro do Sparks. Com direção de Michael Hoffman (Um golpe perfeito), o longa conta sobre a história de  Amanda e Dawson, que foram namorados na adolescência, mas que por obra do destino acabaram se separando. Mais de 20 anos depois, acabam se reencontrando para se despedirem de um querido amigo em comum.

No elenco, Michelle Monaghan (O melhor amigo da noiva) e Liana Liberato (Se Eu Ficar) como Amanda Collier e James Marsden (Encantada) e Luke Bracey (Monte Carlo) como Dawnson Cole.

 

Confira aqui o trailer do longa: