#TemQueLer: “Cavalo de Guerra”

livro

Quem aqui ta sofrendo com o fim das Olimpíadas? Bom, eu estou e muito! E como eu já falei aqui, eu fui torcer pro Hipismo. E como hoje é dia de #TemQueLer, entrei no clima trazendo um livro que retrata esse universo: Cavalo de Guerra. E, sim, o filme que tem o mesmo nome foi inspirado e baseado na publicação escrita por Michael Morpugo. A história é tão maravilhosa que eu terminei em um dia e meio, já que o público é o infanto juvenil.


Sinopse: Em 1914, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, Joey, um belo Cavalo de pelo avermelhado e uma cruz branca na fronte, é vendido para o Exército inglês e enviado para frentes de batalha na França. Lá, o destemido Cavalo enfrenta o inimigo e vê de perto o horror das violentas batalhas.

Mesmo em meio à desolação das trincheiras, a coragem e a determinação de Joey sensibilizam os soldados do front e ele consegue encontrar consolo e esperança. Seu coração, contudo, sofre com a saudade que sente do jovem Albert, que ele foi obrigado a abandonar… Será que ele nunca mais voltará a ver seu verdadeiro dono e amigo?

Autor: Michael Morpurgo
Editora: WMF
Páginas: 177


O ano é 1914, Inglaterra. Joey é um cavalo puro sangue de pelo avermelhado com uma cruz branca na sua testa. O seu dono e melhor amigo é Albert, desde que era um potrinho. Porém, a fazenda do pai de Albert não ta bem financeiramente por causa da Primeira Guerra Mundial e ele vende o animal escondido do filho para a Cavalaria do Exército Britânico.

“Mas não importa, já superei esse medo. Tudo graças a você, Joey. Você me devolveu a confiança. É como se agora eu pudesse fazer qualquer coisa. Quando estou com você, sinto-me como um cavaleiro de armadura”

Claro que o rapaz fica completamente desolado e sai em busca do seu parceiro, se alistando para poder procurar Joey. Enquanto isso, o cavalo está enfrentando os temores da guerra e se perguntando quando irá reencontrar o seu grande amigo Albert.

Se perguntando? Sim, o livro é narrado pelo Joey. Para aqueles que amam o universo eqüino esse é um livro que transpira amor e a bela relação entre humanos e cavalos. Vale a leitura e depois dá o play no filme que é maravilhoso também!

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Tem Que Ler: @mor e Emmi e Léo

O post do #TemQueLer de hoje é duplo: “@mor” e a continuação “Emmi e Leo: a sétima onda”, do autor austríaco Daniel Glattauer. O primeiro foi indicação de uma amiga e qual não foi a minha surpresa ao descobrir que teria um segundo livro, que demorei alguns bons meses pra conseguir ler.

Emmi Rothner envia um email para cancelar uma assinatura de revista e por conta de um erro na hora de digitar, quem recebe é Leo Leike. Eles começam então um papo que se torna amizade e de repente, esses dois desconhecidos não conseguem viver sem conversarem e desabafarem pela internet.

Ela é casada com Bernhard e Leo tem um relacionamento fracassado com Marlene. Num vai e vem, Emmi e Leo começam a se envolver. E eles enfim, decidem se encontrar, mas ela não aparece, para tristeza de Léo. Meses se passam, Leo cancela a sua conta e vai morar em Boston. Emmi entra em desespero por não ter mais notícias dele.

Após nove meses de silêncio, para surpresa da protagonista Emmi quem responde é Leo e não o servidor do email. Eles retomam aos papos ora de apenas desabafo, ora de pura ironia e.. pasmem! Começam a se encontrar pessoalmente! Leo agora tá em um relacionamento estável com Pamela. Detalhe: os dois livros são narrados em formas de emails. Uhum. Só email. Não há narração nem descrição

Eu curti os dois livros por igual, mas não concordei com os finais dado, sabe? O primeiro me deixou com a respiração presa e de ‘ah, acaba assim? Como??’. Mas ai quando descobri que tinha um segundo livro, me aliviei. Mas, ai quando terminei o segundo fiquei perplexa. Deixou um gosto de quero mais, de ‘nossa, enrolaram tanto pra fazerem… isso?’

Pra quem curte um romance bem água com açúcar, esse é o ideal. E você, já leu algo do Daniel Glauttaer

#TemQueLer: 5 livros pra amizade

Como todo mundo sabe, (quase) toda quarta eu falo sobre um livro bacana que eu li e quis indicar pra todo mundo. Mas como hoje é um dia pra lá de especial – é dia do amigo, não sabia?- eu resolvi dar cinco dicas de livros cuja amizade é o tema.

Simplesmente Acontece

Muitos irão falar: “Aaah, mas eles viram um casal!!”. Sim, concordo! Mas tanto no livro quanto no filme (falei dos dois aqui já!) o relacionamento entre Sam e Rosie nada mais é do que amizade. Eles se conhecem aos 5 anos e então vivem grudados. Passam por altos e baixos na amizade. Claro que isso evolui pro amor, mas isso foi papo pra outro post.

É agora ou nunca 

Geralmente a Marian concentra em uma só protagonista e mulher, mas nesse livro ela te vem com uma diferença: agora são três (duas mulheres e um homem) e que são melhores amigos há anos: Tara, Katherine e Finn. Eles saíram da sua cidade pequena e arcaica e foram morar na grande Dublin assim que acabou o colégio. Apesar de bem diferentes, eles são bem amigos e se apóiam em qualquer situação. Kath tem a vida perfeita. Ou não. Ela trabalha numa ótima empresa, tem o apartamento dos sonhos. Tara tem um relacionamento falido e vive de dieta. E, Finn aparentemente é o mais normal e feliz de todos. O que vale é que sempre que eles precisam, um ta ali do lado do outro. Pronto pra ajudar.

Harry Potter e as Relíquias da Morte

Bom, pra mim é impossível falar de amizade – seja no mundo literário quanto no mundo das telas – sem citar esse trio incrível: Harry, Hermione e Rony.  E difícil escolher entre todos os sete livros um só pra representar essa irmandade! Mas, depois de muito pensar, acho que na última publicação da saga, é que o sentimento ta mais em evidência. O trio resolve não voltar a Hogwarts para poder procurar as últimas Horcruxes e poderem assim, derrotar o Lorde das Trevas. E então, eles passam por mil e uma aventuras (mais, né?) juntos. Amizade como essa, difícil de achar, hein?

Série “Os Karas”

Quem foi criança no final dos anos 90, começo dos anos 2000 e curte ler desde então, vai saber o que estou falando: Dos KARAS! O melhor quinteto de amigos no mundo literário. E posso afirmar: foi ai que começou a minha paixão por sagas. Crânio, Magrí, Calú, Miguel e Chumbinho. Pedro Bandeira começou há mais de trinta anos, com ‘A droga da Obediência’ e depois disso teve mais cinco livros com os mesmos protagonistas: “Pantâno de Sangue”, “A droga do amor”, “Anjo da Morte”, “A Droga da Americana” e, pra finalizar, “A droga da Amizade”, lançado há dois anos (e que ainda não li!). Os cinco adolescentes são metidos a detetives e se envolvem em várias aventuras, confusões e roubadas. Tudo no maior sigilo absoluto, com o código POLAR! Li quando eu tinha uns 13 anos e foi difícil escolher só um! Mas fica a dica.

Percy Jackson/Os heróis do Olimpo

Tai mais uma saga – viram, sou apaixonada por elas!- que não consegui escolher só um! Aqui, os personagens oscilam em vários grupos (são duas sagas!) e mesmo sendo absurdamente diferentes – quem já leu vai entender e que mesmo assim, lutam lado a lado com um objetivo maior. Além disso, rola muita coisa bacana e interessante. Outra dica!

 

#TemQueLer: Los Angeles

Já falei milhares de vezes – e até me acho repetitiva – o quanto eu sou fã das publicações da irlandesa Marian Keyes e, claro, da família Walsh! O escolhido de hoje não é meu favorito da vida, nem da autora.

Foi o terceiro da família – antes foi Melancia, que até curti e “Férias”, que achei chato. – que eu li. E o escolhido pra hoje pro #TemQueLer é o livro “Los Angeles”, lançado em 2007.


Maggie sempre foi uma anjinha, a cria mais certinha da complicada (e engraçadíssima) família Walsh… até se cansar de andar na linha e mandar todas as regras que a prendiam a um dia-a-dia em sal (e muito menos açúcar) às favas – a começar pelo casamento (que, para o bem da verdade, nunca havia realmente engrenado) e o trabalho bitolante numa firma de advocacia. Ao largar essa vida em preto e branco no passado, Maggie decide se mandar para o lugar onde a realidade promete ser em Technicolor: Hollywood, claro! Terra do glamour, da liberdade, da beleza (até as palmeiras das calçadas são magras), da luxúria e, obviamente, da diversão! Em Los Angeles, o sexto romance de Marian Keyes, a consagrada autora de “Melancia” e “É Agora… Ou Nunca”, acompanhamos Maggie Walsh em sua busca por um sentido na vida em meio às calçadas estreladas de Hollywood, os subúrbios sofisticados de L.A., o bronzeado deslumbrante que só se consegue nas praias da Califórnia, vários martínis, algumas decepções… e muitas risadas, claro. Ao se hospedar com sua melhor amiga, Emily, uma pretendente a roteirista, Maggie começa a fazer coisas que jamais fizera antes: se infiltra em grupinhos de estrelas de Hollywood (mesmo que do segundo escalão), usa meias-calças na cabeça para firmar o penteado, se especializa em ser cara-de- pau profissional para realizar apresentações de roteiros a grandes (ou nem tanto) produtores… Mas será que em meio a tanta aventura, drama e comédia pastelão haverá espaço para um romance – daqueles bem cafonas e açucarados (ou seja, os melhores de todos)?”

Editora: Bertrand

Ano: 2007

Páginas: 490


Margaret Walsh é a mais normal das irmãs. Tem um casamento de nove anos com Garv e emprego estável em uma firma de advocacia. Até que ela surta e manda tudo pro espaço e foge pra… Los Angeles. Lá mora sua melhor amiga, Emily que é o oposto dela: desencanada e livre.

Em L.A, Maggie começa a fazer aquilo que sempre desejou e nunca fez por ser considerada a certinha na sua família. Começa a sair com pessoas completamente diferentes, encanta-se pela cidade e por novas relações. Enfim, se liberta.

Uma coisa que eu curto bastante nos livros da Marian Keyes é que ela retrata assuntos sérios sem drama demais, é no ponto certo. Realidade, sabe? Ela não problematiza – aliás, humaniza – os traumas das protagonistas. E são todas femininas!

 

#TemQueLer: Fiquei com seu número

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A Sophie Kinsella é uma das minhas escritoras internacionais favoritas. Ela – autora da saga Becky Bloom – tem um jeito muito próprio e único de escrever: é aquele que te leva as gargalhadas do começo ao fim.

O último que eu li dela foi o “Fiquei com o seu número”, mais um do gênero chick lit – ou mulherzinha, se preferirem – e me rendeu muitas risadas. Eu comprei o livro em uma viagem de findi que fiz para São Paulo lá em 2013 e já comecei a ler na volta.


A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz… Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa de sua vida ainda está por vir.  

Editora: Bertrand

Páginas: 464

Autora: Sophie Kinsella

Ano: 2012


Poppy Wyatt está noiva do homem da sua vida, Magnus um chato até dizer chega! Até ai tudo bem se em uma confusão em um hotel que ela está hospedada e perde o anel do noivado – que está na família do cara há três gerações! – e como senão bastasse a onda de azar, o seu celular também some.

Como o desespero bate a porta para ter de volta o tal anel, Poppy acaba achando um outro aparelho de telefone para que as pessoas possam entrar em contato com ela. Só que o celular tem dono e ele é do Sam Roxton, empresário bem sucedido. E, claro que ele quer e precisa do seu aparelho de volta. Poppy diz que não vai devolver até encontrar o anel – não era mais fácil ela comprar um novo aparelho, gente? – e eles começam a conversar.

Ela decide então dividir o aparelho com Sam: fica com ele até ligarem com a notícia do resgate e ela vai passando os recados, mensagens e ligações pra ele. Claro que como todo livro ‘mulherzinha’, o final é pra lá de óbvio. Mas é um dos livros mais engraçados dela que já li por ai. E você, conhece a história ou já leu algo da autora? Escreva nos comentários pra gente!

#TemQueLer: Uma prova de amor

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Sempre fui fã assumida do gênero chick lit – ou mulherzinha, para muitos – cujas personagens principais são mulheres e seu universo. O primeiro livro que li da Emily Giffin foi “Ame o que é seu”, já resenhado aqui e ela se tornou uma das minhas escritoras preferidas.

O livro de hoje é “Uma Prova de amor”, que li acho, em 2013 – e foi bem difícil lembrar dos detalhes – e muito bem desenvolvido na forma como ela escreve e apesar das mais de 400 páginas, a leitura é suave e leve.


Sinopse: Não para Claudia Parr. A bem-sucedida editora de Nova York não pretende ser mãe e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha, mas, então, ela conhece Ben. O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito: amoroso, companheiro e — assim como Claudia — também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos?

Uma Prova de Amor é um livro divertido e honesto sobre o que acontece ao casal perfeito quando, de repente, os compromissos assumidos já não servem mais. Contudo, é também uma história sobre como as coisas mudam, sobre o que é mais importante, sobre decisões e, especialmente, sobre até onde se pode ir por amor.

Editora: Novo Conceito

Ano: 2013

Páginas: 432


Cláudia tem um relacionamento bem estável. Ela, uma editora, nunca quis ter filhos e encontrou em Ben, seu marido o cara ideal para isso: ele também não quer. Ele é o cara ideal: amoroso e companheiro. Mas, o que Claudia não previa era que o instinto paternal afetasse Ben e ele começa a pensar na possibilidade de ter um filho. De preferência, com ela.

Então é ai que a crise no casamento começa. O que ela deve fazer? Atender aos desejos do marido, afinal, ela o ama e quem sabe pode amar a criança ou simplesmente cortar a relação? Então começa o dilema, já que todo mundo a enxerga como a vilã da situação, até porque é o desejo de se ter filhos sempre parte da mulher, nunca do homem.

*Alerta spoiller!* O casamento começa a ruir e logo eles se divorciam e vai cada um para um canto. Separados, Cláudia decide dar novos rumos a sua vida e começa a conhecer novos caras e como é a relação dela com a família. Ela começa a perceber que quando a gente ama de verdade uma pessoa, as vezes é preciso abrir mão de certos pensamentos e convicções.

A Emily Giffin tem um jeito bem característico em todos os seus livros: ela adora falar de relacionamentos – seja de qual tipo – de uma forma simples e pura, sabe? Uma sensiblidade que poucos conseguem ter quando escrevem seus livros. Eu já li quase todos os livros dela e em todos parece que a escrita fluiu.

#TemQueLer: Tem Alguém aí?

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Depois de um descanso maior do que o previsto, eis que voltamos com gás pra esse ano de 2016! E nada melhor do que começar com algo que eu mais gosto: livros. O da semana é da minha autora preferida, Marian Keyes e o último dela que eu li – e um dos mais emocionantes também – foi o:  “Tem Alguém ai?!”


capa_t1Sinopse:

Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York.
Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo®, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido.
Só que nada na vida dela é simples…
Sua volta para Manhattan se torna complicada não só por conta de suas cicatrizes físicas e emocionais, mas também porque Aidan parece ter desaparecido.
Será que é hora de Anna tocar sua vida pra frente? Será que ela vai conseguir (tocar a gente sabe que sim; o negócio é pra frente)?
Uma série de desencontros, uma revelação estarrecedora, dois recém-nascidos e um casamento muito esquisito talvez ajudem Anna a encontrar algumas respostas. E talvez transformem sua vida… para sempre.

Editora: Bertrand Brasil

Páginas: 602

Autora: Marian Keyes.


Quem conhece a trajetória da escritora irlandesa, sabe que entre todas as publicações dela, ela reserva algumas (Melancia, Los Angeles, Férias, Chá de Sumiço) para a família Walsh. Em TAA, a protagonista da vez é Anna. Quem já leu qualquer outro livro dessa família sabe o quanto derrotada ela era.

Dessa vez, Anna tem o melhor e mais desejado emprego do mundo: ela trabalha no marketing de uma empresa de cosméticos e mora em Nova York. Que mulher não iria pirar com isso? E ela ainda tem o marido mais maravilhoso, Aidan.

Mesmo que em todos os livros de Marian role um drama beeem forte (sempre misturado com um humor ácido), esse foi aquele que eu realmente chorei. Anna, depois de sofrer um acidente, está de volta à casa dos seus pais em Dublin. E ela só sente falta de uma coisa: sua vida e Aidan.

De volta ao seu lar depois de um tempo fora, Anna só quer retomar o que tinha antes de tudo acontecer e encontrar Aidan que sumiu sem nenhuma explicação. E, claro que ela entra em desespero. O que aconteceu com ele? Eu confesso que me surpreendi com o final. Não tem como contar, pois estraga com o suspense do livro. Minha sugestão é você correr mesmo e já colocar na sua lista.

 

#TemQueLer: Uma Curva no tempo

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Antes de começar a escrever, queria falar que só leiam esse livro caso vocês tenham alguma estrutura emocional. Caso contrário, nem tentem. De verdade.

Achei esse livro, dando uma olhada em algum site de livraria e logo me interessei. Apesar de nunca ter ouvido falar da autora, Dani Atkins, dei uma chance. A sinopse, apesar de parecer um tanto confusa, consegue te chamar a atenção.

Rachel, tem 23 anos e não vive. Sobrevive um dia depois do outro. O que aconteceu ? Bom, às vésperas de ir para a faculdade, Rachel se reúne em uma pizzaria com seu namorado, Matt e seus melhores amigos Jimmy e Sarah e outros colegas de colégio para celebrar a nova fase.

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O problema é que por causa de um carro desgovernado que invade o restaurante, Jimmy morre ao tentar salvar a sua vida. Ela se fecha no seu mundo e se culpa pela morte do amigo. Cinco anos depois,  ao retornar pela primeira vez na sua cidade natal depois do acidente para o casamento da Sarah, ela resolve visitar o túmulo do amigo.

Rachel, em um momento de desespero, cai e bate a cabeça. Ao acordar, no hospital, percebe que a sua vida mudou. O pai, que antes estava em estágio terminal de câncer, nunca teve
nada. Ela agora é uma jornalista de certo renome e é noiva de Matt, com quem rompeu quando tudo aconteceu. E, para completar, Jimmy está mais vivo do que nunca.

Claro que em um primeiro momento, ela se acha louca e quer voltar para aquele que acha que é o seu mundo. Porém, os médicos alegam uma crise de amnésia devido a pancada, e para ela, só basta tentar preencher a lacuna desses últimos anos.

Quando vai chegando ao final e tudo começa a dar certo, começa a dar uma certa apreensão de que algo – surpeendente – vai acontecer. E acontece. Terminei o livro um tanto quanto chocada, surpresa e com o coração na mão. Sabe quando você demora a entender e se pergunta os motivos que levaram a autora a fazer aquilo? No geral, a história é muito, muito boa. Vale a leitura.

#TemQueLer: Os meus preferidos!

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Sou uma pessoa completamente viciada em livros. Quer fazer os meus olhinhos brilharem? Me colocarem em uma livraria ou até me dando algum exemplar. Mas, é claro que eu tenho os meus preferidos da vida. Aqueles que eu já li e que tem um lugar pra lá de especial no meu coração. Por isso o #TemQueLer de hoje é especial. Vou falar dos meus cinco livros mais queridos de sempre

Casório – Marian Keyes

A Marian é a minha autora favorita! Já li quase todos os livros dela. E, entre todos, ‘Casório’ é aquele especial. Lucy Sullivan tem vinte e seis anos e a vida amorosa dela é uma desgraça. Mas então ela vai a uma cartomante que diz que ela vai se casar em breve. O único problema é que ela nem namorado tem. A nossa protagonista ainda divide o apê com mais duas amigas. E eis, que em uma festa ela conhece Gus e se apaixona de cara. Pra Lucy, ele é o princípe encantado. Só que o tempo vai passando e ele se transforma em sapo.

Um amor para recordar – Nicholas Sparks

Os livros do Sparks são conhecidos por virarem filmes. E não sei o motivo, eles sempre conseguem fazer uma história completamente diferente da original. Em “Um amor para recordar” os dois seguem mais ou menos a mesma linha de raciocínio. Landon Carter, o menino rebelde e irresponsável, com seus 17 anos, precisa fazer um trabalho comunitário com a certinha Jamie Sullivan depois de aprontar no colégio. Os opostos se atraem e eles acabam se apaixonando. Vai dar certo? Eu terminei esse livro chorando e muito. E quando vi o filme chorei de novo.

Simplesmente Acontece – Cecelia Ahern

Pra mim um dos livros mais lindos que já li. E mais reais. Daqueles que acontecem com você ou com a vizinha. Inclusive, ele já figurou no #TemQueLer, ano passado. E também já virou filme. Alex e Rosie são melhores amigos e grudados desde os cinco anos, quando se conhecem na escola. Quando se formam, a vida de ambos torna rumos diferentes e mesmo assim, a amizade não se deixa abalar. Em países ou momentos diferentes da vida, os protagonistas estão sempre participando de um modo ou de outro. Parte legal? Tudo é narrado através de cartas, mensagens, emails ou SMS.

O segredo de Emma Corrigan – Sophie Kinsella

Se tem uma característica bem forte das mocinhas da Kinsella é que todas são engraçadas. Quando você começa um livro dela, eu já te falo que a risada é certa. Aqui, Emma Corrigan é uma mulher de quase 30 que ao voltar de uma viagem a negócios passa por uma turbulência no voo e fala todos os segredos para o estranho ao seu lado. O que ela não conta é que esse rapaz é seu novo chefe. Agora, a protagonista fica nas mãos do cara e além disso ele é … hum, lindo demais. Emma fica desesperada e comete uma atrapalhada atrás da outra. Vale a leitura, os risos são certos.

Um coração em guerra – Li Mendi

Imagina uma pessoa querida e atenciosa. Essa é a Li Mendi, autora de vários livros e e-books. Tão fofa que me concedeu uma entrevista quando fiz o primeiro mês do nosso blog. Gostei tanto desse livro dela, que quando resolvi escrever meu próprio livro (não sabia? Tem o primeiro e segundo capítulo postados aqui!), o nome do personagem é o mesmo: Caio. Ele e Isabella, são melhores amigos de colégio. Ela, toda patricinha e a pop. Já Caio é roqueiro e tímido. Tudo muda quando Bella descobre que seu então amigo passou para uma prova e vai morar longe. O sentimento dela muda e assim, muita coisa acontece. Já li umas três vezes e sempre me emociono. Ainda não existe livro físico, só na versão digital. Mas posso garantir que vale a pena.