Ô abre alas – Carnaval parte 3

Foliões! Tá chegando a hora! Falta apenas uma semana pro Carnaval. E se antes eu falei de Salvador e de Recife/Olinda, o terceiro post especial é da festa na Cidade Maravilhosa. E hoje quem fala sou eu mesma! Preparados? Assim como na Bahia e em Pernambuco, Carnaval aqui no Rio de Janeiro é bem democrático. Por ser uma cidade grande, existem opções pra todos os gêneros.

Vamos começar pelos blocos. Gratuitos, você encontra de todos os estilos musicais. Tem pro fã de sertanejo, de pagode, de axé, de marchinha, de funk e de música pop. Tem até aquele que toca de tudo um pouco! Dica: fuja dos tradicionais (Bola Preta, Banda de Ipanema e de cantoras famosas como Anitta e Preta Gil), que lotam e você não acaba curtindo tanto. Detalhe: você escolhe se prefere ir de dia ou de noite.

Um outro conselho é: escolha blocos que saem perto de praia. Explico: como o carnaval rola em fevereiro e ainda é verão, os dias são bem quentes. Além de ser mais frescos, se você cansar de pular, a ideia é partir pra pegar um bronze na areia e se refrescar no mar.

Se você é fã de uma boa escola de samba, o ideal é já curtir algum ensaio de quadra que começam em outubro, com a escolha do samba enredo. E de dezembro até o último findi antes do carnaval começar, lá na Sapucaí, rola os ensaios técnicos, de graça. A cada final de semana, escolas da série A e de Acesso, usam o espaço pra saber como fica na Avenida.

E de sexta até segunda, rolam os desfiles propriamente dito. E eles são pagos e o valor depende do setor. Eu nunca fui, só consigo acompanhar pela televisão mesmo.

Mas se você tá fugindo de tumulto, a dica é dar uma de turista e aproveitar a praia e cachoeiras que a cidade oferece e que em dias normais. A minha sugestão é ir pra Zona Oeste – Recreio e Guaratiba – que são mais sossegadas.

De resto, é só tomar alguns cuidados durante esses cinco dias, escolher uma fantasia bacana, se jogar no brilho. E ai, decidiu qual o seu destino na próxima semana?

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És linda, Olinda – Carnaval parte 2

Lembra que semana passada eu chamei uma amiga pra falar do carnaval em Salvador? Então agora chegou a vez de falar de duas cidades que estão na lista pra visitar desde que nasci: Recife e Olinda. O carinho é grande porque meus avós maternos nasceram em Pernambuco.

Ou seja, tá no sangue o amor. E, pra isso, convoquei outra amiga – a Marta França, que conheci quando tinha outro blog – pra falar um pouco como é a folia lá na terra do frevo.

Em Recife o carnaval começou faz tempo! É que todo findi tem os ensaios de maracatu e que podem ser vistos lá no Marco Zero, basta aparecer. Esses ensaios servem pro folião curtir e já sentir o clima dos blocos que já abriram. O carnaval pernambucano é único por um simples motivo: somos democráticos e multiculturais. Isso sem falar que é pra todos os bolsos, já que não é preciso pagar nada pra entrar nos blocos e dura 24 horas praticamente.

E quando começa o carnaval?

Se você curte e aguenta uma boa mistura regional, com muito frevo, coco, blocos e mistura de ritmos, a minha sugestão de lugar ideal é o famoso Galo da Madrugada. Considerado o maior bloco da América Latina, a festa do Galo – como é conhecida – surgiu no final dos anos 70 quando um grupo de amigos e famílias do bairro São José – queria resgatar o tradicional (e esquecido até então!) carnaval de rua do Recife. Nessa época, era sufocado por festas de clubes. Pra quem quiser pular, anota: o bloco sai pela manhã do sábado de carnaval e dura até o final da tarde. Sempre.

Mas se você faz parte da turma que gostam de aproveitar ao máximo, as atrações ficam por conta do Marco Zero – o mesmo lugar que rolava antes, lembra ? – que fica no centro da cidade. Ou você pode ir pra Olinda, que fica distante uns seis quilômetros e que tem os famosos bonecos de Olinda. Mas uma dica: evite andar sozinho por conta de ondas de violência que infelizmente são mais recorrentes nessa época. É aquele ditado: “Seguro morreu de velho”.

Pra quem se programou e tem uma grana guardada nesse período, existem os camarotes como Carvalheira e o Aparador, e que reúnem grandes atrações nacionais e com programação exclusiva.  Quem tem criança na família, como eu, não fique preocupada: existe uma programação infantil pros pimpolhos na cidade, seja ela Recife ou Olinda.

E como toda boa cidade litorânea, duas praias bombam essa época: Porto de Galinhas se você quiser curtir um sol e banho de mar e a praia de Boa Viagem, pra juntar a galera e tomar uma cerveja ou um suco. Afinal, verão + praia + carnaval combinam!

Fora isso, aqueles cuidados de sempre e que servem pra qualquer lugar: alimente-se e dê preferência pra roupas mais leves. Ah, e não se esqueça de se hidratar, ninguém quer passar a folia no hospital. Abuse da fantasia, do glitter, das plumas e dos paetês.

Pra mais infos, acesse: http://www.penocarnaval.com.br/programacao

3.1!

Chegar numa idade nova é engraçado, vocês não acham? Não sei vocês, mas eu tiro esses primeiros vinte e seis dias do ano e tento fazer uma reflexão sobre a vida. Vê o que eu errei, o que eu acertei, o que eu preciso melhorar como pessoa, sabe? O que eu quero pro meu novo ano! Ano passado, quem me conhece, sabe a aflição que eu passei no meu dito inferno astral: eram os temidos 30 e as dúvidas, incertezas pairavam como mosquinhas na minha cabeça.

Ai veio o temido dia. E passou. E deu um alivio danado. E cá estou, 365 dias depois com os 31 batendo a porta hoje. E fiquei pensando no que eu diria pro meu eu mais jovem – lembra daquela reflexão que sempre rola aqui? – e quais conselhos eu me daria.

Siga seus instintos, seu sexto sentido

Tive a prova pelo menos umas duas vezes que tenho vários anjinhos lá em cima – ou ao meu lado – que dão aquele suporte quando você fica em dúvida de qual caminho seguir ou que simplesmente te dão O empurrão e dizem: “Go, girl”.

Se der medo, vai mesmo assim.

Sou insegura por natureza, mas esses meus 30 e já alguns me mostraram que só – e somente – eu que posso enfrentar meus monstros internos. Mande aquela mensagem, vai atrás do emprego dos seus sonhos, marque aquele intercâmbio desejado há anos, vá naquele show mesmo sozinha porque não?

Fique sempre perto dos seus pais

Pouca gente sabe, mas minha mãe faleceu tem um pouco mais de quatro anos e meu pai se divide entre duas cidades. Eu que nunca abri mão de passar a virada do ano no Rio de Janeiro, larguei tudo pro alto pra ficar com ele por várias semanas, mesmo na época que eu mais amo, o verão.

Planeje e rabisque

Garota, não há nada errado em querer ser médica aos 15 e aos 21 decidir que quer ser jornalista. Também não é louco largar um noivado porque descobriu que não ama o boy. Mesmo sendo A louca das listas e planejamentos. Não tem problema nenhum a banda tocar de improviso! É até melhor, vai por mim.

Se sinta linda – mesmo que digam que não

Mesmo que falem que você tá gorda, você tá linda. Mesmo que critiquem o seu modo de andar, relaxa, você é única. Mesmo que falem que você não tem talento nenhum, você tem. O que importa é que antes de tudo, você precisa se amar.

Aquele cara babaca é mesmo um babaca

Lembra quando o teu boy crush te trocou pela bonitinha da rua dele? Então. Ou do boy que, mesmo sendo ‘só brincadeira’, te humilhou na frente da galera? Anos depois você descobre que ele não cresceu – só formou a família com a protagonista de Malhação – e continua o mesmo idiota e babaca de sempre. Vai por mim, gata, não foi perda. Foi livramento.

Faça novos amigos, mas conserve sempre os antigos.

Se tem uma coisa que eu prezo hoje são os meus amigos. Aquele papo de ‘poucos e bons’ ou que amigos é a família que Deus permite escolher é bem válido. Mas se tem uma coisa que é importante: o melhor de conservar os antigos, é fazer novos amigos. Clichezão, mas pura verdade.

Dance, cante, rebole sempre que você quiser.

Esqueça que é mico, que faz passar vergonha. O ideal é: deu vontade, faça! Aquele velho papo de é feio é regra idiota da sociedade chata em que vivemos. Mesmo que você não saiba a coreo, mesmo que você esqueça a letra. O que vale é a diversão!

A minha infância – Dia das Crianças

Quem aqui sente saudades da sua infância? Bom, eu sinto. E muitas! Vamos combinar que essa é a melhor das nossas fases em que não há neuras, cobranças e responsabilidades! E, amanhã é dia de comemorar o dia daqueles que tem uma pureza e um brilho próprio.

Nasci em janeiro de 86 e vivi a minha infância até quase o final dos anos 90. Em uma época que o bom mesmo era brincar na rua e sentar na frente da televisão – nessa época, sem o ‘a cabo’ pra saborear os desenhos inocentes, separei 5 coisas que marcaram essa fase que não volta mais.

Show da Xuxa

Não podia começar essa lista sem ela, minha querida e adorada Xuxa! A eterna Rainha dos Baixinhos estreou o seu programa na Rede Globo uns seis meses depois do meu nascimento e segundo fontes dignas de confiança, ela foi a minha babá por muitos e muitos tempos. O Show da Xuxa marcou toda uma geração com a nave, Paquitas – eu sou fã até hoje! – e beijinho, beijinho, tchau tchau.

Tamagoshi

Muito antes de caçar Pokemon pela cidade, as crianças da minha geração – tão velho falar isso! – tiveram outra febre: o tamagoshi. Era um brinquedo e que você precisava cuidar de um animal: dava comida, banho, brincava e não podia deixar ele doente. Cada dia era um ano de vida do bichinho e se ele morria, era só resetar o jogo que começava tudo novamente. Não sem antes chorar algumas pitangas, é claro.

Vivemos a Copa de 94

Lembro bem como se fosse semana passada e não há mais de vinte anos! Sim, meus leitores! Tem exatos vinte e dois anos que comemoramos e gritamos com o Galvão a célebre frase: “É TETRA!!’ e da também “Vai que é tua, Taffarel!” , depois de vinte anos de jejum de títulos de Copa do Mundo. A seleção era composta de Romário, Bebeto, Dunga, Tafarrel e um Ronaldo ainda não Fenômeno. Lembro que do alto dos meus oito anos, colecionei o álbum de figurinhas. Lado triste? De lá pra cá só rolou mais uma taça de campeão, em 2002.

Dançamos ao som do “É o Tchan”

Sim, era uma festinha sim e outra também que rolava esses clássicos do grupo baiano “É o tchan” e que a gente dançava como se fossemos a Carla Perez, Sheila Mello ou a Scheilla Carvalho. Aliás, até hoje quando toca ninguém fica parado! Inclusive você, que tá ai nesse exato momento lendo esse post! Com eles fomos pro Havaí, Japão, Egito e ainda nos aventuramos na selva!

Chocolate da Mônica

Outra coisa que marcou e MUITO a minha infância foram os chocolates da Turma da Mônica e que 10 entre 10 pessoas na casa dos 30 e poucos pedem pra voltar. E, posso falar? Tinha toda uma técnica para comer: primeiro era a parte preta e depois o personagem e que dava uma pena! Volta, pessoal. Ninguém nunca te pediu nada!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

O dia em que eu conheci o Bovo.

Quem já é velho conhecido por aqui , sabe o quanto eu sou fã do Daniel Bovolento – lembra que quando o blog comemorou um ano eu bem bati um papo com ele e trouxe pra cá? Ele também foi figurinha fácil lá no comecinho da nossa história, um dos primeiros #TemQueLer.

Pra quem não sabe, o Dani tá lançando o seu segundo livro, intitulado “Depois do Fim”, em que reúne 50 crônicas sobre o fim dos relacionamentos.


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Foi então que há duas semanas, eu vi que ele iria fazer uma noite de autógrafos aqui no Rio! Vi ai a oportunidade perfeita para finalmente poder ficar cara a cara com ele. Recrutei amigas, comprei o livro e fui pra fila.

Comecei lembrando – ou tentando lembrar – que eu tinha esse espaço aqui e que ele me deu ‘entrevista’. Ele disse que lembra, mas duvido muito. Mas perdoei por esse esquecimento.

O que dizer do Dani? Que pessoa atenciosa! A cada pessoa que chegava, ele fazia questão de ou levantar antes ou no fim e dar um abraço. Explicava sobre a sinopse do seu livro, perguntava se tava rolando o “fim pra você” e emendava em um papo bem gostoso e divertido. Sim, eu poderia ficar horas e horas conversando com ele.

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Sabe aquela pessoa que você podia passar horas conversando e rindo abertamente? Foi exatamente assim que me senti, como se ele fosse um amigo meu de anos que soubesse a minha vida toda – e de fato sabe, tamanha exatidão e conhecimento quando me identifico a cada texto.

Fui dedurada por uma das amigas e precisei confessar que não saberia se tinha maturidade emocional pra ler ‘Depois do Fim’ sem uma panela de brigadeiro do lado. Dani falou que era assim mesmo, que os primeiros sete ou oito textos são os mais tensos. Mas que depois melhora, ele promete.

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Conversamos ainda sobre frio, Buenos Aires, livros de amor e a promessa que a cada texto eu iria mandar uma mensagem pra ele. Me despedi com um novo abraço e a certeza que sai de lá muito mais fã do que entrei, com um bando de foto e o livro autografado por ele.

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Ah, e um agradecimento especial pras meninas que me acompanharam nessa jornada. Girls, i love u.

Aperta o Play: Riri

Costumo dizer que a Rihanna tem duas fases: antes e depois do Chris Brown. E, revelo aqui: prefiro muito mais a primeira. Mas, ao separar as músicas preferidas para esse post de hoje, foi difícil escolher apenas algumas canções dela. E pude constatar que sou fã da Riri, mesmo ela tendo me decepcionado no último show do Rock in Rio (quem não lembra que ela atrasou a entrada e ainda cantou só pedaços das suas músicas?)

A cantora e atriz, de vinte e oito anos, nasceu no Barbados e é uma das divas pops mais admiradas no mundo, mesmo com todas as polêmicas (drogas e violência com seu então namorado Chris Brown) envolvendo o seu nome. Porém, uma coisa é fato: tudo que ela lança se torna hit. E eu bem selecionei as minhas seis preferidas pro Aperta o Play de hoje!

Hate that I Love you

Baladinha mais fofa do mundo, ideal pra mandar boy! Gravada com o Ne-yo e ta entre as minhas preferidas dela também (acho que eu amo todas dessa lista!). A letra é linda, fala de como você odeia o cara pelas atitudes, mas não consegue deixar de amar pelo modo como ele te faz sorrir. Quem nunca, né?

Don’t stop the music

Gosto de músicas que marcam pessoas, época ou acontecimentos na minha vida. E essa é mais uma.t Lançada mais ou menos 2007, essa daí tocava no meu mp3 player dia sim e dia também quando estava nos primeiros períodos da faculdade e em várias festinhas que eu fui. Quem nunca dançou pulando ao som dessa canção, não sabe o que é aproveitar. Que saudades!

Umbrella

Assim como a música de cima, Umbrella também marcou a mesma época. Nova faculdade, novos desafios e novas amizades. Tudo novo. E eu debaixo do tal guarda chuva que a Riri tanto fala nessa canção. Carinho por ela, pra sempre!

Rehab

Lembra que eu falei que música é importante pra mim quando ela marca algo? Então é assim Rehab na minha vida. Marcou uma ida a uma cidade distante umas três horas daqui do Rio, em um dia que se tornou bem importante depois. Além de ser uma parceria com meu muso Justin Timberlake!

California King Bed

Por pouco não entrou aqui por um motivo bobo: não lembrava que era ela que cantava. Mas ai fui filtrar a minha lista e ela praticamente pulou com um ‘me coloca lá, por favor’. Pedido aceito! Já aviso logo se você não conhece: música pra ouvir debaixo das cobertas com um brigadeiro. Sem mais!

If It’s Lovin’ that you want

Não sei se essa é a minha favorita dela, mas ta fácil nas #3. Acho até que foi a primeira música que eu ouvi e me amarrei no som e na letra. Isso sem falar que ela tava absurdamente linda e natural no clipe, gravado numa praia maravilhosa! Dá o play no vídeo!

Elle + C&A

Chega hoje nas lojas da C&A a sua mais nova parceria. Depois de ousar com estilistas famosos como Lolitta, Isabela Capeto e celebs como a Kim Kardashian, a rede de lojas fast fashion veio com um diferencial: dessa vez quem assina a coleção é nada mais, nada menos do que a revista ELLE.

A homenagem fica por conta do item mais desejado por nós, mulheres: o LBD (Little Black Dress), ou o famoso vestidinho preto básico. Chamada de “C&A + ELLE” vem contando a história de sete décadas da moda através das suas peças.

Meu favorito: anos 60

A trajetória começa nos anos 40 e vai até os anos 2000 e em cada vestido uma característica que marcou a época. E sim, todos pretos.Essa ideia, segundo a diretora da revista, surgiu no momento em que se pensava em algo diferente para comemorar os setenta anos da publicação no mundo e vale lembrar que é algo inédito.

“É o nosso primeiro licenciamento no Brasil e estamos super felizes de estar junto com a C&A nessa nova experiência”, afirma Susana Barbosa.

Para quem não é fã dos vestidos, a coleção conta com outros itens: modelos de t-shirts, calças de alfaiataria e cardigãs. O preço dos vestidos é um tanto quanto salgado: cada um custa 199 reais. Já as blusas têm o valor de 39,99 reais, os casaquinhos 79,90 e a calça 99,90.

Olimpíadas 2016, eu fui!

Ano passado, quando saiu o calendário das competições das Olimpíadas, eu não pensei duas vezes: preciso ver o Hipismo. Mesmo sendo fã das outras modalidades, era lá, com os cavalos que eu queria estar. Corri pra me inscrever pra primeira fase – que foi de sorteio – e nem acreditei quando recebi o email me avisando que eu havia sido sorteada. Era abril de 2015.

Mais de um ano depois, finalmente o grande dia chegou. Seis de agosto de 2016. Eu havia escolhido assistir o CCE, que é o Curso Completo de Equitação e é dividido em três dias de provas: Adestramento, Country e Salto. A nossa equipe é composta pelos cavalheiros: Márcio Appel, Carlos Parro, Ruy Fonseca e Márcio Jorge.IMG_20160806_121450_203

Os dois primeiros dias são dedicados ao Adestramento que é a etapa em que o conjunto – cavalo e cavalheiro – precisa comandar o animal em certos movimentos: trotes, passos e galopes. E, nisso, eles são julgados por três juízes que vão descontando pontos a cada erro. No primeiro dia, foram um total de trinta e três apresentações.

Como a prova envolve animais, o silêncio por parte dos espectadores é algo indispensável, pois atrapalha o desenvolvimento da demonstração do conjunto. E, como eu sou apaixonada pelo universo, ficava maravilhada a cada entrada.

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A competição começou às dez horas da manhã em ponto e eu cheguei com uns trinta minutos de antecedência. Escolhi meu lugar bem de frente a pista em que os movimentos iriam ser executados. Porém, por causa do calor nível Senegal, precisei me ausentar algumas vezes pra lavar o rosto e encher a minha garrafa de água, já que os preços por lá são bem absurdos.

Ao total foram quatro blocos de oito apresentações, com intervalos de trinta minutos em média (apenas um foi de um pouco mais de uma hora) e no meio do segundo bloco precisei trocar de lugar para um mais calmo, já que as pessoas a minha volta insistiam em conversar e não prestar atenção no que tava rolando. E foi até melhor, já que pude ter uma visão total da pista

O evento foi até as quatro da tarde e fiquei até o final mesmo, queria aproveitar tudinho e respirar hipismo, cavalos e competição! Apesar dos problemas que enfrentamos antes, foi emocionante estar lá e fazer parte e torcer, sabe? Tentei aproveitar ao máximo, então quase não fiz vídeos ou tirei fotos. Juntei três vídeos que fiz pro meu snap (natalia.mylonas) e coloquei aqui.

Dia dos Avós: O que fazer ?

Sabe o que se comemora hoje, 26 de julho? O dia dos Avós! A data existe, pois se comemora o dia de Santa Ana e São Joaquim, que foram os avós de Jesus Cristo. Apesar de não ser uma data tão famosa como mães, pais e namorados é sempre bom lembrar daqueles que nos mimam desde o nosso primeiro minuto de vida.

Eu e a vovó em 1900 e bolinha!

Eu não tenho mais a minha vovó comigo, mas se você tem, prepare-se pra ler esse post com quatro idéias de como aproveitar as pessoinhas que são duas vezes nossos pais e mães.

Faça uma visita surpresa a ele/ela.

Sim, sabemos que às vezes a vida conturbada e corrida façam com que a gente não visite tanto essas figuras que representam tanto a nossa infância. Aproveita a hora do almoço ou o fim do expediente pra aparecer onde ele/ela mora. Posso garantir, a felicidade será dos dois lados.

 

Prepare você mesmo um presente.

Vale cartão escrito por você, vale um porta retrato com a sua foto pequena (avós a-m-a-m mostrar a gente!) ou com você na idade atual mesmo. Vale inclusive uma ligação caso vocês morem longe um do outro.

Chame ele/ela pra viajar um findi qualquer.

E não precisa necessariamente viajar, pode ser um passeio divertido entre avós e netos. Aquele restaurante que ela adora, um museu com uma exposição incrível ou até aquele ponto turístico que ela te levava quando criança! O importante é aproveitar o momento só

E, principalmente:

Encha de mimos, beijos e abraços e diga o quanto a/o ama! E se possível faça essas três dicas de cima. Nunca podemos prever o quanto eles não estarão mais conosco – é triste, mas é a realidade.

Paulistas x Cariocas: o vídeo!

Nunca contei aqui, mas entre 2008 e 2011 (ou menos, talvez!) eu tive um blog, já deletado. Ainda era uma mera estudante de jornalismo e quis me aventurar na parte da escrita, mas nada muito profissional. Dava na telha de escrever um assunto X, abrir o blogspot e tcharan. Post novinho. Escrever o texto, sem lead, sem saber se o feedback era ok, sem pensar. Aprendi muito que vocês nem imaginam!

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Nós duas no RiR/2013

E entre tantas coisas bacanas que a internet proporciona foi nesse momento também que veio as amizades. E a primeira, sem dúvida foi a Camilla, que também tinha um blog. Era 2009, o momento era conturbado pra mim. Ela, terminando a faculdade, também de jornalismo. Eu, na metade e sem saber que rumo tomar. Emails e mais emails trocados quase que diariamente. Sim, meus caros. O whatsapp nem tinha dado as caras por aqui.

O tempo passou, nos conhecemos pessoalmente e ficamos mais unidas. Rimos, bebemos, brincamos e nos entendemos pelo olhar já, mesmo com pouca convivência. A Cá é daquelas amigas loucas que embarcam na suas maluquices e teorias sem te julgar! Dividimos nosso amor pelo ator Marco Pigossi, olha! Somos fãs de novelas antigas e até já temos o projeto de escrever a nossa a quatro mãos.

Até que resolvi largar minha vida em 2014 aqui no Rio e passar uma temporada pra fazer um curso lá em São Paulo, cidade em que a Camilla vive. E quem estava comigo, na mesma sala de aula? A Camilla, claro! Tanto ela quanto a família e os amigos me receberam super bem.

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Aniversário da Cá – SP, 2014

E foi entre uma aula e outra sobre o que a gente ama – o Jornalismo Feminino -que o mosquitinho do blog picou nós duas novamente e o cantinho dela – o Fik Dik – nasceu poucos meses antes do Entre Nós. E desde o comecinho do ano, a Camilla resolveu se aventurar no mundo dos vlogs! Metida que sou, quando soube que ela iria passar no começo do mês um findi aqui em terras cariocas, fui bem direta: ‘Quero participar do seu canal!”. E como deu pra perceber lá no título, o tema foi beem bacana: falamos – e muito! – as diferenças que existem entre os Paulistas (Camilla) e Cariocas (Eu, Natália).

Espero que vocês curtam e se divirtam tanto quanto nós duas curtimos gravar! E aquilo que vocês já sabem: dá o like e se inscreva no canal. Quem sabe, um dia, não me animo para fazer um canal meu também. Só dar play no vídeo abaixo:

Aperta o play: Músicas de 2006

Você lembra o que aconteceu em 2006? Bom, eu entrava na minha primeira faculdade – Webdesigner, que não conclui – e tinha acabado de entrar pros vinte e poucos anos. A Itália aquele ano foi a campeã da Copa do Mundo sediada na Alemanha em cima da França. No cenário político, Lula se reelegia.

A novela das nove era “Páginas da Vida” e a então ex-BBB Grazi Massafera estreava em horário nobre.No mundo da internet, o Youtube caiu no gosto popular. Mas e na música, lembra quais eram as que mais estouraram naquele ano e UAU, já se passaram dez anos? E se quiser entrar em choque também, confere aqui as que completaram uma década em 2015.

SOS – Rihanna

Na fase pré-loucura e pré- Chris Brown (e a minha preferida!) a Riri emplacava músicas ótimas e boas pra dançar na balada! Ela era muito mais legal e as suas canções muito mais simpáticas! Foi mal, Bad Girl!

Promiscuous – Nelly Furtado

Muita gente conheceu a Nelly Furtado com o hit “I’m like a bird’ (amava!), mas ela bombou mesmo com “Promiscous” nessa fase muito mais ousada e que tocava di-re-to na balada. #danceimuito. Aliás, tá sumida, Nelly! Joga mais sucesso pra gente, garota!

Me Namora – Edu Ribeiro

Momento own e #coraçãoapaixonado do post. Se você tem mais de 20, com certeza suspirou com os versos dessa música: “Me namora, pois quando eu saio eu sei que você chora. E fica em casa contando as horas“.

Put your records on – Corinne Bailey Rae

Trilha sonora da novela “Páginas da Vida“, essa música é uma fofura de ouvir até hoje. A cantora britânica Corinne Bailey Rae de voz macia e suave surgiu com essa canção e figurou o topo por um tempão Então, ‘tell me your favourite song’?

So Sick – Ne-yo

Confesso que por um tempo tive um bode por causa dessa música -motivos pessoais, ok? – mas coloquei ela na lista de tanto que eu ouvi láá em 2006. Era uma fase bem hip hop (que durou até mais ou menos 2009) e que bombou com Ne-yo e Akon.

Tremendo Vacilão – Perlla

Antes da Anitta, Ludimila e Lexa a rainha do funk era a cantora Perlla e seu hit ‘Tremendo Vacilão” que bombou e muito nas pistas. Na letra, Perlla diz que tá cansada do boy que promete, promete e não faz nada. Quem nunca, né? Agora Perlla é cantora evangélica e pasmem: minha vizinha!

Vamos entender as # ?

Você já parou pra se perguntar o que são aquele monte de “#” (lê-se: hashtag) que vemos aos montes nas redes sociais? Elas servem como uma espécie de ‘etiqueta’ na sua foto ou publicação e serve como guia pra achar pessoas que tem o mesmo interesse que você. Pra desvendar esse mistério, o post de hoje é feito para você que não não sabe o significado de nenhuma delas.

Ah, e você pode conferir aqui outra publicação em que eu explico outras # também. Agora, que tal #Partiu #Ver #O #Post #DeHoje ?

#FBF: ‘FlashBack Friday’, algo como ‘Sexta feira de recordações.’ Saca o TBT? O mesmo significado, mas para postagens as sextas feiras. Simples, não é?

#NoFilter: essa # é usada principalmente em fotos de paisagens e quando não usamos nenhum filtro do aplicativo de tão bonita que é.

#TGIF: iniciais de “Thanks, God It’s a Friday” ou no bom e velho português: ‘Obrigada, Deus. É Sexta-feira’. Serve para publicações, é claro, às sextas em que você agradece pelo final de semana que está chegando.

#JustNow: traduzindo: “Apenas Agora”. Diferente do #regram (tá no post com link lá em cima), o #justnow é quando a foto é tirada e postada na hora.

#Repost: mais uma tradução que por si só já explica: repostar aquela foto que você achou bacana – seja com você ou não. Existem até uns aplicativos que fazem isso por você.

#InstaGood: nada mais é do que a foto que você se orgulha de ter tirado. Essa # é a segunda mais usada, só perdendo pro #love.

#InstaMood: Essa hashtag é usada para que o usuário se sente no momento em que postou.

#photooftheday: A nosso tão esperada foto do dia. Acho que dispensa explicações, não é? Quem nunca tirou aquela foto só pra poder postar?

Anota aê: Brownie no copinho

O meu amigo André Ferreira, chef and vlogueiro do Adorável Vida Light, que já falei dele aqui, preparou um presente pra lá de especial pro mim uns meses atrás: um Brownie com o nome do nosso blog: Entre Nós. E como no próximo domingo é dia dos namorados, que tal preparar essa sobremesa pro amado/amada? Pega o papel, caneta e .. anota aê!

Lembrando que não mudei nada, copiei e colei a receita certinha aqui, ok?

  • Do que preciso mesmo?

– 230gr de manteiga sem sal (1 pacote mais 1 colher de sopa bem cheia)
– 400gr de açúcar (2 xícaras)
– 230gr de chocolate ao leite ou meio amargo (3/4 de xícara)
– 140gr de farinha de trigo (1 xícara mais 2 colheres de sopa)
– 25gr de cacau em pó sem açúcar (4 colheres de sopa cheias)
– 4 ovos em temperatura ambiente
– 1 colher de chá de sal

  • E agora, #comofaz?

#Parte 1 – o brownie!

1. Forre uma fôrma de 20cm com papel manteiga.
2. Pré aqueça o forno a 150 graus.
3. Derreta a manteiga, junte o açúcar e misture.
4. Derreta o chocolate em banho maria (ou no micro ondas, de 30 em 30 segundos) e junte à mistura de manteiga com açúcar.
5. Junte os ovos ligeiramente batidos com o sal (à mão mesmo).
6. Misture a farinha peneirada com o cacau.
7. Leve ao forno por aproximadamente 40 minutos (ou até que forme uma película de chocolate sobre a massa do brownie).
8. Desligue o forno e deixe-o entre aberto, para que o brownie termine o cozimento com este “finzinho” de calor. Se fizer um dia antes, é só cortar. Se for fazer tudo na hora, deixe o brownie descansar no freezer por 40 minutos.

#Parte 2 – a geleia:

1. Em uma panela, adicione 250g de frutas vermelhas (pouco mais que uma xícara de chá), 75ml de vinho do Porto (ou qualquer vinho tinto) e 150g de açúcar (1/2 xícara de chá + 3 colheres de sopa cheias). Faça uma redução (deixe que o volume dos ingredientes na panela diminuam – cuidado para não cozinhar demais e queimar as frutas).
2. Se aparecerem bolhas por cima das frutas, durante o cozimento, retire-as com o auxílio de uma colher de sopa.
3. Leve a geladeira e reserve.

#Parte 3: as casquinhas de chocolate

1. Derreta 250g (1/4 de barra de 1kg) de chocolate fracionado meio amargo (no micro ondas ou em banho Maria). Este chocolate não precisa ser temperado (muita gente conhecesse este processo como “choque térmico” – que é voltar o chocolate a sua temperatura ideal). Com o chocolate fracionado, ou cobertura, você apenas precisa derretê-los e esperar que voltem ao estado “sólido”.
2. Encha pequenos balões na medida de uma taça de de sobremesa.
3. Molhe o “bumbum” destes balões no chocolate e deixe em uma fôrma de bolo envolta em filme PVC (também pode deixar que descansem em tapetes de silicone) ou papel manteiga. Se você não fizer isso, são grandes as chances do chocolate agarrar no recipiente e colocar tudo a perder.
4. Repita esta operação por 4x (até que as casquinhas fiquem firmes, como um pratinho).

#Parte4: creme de leite fresco:
1. Na batedeira, coloque 250g (ou 250 ml) de creme de leite fresco e 2 colheres de sopa de açúcar.
2. Bata até chegar em ponto de chantilly (tomando cuidado para não bater demais e tudo virar manteiga).

Para montar:

1. No copinho de chocolate, coloque alguns quadradinhos de brownie, 2 colheres de chá de geleia e despeje o chantilly. Para fazer a voltinha, utilizei o bico de confeitar “Pitanga”, da marca Wilton (você encontra em lojas de artigos para festas).
2. Por cima, adicione algumas frutinhas, raspas de chocolate e o que mais a sua imaginação deixar fluir.

Ficou tonta com tanta informação? Sem problema! O Dé ensina passo a passo nesse vídeo aqui:

Festa Junina: 5 motivos para amar

Junho para você é sinônimo de…? Bom, para mim é a época em que temos a melhor festa do ano – sorry, Natal and Reveillon – mas as juninas são sensacionais! E pra refrescar sua memória, o post de hoje traz cinco motivos para correr pra quadrilha mais próxima!

Tem quadrilha…

Não, não é algo que você só podia dançar quando era criança. Mesmo adulto, participar de uma quadrilha – seja ela ensaiada ou não – é delicioso. O Nordeste – mais especificamente em Campina Grande – tem a tradição de quadrilhas enormes com pessoas adultas. E eu diria mais: a diversão é maior que quando somos pequenos. Afinal, o que seria da vida se não fosse pagar micos?

… tem canjica, tem quentão!

E mais um monte de comida gostosa! Quer ver mais? Salsichão, pé de moleque, paçoca, bolo de fubá, milho cozido, arroz doce, caldos, doce de leite.. é uma delícia atrás da outra que é impossível você não gostar de uma! Dieta? Esquece, vai

Ser brega é ser cool

Acredite, nada mais bacana do que ser brega nessa época de festa junina. Vale combinar umas coisas que no resto do ano, não dá pra usar. Chapéu de palha, camisa xadrez, vestido de chita. A ordem é ousar!

O que falar das brincadeiras?

Além da quadrilha, outra coisa ma-ra-vi-lho-sa das festas juninas são as barracas de brincadeira que é garantia certa de diversão: Pescaria, corrida do saco, derrubando latas, pau de sebo e correio elegante. Escolha a sua e se divirta!

A decoração é maravilhosa, vai

Bandeirinhas, Fitinhas, Luzinhas. Isso é apenas parte de uma decoração que a gente pode ver nessa época. E é tudo tão coloridinho que não ofusca os olhos. E dependendo do lugar, pode rolar até fogueira de verdade.

Motivos para conhecer Tiradentes

Na última semana de janeiro desse ano, fui fazer uma viagem pra lá de especial: conhecer a cidade histórica de Tiradentes e ainda começar a comemorar meus trinta anos. Trouxe hoje aqui no post, cinco motivos para você que ainda não conhece o local, preparar as malas.

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A cidade é localizada a 190 km da capital – Belo Horizonte – e conta com aproximadamente sete mil habitantes (de acordo com o IBGE/2010) e foi fundada por volta de 1702. Descoberta pelos paulistas que estavam a procura de ouro, Tiradentes foi batizada como Santo Antônio do Rio das Mortes e depois como Arraial Velho. O atual nome foi dado em dezembro de 1889 e o conjunto arquitetônico da cidade foi tombado pelo patrimônio histórico.

O lugar respira cultura

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Dificilmente você vai encontrar uma casa com menos de cinquenta anos por lá. No centro histórico, a maioria dos locais são da época da República – alguns locais são até tombados – e é completamente impossível não se sentir no século XIX e voltar no tempo.

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As casinhas e o calçamento apresentam a mesma estrutura da época da construção. Isso sem citar as igrejas, todas históricas e com um significado pra lá de cultural.

Museus? Sim, nós temos

Museu de Sant'Ana

Museu de Sant’Ana

Sim, é impossível visitar Tiradentes e não ir em pelo menos um museu existente na cidade. Eu fui em um, o Museus de Santana, que é localizado no centro histórico de lá e construída em cima da antiga cadeia. Lá, encontramos mais de mil imagens referentes à Santana, avó de Jesus Cristo. Além disso, a cidade conta com outros museus, como o Museu da Liturgia e a Casa do Padre Toledo. Para quem ama se perder por horas em exposições, o lugar tem boas pedidas.

Já que Minas não tem mar..

Restaurante búcolico perfeito para um fim do dia! Comida boa e preço ok

.. eu vou pro bar! Nos três dias que fiquei lá, pude provar várias coisas maravilhosas. A praça principal da cidade possui bares e restaurantes pra todos os gostos. Tem do mais chique – mas que conta com um clima pra lá de bucólico – quanto aquele que a gente se sente em casa.

Comida do Bar do Celso: de comer rezando!

Comida do Bar do Celso: de comer rezando!

Esse foi o caso do Bar do Celso: comida boa, típica mineira e de qualidade, daquelas que você sai rolando! Minha dica: peça o Tutu de Feijão. Você não vai querer outra coisa.

Conheça Bichinhos

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Melhor doce de leite do mundo.

Bichinhos é um povoado ligado a cidade de Tiradentes, distante aproximadamente sete quilômetros, com um visual maravilhoso da Serra de São José. Lá é mais conhecido por possuir uma grande concentração de produção e venda de artesanato, doces caseiros e cachaças artesanais.

A vista do alto da cidade é maravilhosa

Vista do alto da cidade

Vista do alto da cidade

Sim, a vista é sensacional. Para ver a cidade quase toda, a melhor pedida é o alto da colina, a capela de São Francisco de Paula. Excelente para quando quer meditar, pensar na vida ou simplesmente agradecer.