Vamos entender as # ?

Você já parou pra se perguntar o que são aquele monte de “#” (lê-se: hashtag) que vemos aos montes nas redes sociais? Elas servem como uma espécie de ‘etiqueta’ na sua foto ou publicação e serve como guia pra achar pessoas que tem o mesmo interesse que você. Pra desvendar esse mistério, o post de hoje é feito para você que não não sabe o significado de nenhuma delas.

Ah, e você pode conferir aqui outra publicação em que eu explico outras # também. Agora, que tal #Partiu #Ver #O #Post #DeHoje ?

#FBF: ‘FlashBack Friday’, algo como ‘Sexta feira de recordações.’ Saca o TBT? O mesmo significado, mas para postagens as sextas feiras. Simples, não é?

#NoFilter: essa # é usada principalmente em fotos de paisagens e quando não usamos nenhum filtro do aplicativo de tão bonita que é.

#TGIF: iniciais de “Thanks, God It’s a Friday” ou no bom e velho português: ‘Obrigada, Deus. É Sexta-feira’. Serve para publicações, é claro, às sextas em que você agradece pelo final de semana que está chegando.

#JustNow: traduzindo: “Apenas Agora”. Diferente do #regram (tá no post com link lá em cima), o #justnow é quando a foto é tirada e postada na hora.

#Repost: mais uma tradução que por si só já explica: repostar aquela foto que você achou bacana – seja com você ou não. Existem até uns aplicativos que fazem isso por você.

#InstaGood: nada mais é do que a foto que você se orgulha de ter tirado. Essa # é a segunda mais usada, só perdendo pro #love.

#InstaMood: Essa hashtag é usada para que o usuário se sente no momento em que postou.

#photooftheday: A nosso tão esperada foto do dia. Acho que dispensa explicações, não é? Quem nunca tirou aquela foto só pra poder postar?

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Especial 1 ano: Entrevista com Daniel Bovolento

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Há cerca de um mês, quando percebi que o “Entre Nós” estaria fazendo um ano (mas já? Parece que foi ontem!) fiquei com meus botões querendo saber como comemorar essa data tão especial para mim. Depois de ter uma infinidade de blogs, esse é o meu projeto mais sério, mais voltada para a minha profissão, o jornalismo. As postagens que faço aqui são pensadas bem direitinhas, nada de escrever qualquer coisa. E foi por isso que quebrei a cabeça quando comecei a pensar no que fazer nesse post de um ano. Dispensei logo o sorteio, queria algo beeem especial para mim, principalmente.

“Queria tanto que você tivesse gostado de mim que me esqueci de dizer antes, aquela hora em que você me acordou cedo, que você nem tinha ideia do quanto eu tinha gostado de ti. “

Trecho do texto “Eu queria que você tivesse gostado de mim”

Antes de mais nada, preciso contar a minha experiência com o Dani para essa ‘entrevista’ sair. Me armei de coragem e mandei um tweet pedindo o email dele, que to-do fofo respondeu na hora. Pronto, a sorte estava lançada. Entrevista enviada e, pasmem, respondida no mesmo dia. Sou fã do cara – ele é bem fera- , disse isso pra ele, inclusive. Quando recebi o email com a resposta, ele me deixou tão a vontade que quase liguei o computador pra contar a minha vida pra ele. Sabe quando encaixa pensamento e dúvidas? Então, foi ele. #tipoalmagêmea

Foi quando decidi entrevistar o Dani. Sim, eu faço a íntima com ele. Não conhece ele? Bom, lááá no comecinho do meu blog, eu falei nesse post do Entre Todas as Coisas, blog fundado por ele, Daniel Oliveira, 22 anos, conhecido nas redes como Daniel Bovolento. Além disso, ele tá lançando um livro – “Por onde andam as pessoas interessantes” , escreve três colunas para sites (entre eles, o SuperEla e o Casal SemVergonha que falei dos dois aqui já!) e, geralmente uma vez por semana lança um vídeo no youtube, além de trabalhar em um agência. Ufa! Cansou? Pois ele não. E ainda quer mais, vamos ler?

Começo assim, pá pum: Como foi que um garoto carioca, swing sangue bom, amante de praias foi se jogar na terra da garoa? Existe amor em SP?

Eu conto pra todo mundo que foi por trabalho, mas a verdade é que eu tava vendo a minha vida ir por um caminho muito monótono, saca? Terminei a faculdade, arrumei um emprego num lugar legalzinho, fazendo algo mais ou menos que iria me dar notoriedade na carreira corporativa e tal. Não via muito futuro nisso e vi que eu tava negando fortemente um chamado interior. Resolvi admitir que não tava feliz e consegui ser demitido. Peguei as coisas, vim tirar umas férias em São Paulo – e eu sempre amei essa cidade por algum motivo. Rolou uma entrevista de trabalho e me chamaram pra cá. Vim sem pensar duas vezes e tem sido uma experiência incrível, tenho crescido demais.

Só 22 anos e escreve sobre amor de uma forma tão pura e tão natural. Me pergunto as vezes se você existe ou se te inventaram, sabe? Como acontece esse processo? Levou pé na bunda, texto. Se apaixonou, texto. Pegou alguém na balada, texto? Ou você é daqueles que conseguem ouvir uma música e colocar em palavras um sentimento ‘desconhecido’?

Tudo e todo mundo pode virar texto. O namorado da amiga do trabalho pode virar texto, a frase estampada no outdoor de comercial de shampoo também. Uma vez eu ouvi que pra escrever bem sobre comportamento, você deveria escrever sobre o que te dá medo, ou seja, abrir o seu diário para as pessoas. Comecei a praticar assim e perceber que eu teria que me encontrar em todos os textos, até os que não falavam sobre mim. Então me pus neles. Cada personagem que já escrevi tem um pouco de mim, um pouco de quem eu gostaria de ser, de sentir, de ter vivido. Ou então eles são o que eu vi, vivi, fugi e tudo mais. Mas eu embarco muito em emoções pecualires. Ligo uma música e sintonizo o sentimento, já chorei escrevendo sobre coisa que nunca vivi. Já romantizei gente que vi em 10 minutos. Tudo é possível.

Não é novidade que você tá prestes a lançar um livro. Como foi a concepção? Acordou feliz e decidiu: ‘já plantei a árvore, o filho vai demorar e vou escrever um livro!!’ ou foi algo que você foi amadurecendo? Escrevendo uma coisa no guardanapo do happy hour, no bloco de notas do celular.. Ah, nem preciso dizer que serei a #1 na fila de lançamento aqui no Rio de Janeiro!!

O blog nasceu de uma ideia torta de escrever um livro. Com o tempo, deixei a ideia pra lá e fui brincando de blog. O negócio cresceu demais e cá estamos nós, com um lançamento pela frente. Eu queria escrever um livro que eu gostaria de ler, com as referências que gosto e que meus leitores já conhecem. Queria um livro pra deixar na cabeceira e ler de vez em quando, sabe? O que eu pensei sobre ele foi o tema, depois mudei, depois entendi qual história queria contar através dos textos dele e defini um tema central. São todas sobre mim, até as que não são. E acho que muita gente vai se identificar com ele e com o tema.

Capa do livro do Dani

Sobre a concepção: foi noite sem dormir, foi texto sendo escrito durante um encontro, foi espera de vôo na ponte aérea, foi bloco de notas do celular. Tudo quanto é jeito de escrever funciona. Eu gosto muito de virar a noite em cafés 24h aqui em SP, levar um moleskine e um computador e ficar alternando entre escrita de mão e digitação. A escrita de mão dá a impressão de que você tá “vomitando” mais no papel, porque você não edita ali na hora. Já no computador você tem um impulso maior de editar, mexer no texto, ele não sai muito cru. E eu gosto das vísceras, da coisa nua e crua, tanto é que não reviso meus textos (eu sei, deveria revisá-los, mas não reviso)

Sonhos. Você tem ou acha que eles são só aqueles que vendem nas padarias e só servem pra engordar?

O blog era um sonho. O livro era um sonho. Vir pra São Paulo era um sonho.

Acho que tenho muitos e tô conseguindo realizá-los pouco a pouco. Cada hora surge um sonho novo e noutras alguns somem. Essa é a beleza de sonhar: cada noite você pode se enfiar num desejo diferente e encontrar motivação pra perseguir algum, nem que seja o grande sonho da sua vida. Muita gente acha que sonho é pra ficar na imaginação e não tenta ir atrás do que quer. E te digo que é o maior erro dessa gente. Eu saí de lugar nenhum, um garoto suburbano que começou um blog e hoje tô lançando um livro por uma das maiores editoras do país. Sonhos acontecem e são ótimos, a gente só precisa acreditar mais e transformá-los em metas. Assim eles ficam mais próximos da realidade.

Um blog, um canal no youtube, e em breve um livro. Qual o próximo passo? Ou você faz coro com o Zeca e deixa a vida te levar?

Eu trabalho em horário integral em agência, sou editor-chefe do ETC, escrevo 3 colunas pra sites diferentes, presto consultoria de serviços de conteúdo e ainda quero botar outro blog no ar e dar mais ênfase ao YouTube. Pra esse ano os planos são seguir com tudo e dar um jeito de botar o blog novo no ar. Pro ano que vem, talvez, escrever outro livro e morar fora do país por um tempo. Eu sinto muita falta de viajar, de conhecer outras culturas, outros autores, dar um mergulho mais íntimo em mim, sabe? Tenho o sentimento de que tô perdendo algo o tempo todo, mas vou com o mundo. Onde tem oportunidade eu me enfio. Com medo, mas me enfio.

Quer conhecer mais sobre o Dani? Segue ele aqui oh, garanto que não vai se arrepender #conselhodeamiga

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Aplicativos que já foram febres!

O vício do momento para a maioria dos internautas é o tal do aplicativo DubsMash. Com ele, é possível que se grave vídeos, dublando. Mas não foi só esse aplicativo que virou modinha nos últimos tempos. Alguns já foram febres. Notícia boa? O tempo de vida é relativamente curta e não vai ser preciso mais ver seu amigo pagando mico nas redes sociais. Vamos ver quais foram os outros aplicativos.

 Tinder

App exclusivo para paquerar, começou a bombar no fim de 2013. Do tipo que várias amigas minhas usavam e muito. Tinham encontros e tudo. Funciona assim: você coloca o filtro da idade e distância e ele acha o cara/mulher baseados nessas informações. Se você gostasse da pessoa do outro lado, dava like. Se ela também gostasse de você, aparecia o match e podia então começar a conversar. Caso não gostasse do pretê, só dar unlike e.. próximo! Confesso que minha paciência durou 30 segundos nas duas vezes que instalei. Mas calma, conheço gente que arrumou namoro sério e já vi exemplos de gente que até casou.

Instagram

De todos, nessa lista é ó único que ainda é meio que febre entre as pessoas e só tende a crescer. App criado para postar foto, logo depois ficou disponível para que você publicasse vídeos de até 15 segundos. Lado péssimo? Quantidade de comentário com ‘sdv’ ou ‘troco likes’ e as publispost (postagens pagas que os perfis com bastantes seguidores fazem!) Lado bom? Os filtros incríveis que colocamos em cada foto – vai dizer que você nunca tirou aquela foto pensando exclusivamente no filtro – e a chance de stalkear aquela paquera dando likes nas fotos dela. #quemnunca? E o que tá fazendo que ainda não me segue: @natmylonas

Candy Crush

Esse não é bem um aplicativo, é considerado mais um jogo que ainda dura pelos usuários do Facebook. Com o objetivo de detonar uma série de filas de docinhos – daí o nome candy– e que te retribuía com pontos. Para ganhar vidas, só pedindo para o amigo que também jogava. Ou não. Quem nunca fez cara de blasé quando via que a solicitação no Face era um pedido de vida, atire o.. primeiro doce!

SnapChat

Esse app é daqueles que não entendo ainda muito qual é a serventia, de verdade. Funciona assim: você tira uma foto ou faz um vídeo com legenda e manda para as pessoas que seguem você. Desde o começo houve algumas mudanças. Antes, você só poderia mandar para seus amigos. E ficava disponível por alguns segundos – que você estipulava – Passou o tempo, acabou. Finish! Agora, além de poder mandar para quem te segue, o snap fica disponível por até 24 horas. Ah, e tanto o vídeo quanto a foto você grava e manda. Não existe – ainda!- a opção de gravar agora e mandar quando quiser. Acho chato e cansativo.

Viber

Definição mais clara impossível: primo do WhatsApp. Explico. No Viber, assim como no WhatsApp, é possível a criação de grupos, com uma diferença. Enquanto no Whats, é feito de forma privada (só é possível ver quem faz parte do grupo. Ufa, ainda bem! Cabeças iriam rolar), no Viber é possível que se veja o que os participantes estão conversando. Geralmente é usado pelas celebs, como o blogueiro Hugo Gloss que tem um grupo com famosos (Anitta e Preta Gil são apenas alguns dessas celebs!)

Lulu

Lembro, com graça, quando o Lulu começou a causar rebuliço e virar assunto nas rodinhas de amigos. Um aplicativo, que conectava com o Face, dava nota para os homens. Sim, depois de anos fazendo o mesmo com nós mulheres entre os amigos na mesa do bar, a vingança chegou. O esquema era o seguinte: Só perfis com gênero feminino conseguiam fazer o login. Podia dar então além de notas, classificação para todos os perfis masculinos da sua roda de amigos virtuais. Os homens? Enlouqueceram, claro. Foi, de certo modo, divertido ver as classificações – sempre anônimas – para o guapo. Atualmente, no Brasil, o aplicativo não existe há mais de um ano

Agora façam suas apostas: qual o próximo aplicativo que vai conquistar a cabeça dos internautas?

#TemQueLer: Hugo Gloss

Depois de um tempo off, o #TemQueLer volta com ele: Hugo Gloss. Nunca ouviu falar dele? Du-vi-do. Aposto que você já deu um like de uma foto dele no instagram ou até um RT de algum tweet dele. Ele começou lá em 2009, com um twitter fake do Christian Pior, personagem do humorista Evandro Santos do programa Pânico. Morava em Barcelona, fez sucesso com seu humor irônico. Hoje é amigo das celebridades e tem um blog que eu adoro e dou risada sempre. E o melhor: fala sobre tudo! E é sobre ele que vim indicar.

Blog do Hugo Gloss: se você nunca ouviu falar, bom sujeito não é. Ruim da cabeça ou doente do pé!

Blog do Hugo Gloss: se você nunca ouviu falar, bom sujeito não é. Ruim da cabeça ou doente do pé!

Na verdade, Hugo Gloss é apenas o alter ego do jornalista e redator do programa Caldeirão do Huck, Bruno Rocha. Sagitariano convicto é fã de Beyoncé, BBB e Sandy e todas as séries que você possa imaginar. Quer saber alguma fofoca ou novidade do mundo pop? Só clicar no blog dele.

Quer saber da nova temporada da sua série? Ele fala. Já sei, tá curioso pelo novo single daquela banda? Ele fala também. Por mais que você não curta alguns assunto que ele escreve, vai por mim: sempre terá um que você vá se interessar. Pluralidade é a palavra chave pra quem se interessar. De verdade. Confia em mim. Ele divide desde tags com o mundo #Geek ou #Cinema quanto #Baphos e #Celebs

Recentemente passou por uma mudança no layout e no logo, que segundo ele, ficou “uma coisa clean, uma coisa minimalista, uma coisa Steve Jobs!”
Bom, tá esperando o que para clicar no blog dele e aproveitar? Ah, e se quiser, pode seguir o Hugo Gloss nas redes sociais que você não vai se arrepender!

 


  • Redes sociais do tipo #temqueseguir!

Blog: http://www.hugogloss.com/

Twitter: http://www.twitter.com/HugoGloss

Instagram: http://www.instagram.com/hugogloss

 

#BombandoNoInstagram

Você é daquelas, que assim como eu, é viciada em Instagram? E em #hashtags? Então, você já deve ter percebido que volta e meia tem umas que não entendemos muito bem.. Bom, seus problemas acabaram. Com esse mini-guia explicativo, você vai #BombarNoInstagram!

#Selfie: No bom e velho português: você tirando uma foto só sua ou de um grupo de amigos. Depois que esse ano, uma galera no Oscar (Bradley Coopper e companhia, lembram?) tirou uma selfie, a hashtag se popularizou.

#SelfieDoOscar: depois que ela foi postada, começou a bombar no instagram.

#SelfieDoOscar: depois que ela foi postada, começou a bombar no instagram.

#tbt/#trowbackthursday: Traduzindo: Voltar no tempo na quinta. Explico melhor: nas quintas feiras tá liberado postar fotos antigas (ou de um passado recente!) e fazer uso da hashtag. Vale da infância, daquela viagem com os amigos da faculdade..

#Regram: Outra bastante usada pela galera viciada. Gostou de uma imagem postada por alguém e quer compartilhar? Ótimo. Só usar o ‘regram’ que todo mundo vai saber que aquela imagem/foto é de outra pessoa.

#ootd: “Outfit of the day”, muito usado pelas blogueiras ou meninas que curtem moda é o famoso #lookdodia ! Quem nunca, né?

#iphoneonly: usados por aqueles que usam o Iphone.

#yolo: You Only Live Once”. Tradução: ‘você só vive uma vez’. Geralmente usada para mostrar que você tá fazendo algo beeem feliz, como pulando, abraços entre amigos.

#photooftheday/#picoftheday: Expressão usada para foto do dia. Aê serve qualquer coisa: lugar, look, comida.. enfim! A gosto do cliente!

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#bestoftheday: Essa hashtag é usada quando você acha aquela foto a melhor do dia! A tradução já diz, não é?

#latergram: tirou aquela foto ma-ra-vi-lho-sa do nascer do sol, porém só conseguiu postar no meio da tarde? Calma, só usar essa hashtag, que a galera vai entender que a foto não foi postada no momento que que foi fotografada.

Então, gostaram? Quais as #hashtags mais usada por vocês? Comente aê e vamos #bombarNoInsta!!

Adeus, orkut.

Amanhã, sem dúvida,será uma data especial para os amantes das redes sociais. Por que? Chega ao fim, no dia 30 de setembro, o Orkut. Criado em 24 de janeiro de 2004, o Orkut, desde 2011 veio perdendo usuários para outras plataformas como Twitter, Instagram e Facebook. Anunciada seu término no dia 30 de junho desse ano, a rede social chegou a ter mais de 30 milhões de usuários brasileiros. Eu já deletei o meu há muito tempo, bem antes de publicarem o seu fim. Vamos relembrar as coisas mais legais que só o Orkut teve?

Vou sentir saudades, Orkut. #RIPOrkut

Vou sentir saudades, Orkut. #RIPOrkut

 

1. Fãs, Ser sexy e Confiável:

Quanto você era confiável, sexy e legal?

Quanto você era confiável, sexy e legal?

Quem foi que disse que só artista pode ter fã? E que só o seu namorado ou namorada poderia te achar sexy? Que nada. Nada mais legal do que entrar e descobrir um novo fã (afinal, #fãéfã) ou que você tinha um coração a mais, ou seja, mais um que te achava sexy. E o gelinhos representavam o quanto você era confiável.

2. As comunidades:

Saudades, comunidades insanas.

Saudades, comunidades insanas.

Sem sombra de dúvidas, a parte mais legal do Orkut. Costumo dizer que aquilo conseguia definir muito a identidade de um indivíduo, né? Com elas você conseguia descobrir muito sobre alguém, que tipo de música, filme e atitude a pessoa tinha. Fora a criatividade das pessoas ao criarem algumas, né? No Facebook, no máximo que a gente consegue ver é quando alguém curte alguma página. Mas não é a mesma coisa, eu acho.

3. Scraps (ou recados):

Teve gente que apagava scrap, teve gente que só ‘add se deixasse scrap’, teve gente que queria era sempre mais. O fato é que meu coração pulava sempre que eu acessava meu Orkut e via que tinha recadinho novo de alguém.

4. Buddy Poke:

<3

Antes de Candy Crush e Song Pop bombarem e encherem o , o Orkut inovava com esse joguinho em que você criava um bonequinho parecido (ou não!) com você e podia mandar flores, abraços apertados, aperto de mão, apostar corrida e outras coisas mais com o bonequinho do amigo.

5. Depoimentos:

Essa era a hora mais legal de você entrar no orkut! Encontrar algum depoimento de algum amigo ou namorado se declarando e falando que você é a pessoa mais fofa do mundo? Fora que você também podia dizer o quanto gostava daquela pessoa para todo mundo ver. Bom foi mesmo quando as pessoas descobriram que poderiam mandar coisas que não queriam que ninguém visse,  já que era necessário que a pessoa aceitasse antes. O problema era quando a pessoa clicava em aceitar sem querer. Ainda bem que hoje tem inbox. Valeu, Mark!

6. Limite de 12 fotos.

Sim, no começo da rede só era possível a publicação de 12 fotinhos. Já deu aflição por não poder postar todas aquelas que você tirou na festa? Ou seja, tinha que escolher bem e colocar só as mais especiais.

 

Agora, Orkut será nada mais do que uma lembrança na nossa mente tecnológica e #1 quando alguém fizer uma retrospectiva das redes sociais. E você, do que tem lembrança ou vai sentir mais falta ?