Quatro filmes para comemorar o Dia da Mulher

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Mulherada pode comemorar. Pode pedir massagem pro boy. Pode tomar aquela taça de vinho – mesmo sendo terça! Pode receber com um sorriso no rosto a flor dada no trabalho. Hoje, dia 8 de março, é conhecido como dia internacional da Mulher. Essa data surgiu lá pelos anos 1900 quando um incêndio provocou a morte de várias operárias. Então, para comemorar a data, que tal quatro filmes cujas as protagonistas são mulheres pra lá de determinadas?

Sex and the City

O longa, de 2008, é quase que uma continuação da série – que durou seis temporadas, de 1998 até 2004 – de mesmo nome e mesmas protas. Fala da vida de quatro amigas: Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda. Elas moram em NY e são completamente cosmopolitas. Diferentes e mesmo assim bem unidas, as meninas vão levando a vida entre drinks, modas, família e emprego. É estrelado pela Sarah Jessica Parker, Kim Catrall, Kristin Davis, Cyntia Nixon e teve uma continuação em 2010.

Histórias Cruzadas

Um filme de arrepiar e de se envolver. Skeeter (Emma Stone) é uma jornalista branca dos anos 60 (imagina!) que quer mostrar pro mundo como as empregadas negras viviam no Mississipi em uma época completamente racista. Destaque para a linda and musa mor da Viola Davis no papel de Aibileen Clark. Ah, o longa é baseado em um livro de mesmo nome e foi lançado em 2011.

De pernas pro ar

Alice, feita por Ingrid Guimarães, é uma workholic (daquelas que só pensam em trabalho, sabe?) e que vê a sua vida virar do avesso quando é demitida e o marido pede divorcio. Ela então conhece a vizinha Marcela e as duas decidem virar sócias de uma loja de sex shop.

O diário de Bridget Jones

Claro que nessa lista não poderia faltar esse filme de 2001, um dos meus favoritos da vida. Bridget, uma mulher de trinta anos, decide no Ano Novo mudar de vida: parar de fumar e beber, emagrecer e encontrar um boy decente. Entre muitas confusões com a protagonista, é impossível não se identificar com pelo menos uma situação vivida por Bridget (Renée Zellweger). O terceiro tem estreia prevista para setembro desse ano.

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[Resenha]: Loucas para casar

Essa semana depois de ver alguns filmes que estavam na lista há tempos, mas que só adiava, queria algo mais leve e mais real. Explico o real: queria filme brasileiro, que eu soubesse o nome dos atores, que já tivesse ido naquele mesmo lugar da cena. E queria algo leve, que eu pudesse dar muitas risadas. E escolhi “Loucas para casar”, filme que estreou no comecinho do ano e não consegui ver no cinema.

As protagonistas

Malu (Ingrid Guimarães, que brilha no papel) é uma corretora de imóveis de quase 40 anos é metódica até demais, daquelas que gosta de deixar tudo organizado e seu maior sonho é casar. Cansada de ser sempre as madrinhas dos casamentos das amigas, Malu resolve dar uma pressionada no namorado.

E quem é ele? Namorando o chefe, Samuel (interpretado pelo muy guapo Márcio Garcia) há três anos, ela tem a vida perfeita: é bonita, tem um cara lindo, bom emprego e vida sexual saudável. Só espera pelo grande dia em que o namorado faça finalmente o pedido. Só que por causa de uma desconfiança de uma atitude dele, vai junto com a sua melhor amiga, Dolores, a procura de um detetive particular pra saber se ele tem uma amante. Para desespero, Malu descobre que ele também namora a dançarina-stripper Lúcia, papel feito pela Suzana Pires. E elas duas descobrem que existe mais uma: a pura e recatada Maria, personagem da Tatá Werneck.

Malu então surta e começa a competir com as duas que sempre aparecem onde ela está com Samuel. E as três travam diálogos impagáveis, que eu ria sozinha em casa. Nesse meio tempo, descobrimos que a mãe dela sofre de uma doença, que a leva a para uma realidade paralela. Uma coisa fofa só e preparem os lencinhos para essas cenas.

Uma outra parte que dei muitas risadas é quando a mãe do Samuel, d. Adir vem ao Rio de Janeiro. Malu, pensando que está falando com Maria no banheiro do restaurante, começa a falar várias coisas que acabam assustando a sogra. Depois de muita confusão, Samuel a leva para um final de semana romântico e finalmente a pede em casamento.

Na véspera, ela se reúne com as outras duas para falar que venceu. O que ela não espera é que as duas estão também de casamento marcado com ele. Malu decide que ou ele casa com as três, ou com nenhuma. No começo pensei que fosse mais um filme de comédia pura, bem ao estilo da Ingrid (que já protagonizou “De pernas pro ar”), mas não. Tem muito mais coisa. Fui do riso ao choro e do choro ao riso. Bom mesmo.

O final, apesar de parecer meio óbvio na metade para quem consegue sacar a pegadinha, te faz pensar em muita coisa. Vale super a pena. Dá uma conferida aqui no trailer pra já se empolgar.