#Top5 – casais: Especial Dia dos Namorados

Continuando a sequência de post especiais do #DiaDosNamorados, o post de hoje é dedicado aos casais mais fofos das telinhas, aquele que nós suspiramos – queremos um igual – só quando começa a intro da trilha. Vamos ver?

Romeu e Julieta

O.k, já sabemos que o final não foi feliz, mas a história de amor, levada às últimas consequências é maravilhosa. De famílias inimigas, Capuleto e Montéquio, proíbem o namoro dos filhos, e para viverem felizes e longe da rixa entre os pais, acabam morrendo, por falta de comunicação. Triste, não? A história foi escrita e imortalizada pelo poeta inglês William Shakespeare, e já foi levada para o teatro, televisão e cinema inúmeras vezes!

Mônica e Cebolinha

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Existe ou não casal mais fofo dos quadrinhos? Eu sou fã confessa da dupla (e dos gibis também!) e entre tapas e coelhadas, eis que o pai da garotada, Maurício de Souza resolveu juntar a “gorducha” e o “5 fios” quando eles viram adolescentes!

A Bela e a Fera

A Bela nunca foi entre todas as princesa da Disney a minha preferida. #CinderellaFeelings. Mas existe casal mais fofo e cúmplice do que eles no mundo do conto de fadas?? Quem nunca se apaixonou por uma ‘fera’, aquele guapo que todo mundo não acha bonito, mas encanta você de um jeito todo especial e ponto!

A Dama e o Vagabundo

Quem foi que disse que o amor é só entre os humanos, hein? Essa linda cadelinha de raça, uma verdadeira dama se apaixona pelo pobre e vagabundo vira lata. Como não suspirar pela clássica cena deles dividindo um prato de macarrão e dando um beijinho sem querer?

Hermione Granger e Ronny Weasley

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Durante sete anos eles foram apenas bons amigos, mas desde o primeiro filme todo mundo torcia por eles, certo? Ela, a nerd e ele, o atrapalhado. A dupla de bruxos, melhores amigos do Harry Potter, demorou – e muito! – para ficarem juntos, mas também quando rolou, todo mundo pirou. Eu sempre ‘shippei’ o casal, você não?

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Dia da mulher na literatura!

Hoje, no dia 8 de março é considerado o dia internacional da mulher. Essa data existe oficialmente desde 1910, mas tudo começou uns bons anos antes (mais precisamente em 1857) quando um grupo de operárias de uma fábrica de tecido de Nova Iorque, cansadas da jornada de trabalho e péssimas condições de trabalho, resolveram reivindicar com uma greve. Elas foram agredidas tanto pela polícia quanto pelos patrões e trancafiadas e a fábrica, incendiada causando a morte de todas.

Desde então, nós mulheres, tentamos nos equiparar em vários aspectos com os homens: queremos o direito de exercer profissões que antes era consideradas aparentemente masculinas e ganhar o mesmo salário, lutamos a favor de poder transar no primeiro encontro sem ser considerada ‘fácil’ perante a sociedade.

E, para celebrar o dia de hoje, eu que sou uma viciada em literatura de mulherzinha (conhecida também como gênero chick lit), vou dar meu Top #6 de livros cuja protagonistas são mulheres de fibra.

# Capitu, do livro “Dom Casmurro” de Machado de Assis

imagesLivro que deve ser um dos mais pedidos enquanto estamos no Ensino Médio, né? Li uma única vez, por conta do colégio e me encantei. A história é sobre a vida de Bentinho, mais conhecido como Dom Casmurro, mas vamos combinar que a dona dos ‘olhos de cigana oblíqua e dissimulada‘ é que tem mais destaque na trama, né? Amigos de infância e depois namorados, Bentinho e Capitu protagonizam uma das respostas mais misteriosas que ninguém nunca conseguiu responder: afinal, ela traiu ou não o marido com o seu melhor amigo?

# Aurélia, do livro “Senhora” de José de Alencar

564989Acho um dos livros mais lindos e fofos da literatura brasileira. Aurélia, moça pobre e simples se encanta por Fernando. Eles começam a namorar, mas logo depois ele a troca para ficar noivo de uma moça rica. Um tempo depois, ela recebe uma herança do avô e fica rica. O jogo vira e ela, sem Fernando saber consegue que ele se case com ela sem saber quem era a esposa (século dezenove, povo!) e faz dele gato e sapato como forma de se vingar pelo fato de ter sido trocada. Claro que o tiro saí pela culatra e o final todo mundo sabe, aquele velho clichê.

# Becky Blom, da série Becky Bloom, da Sophie Kinsellabecky-melina

Mulherada que é consumista: impossível não se identificar nem um pouco com a Becky. Dona de uma coleção de sete livros, a saga conta as trapalhadas da nossa shoppaholic (algo como viciada em compras) preferida. Ela é tão fofa (e os livros são tão bem escritos) e tão gente como a gente que no fim você acaba querendo ser amiga dela e se sente tão íntima que quando enlouquece ao ver uma roupa na vitrine da loja logo lembra dela.

# Hermione Granger, da saga Harry Potter

daniel-radcliffe-emma-watson-harry-potter-hermione-granger-Favim.com-529513Tudo bem, podem criticar falando que ela não é a protagonista. Mas vou ter que discordar. Para quem leu a saga do bruxo mais amado do século consegue imaginar a vida do Harry sem a Mione, sua melhor amiga e o cérebro do trio? Impossível, né?  E ainda foi defendida tão bem durante dez anos pela Emma Watson; Por isso que ela merece sim o destaque aqui na minha lista.

# Claire, do livro “Melancia” da Marian Keyes

ÍndiceQuem conhece ou já leu algum livro da Marian sabe que seu forte é escrever livros cujas personagens principais são mulheres. Eu escolhi a Claire – apesar de não ser meu livro preferido da Marian – pois é nela que começa a sequência de livros das mulheres Walsh (“Férias”, “Los Angeles”, “Tem alguém ai”, “Chá de sumiço” e “Dicionário da mamãe Walsh”) que me fizeram dar muitas risadas. E também, porque ela passa por poucas e boas: é abandonada pelo marido assim que tem a filha deles e é obrigada a voltar a morar com os pais e as irmãs.

# Ana, do livro “Simplesmente Ana” da Marina Carvalho

Simplesmente-AnaQualquer semelhança com um certo filme é mera coincidência, ok? O livro da autora brasileira Marina Carvalho, conta a história de Ana, uma estudante de direito moradora da cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais que acha que o pai abandonou sua mãe Olívia antes mesmo dela nascer. Acontece que depois de 20 anos ela descobre que ele nem sabia que ela existia e, pasmem, é rei de um – fictício- pequeno país europeu, Krósvia. A nova princesa decide passar um tempo lá para conhecer o seu pai, rei Andrew e se adaptar na sua nova vida. O livro é tão fofo que devorei em uns dois dias e pirei quando soube que tem continuação (que eu já li, claro),o “De repente, Ana”.