Reality shows não tão famosos

Preciso confessar aqui meu amor por reality shows. Criticado por muitos, por conta do seu estilo de expor a vida alheia. O fato é que independente do julgamentos de todos, há um leque enorme de variedades dos programas do tipo: de culinária, de modelos, de gente famosa, de desconhecido querendo ficar famoso. São muitas as opções! O meu último queridinho foi o “Power Couple Brasil”, que teve a sua final há quase um mês. O post de hoje é sobre eles, seis realitys mais diferentes que passaram na televisão nos últimos anos.

Power Couple Brasil

O favorito da vez é transmitido pela Record, todas as terças e foi baseado em um formato lá de Israel de mesmo nome. A ideia principal é reunir oito casais – um dos dois pelo menos é conhecido do público – em uma casa. Lá, eles tiveram que passar por dois tipos de desafios: homem/mulher e como casal e que pode testar a sintonia entre eles. A cada rodada, uma aposta de cada lado era feita. E os casais que ficassem por último e tivessem a menor quantidade de grana, estavam na DR. O restante votava na cara limpa em quem eles queriam pra ficar. Com provas bem inteligentes, conquistou um público bem fiel e arrisco a dizer que incomodou no ibope. Apresentado por ninguém menos do que Roberto Justus.

Acorrentados

Surgiu em 2002 – no boom de Reality Shows – Acorrentados fazia parte do programa Caldeirão do Huck, ou seja, era semanal. O esquema era simples: um rapaz deveria ficar acorrentado a seis moças durante seis dias. A eliminação acontecia por conta de afinidade até que sobrasse só uma garota. Ao todo, deve três edições e o formato era da Endemol.

The Hills

Uma mistura de seriado com Reality. É assim que “The Hills” pode ser considerado nas seis temporadas em que sobreviveu entre 2006 e 2010. Derivado de outro programa do tipo – Laguna Beach – mostrava a vida pós ensino médio Lauren Conrad e suas amigas na cidade de Los Angeles. A moça era considerada a antagonista do seu antecessor, Laguna Beach, mas fez tanto sucesso que acabou ganhando um reality pra chamar de seu. Com 102 episódios no total, ainda gerou mais três spin-off. Atualmente, LC é escritora.

A casa da Ana Hickmann

Mais um quadro dentro de um programa, dessa vez o extinto “Tudo é Possível”. Comandado pela Ana Hickmann e gravado dentro da casa dela, com dez participantes cujo prêmio era uma vaga de repórter. Teve só uma edição. Posteriormente, outro quadro foi gravado no mesmo estilo. Dessa vez, pra escolher o novo rosto da sua marca.

Quebrando a rotina

Mais um quadro com ares de Reality Show! Também dentro do Caldeirão do Huck, teve duas edições, em 2004. A primeira com a dupla Sandy e Júnior, Luciano viajou por uma semana a bordo de um trailler – pelas cidades históricas de Minas Gerais – e foi exibido em cinco episódios. Resultou na canção “Vida de Marola”, composta pelos três. Já na segunda temporada, que teve quatro episódios, os escolhidos foram Felipe Dylon e Wanessa Camargo. A bordo de um iate, os cantores percoram os litorais do Rio de Janeiro e São Paulo. Assim como na primeira temporada, rolou uma canção composta pelos dois, “Amor de Praia”.

Troca de família

Talvez o mais ‘normal’ de todos e era transmitido pela Rede Record, durou cinco temporadas entre 2006 e 2011. Duas famílias, completamente diferentes de todas, é a versão brazuca de “Tranding Spouses”, da Fox. Duas mães trocavam de casa durante uma semana. Ao final, teriam que decidir como a outra família o prêmio de R$ 25 mil em forma de carta.

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[Resenha]: How to get away with murder

Sempre fui conhecida pelos amigos de ser grande fã e telespectadora de séries do gênero mulherzinha, sabe? E a lista, preciso confessar: Glee, 90210, Unbreakable Kimmy Smith, Hart of Dixie. Desde que to-das aquelas que eu acompanhava tiveram seus seasons finale, resolvi radicalizar e me jogar no drama e no suspense. Fui para The Killing que vi metade só e então que me indicaram a ‘melhor-série-de-todos-os-tempos’: How to get away with murder’

Dificilmente começo a ver algo que não seja indicação de alguém em que confio. Uhum, tenho esse problema. Não consigo ir cega. Conversando com um amigo, ele perguntou o que eu tava vendo e falou: ‘Vai nessa que é muito boa’. E fui. E não me arrependi. Sabe quando você já pega amor no episódio piloto? Foi assim. É tanta adrenalina que terminei a primeira temporada em três dias.

A história conta sobre uma advogada, Annelise Keating vivida pela brilhante Viola Davis, que todo começo de ano letivo, escolhe os melhores alunos para trabalhar com ela. E é assim que seu caminho cruza com Wes, Connor, Laurel e Michaela. Envolvidos em um assassinato, vemos ao longo de quinze episódios como tudo acontece e o que levou a isso. Paralelo, existem os casos que a advogada defende e ao mesmo tempo ensina aos seus alunos.

O diferencial? O enredo não vem em um modo linear: as coisas não são contadas no modo cronológico, sabe? No episódio piloto, vemos que alguém morreu e que os quatro estão fazendo de tudo para esconder o corpo. E então, começa a contar como eles se conheceram, três meses antes.

Até o mistério ser desvendado – o que acontece por volta do nono – sempre há flashs (e todos conexos, diga-se de passagem!) com o que aconteceu no dia fatídico: o do assassinato. A cada episódio, é mostrado a personalidade de cada um, o que eles fazem para alcançar seus objetivos.

A primeira temporada tá toda no Netflix e a segunda acabou de estrear lá nos Estados Unidos. Corre pra ver e me diz o que você achou! E sabe quem é a produtura? Shonda Rhimes, a mesma que produziu outros sucessos como “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. Ah, e a Viola ganhou esse ano um Emmy, justamente por causa da personagem.

Foi bom enquanto durou

Sou uma pessoa que gosta muito de séries, trocando as vezes novelas por elas. Já falei aqui as minhas preferidas do momento que são Revenge e Hart Of Dixie.  O grande problema é que tenho, as vezes, dedo podre para algumas séries. Não que elas sejam ruins. O lance todo é que.. elas acabam na primeira temporada. Uhum. E eu fico depressiva pois agarro um amor incondicional. Listei hoje, quatro séries que eu vi (ou comecei a ver) e que estou até hoje esperando a segunda, a terceira, a quarta temporada..

Reunion

"Vinte anos, seis amigos, um assassinato"

“Vinte anos, seis amigos, um assassinato”

A série, produzida pela FOX em 2005 (e exibida aqui pelo canal pago Warner e pelo SBT, ambos em 2006), contava a história de seis amigos ao longo dos vinte anos desde a formatura do colégio. Em 2006, um deles é assassinado e acontece uma investigação para descobrir o mistério. O legal é que a cada episódio é mostrado um ano, começando em 1986 e, teoricamente indo até 2006 com a revelação de quem tinha cometido o crime. Parte ruim? Por divergências, a FOX cancelou a série no nono episódio. Depois encomendou mais quatro (de 1995 até 1998), ficando disponível apenas no site. Aqui no Brasil, o SBT deu um final alternativo já que originalmente não teve um fim decente. Foi estrelada por Dave Annable (“Brothers & Sisters”), Sean Farris (“Dormindo fora de casa”) e Amanda Righetti (“The O.C). Eu lamentei muito quando soube que não ia ter nem terminar a primeira temporada, porque ela era realmente muito boa. Infelizmente, pelo não sucesso da série é bem difícil achar para fazer download na Web, tentei algumas vezes, sem sucesso.

Melrose Place

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Pegando carona no sucesso do spin off, o ‘90210’, a emissora CW resolveu relançar Melrose Place, clássico dos anos 90. Durou só uma temporada, com 18 episódios no total. Eu, quando comecei a ver (vi apenas três episódios), já sabia que seria cancelada e larguei de mão. Mas tá na lista interminável daquelas que quero ver, sabe? O enredo é bem simples. Se passa em um condomínio de luxo, o Melrose, localizado em Los Angeles. Os moradores vivem situações que envolvem ambição, sexo e até assassinato. Trouxe, em participações especiais, personagens da série de origem, que durou bem mais do que essa, sete temporadas.

Privileged

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Mais uma para lista que me deixou profundamente triste quando soube que foi cancelada. O enredo é completamente teen, daqueles fofos que podemos ver com as amigas. Megan Smith (Joanna García), jornalista que sonha em conquistar o mundo através da profissão é demitida. Sem emprego e sem rumo, aceita ser tutora de duas adolescentes, netas da rica Laurel Limoges, rainha do mundo dos cosméticos, Rose (Lucy Hale, de PLL) e Sage. Ela ganha a vida que pediu a Deus: mora numa mansão, localizada em Palm Beach, tem uma suíte e um carro conversível só para ela. Megan então, tem a difícil tarefa de educar as jovens e conquista-las, tentando fazer a diferença na vida das duas. Durou apenas 18 episódios e foi ao ar entre 2008 e 2009.

The Carrie Diaries

Índice

Durou duas temporadas, mas tão curtinhas que podemos considerar que foi uma só. Em um total de 26 episódios, a série contava o que tinha acontecido com a famosa Carrie Bradshaw antes de Nova Iorque, antes dos sapatos, antes de Mr. Big, antes das amigas que a fizeram famosa. Pois antes de virar adulta, todo mundo é adolescente. E ainda é ambientada nos anos 80! Mais delícia, impossível. Mostra como era a vida de Carrie com 16 anos, a vida na escola, seus amores, o relacionamento com o pai e a irmã e os amigos. No começo da segunda temporada, ela conhece a Samantha, que viria a ser uma das suas melhores amigas. A série é baseada no livro de mesmo nome, da autora Candance Brushell. Quando fui procurar quando seria lançada a terceira temporada (pois o fim da segunda deixou ganchos para isso) e vi que não seria renovada, fiquei muito triste. Nunca vi “Sex and the City”, mas “TCD” terá um lugar especial no meu coração.