Ô abre alas – Carnaval parte 3

Foliões! Tá chegando a hora! Falta apenas uma semana pro Carnaval. E se antes eu falei de Salvador e de Recife/Olinda, o terceiro post especial é da festa na Cidade Maravilhosa. E hoje quem fala sou eu mesma! Preparados? Assim como na Bahia e em Pernambuco, Carnaval aqui no Rio de Janeiro é bem democrático. Por ser uma cidade grande, existem opções pra todos os gêneros.

Vamos começar pelos blocos. Gratuitos, você encontra de todos os estilos musicais. Tem pro fã de sertanejo, de pagode, de axé, de marchinha, de funk e de música pop. Tem até aquele que toca de tudo um pouco! Dica: fuja dos tradicionais (Bola Preta, Banda de Ipanema e de cantoras famosas como Anitta e Preta Gil), que lotam e você não acaba curtindo tanto. Detalhe: você escolhe se prefere ir de dia ou de noite.

Um outro conselho é: escolha blocos que saem perto de praia. Explico: como o carnaval rola em fevereiro e ainda é verão, os dias são bem quentes. Além de ser mais frescos, se você cansar de pular, a ideia é partir pra pegar um bronze na areia e se refrescar no mar.

Se você é fã de uma boa escola de samba, o ideal é já curtir algum ensaio de quadra que começam em outubro, com a escolha do samba enredo. E de dezembro até o último findi antes do carnaval começar, lá na Sapucaí, rola os ensaios técnicos, de graça. A cada final de semana, escolas da série A e de Acesso, usam o espaço pra saber como fica na Avenida.

E de sexta até segunda, rolam os desfiles propriamente dito. E eles são pagos e o valor depende do setor. Eu nunca fui, só consigo acompanhar pela televisão mesmo.

Mas se você tá fugindo de tumulto, a dica é dar uma de turista e aproveitar a praia e cachoeiras que a cidade oferece e que em dias normais. A minha sugestão é ir pra Zona Oeste – Recreio e Guaratiba – que são mais sossegadas.

De resto, é só tomar alguns cuidados durante esses cinco dias, escolher uma fantasia bacana, se jogar no brilho. E ai, decidiu qual o seu destino na próxima semana?

És linda, Olinda – Carnaval parte 2

Lembra que semana passada eu chamei uma amiga pra falar do carnaval em Salvador? Então agora chegou a vez de falar de duas cidades que estão na lista pra visitar desde que nasci: Recife e Olinda. O carinho é grande porque meus avós maternos nasceram em Pernambuco.

Ou seja, tá no sangue o amor. E, pra isso, convoquei outra amiga – a Marta França, que conheci quando tinha outro blog – pra falar um pouco como é a folia lá na terra do frevo.

Em Recife o carnaval começou faz tempo! É que todo findi tem os ensaios de maracatu e que podem ser vistos lá no Marco Zero, basta aparecer. Esses ensaios servem pro folião curtir e já sentir o clima dos blocos que já abriram. O carnaval pernambucano é único por um simples motivo: somos democráticos e multiculturais. Isso sem falar que é pra todos os bolsos, já que não é preciso pagar nada pra entrar nos blocos e dura 24 horas praticamente.

E quando começa o carnaval?

Se você curte e aguenta uma boa mistura regional, com muito frevo, coco, blocos e mistura de ritmos, a minha sugestão de lugar ideal é o famoso Galo da Madrugada. Considerado o maior bloco da América Latina, a festa do Galo – como é conhecida – surgiu no final dos anos 70 quando um grupo de amigos e famílias do bairro São José – queria resgatar o tradicional (e esquecido até então!) carnaval de rua do Recife. Nessa época, era sufocado por festas de clubes. Pra quem quiser pular, anota: o bloco sai pela manhã do sábado de carnaval e dura até o final da tarde. Sempre.

Mas se você faz parte da turma que gostam de aproveitar ao máximo, as atrações ficam por conta do Marco Zero – o mesmo lugar que rolava antes, lembra ? – que fica no centro da cidade. Ou você pode ir pra Olinda, que fica distante uns seis quilômetros e que tem os famosos bonecos de Olinda. Mas uma dica: evite andar sozinho por conta de ondas de violência que infelizmente são mais recorrentes nessa época. É aquele ditado: “Seguro morreu de velho”.

Pra quem se programou e tem uma grana guardada nesse período, existem os camarotes como Carvalheira e o Aparador, e que reúnem grandes atrações nacionais e com programação exclusiva.  Quem tem criança na família, como eu, não fique preocupada: existe uma programação infantil pros pimpolhos na cidade, seja ela Recife ou Olinda.

E como toda boa cidade litorânea, duas praias bombam essa época: Porto de Galinhas se você quiser curtir um sol e banho de mar e a praia de Boa Viagem, pra juntar a galera e tomar uma cerveja ou um suco. Afinal, verão + praia + carnaval combinam!

Fora isso, aqueles cuidados de sempre e que servem pra qualquer lugar: alimente-se e dê preferência pra roupas mais leves. Ah, e não se esqueça de se hidratar, ninguém quer passar a folia no hospital. Abuse da fantasia, do glitter, das plumas e dos paetês.

Pra mais infos, acesse: http://www.penocarnaval.com.br/programacao

Especial Verão: cuidado com os cabelos

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Lembra que semana passada eu falei sobre as etapas do cronograma capilar? Bom, o papo hoje é sobre o cuidado que a gente precisa ter com os fios durante essa época. Os dias quentes e as constantes idas à praia e na piscina que tem areia, sal e cloro exigem uma preocupação mais específicos com os nossos cabelos. Para isso, alguns passos são necessários e é isso que eu falo no post de hoje.

Água neles!

Sempre que possível, jogue água corrente para enxaguar sempre que sair do mar ou da piscina. Isso serve para retirar os resíduos como cloro e sal que atrapalham os fios.

Couro cabeludo limpo

No verão, por ter dias mais quentes que o normal, é comum a gente suar mais. E isso reflete na nossa cabeça. Logo, com o couro cabeludo sempre que possível limpo, evita o aparecimento de seborreia e caspa.

Hidratar, sempre

O ar costuma ficar com uma maior umidade nessa época, o contato direto com mar e piscina costumam ressecar os fios. Aposte nas ampolas de efeito rápido

Ao Natural

Aproveite essa época do ano para dar um descanso pras suas madeixas! Tente evitar o uso de secador e de chapinha, usando para os dias mais especiais. O cabelo agradece!

 

Olimpíadas 2016, eu fui!

Ano passado, quando saiu o calendário das competições das Olimpíadas, eu não pensei duas vezes: preciso ver o Hipismo. Mesmo sendo fã das outras modalidades, era lá, com os cavalos que eu queria estar. Corri pra me inscrever pra primeira fase – que foi de sorteio – e nem acreditei quando recebi o email me avisando que eu havia sido sorteada. Era abril de 2015.

Mais de um ano depois, finalmente o grande dia chegou. Seis de agosto de 2016. Eu havia escolhido assistir o CCE, que é o Curso Completo de Equitação e é dividido em três dias de provas: Adestramento, Country e Salto. A nossa equipe é composta pelos cavalheiros: Márcio Appel, Carlos Parro, Ruy Fonseca e Márcio Jorge.IMG_20160806_121450_203

Os dois primeiros dias são dedicados ao Adestramento que é a etapa em que o conjunto – cavalo e cavalheiro – precisa comandar o animal em certos movimentos: trotes, passos e galopes. E, nisso, eles são julgados por três juízes que vão descontando pontos a cada erro. No primeiro dia, foram um total de trinta e três apresentações.

Como a prova envolve animais, o silêncio por parte dos espectadores é algo indispensável, pois atrapalha o desenvolvimento da demonstração do conjunto. E, como eu sou apaixonada pelo universo, ficava maravilhada a cada entrada.

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A competição começou às dez horas da manhã em ponto e eu cheguei com uns trinta minutos de antecedência. Escolhi meu lugar bem de frente a pista em que os movimentos iriam ser executados. Porém, por causa do calor nível Senegal, precisei me ausentar algumas vezes pra lavar o rosto e encher a minha garrafa de água, já que os preços por lá são bem absurdos.

Ao total foram quatro blocos de oito apresentações, com intervalos de trinta minutos em média (apenas um foi de um pouco mais de uma hora) e no meio do segundo bloco precisei trocar de lugar para um mais calmo, já que as pessoas a minha volta insistiam em conversar e não prestar atenção no que tava rolando. E foi até melhor, já que pude ter uma visão total da pista

O evento foi até as quatro da tarde e fiquei até o final mesmo, queria aproveitar tudinho e respirar hipismo, cavalos e competição! Apesar dos problemas que enfrentamos antes, foi emocionante estar lá e fazer parte e torcer, sabe? Tentei aproveitar ao máximo, então quase não fiz vídeos ou tirei fotos. Juntei três vídeos que fiz pro meu snap (natalia.mylonas) e coloquei aqui.

Filmes de aniversário + 2 anos do blog

É com imenso carinho que hoje, dia 01 de agosto, esse cantinho completa dois anos de vida. Terceiro cantinho meu no mundo virtual – o primeiro, no auge dos meus 17 anos nos primórdios do já extinto weblogger (quem tem mais de 25 vai saber o que to falando!) e o segundo, no começo da faculdade e como já falei aqui em um post anterior e que foi abandonado em 2011.

Em 2014, depois de fazer um curso em SP de Jornalismo Feminino e o bichinho do blog me mordeu de novo e demorei um pouco pra voltar pra esse mundo. Foi então que criei o “Entre Nós”, um lugar mais a minha cara, em que eu pudesse escrever um bocadinho do universo que eu tanto gosto: o feminino.

E, pra celebrar esse segundo ano, listei aqui cinco filmes que tem como tema… aniversários, é claro! Vamos começar?

De repente, 30

Esse é um dos filmes que me fez apaixonar e decidir pelo jornalismo. Jenny tem 13 anos e como tudo nessa idade é um drama só, ela sofre por ser rejeitada pelas populares da escola e pelo garoto que ela gosta. Eis que no seu aniversário de treze anos, ela faz um pedido para que tenha logo 30, idade que ela considera perfeita. O desejo é atendido e de repente, a idade nova ta ali e uma nova vida pra Jenny. Só que ta longe de ser perfeita. Destaque pro flashmob de Thriller, clássico do Michael Jackson.

Lua Nova

Nesse segundo filme da saga Crepúsculo, Bella Swan já sabe toda a verdade sobre seu namorado Edward e a família Cullen. O problema é que ela está prestes a completar 18 anos e o seu namorado terá eternamente 17. E é na sua festa de aniversário que um acidente acontece, o que acaba afastando Bella de Edward.

Hotel Transilvânia

Conde Drácula agora é dono de um hotel que abriga só monstros. Ele convida então alguns dos seus amigos mais famosos – Frankstein, Lobisomem e Pé Grande – para comemorarem o aniversário da sua filha Mavis, que ta fazendo apenas 118 anos. Acontece que nesse meio tempo, um jovem Jonathan entra sem querer no local. Mavis se encanta com Johnny – que Drácula disfarçou como monstro – e eles se beijam para desespero do pai da moça. Garante gargalhadas e owns.

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Harry descobre no seu aniversário de onze anos – que foi ontem! – que ele vai pra Hogwarts, a escola mais legal de bruxos. E que ele não vai mais precisar morar com seus tios e primos que o detesta. Ah, ele descobre também que seus pais eram bruxos e que não morreram em um acidente de carro como a sua tia havia lhe contado. A vida do garoto muda a partir de então e todo mundo conhece o final. Conhecem, não é?

Gatinhas e Gatões

A década de 80 foi pra mim, a melhor quando o assunto é filmes para adolescentes. E um deles é Gatinhas e Gatões. A estudante Samantha Baker tá fazendo dezesseis anos e a família toda se esquece do seu aniversário por causa do casamento da sua irmã mais velha, Ginny que vai ser no dia seguinte. Além disso, o filme retrata – e muito bem, obrigada – os dilemas típicos dos jovens dessa idade: amores platônicos, dúvidas e neuras. Vale bem a pipoca.

 

Dia dos Avós: O que fazer ?

Sabe o que se comemora hoje, 26 de julho? O dia dos Avós! A data existe, pois se comemora o dia de Santa Ana e São Joaquim, que foram os avós de Jesus Cristo. Apesar de não ser uma data tão famosa como mães, pais e namorados é sempre bom lembrar daqueles que nos mimam desde o nosso primeiro minuto de vida.

Eu e a vovó em 1900 e bolinha!

Eu não tenho mais a minha vovó comigo, mas se você tem, prepare-se pra ler esse post com quatro idéias de como aproveitar as pessoinhas que são duas vezes nossos pais e mães.

Faça uma visita surpresa a ele/ela.

Sim, sabemos que às vezes a vida conturbada e corrida façam com que a gente não visite tanto essas figuras que representam tanto a nossa infância. Aproveita a hora do almoço ou o fim do expediente pra aparecer onde ele/ela mora. Posso garantir, a felicidade será dos dois lados.

 

Prepare você mesmo um presente.

Vale cartão escrito por você, vale um porta retrato com a sua foto pequena (avós a-m-a-m mostrar a gente!) ou com você na idade atual mesmo. Vale inclusive uma ligação caso vocês morem longe um do outro.

Chame ele/ela pra viajar um findi qualquer.

E não precisa necessariamente viajar, pode ser um passeio divertido entre avós e netos. Aquele restaurante que ela adora, um museu com uma exposição incrível ou até aquele ponto turístico que ela te levava quando criança! O importante é aproveitar o momento só

E, principalmente:

Encha de mimos, beijos e abraços e diga o quanto a/o ama! E se possível faça essas três dicas de cima. Nunca podemos prever o quanto eles não estarão mais conosco – é triste, mas é a realidade.

Resenha: Batons da Quem disse, Berenice?

Sou daquelas que é fã de produtos bons e com preços coerentes. E apesar de gostar muito quando a pauta é beleza, não sou das mais aficionadas, sabe? Tanto que fiquei um pouco ressabiada quando pensei no post de hoje. Como passar a minha impressão da melhor forma possível? Que, acima de tudo, agradasse a quem lê aqui de uma forma clara e objetiva.

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Tenho apenas dois batons da marca “Quem disse, Berenice?”, o Rosareu e o Vevê e ambos eu ganhei na promoção (que amo, aliás!) que eles fazem todo ano no dia do beijo, em abril.

O primeiro que eu ganhei foi o Rosareu, ano passado (2015) e desde então eu ando usando muito ele. Lembro que no dia da escolha, precisei ser rápida, porque tinha uma amiga me esperando para um compromisso então já na fila de espera olhei pra listagem e falei: ‘é esse!’ E não me arrependi.

De um tom rosado, ele é bem do jeito que gosto: discreto e bonito. Cremoso, fixa bem no lábio e a sua cor não chama muito a atenção. É perfeito para quando a gente quer ousar no olho na make e quer um batom bonito, sabe? Outra coisa bem bacana que a gente encontra nos produtos da marca é que eles têm FPS 12! A duração também é ótima, entre duas e três horas.

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E esse ano, com mais calma, pude demorar mais. O da vez foi o Vevê. Mas antes preciso comentar que sempre torci o nariz, no melhor nível preconceito mesmo por batons da cor vermelho. Mas com esse, me encantei. De verdade. Pois apesar de tudo, ele não te deixa com uma boca meio Bozo!

Mesmo sendo vermelho, é mais brilhoso. É forte, sim. Mas nada tão chamativo quanto os vermelhos de outras marcas, entende? É ideal pra uma make mais de noite, quando a gente pode e deve ousar. Dura o mesmo tempo que o outro e também tem o FPS12!

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Tenho ainda uma lista da marca pra comprar, porque eles são muito bons mesmo. E você, tem algum produto da QDB? Escreve pra gente aqui nos comentários.

Anota aê: Cupcake da Páscoa

Uma coisa é certa: Páscoa sem chocolate é o mesmo que queijo sem goiabada, avião sem asa! E pra isso, eu recrutei o meu querido amigo and confeiteiro André Ferreira, que tem um blog (que já falei aqui!), o Adorável Vida Saudável.

Pedi pra ele preparar algo especial e exclusivo para nós, para a data e também para inaugurar uma nova tag aqui, o “Anota aê”. Vou trazer toda semana uma receita nova e super prática para gente. Pega o caderno e o lápis e vamos anotar o Cupcake da Páscoa! Ah, e o vídeo te ensinando como preparar, tá nesse link aqui.

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Ingredientes da Massa:

100g de manteiga sem sal
2 xícaras de chá de açúcar
2 ovos
1/2 colher de sopa de essência de baunilha
1/4 de colher de sopa de sal
1/2 xícara de chá de leite
1/2 colher de sopa de fermento em pó

 

 


 

Preparo da massa:

1. Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar até ficar tudo esbranquiçado.

2. Acrescente os ovos, um a um, batendo sem parar. Adicione a baunilha, o sal e continue.

3. Coloque o leite, aos poucos, intercalando com a farinha de trigo.

4. Pare de bater e acrescente o fermento em pó, misturando com uma colher. Distribua a massa em forminhas para mini cupcakes, preenchendo 3/4 delas.

5. Asse em forno pré aquecido a 180º por, aproximadamente, 20 minutos.


Ingredientes do buttercream de leite ninho:

200g de manteiga sem sal

3 colheres de sopa de açúcar

1/2 lata de leite condensado

1 lata de creme de leite sem soro

1/2 lata de leite ninho


Preparo do buttercream:

1. Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme liso.

2. Acrescente o leite condensado e continue batendo.

3. Adicione o creme de leite e, por último, o leite ninho (aos poucos) batendo sempre.

4. Leve à geladeira para que a cobertura ganhe consistência.


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Montagem do cupcake:

1. Com os bolinhos já assados, faça um furo no meio deles e recheie com geleia, brigadeiro, ganache ou qualquer outro recheio de sua preferência.

2. Utilize o buttercream de leite Ninho já gelado e faça duas voltas, de cima para baixo, nos minu cupcakes. Eu utilizei o bico para confeitar “Pitanga Reto”, da Wilton.

3. Enfeite com uma mini cenoura feita de pasta americana (tem tutorial dela no vídeo).

O dia é do solteiro. E a noite também!

O grande mal da nossa sociedade atual é que ela sempre espera quando se chega em uma vida relativamente adulta é que você tenha um relacionamento duradouro e saudável. Porém, nem todo mundo pensa assim e é su-per normal encontrar pessoas que curtam e muito a vida de solteiro. Afinal, contrariando a canção, é possível sim ser feliz sozinho! Não foi à toa que criaram um dia só para eles, nós, os solteiros Nesse post, você encontra 4 motivos que te mostram o bom de ser solteira.

Satisfações? O que é isso?

Não tem coisa mais chata do que ficar falando o que vai fazer, aonde vai, com quem vai a toda hora? Bom, quando se é solteira, você só precisa dar satisfações para seu chefe.. e olhe lá! Quer acordar no meio da tarde no sábado? Pode. Quer ficar em casa domingo? Pode também. O tempo é seu e você aproveita como quiser.

Sem DR, sem drama familiar

Nada mais chato do que enfrentar horas e horas de DR com o boy justamente quando você quer ler um livro. Ou então ter que ser A simpática com aquela prima de segundo grau que você nunca foi com a cara no aniversário de três anos da priminha. Na solteirice, você só discute relação com o seu peso e cabelo. E não se sente culpada ao não rir quando o tio do pavê aparece.

Girls just have a fun

Estar solteira é sinônimo de tempo livre, certo? Você tem muito mais tempo pra sair com as amigas, seja para um barzinho ou para uma balada in-crí-vel, que você planeja e sonha durante a semana toda. Tem até espaço para ir naquela viagem que você planeja desde os quinze anos. Se jogar na diversão é o seu lema de vida!

Momento egoísmo total

Controle da televisão? Seu. Sabor da pizza da quarta? Você decide. Filme do NetFlix? Advinha quem escolhe! A panela de brigadeiro é toda sua, uhum. Então para de tanta tristeza e lamentação já que a decisão tá nas suas mãos!

Especial 1 ano: Entrevista com Daniel Bovolento

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Há cerca de um mês, quando percebi que o “Entre Nós” estaria fazendo um ano (mas já? Parece que foi ontem!) fiquei com meus botões querendo saber como comemorar essa data tão especial para mim. Depois de ter uma infinidade de blogs, esse é o meu projeto mais sério, mais voltada para a minha profissão, o jornalismo. As postagens que faço aqui são pensadas bem direitinhas, nada de escrever qualquer coisa. E foi por isso que quebrei a cabeça quando comecei a pensar no que fazer nesse post de um ano. Dispensei logo o sorteio, queria algo beeem especial para mim, principalmente.

“Queria tanto que você tivesse gostado de mim que me esqueci de dizer antes, aquela hora em que você me acordou cedo, que você nem tinha ideia do quanto eu tinha gostado de ti. “

Trecho do texto “Eu queria que você tivesse gostado de mim”

Antes de mais nada, preciso contar a minha experiência com o Dani para essa ‘entrevista’ sair. Me armei de coragem e mandei um tweet pedindo o email dele, que to-do fofo respondeu na hora. Pronto, a sorte estava lançada. Entrevista enviada e, pasmem, respondida no mesmo dia. Sou fã do cara – ele é bem fera- , disse isso pra ele, inclusive. Quando recebi o email com a resposta, ele me deixou tão a vontade que quase liguei o computador pra contar a minha vida pra ele. Sabe quando encaixa pensamento e dúvidas? Então, foi ele. #tipoalmagêmea

Foi quando decidi entrevistar o Dani. Sim, eu faço a íntima com ele. Não conhece ele? Bom, lááá no comecinho do meu blog, eu falei nesse post do Entre Todas as Coisas, blog fundado por ele, Daniel Oliveira, 22 anos, conhecido nas redes como Daniel Bovolento. Além disso, ele tá lançando um livro – “Por onde andam as pessoas interessantes” , escreve três colunas para sites (entre eles, o SuperEla e o Casal SemVergonha que falei dos dois aqui já!) e, geralmente uma vez por semana lança um vídeo no youtube, além de trabalhar em um agência. Ufa! Cansou? Pois ele não. E ainda quer mais, vamos ler?

Começo assim, pá pum: Como foi que um garoto carioca, swing sangue bom, amante de praias foi se jogar na terra da garoa? Existe amor em SP?

Eu conto pra todo mundo que foi por trabalho, mas a verdade é que eu tava vendo a minha vida ir por um caminho muito monótono, saca? Terminei a faculdade, arrumei um emprego num lugar legalzinho, fazendo algo mais ou menos que iria me dar notoriedade na carreira corporativa e tal. Não via muito futuro nisso e vi que eu tava negando fortemente um chamado interior. Resolvi admitir que não tava feliz e consegui ser demitido. Peguei as coisas, vim tirar umas férias em São Paulo – e eu sempre amei essa cidade por algum motivo. Rolou uma entrevista de trabalho e me chamaram pra cá. Vim sem pensar duas vezes e tem sido uma experiência incrível, tenho crescido demais.

Só 22 anos e escreve sobre amor de uma forma tão pura e tão natural. Me pergunto as vezes se você existe ou se te inventaram, sabe? Como acontece esse processo? Levou pé na bunda, texto. Se apaixonou, texto. Pegou alguém na balada, texto? Ou você é daqueles que conseguem ouvir uma música e colocar em palavras um sentimento ‘desconhecido’?

Tudo e todo mundo pode virar texto. O namorado da amiga do trabalho pode virar texto, a frase estampada no outdoor de comercial de shampoo também. Uma vez eu ouvi que pra escrever bem sobre comportamento, você deveria escrever sobre o que te dá medo, ou seja, abrir o seu diário para as pessoas. Comecei a praticar assim e perceber que eu teria que me encontrar em todos os textos, até os que não falavam sobre mim. Então me pus neles. Cada personagem que já escrevi tem um pouco de mim, um pouco de quem eu gostaria de ser, de sentir, de ter vivido. Ou então eles são o que eu vi, vivi, fugi e tudo mais. Mas eu embarco muito em emoções pecualires. Ligo uma música e sintonizo o sentimento, já chorei escrevendo sobre coisa que nunca vivi. Já romantizei gente que vi em 10 minutos. Tudo é possível.

Não é novidade que você tá prestes a lançar um livro. Como foi a concepção? Acordou feliz e decidiu: ‘já plantei a árvore, o filho vai demorar e vou escrever um livro!!’ ou foi algo que você foi amadurecendo? Escrevendo uma coisa no guardanapo do happy hour, no bloco de notas do celular.. Ah, nem preciso dizer que serei a #1 na fila de lançamento aqui no Rio de Janeiro!!

O blog nasceu de uma ideia torta de escrever um livro. Com o tempo, deixei a ideia pra lá e fui brincando de blog. O negócio cresceu demais e cá estamos nós, com um lançamento pela frente. Eu queria escrever um livro que eu gostaria de ler, com as referências que gosto e que meus leitores já conhecem. Queria um livro pra deixar na cabeceira e ler de vez em quando, sabe? O que eu pensei sobre ele foi o tema, depois mudei, depois entendi qual história queria contar através dos textos dele e defini um tema central. São todas sobre mim, até as que não são. E acho que muita gente vai se identificar com ele e com o tema.

Capa do livro do Dani

Sobre a concepção: foi noite sem dormir, foi texto sendo escrito durante um encontro, foi espera de vôo na ponte aérea, foi bloco de notas do celular. Tudo quanto é jeito de escrever funciona. Eu gosto muito de virar a noite em cafés 24h aqui em SP, levar um moleskine e um computador e ficar alternando entre escrita de mão e digitação. A escrita de mão dá a impressão de que você tá “vomitando” mais no papel, porque você não edita ali na hora. Já no computador você tem um impulso maior de editar, mexer no texto, ele não sai muito cru. E eu gosto das vísceras, da coisa nua e crua, tanto é que não reviso meus textos (eu sei, deveria revisá-los, mas não reviso)

Sonhos. Você tem ou acha que eles são só aqueles que vendem nas padarias e só servem pra engordar?

O blog era um sonho. O livro era um sonho. Vir pra São Paulo era um sonho.

Acho que tenho muitos e tô conseguindo realizá-los pouco a pouco. Cada hora surge um sonho novo e noutras alguns somem. Essa é a beleza de sonhar: cada noite você pode se enfiar num desejo diferente e encontrar motivação pra perseguir algum, nem que seja o grande sonho da sua vida. Muita gente acha que sonho é pra ficar na imaginação e não tenta ir atrás do que quer. E te digo que é o maior erro dessa gente. Eu saí de lugar nenhum, um garoto suburbano que começou um blog e hoje tô lançando um livro por uma das maiores editoras do país. Sonhos acontecem e são ótimos, a gente só precisa acreditar mais e transformá-los em metas. Assim eles ficam mais próximos da realidade.

Um blog, um canal no youtube, e em breve um livro. Qual o próximo passo? Ou você faz coro com o Zeca e deixa a vida te levar?

Eu trabalho em horário integral em agência, sou editor-chefe do ETC, escrevo 3 colunas pra sites diferentes, presto consultoria de serviços de conteúdo e ainda quero botar outro blog no ar e dar mais ênfase ao YouTube. Pra esse ano os planos são seguir com tudo e dar um jeito de botar o blog novo no ar. Pro ano que vem, talvez, escrever outro livro e morar fora do país por um tempo. Eu sinto muita falta de viajar, de conhecer outras culturas, outros autores, dar um mergulho mais íntimo em mim, sabe? Tenho o sentimento de que tô perdendo algo o tempo todo, mas vou com o mundo. Onde tem oportunidade eu me enfio. Com medo, mas me enfio.

Quer conhecer mais sobre o Dani? Segue ele aqui oh, garanto que não vai se arrepender #conselhodeamiga

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Livros de Sparks que viraram filmes

Mês que vem mais um livro do renomado autor Nicholas Sparks chega nas telonas. O escolhido dessa vez é o “Uma longa jornada” e tem como protagonistas: Britt Robertson e Scott Eastwood. Não é a primeira vez que um livro dele foi adaptado, né? Eu mesma já falei do lançamento em um outro post.  Apesar de nunca levarem a sério a história dos livros, o fato é que o cara é um dos campeões em adaptar suas publicações para os cinemas. Listei aqui aqueles que já foram parar nas grandes telas.

#1 – Diários de uma paixão (2004): diário

Foi o único que não li o livro (ainda) e provavelmente por isso que curti muito e é um dos meus preferidos. Estrelado pela Rachel McAdams e Ryan Gosling. Eles se conhecem ainda jovens, durante a Segunda Guerra Mundial. Mas, por serem de classes sociais diferentes, a família dela é contra o relacionamento deles. Anos se passam e Allie está prestes a se casar, mas ainda não se esqueceu de Noah e volta para a cidade e o reencontra. Anos mais tarde, o já velho Noah conta todos os dias conta a história deles para a sua esposa que sofre de Alzheimer. O lado bom é que o livro tem continuação (O Casamento), só não sei se há planos que vire filme. Merecia!

#2 – Noites de Tormenta (2008):

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Ao contrário do “Diário”, foi o único dos filmes dele que ainda não vi. Motivos? Não curti nadinha do livro, tá lá em último na minha lista de preferências das publicações do Sparks. Achei bem chato e arrastado. Não me emocionei no filme. O longa conta a história de Adrienne  e o dr. Paul. Ela, busca refúgio numa pousada de uma amiga para fugir do caos. Ele aparece por lá no meio de uma viagem procurando abrigo por causa de uma tempestade.  Foi estrelado por Richard Gere e Diane Lane.

#3 – A última música (2010) :
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De longe, um dos meus livros preferidos do Sparks. Só que veio a Hannah Montana e estragou a história linda, uma das mais fofas que já li e que me fez chorar. Ronnie, personagem da Miley Cyrus, é obrigada a passar o verão com seu pai (Greg Kinnear) que não via há anos junto com seu irmão mais novo em uma cidade litorânea no sul dos Estados Unidos. Contrariada, a adolescente problemática não conta com as surpresas que esses meses lhe trarão. Juro que não tenho birra contra a Cyrus, só que ela não passou a emoção necessária para a personagem enquanto no livro eu chorava litros nos capítulos finais.  Menção honrosa para a música “Climb”, que sim, eu curti.

#4 – Querido John (2010):

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Primeiro livro que li do Nick, portanto tenho um carinho pra lá de especial. Já do filme, bom..  tem algo que eu preciso desabafar: obrigada, por estragarem o final. #SQN. Sério, roteiristas! Vocês não entenderam a mensagem do livro? O longa fala da história de amor entre Savannah, interpretada pela fofa da Amanda Seyfried, e por John, personagem de Channing Tattum. Eles se conhecem durante o verão quando ele, que é um militar, está de férias e ela na cidade construindo casas populares. Quando ele volta para o quartel, começam a se comunicar por cartas (e o ano era 2010, okei). Apesar da mudança surreal do final (que mudou t-o-d-a a coerência da história), eu até que curti.

#5 – Um porto seguro (2013):filmes_2480_safehaven-004

zzZzzz.. Sério, tanto para o livro quanto para o filme. O longa conta a história de Erin Tierney que fugindo do seu marido violento vai se esconder na pequena cidade de Southport, na Carolina do Norte, sob a falsa identidade de Katie Feldman. Lá, conhece o viúvo Alex Wheatley e se envolve com ele, se afeiçoando aos seus filhos pequenos, Lexi e Josh. Katie também faz amizade com a sua vizinha Jo. Bom, o resto é spoiller. Eu não curti, achei cansativa mas teve gente que adorou, né? O casal principal é interpretado pela Julianne Houghs e pelo Josh Duhammel. Confesso que o fim é até que fofo. Mas só o fim mesmo. E até um bocado surpreendente.

#6 – Um homem de Sorte (2012):

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O filme vale a pena por motivos de Zac Efron mostrando que não é mais um rostinho bonito e muito mais do que a trilogia HighSchool Music. Logan é um sargento do Exército americano que percorre o país atrás da sua salvadora. Sim, salvadora. Acontece que no meio da guerra ele foi salvo de um bombardeio ao sair de onde estava ao avistar uma foto. E sempre que estava com a fotografia de uma moça ele se salvava de morrer. Considera então que a moça desconhecida é seu amuleto e decide encontra-la a todo custo. A única informação que ele tem é o casaco de uma universidade que a mulher na fotografia tá usando e parte rumo a Carolina do Norte. Lá conhece Beth , interpretada pela Taylor Schilling , professora e divorciada (a tal moça), ele se oferece para trabalhar no canil que ela é dona e eles iniciam então um romance que logo chega aos ouvidos do louco do ex-marido dela, um policial filho de uma família rica e influente da cidade. Eu curti mais ou menos o livro. O filme é mais legal e por incrível que pareça foi fiel o suficiente.

#7 – Um amor para recordar (2002): 12813077

Primeiro longa baseado em um livro do Sparks. Chorei tanto com o filme e muito mais com o livro. Infelizmente, há diferenças entre os dois. Algumas, porém significativas. No livro, a história se passa na década de 50 enquanto na telinha a trama rola nos dias atuais. Landom (Shane West) é o típico adolescente rebelde. Punido por ter feito mal a um rapaz, ele é obrigado a ajudar na produção da peça de teatro da escola. Lá se aproxima de Jamie (Mandy Moore), a filha do pastor da cidade. E como todo bom folhetim, claro que eles se apaixonam. Mas para infelicidade do casal, a garota tá seriamente doente. E então, o rapaz que antes era conhecido pela rebeldia se torna um rapaz doce. Destaque para a trilha, que dá todo o charme pra história.

Para quem quiser assistir, “Uma longa jornada” tem previsão de estreia no dia 10 de abril. Confira o trailler aqui:

Dia da mulher na literatura!

Hoje, no dia 8 de março é considerado o dia internacional da mulher. Essa data existe oficialmente desde 1910, mas tudo começou uns bons anos antes (mais precisamente em 1857) quando um grupo de operárias de uma fábrica de tecido de Nova Iorque, cansadas da jornada de trabalho e péssimas condições de trabalho, resolveram reivindicar com uma greve. Elas foram agredidas tanto pela polícia quanto pelos patrões e trancafiadas e a fábrica, incendiada causando a morte de todas.

Desde então, nós mulheres, tentamos nos equiparar em vários aspectos com os homens: queremos o direito de exercer profissões que antes era consideradas aparentemente masculinas e ganhar o mesmo salário, lutamos a favor de poder transar no primeiro encontro sem ser considerada ‘fácil’ perante a sociedade.

E, para celebrar o dia de hoje, eu que sou uma viciada em literatura de mulherzinha (conhecida também como gênero chick lit), vou dar meu Top #6 de livros cuja protagonistas são mulheres de fibra.

# Capitu, do livro “Dom Casmurro” de Machado de Assis

imagesLivro que deve ser um dos mais pedidos enquanto estamos no Ensino Médio, né? Li uma única vez, por conta do colégio e me encantei. A história é sobre a vida de Bentinho, mais conhecido como Dom Casmurro, mas vamos combinar que a dona dos ‘olhos de cigana oblíqua e dissimulada‘ é que tem mais destaque na trama, né? Amigos de infância e depois namorados, Bentinho e Capitu protagonizam uma das respostas mais misteriosas que ninguém nunca conseguiu responder: afinal, ela traiu ou não o marido com o seu melhor amigo?

# Aurélia, do livro “Senhora” de José de Alencar

564989Acho um dos livros mais lindos e fofos da literatura brasileira. Aurélia, moça pobre e simples se encanta por Fernando. Eles começam a namorar, mas logo depois ele a troca para ficar noivo de uma moça rica. Um tempo depois, ela recebe uma herança do avô e fica rica. O jogo vira e ela, sem Fernando saber consegue que ele se case com ela sem saber quem era a esposa (século dezenove, povo!) e faz dele gato e sapato como forma de se vingar pelo fato de ter sido trocada. Claro que o tiro saí pela culatra e o final todo mundo sabe, aquele velho clichê.

# Becky Blom, da série Becky Bloom, da Sophie Kinsellabecky-melina

Mulherada que é consumista: impossível não se identificar nem um pouco com a Becky. Dona de uma coleção de sete livros, a saga conta as trapalhadas da nossa shoppaholic (algo como viciada em compras) preferida. Ela é tão fofa (e os livros são tão bem escritos) e tão gente como a gente que no fim você acaba querendo ser amiga dela e se sente tão íntima que quando enlouquece ao ver uma roupa na vitrine da loja logo lembra dela.

# Hermione Granger, da saga Harry Potter

daniel-radcliffe-emma-watson-harry-potter-hermione-granger-Favim.com-529513Tudo bem, podem criticar falando que ela não é a protagonista. Mas vou ter que discordar. Para quem leu a saga do bruxo mais amado do século consegue imaginar a vida do Harry sem a Mione, sua melhor amiga e o cérebro do trio? Impossível, né?  E ainda foi defendida tão bem durante dez anos pela Emma Watson; Por isso que ela merece sim o destaque aqui na minha lista.

# Claire, do livro “Melancia” da Marian Keyes

ÍndiceQuem conhece ou já leu algum livro da Marian sabe que seu forte é escrever livros cujas personagens principais são mulheres. Eu escolhi a Claire – apesar de não ser meu livro preferido da Marian – pois é nela que começa a sequência de livros das mulheres Walsh (“Férias”, “Los Angeles”, “Tem alguém ai”, “Chá de sumiço” e “Dicionário da mamãe Walsh”) que me fizeram dar muitas risadas. E também, porque ela passa por poucas e boas: é abandonada pelo marido assim que tem a filha deles e é obrigada a voltar a morar com os pais e as irmãs.

# Ana, do livro “Simplesmente Ana” da Marina Carvalho

Simplesmente-AnaQualquer semelhança com um certo filme é mera coincidência, ok? O livro da autora brasileira Marina Carvalho, conta a história de Ana, uma estudante de direito moradora da cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais que acha que o pai abandonou sua mãe Olívia antes mesmo dela nascer. Acontece que depois de 20 anos ela descobre que ele nem sabia que ela existia e, pasmem, é rei de um – fictício- pequeno país europeu, Krósvia. A nova princesa decide passar um tempo lá para conhecer o seu pai, rei Andrew e se adaptar na sua nova vida. O livro é tão fofo que devorei em uns dois dias e pirei quando soube que tem continuação (que eu já li, claro),o “De repente, Ana”.

Eu não sou a Jamie. Nem a Summer.

Senta ai, garota. Não vou te chamar de tola, você já sabe que é quanto se trata dele. Queria te falar uma coisa: sua vida não é como nos filmes de comédia romântica que você suspira sempre que assiste. Não é. Muito menos é igual ao clipes de músicas românticas que eu sei que você sempre refaz nessa sua mente criativa. Sim, vai dar certo no final. Mas é bem provável que não seja com aquele carinha. Pode acontecer um dia, mas não agora.

Engole o choro, ele não merece nenhuma lágrima sua. Nunca mereceu. E você sabe muito bem disso, não é? Lembra da cena daquele filme que você viu outro dia e me contou o quanto chorou? A parte do diálogo que você narrou? Desculpa falar, mas ele não vai falar igual. Muito menos te puxar pelo braço quando você sair furiosa depois de uma discussão. Fazer as pazes na cama? Esquece, isso não existe.

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Lembra quando vocês conversaram antes de rolar alguma coisa? Que independente de qualquer coisa, a amizade jamais mudaria? Como naquele filme, o “Amizade Colorida”? Desculpa estragar seus sonhos. Aquilo tudo é na tela, não tenta trazer isso pra vida real, porque.. bem.. não traga. Foi mal pelo choque de realidade. Eu precisava fazer isso com você.

O cara é desses que conseguem separar amizade de pegação. Você não e isso não te transforma em uma Jamie. Você é doce e suave demais. Se envolve demais. Sofre demais. Desiste disso enquanto é tempo. Pela sua sanidade mental.

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[Especial Verão]: Points do Rio de Janeiro

“Rio, 40 graus. Purgatório da beleza e do caos”. 

Se tem uma coisa que eu me orgulho é de morar na considerada cidade maravilhosa. E como o verão finalmente chega hoje, a melhor coisa é aproveitar os points do Rio para curtir a estação mais gostosa do ano, que os dias terminam mais tarde. Separei alguns lugares que eu curto muito. E o que é melhor: a maioria bem baratinho ou quase de graça. Vamos lá?

  • Jardim Botânico

Locação preferida de 9 entre 10 casais para seu book de casamento ou para grávidas. Mas o lugar é lindo e escolhido com razão. Criado em 1808, depois da vinda da família Real pro Brasil, o Jardim Botânico é bom para fazer piquenique (caso não me engane, tem uma área exclusiva), passear com amigos e levar a criançada para andar de bicicleta. Dentro do JB, tem uma lanchonete, caso não queira levar lanches. Fui em um sábado de verão, numa tardezinha bem legal para passear. Dica: para quem gosta de tirar fotos, o lugar rende ótimos cliques!

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O ingresso custa R$ 7 (crianças até  7 anos e adultos depois dos 60 não pagam) e o horário de funcionamento é de 12hrs até 17hrs as segundas e nos outros dias ele abre as 08hrs e fecha as 17 hrs.

Pra saber mais informações, clique aqui.

  • Praia do Recreio

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Esquece Copacabana, a princesinha do mar. Esquece Leblon, praia preferida da Helena e do Maneco. Praia boa pra mim é a Praia do Recreio, na Zona Oeste do Rio.  Calma, tranquila, sem quase nada de turista. O visual? Incrível! Bom para ir com amigos no fim de tarde para jogar conversa fora. E se quiser algo ainda mais tranquilo você pode escolher entre a praia da Reserva ou a Prainha, que só podem chegar lá de carro.  Ou seja, filtra ainda mais os frequentadores. Tem restaurante, mercado e padaria tudo por perto, fora os quiosques que ficam na calçada a disposição de todo mundo.

 

  • Pão de Açúcar/Morro da Urca

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Um dos melhores visuais do Rio de Janeiro. Sério. Aquele momento que você agradece por morar aqui. Tem dois modos: pelo bondinho ou pela trilha. Pelo bondinho você paga um preço bem salgadinho (R$ 62). E pela trilha, bom, pela trilha é de graça. Ela é aberta entre 7 e 18 hrs. Demora mais ou menos 1 hora, tem um pouco mais de 1 km de extensão e tem nível médio. Eu fiz no último verão e foi bem legal. Vale suuuper a pena no fim, no visual. E ah, calma! Subiu e tá com preguiça de descer? Depois das sete, para quem fez a trilha, a descida pelo bondinho é de graça. Ou seja: vá!

Quer saber mais detalhes da trilha? Clica aqui que você descobre. Ou quer saber como faz pra ver esse visual pelo bondinho? O site é esse.

  • Mureta da Urca

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Amor incondicional pela Mureta da Urca. Recentemente, em conversa com duas amigas uma falou: “mas qual a graça da Mureta, gente? É um muro, com um bar lotado que as pessoas ficam bebendo. E só”. Concordo. Mas o visual é incrível, o clima é incrível. Bom, sou suspeita para falar, já que a Urca é meu bairro preferido desde sempre. O esquema é o seguinte. Saiu do passeio ou do almoço em família mas ainda é cedo pra cair na night? Vá pra lá curtir o pôr-do-sol, encontrar os amigos e beber ou só colocar o assunto em dia. Fui num pós Jardim Botânico  no começo do ano e adorei, fiquei até as 21.

*fotos: acervo pessoal, acervo das amigas e Google*

Um certo e-mail

Olá,

Me peguei pensando em você, na nossa amizade. E, claro. Se você tá lendo isso é por que eu me importo com você e tive coragem pra enviar esse e-mail. Sabe há quanto tempo a gente se conhece? Onze anos. Longos onze anos. Eu diria que desde sempre. O engraçado é que a vida quase nos colocou frente a frente duas vezes e você sabe disso… Mas tudo tem o seu tempo e momento certo e por obra do destino, naquele ano, caímos na mesma sala. E viramos amigos.

Se um dia me perguntassem qual personagem de cinema eu definiria nós dois.. é muito, muito fácil: Hermione e Harry Potter. Por que? Porque entre eles só existe amizade e irmandade. Pura, sabe? E te confesso que rolou umas duas cenas nos últimos filmes entre os dois que bateu uma baita inveja. Do tempo que éramos um bocado assim. Aliás, quando você me emprestou seu livro e eu fiquei séculos com ele.

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Lembrei daquele dia especial por sua causa, em que me desloquei do Rio e viajei por horas só para tá ao teu lado nesse dia especial. Quando você viajava nas férias e mesmo não curtindo muito escrever, me mandava cartas. Das cartas que trocamos, dos e-mails, dos papos.

E aê teve seu acidente. E eu sofri. Sofri pois eu sabia que pra você era uma mistura de agonia e aflição, pois ninguém sabia o dia de amanhã. Minha vontade era de largar tudo e ir te fazer companhia pra te fazer rir ou só pra gente jogar papo fora.

Ainda lembro o dia que recebi o seu e-mail dizendo que tinha passado naquela prova super difícil e que você sempre sonhou. Chorei tanto de emoção porque eu sabia que era SEU sonho realizado. E de orgulho por ter um amigo feliz e realizado. Se fechar os olhos, eu ainda revejo essa cena.

Você sempre foi muito mais que um amigo. Foi o irmão mais velho que não tive. Que corria quando eu tava com dúvida ou precisava só desabafar. Quando você me emprestava seu discman me ouvia falar hooooooooras (e quase todos os dias tb) sobre os caras, mesmo achando todos eles uns babacas. Nunca falou nada e sempre me escutava com a maior paciência.  Quando a gente não fazia nada. Era bom. Que eu falava que ia batizar meu filho (a) e que ia ser meu padrinho de casamento. É.. é, é você o cara!

E de um tempo pra cá.. o que aconteceu? Não sei. Nos afastamos. O motivo eu também não sei. Não sei se fiz algo de ruim, te magoei, te trai ou você não vai mais com a minha cara. Não sei mais da sua vida, dos seus planos ou das suas vontades. Nem você dos meus!! Somos dois estranhos, esse é a verdade. E nem sei como isso aconteceu. Ou o motivo do aconteceu. E isso dói. Muito.

Sabe que odeio o quanto eu escrevo horas e linhas e você me manda um ‘tá tudo bem’. Sabe que odeio quando você se faz de duro, mas no fundo quer mesmo é desabafar.

E do nada, aquele cara que eu mais confiava na vida não é mais meu. Meu amigo. Meu irmão. Meu confidente. Nós crescemos juntos. Foi com você meu primeiro porre. Choramos e rimos uma centena de vezes, de coisas importantes até do nada. Logo agora, que eu estou frágil e precisando de abraços e afagos ? Você vai ser de outra. Aliás, ele JÁ é de outra. Só eu não tinha percebido. Quando foi que tudo mudou? E porque eu não percebi, trouxa ? Com quem vou dividir meus pedaços de torta? Quem vai chegar no meio da noite para me consolar? De quem você vai sentir orgulho? Dói pensar sistema de atendimento on-line

Enfim. É isso. Tudo bem se você ignorar. Tudo bem se você me mandar uma linha com ‘tá tudo bem.’ Vou entender. Só queria saber o motivo desse afastamento. Eu te amo meu amigo e torço que tudo, mas tudo na sua vida dê certo.

Com amor,

Sua eterna amiga.