#TemQueLer: Uma prova de amor

livro

Sempre fui fã assumida do gênero chick lit – ou mulherzinha, para muitos – cujas personagens principais são mulheres e seu universo. O primeiro livro que li da Emily Giffin foi “Ame o que é seu”, já resenhado aqui e ela se tornou uma das minhas escritoras preferidas.

O livro de hoje é “Uma Prova de amor”, que li acho, em 2013 – e foi bem difícil lembrar dos detalhes – e muito bem desenvolvido na forma como ela escreve e apesar das mais de 400 páginas, a leitura é suave e leve.


Sinopse: Não para Claudia Parr. A bem-sucedida editora de Nova York não pretende ser mãe e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha, mas, então, ela conhece Ben. O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito: amoroso, companheiro e — assim como Claudia — também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos?

Uma Prova de Amor é um livro divertido e honesto sobre o que acontece ao casal perfeito quando, de repente, os compromissos assumidos já não servem mais. Contudo, é também uma história sobre como as coisas mudam, sobre o que é mais importante, sobre decisões e, especialmente, sobre até onde se pode ir por amor.

Editora: Novo Conceito

Ano: 2013

Páginas: 432


Cláudia tem um relacionamento bem estável. Ela, uma editora, nunca quis ter filhos e encontrou em Ben, seu marido o cara ideal para isso: ele também não quer. Ele é o cara ideal: amoroso e companheiro. Mas, o que Claudia não previa era que o instinto paternal afetasse Ben e ele começa a pensar na possibilidade de ter um filho. De preferência, com ela.

Então é ai que a crise no casamento começa. O que ela deve fazer? Atender aos desejos do marido, afinal, ela o ama e quem sabe pode amar a criança ou simplesmente cortar a relação? Então começa o dilema, já que todo mundo a enxerga como a vilã da situação, até porque é o desejo de se ter filhos sempre parte da mulher, nunca do homem.

*Alerta spoiller!* O casamento começa a ruir e logo eles se divorciam e vai cada um para um canto. Separados, Cláudia decide dar novos rumos a sua vida e começa a conhecer novos caras e como é a relação dela com a família. Ela começa a perceber que quando a gente ama de verdade uma pessoa, as vezes é preciso abrir mão de certos pensamentos e convicções.

A Emily Giffin tem um jeito bem característico em todos os seus livros: ela adora falar de relacionamentos – seja de qual tipo – de uma forma simples e pura, sabe? Uma sensiblidade que poucos conseguem ter quando escrevem seus livros. Eu já li quase todos os livros dela e em todos parece que a escrita fluiu.

Anúncios

#TemQueLer: Para onde ela foi?

livro

Vocês lembram que eu falei do livro “Se eu ficar” nesse post aqui e que depois acabou virando filme? Bom, uns dois meses atrás, uma amiga me emprestou a continuação, “Para onde ela foi?” e sobre ele o #TemQueLer de hoje. Prepare o lencinho que a continuação é tão emocionante quanto a primeira.


Meu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos não em milhas, não em continentes, não em anos , e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado.
Com a mesma força dramática de Se Eu Ficar, agora pela voz de Adam, Para Onde Ela Foi expõe o desalento da perda, a promessa da esperança e a chama do amor que renasce.

Autora: Gayle Forman

Páginas: 240

Editora: Novo Conceito


#Atenção: alerta spoiller

Quem leu “Se eu ficar” pode perceber que lá no finzinho teve uma amostra do primeiro capítulo de “Para onde ela foi?“, certo? Bom, a história dessa vez é narrada por Adam Wilde, namorado da Mia Hall, três anos depois do acidente.

Vemos que Adam agora é cantor de rock bem famoso que namora uma atriz de Hollywood. Calma, mas e Mia e todo o amor que eles viveram lá no primeiro livro? No começo da narrativa – bem tensa para meu gosto – a única coisa que sabemos é que eles não estão mais juntos. As perguntas que ficam são: quem terminou? Ela sobreviveu mesmo ao acidente?

Ao longo das páginas percebemos que apesar da fama, o garoto é um cara solitário. Não tem amizade com mais ninguém, vive separado da sua banda com quem tem uma péssima relação e o seu namoro é totalmente midiático. Conseguiu o estrelato, mas não é feliz.

Levanto o olhar novamente. Seus olhos ainda estão lá, ainda olhando para mim. E eu tenho certeza absoluta de que ela vai tocar esta noite.

Os capítulos vão se intercalando entre a vida atual e os momentos com Mia antes e depois do acidente. Até que por obra do destino, eles são colocados frente a frente em um concerto dela. O garoto que se mostrava tão rebelde, vai se abrindo e revelando aos leitores o motivo do término e pasmem: não foi ele que acabou!

A história é de um todo bem linda. Fala sobre recomeços e segundas chances. Você daria uma segunda chance ao amor da sua vida?. Apesar de ter achado o final bem acelerado – e só vai entender quem for ler- acredito que enrolar seria bem massivo. Me despedi de Adam e Mia com uma dorzinha no coração e a esperança que eles também levem esse segundo livro para as telonas.

#TemQueLer: Laços Inseparáveis

livro

No último domingo, resolvi arrumar meus livros, que estavam divididos em: lidos – dentro do guarda roupa- e não lidos que ficavam dentro do armário embaixo da mesa. Qual não foi minha surpresa ao me deparar com publicações já lidas por mim e que tinha esquecido o quanto eram legais e super mereciam aparecer aqui no #TemQueLer. E um deles é “Laços Inseparáveis”, da Emily Giffin.


Editora: Novo Conceito

Nº de páginas: 445

Sinopse: Marian Caldwell é uma produtora de televisão de 36 anos, vivendo seu sonho em Nova York. Com uma carreira bem-sucedida e um relacionamento satisfatório, ela convenceu todo mundo, inclusive si mesma, que sua vida está do jeito que ela deseja. Mas uma noite, Marian atende a porta… para apenas encontrar Kirby Rose, uma garota de 18 anos com a chave para o passado que Marian pensou ter deixado para trás para sempre. Desde o momento que Kirby aparece na sua porta, o mundo perfeitamente construído de Marian — e sua verdadeira identidade — será chacoalhado até o fim, fazendo ressurgir fantasmas e memórias de um caso de amor apaixonado que ameaça tudo para definir quem ela realmente é. Para a precoce e determinada Kirby, o encontro vai provocar um processo de descobrimento que a leva ao começo da vida adulta, forçando-a a reavaliar sua família e seu futuro com uma visão sábia e doce. Enquanto as duas mulheres embarcam em uma jornada para encontrar o que está faltando em suas vidas, cada uma irá reconhecer que o lugar no qual pertencemos normalmente é onde menos esperamos — um lugar que talvez forçamos a esquecer, mas que o coração se lembra eternamente.


Eu adoro os livros dela, já li quase todos que ela escreveu e ela figura na minha lista de autoras favoritas, junto com a Sophie Kinsella e a Marian Keyes. E a história é bem bem emocionante. Marian Cladwell, 36 anos, é uma poderosa produtora de televisão e que tem a vida bem tranquila. Eis que uma noite, uma adolescente de 18 anos bate à sua porta. Quem é ela? Kirby Rose. Sua filha, que ela entregou para a adoção ao nascer. A jovem, no entanto, só queria saber quem era a sua mãe. Por alguns dias, o passado vem à tona, e tudo fica bastante confuso. As duas tentam estreitar uma relação que antes não existia.

Marian passa então a relembrar toda a sua história enquanto adolescente e, claro, comparando e imaginando como seria se ela tivesse ficado com a criança. Relembra do namorado de colégio e, é claro, fica se perguntando o que aconteceu com ele.

Do outro lado, vemos Kimber, que sempre quis saber como eram seus pais biológicos e o motivo que os levou a entregar para a adoção. No fim, fica um gosto de ‘quero mais’, de que o livro podia ter engrenado antes e algumas coisas terem ficado resolvidas, sabe? Mesmo assim, foi um dos mais bonitos publicados por ela. Vale a pena super a leitura.

#TemQueLer: Se eu ficar

Confesso que não sou adepta de ‘modinha’, principalmente se tratando de livros. Por isso que demorei taaanto para querer ler “Se eu ficar”. Uma amiga me ofereceu o livro e falei: ‘ok, vamos lá. Está na hora”. Até porque eu quero ver o filme e tenho esse TOC particular de só conseguir ver o filme depois de ler o livro

CapaA última coisa de que Mia se lembra é a música. Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera… e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.

Autor: Gayle Forman

Editora: Novo Conceito

Número de páginas: 224


Queria falar que escrevo essa resenha sem ver o filme. E que, diferente do ‘A culpa é das estrelas’, não chorei nenhuma vez. Me emocionei sim, mas chorar não. A história é narrada pela própria Mia, uma adolescente de 16 anos. Durante o que devia ser um apenas um passeio em família, uma tragédia acontece: o carro em que eles estão sofre um acidente e só Mia sobrevive por ora, e seu estado é grave. O que é mais estranho é que a jovem está fora do seu corpo, mas não sabe o motivo.

Morta ela não está, pois de acordo com ela não consegue fazer coisas de fantasma, como atravessar paredes. O que ocorre então? Mia percebe que ela que tem que escolher entre partir ou ficar? Do lado de fora estão seus avôs paternos, tios, primos, a melhor amiga Kim e seu namorado, Adam. Se ela decidir ficar, não terá mais os seus pais e seu irmão mais novo, Teddy junto dela. Se ela for, perde a vida, a oportunidade de se tornar uma grande musicista de violoncelo.

“Às vezes você faz escolhas na vida e outras, as escolhas vêm até você. Faz sentido para você?” (página 159)

A narrativa, de forma bem simples e que o leitor consegue acompanhar, alterna o presente – Mia em coma –  com o passado e como era a sua vida antes do acidente. E ela entende que só ela pode decidir se fica ou não, mais ninguém pode tomar essa decisão por ela.

“Sei que isso faz com que eu pareça meio hipócrita. E, se for esse o caso, será que eu não devo ficar? Enfrentar? Talvez se eu tivesse mais prática, talvez se eu tivesse passado por outras situações difíceis em minha vida, estaria mais preparada para seguir adiante. Não que a minha vida tenha sido perfeita. Tive decepções, já me senti solitária, decepcionada, enraivecida e todas aquelas coisas ruins que todo mundo sente. Mas, em se tratando de sofrimentos de verdade, fui poupada. Nunca fui forte o suficiente para enfrentar tudo o que teria de enfrentar se eu decidisse ficar.” (página 181)

Apesar de não chorar, é um livro que nos faz refletir sobre a importância da família na nossa vida e o quanto eles são importantes na nossa formação como ser humano. Vi um comentário que achei completamente coerente: talvez se fosse adolescente, iria gostar e me identificar muito mais com o livro. Mas de um modo geral, a história é linda. Boas notícias: além do filme, já existe uma continuação, mas dessa vez contada pelo Adam, namorado da Mia, alguns anos depois do acidente.

#TemQueLer: “A última música”

Quarta aqui no blog é dia de resenha de algum livro que eu tenha gostado muuuito. Não foi diferente. Já escrevi aqui outra resenha dele. Acho que “A última música” foi o terceiro livro do autor que li. E é impossível não chorar com ele. Eu gostei muito. Vamos para a resenha?
Maultimamusicaais uma vez Nicholas Sparks nos mostra porque é considerado o mestre do romance moderno e porque seus livros são adorados por leitores de todo o mundo. Seguindo a tradição de seus mais belos romances, ele agora nos apresenta uma comovente história sobre família, amizade, amor, amadurecimento e especialmente sobre como perdoar e recomeçar. Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir para a praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com o pai na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação do pai e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida. Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A ÚLTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 528

Até agora, é o mais lindo do Nicholas. Nunca na vida eu chorei com um livro. E nele chorei. Chorei muito. Você que está lendo isso e só viu o filme.. esqueça! O livro é mil vezes melhor.

Ronnie e seu irmão vão passar as férias de verão com o seu pai, que não viam há anos. Ela, que aprendeu com o pai a tocar piano, largou a música quando seus pais se separaram, em uma espécie de trauma. Ela não se dá bem com o pai e culpa a mãe de ter que passar as férias com ele. Ele é um ex-pianista e vive numa cidade pequena, absorto na restauração da igreja local que pegou fogo no verão anterior. O que ela não sabe é que seu pai está doente e quase morrendo e tem nesses meses a chance de amar novamente.. ela também se envolve em confusões e conhece um amor, Will. É a típica história do garoto bonito, rico e gente boa.

Ela quando descobre da doença do pai, perdooa tudo e fica ao lado dele até seus últimos dias. Termina de compor uma música que ele havia começado. E fica com Will, claro. Eu chorei absurdos da metade do livro até o fim. Vale a pena.

#TemQueLer: “Simplesmente Acontece”

Mais uma quarta feira, mais um #TemQueLer! A resenha de hoje é sobre o livro “Simplesmente Acontece”, da Cecília Ahern. Originalmente, seu nome é “Onde terminam os arco-íris” e tinha sido lançado pela Editora Relumé Dumará. Bom, o fato é que ele virou filme e a Novo Conceito comprou os direitos e relançou com esse nome.

downloadO que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails, mensagens de texto, cartas, cartões-postais… Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples. 

Autor: Cecília Ahern

Editora: Editora Novo Conceito

Número de páginas: 488


Pausa. Um minuto de silêncio pra um dos livros mais lindos que eu já li (e mais bem escritos também.) A história é sobre a amizade de Alex e Rosie, que se conhecem desde os cinco anos e são melhores amigos desde sempre. Um relacionamento incomum, já que todos acreditam que eles deveriam ser um casal. Até que uma tragédia acontece: a família de Alex é transferida de Dublin, na Irlanda para Boston, nos Estados Unidos justamente no último ano do colégio deles. Ele deseja se tornar médico. Rosie é apaixonada por hotéis desde criança. Combinam então de fazerem a faculdade na mesma cidade: Boston. Mas uma bomba cai sobre eles: Rosie fica grávida. E seus planos mudam.

Como a vida é engraçada, né? Bem na hora em que você pensa que está tudo resolvido, bem na hora em que você finalmente começar a planejar alguma coisa de verdade, se empolga e sente como se soubesse a direção em que está seguindo, o caminho muda, a sinalização muda, o vento sopra na direção contrária, o norte de repente vira sul, o leste vira oeste, e você fica perdido

Enquanto a vida de Rosie vira do avesso, a de Alex segue normal: faculdade, namoros e saídas. E por esse tempo todo eles vão se falando e mantendo a amizade. Cada um levando a sua vida na sua cidade, seu país. E ainda melhores amigos, acima de tudo.

O que mais me impressionou nesse livro foi a narrativa: ela é toda feita através de cartas, sms, emails. E não fica só concentrada nos dois: aparece a filha da Rosie, Katie, os pais dela, a amiga, os irmãos. Tudo, tudo feito através de mensagem.

Eu me emocionei bastante, pois é daqueles livros que acontecem com você, sua amiga, sua vizinha. Normal demais, real demais! Quando você pensava que a coisa ia finalmente acontecer, o destino vinha e pregava uma nova peça tanto em Alex quanto em Rosie. E a gente fica, tipo, torcendo (muito) pelos dois e percebendo que ‘nossa, passei por isso ou situação beeem parecida’.

O livro virou filme e deve ser lançado em janeiro de 2015. Confira um dos trailers:

#TemQueLer: Querido John

Já comentei aqui que sou fã dos livros do Nicholas Sparks (mesmo me decepcionando nas suas últimas publicações) e me decepciono muito quando eles viram filmes. Mas o #TemQueLer de hoje é de um dos meus livros preferidos dele, o primeiro que eu li: “Querido John”.

 

querido jhon‘Querido John’ narra a história de um jovem soldado americano, John, que se apaixona por Savannah uma estudante conservadora. Quando Savannah Lynn Curtis entra em sua vida, John Tyree sabe que está pronto para começar de novo. Ele, um jovem rebelde, se alista no exército logo após terminar a escola, sem saber o que faria de sua vida. Então, durante sua licença, ele conhece Savannah, a garota de seus sonhos. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah jure esperá-lo concluir seus deveres militares. Mas ninguém pôde prever que os atentados de 11 de Setembro pudessem mudar o mundo todo. E como muitos homens e mulheres corajosos,John deveria escolher entre seu amor por Savannah e seu país. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, John descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 288

Eu soube primeiro da história do filme, através de um conhecido e me interessei. Na época, tinha um espaço de umas três horas entre uma aula e outra na faculdade e aproveitava e entrava em uma livraria pra ler. O livro é lindo, passa uma mensagem sensacional. Diz que quando a gente ama de verdade, temos que deixar a pessoa ser feliz.. e não necessariamente ser com a gente… se para o outro ser feliz .. A história começa quando John, que dá nome ao livro, volta para casa de férias no verão. Ele, que era um garoto rebelde, viu sua vida mudar de rumo quando entrou para o Exército americano. Nesse verão, conhece Savannah, moça simples que está na sua cidade, para ajudar em uma reconstrução de casas. É amor a primeira vista. Savannah, muito religiosa não tinha tido nada sério com outro rapaz. Ela é de outra cidade e sempre faz trabalhos voluntários. Eles se conhecem quando John resgata a bolsa dela que caiu no mar. Se envolvem durante o verão, mas ele tem que voltar para a base do exército, que fica na Europa. Durante meses, trocam cartas quase que diariamente, contando sobre a vida diária. Nas férias ele também conhece o vizinho e amigo e de infância de Savannah, Tim, que tem um irmão autista e que está lá para ajudar na construção.
Um pouco antes de terminar seu tempo na base europeia, acontece o ataque do 11 de setembro e John tem que escolher entre ficar com seu grande amor ou ajudar a pátria. Ele escolhe a segunda opção. Nesse meio tempo ele e Savannah ainda se encontram algumas vezes, mas ela decide terminar de vez lhe escrevendo uma carta. Vemos também o relacionamento entre John e seu pai que nunca foi muito bom. Quando ele conhece Savannah, é descoberto o motivo: seu pai é autista e seu mundo é o da sua coleção de moedas. Quando o pai dele morre, ele vai atrás dela. Mas ai descobre que ela casou com Tim. Quando ela terminou com ele, é porque queria alguém ali do lado dela… literalmente.
E o Tim estava. John descobre que além de tudo, Savannah se casou por causa do irmão de Tim, já que ele está doente.. Em um ato de amor por ela, ele vende toda a coleção do seu pai e doa a ela para ajudar no negócio deles. E ela não sabe disso. O livro termina com John observando Savannah de longe.. e a amando para sempre. Aí que entra o que eu achei divino no livro: Amar não significa estar ao lado dela para sempre, mas sim deixar essa pessoa ser feliz.

Leia. Se emocione. Vale a pena.

#TemQueLer: Anna e o Beijo Francês

O #TemQueLer hoje é na resenha de um livro tão fofo que quando termina você tem vontade de ficar amiga de todos os personagens. Já li ele tem uns três anos, mas ainda guardo um carinho aqui no meu coração por ele!

Índice

Sinopse:

Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.

Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?

Autora: Stephanie Perkins
Páginas: 288
Editora: Novo Conceito

A história começa quando Anna, 17 anos, vai passar seu último ano escolar em Paris. Sonho de consumo de 9 a cada 10 pessoas. Mas dela não. Ela vai ter que se separar do seu quase namorado, da sua melhor amiga e da sua vida. Era tudo que ela não queria. Mas seu pai, que é um novo escritor de best-seller, a manda para lá. Chegando lá, faz novos amigos: Meredith, Rashimi e Josh. Entre eles, Étienne St. Clair. Passada a fase de adaptação, ela se sente em casa. E se envolve com St. Clair. O problema é que ele tem namorada. E uma das suas novas melhores amigas é apaixonada por ele. Ele tem um sotaque inglês incrível, segundo Anna. É charmoso, amigo e lindo. Incrivelmente lindo. O tipo de cara que toda garota se apaixonaria. Eu me apaixonei pelo jeito dele. Queria um St. Clair. Quem lê o resumo pensa: “mais um livrinho de adolescente.” Mas a leitura flui tão docemente que você quer mais. Quer ser Anna, ser amiga dela. Ela é engraçada do seu jeito. St. Clair então… nem se fala.
Eu devorei o livro, queria mais ! O texto é feito de forma leve e divertida. Tá de mal com a vida? Leia. Quer rir? Leia tb. Louca pra qua a autora, Sthephanie Perkins, lance outro no mesmo nível. Sinceramente, entrou pra lista de livros preferidos.