#TemQueLer: “Um coração em guerra”

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O livro do #TemQueLer de hoje é de uma das minhas autoras preferidas, a Li Mendi. Além de mandar muito bem na escrita, ela é uma das pessoas bem fofas que já conheci no mundo literário. Quando fiz um mês aqui do blog, ela foi super gentil e me ofereceu uma entrevista.

Li quase todos os livros dela. O de hoje, li umas duas vezes (é meu favorito!) e indiquei pra minhas amigas. O amor por essa história é tanta que quando fui escrever meu livro (tem até o primeiro e o segundo capítulo aqui), não pensei duas vezes em usar os mesmos nomes pros protagonistas.


Sinopse: “Um Coração em Guerra” conta a estória de Caio e Bela, um casal de amigos que se vêem separados de repente e descobrem o quanto se amavam. Caio vai para a Academia militar e Bela tenta conviver com a distância do amigo, mas logo percebe que é impossível conter a paixão a cada vez que ele retorna.

Autora: Li Mendi

Onde encontrar: Site da Li Mendi


Caio é aquele amigo que todo mundo tem. Isabella, o Bela pros íntimos é também aquela garota que todo mundo conhece. Ele, nerd e roqueiro. Ela, patricinha e popular. Por mais improvável que pareça, eles são amigos. Mas é aquela velha historia, enquanto Caio é apaixonado por Bela, ela só o vê como amigo. Até o dia em que ele revela que passou em um concurso e vai precisar morar em outra cidade. E é ai que a ficha cai e a menina se vê apaixonada por ele.

Eles então engatam um namoro e precisam conviver com alguns empecilhos: a mãe que  acha que Bela não é a namorada perfeita pro filho, a prima que insiste em se jogar no colo dele e a distância.

“Sabe…. Eu posso estar em qualquer lugar…, Mas eu nunca vou deixar de te amar, esse amor já nasceu comigo. Eu só soube disso quando te conheci. ”

 

Bela começa a viver a sua vida e o seu namoro a distância com todas as complicações. Ela começa a faculdade de publicidade e deixa de ser aquela menina mimada que só pensava em compras. O relacionamento com Caio também passa por altos e baixos e tropeços.

O fim é até meio obvio, mas a leitura é tão fofa e tão contagiante que dá vontade de se tornar amiga dos dois, você torce mesmo. Infelizmente, só existe a versão e-book dele (já pedi pra Li uma versão impressa!). Se você é dos que torcem o nariz pra livro online, eu garanto que a leitura não vai te deixar a desejar!

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#TemQueLer: Uma Curva no tempo

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Antes de começar a escrever, queria falar que só leiam esse livro caso vocês tenham alguma estrutura emocional. Caso contrário, nem tentem. De verdade.

Achei esse livro, dando uma olhada em algum site de livraria e logo me interessei. Apesar de nunca ter ouvido falar da autora, Dani Atkins, dei uma chance. A sinopse, apesar de parecer um tanto confusa, consegue te chamar a atenção.

Rachel, tem 23 anos e não vive. Sobrevive um dia depois do outro. O que aconteceu ? Bom, às vésperas de ir para a faculdade, Rachel se reúne em uma pizzaria com seu namorado, Matt e seus melhores amigos Jimmy e Sarah e outros colegas de colégio para celebrar a nova fase.

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O problema é que por causa de um carro desgovernado que invade o restaurante, Jimmy morre ao tentar salvar a sua vida. Ela se fecha no seu mundo e se culpa pela morte do amigo. Cinco anos depois,  ao retornar pela primeira vez na sua cidade natal depois do acidente para o casamento da Sarah, ela resolve visitar o túmulo do amigo.

Rachel, em um momento de desespero, cai e bate a cabeça. Ao acordar, no hospital, percebe que a sua vida mudou. O pai, que antes estava em estágio terminal de câncer, nunca teve
nada. Ela agora é uma jornalista de certo renome e é noiva de Matt, com quem rompeu quando tudo aconteceu. E, para completar, Jimmy está mais vivo do que nunca.

Claro que em um primeiro momento, ela se acha louca e quer voltar para aquele que acha que é o seu mundo. Porém, os médicos alegam uma crise de amnésia devido a pancada, e para ela, só basta tentar preencher a lacuna desses últimos anos.

Quando vai chegando ao final e tudo começa a dar certo, começa a dar uma certa apreensão de que algo – surpeendente – vai acontecer. E acontece. Terminei o livro um tanto quanto chocada, surpresa e com o coração na mão. Sabe quando você demora a entender e se pergunta os motivos que levaram a autora a fazer aquilo? No geral, a história é muito, muito boa. Vale a leitura.

Pra pedir de Natal: Novo livro da Marian Keyes

Nada me dá mais alegria do que ver que um novo livro na área. E, se por um acaso, esse livro for de uma das minhas autoras preferidas, a felicidade é dupla. Foi assim que me senti ao saber que ela, Marian Keyes, em breve lança mais uma publicação, no fim de novembro, ainda sem data certa.

Depois de nos presentear com vários livros pra lá de engraçados e um tanto quanto profundos, a irlandesa, autora de sucessos como “Casório” (de longe, meu preferido!) e “Melancia”, conta dessa vez sobre a Stella Sweeney, em “A mulher que roubou a minha vida”.

Stella é uma escritora de livros de auto ajuda que viveu o último ano em turnê, na cidade de Nova Iorque. Agora ela está de volta a Dublin. O que levou a prestigiada autora a largar sua duplex de 10 quartos no bairro do Upper West Side, entrevistas e aparições  em talk shows?

O que ninguém sabe é que ela quer voltar a ser a mulher que costumava ser. Mas quem seria essa pessoa? Nesse meio tempo, Stella começa a receber telefonemas misteriosos.

Bom, não sei vocês, mas eu estou louca para comprar mais esse livro da Marian. E ai, conhece o trabalho da autora? Comente aqui!

#TemQueLer: “No Mundo da Luna”

A melhor coisa para quem curte ler é: se identificar com um personagem ou só com a história. Em uma das minhas idas nas livrarias para saber as novidades, encontrei por acaso, o livro do #TemQueLer de hoje, ‘O Mundo da Luna’, da escritora Carina Rissi. Essa é a segunda publicação dela que leio, a primeira foi ‘Procura-se um marido’, há uns dois anos. Além desses, a autora tem outros livros lançados e de bastante sucesso.

Como leitora voraz (e quem sabe, futura escritora!), eu valorizo e muito a literatura nacional e procuro sempre novos autores e histórias, já que, na minha opinião é um mercado em expansão. E também sou daquelas que a-m-a um livro bem mulherzinha. Uhum.


A vida de Luna está uma bagunça! O namorado a traiu com a vizinha, seu carro passa mais tempo na oficina do que com ela e seu chefe vive trocando seu nome.
Recém-formada em jornalismo, ela trabalha como recepcionista na renomada Fatos&Furos. Mas, em tempos de internet e notícias instantâneas, a revista enfrenta problemas e o quadro de jornalistas diminuiu drasticamente. É assim que a coluna do horóscopo semanal cai no colo dela. Embora não tenha a menor ideia de como fazer um mapa astral e não acredite em nenhum tipo de magia, Luna aceita o desafio sem pestanejar. Afinal, quão complicado pode ser criar um texto em que ninguém presta atenção?
Mas a garota nem desconfia dos perigos que a aguardam e, entre muitas confusões, surge uma indesejada, porém irresistível paixão que vai abalar o seu mundo. O romance perfeito — não fosse com o homem errado. Sem saída, Luna terá que lutar com todas as forças contra a magia mais poderosa de todas, que até então ela desconhecia: o amor.

Autor: Carina Rissi
Editora: Verus
Número de Páginas: 476
Ano de Publicação: 2015


Luna é uma jornalista recém-formada que trabalha… como recepcionista da revista Fatos&Furos. Ela só aceitou o convite pois o editor era nada mais, nada menos do que Dante Montinni e ela é fã do cara. Até descobrir que ele é um grosso e insuportável. Além disso, descobriu que o seu namorado Igor, traia ela com a vizinha. Ela mora com a melhor amiga Sabrina e é descendente de ciganos.

O problema começa quando a repórter responsável pela coluna de horóscopo é chamada para trabalhar na concorrente e Luna, vendo ai uma oportunidade de se tornar uma jornalista de fato, aceita o pepino. O problema é que ela não conhece na-da de astrologia e afins.

Ela recorre então a um baralho de uma famosa cigana para conseguir escrever e a coluna é um sucesso, já que segundo as leitoras, tudo que tá lá, acontece. Claro que como em todo romance que se preze, em meio de tudo isso há muita confusão por parte da nossa prota.

Não tem como se apaixonar pela Luna e todos os personagens da história da Rissi, de verdade. Ela consegue te envolver de certa forma que é como se na metade do livro você se identifica tanto, mas tanto que acaba se tornando íntima e (querendo ser) amiga de todos!

#TemQueLer: “A lua de mel”

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Muitos não sabem, mas eu tenho um Top 3 de autores favoritos da vida, que não importam se o livro não me encante muito, eu vou ler. E vou indicar pra uma amiga (já fiz taaanto), de verdade. Entre esses, tá Sophie Kinsella (curiosidade: os outros dois são: Nicholas Sparks e Marian Keyes), aquela que escreveu sobre a nossa shoppholic preferida, Becky Bloom.

O #TemQueLer de hoje, traz o último livro que li dela, “A lua de mel”. Costumo dizer que cada um tem um estilo, uma marca própria para suas histórias e com ela, não é diferente. Porém, esse livro tem uma pegada um pouco Marian Keyes. Quem conhece o trabalho das duas autoras, vai me entender. Não estou afirmando que o enredo é ruim, só que vi mais elementos da MK, do que da Kinsella, ok?


Ao se dar conta de que o namorado nunca vai pedir sua mão em casamento, Lottie toma uma decisão. Termina o compromisso com ele e diz o tão sonhado sim a Ben, uma antiga paixão, com quem ela havia prometido se casar se ambos ainda estivessem solteiros aos 30 anos. Os dois então resolvem pular o namoro e ir direto para uma cerimônia simples e seguir para a lua de mel em Ikonos, a ilha grega onde eles se conheceram. Mas Fliss, a irmã mais velha da noiva, acha que Lottie enlouqueceu. Já Lorcan, que trabalha na empresa de Ben, teme que o casamento destrua a carreira do amigo. Fliss e Lorcan então elaboram um plano para sabotar a noite de núpcias do casal e impedir que os noivos cometam o maior erro de suas vidas. 

Editora: Record

Número de Páginas: 493


Lottie tá louca para que seu namorado a peça em casamento. Só que isso não acontece e ela acaba se enchendo e termina tudo. Nesse meio tempo, Ben, uma paixão antiga reaparece e a faz lembrar da promessa que fizeram: se ambos estivessem solteiros aos 30, que eles iriam se casar. Loucura total. Impulsiva que é – e querendo se vingar do agora ex- ela aceita o pedido.

Eles partem então, para ‘A lua de mel’. Ai que a confusão começa. Quais as chances de dar certo? O livro mostra também a visão da Fliss, a irmã da Lottie, uma mulher que está na beira do divórcio e que, claro, é completamente contra essa insanidade da irmã. E temos também Lorcan, melhor amigo e parceiro profissional de Ben, que tem certeza que essa união vai dar completamente errado.

Se eu gostei? Sim, mas não tá na lista dos meus favoritos dela (aliás, acho que é o último na sequencia eu gosto. E olha que já li todos que ela escreveu. Uhum). É divertido, porém não tanto quanto os outros dela, sabe? Mas vale a leitura.

#TemQueLer: Dona Oncinha

Já falei aqui o quanto eu sou apaixonada por blogs de textos, né? Pra mim, são muito mais atrativos do que aqueles de moda/beleza. O blog que trago pro #TemQueLer, descobri por acaso, no instagram. Fui, dei uma olhada e tcharan.. já sigo, indico pras amigas, leio sempre..

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Só o nome eu achei bem peculiar: ‘Dona Oncinha’ e é bem feminino. Sabe quando você já começa a curtir só pelo nome? Então, foi isso. Lá, eles escrevem sobre ‘Dose diária de Poesia. Vida. Festa. Cotidiano. Fotografia. Moda. Feminices’. É texto, muito texto. E isso é muito legal.

Sozinho ou acompanhado, aprendi na vida que a melhor cia que tenho é a minha. Eu mesma me perdi para o mundo e não estou em busca de endereço fixo ou caixa postal evidente. Decidi que o meu lugar vai ser em qualquer lugar. E isso significa ser feliz independente de todas as provas que a vida me coloque. Um sincero: desafia que eu dobro a aposta.

O instagram deles também é bem bacanão. Várias frases lindas e inspiradoras. A criadora, Juliana Manzato, conta que sempre foi apaixonada por internet e informação e nunca achou um lugar que falasse diretamente para as mulheres. E tudo isso incentivado pelas amigas, lá em 2010. Ju ainda fala que o nome saiu de uma expressão que faz referências às mulheres bravas e fortes

Outra coisa que eu curti bastante é quando eles colocam trilha sonora em cada textinho. Uhum. Eu, como leitora ávida, adoro saber o que passava no coração do autor/escritor na hora da composição do texto.

Ficou curiosa? Corre lá pra saber mais: http://www.donaoncinha.com.br/

Clica também para saber as redes sociais deles:

insta facebook

#TemQueLer: De repente dá certo

Sou apaixonada por blogs que tenham textos/crônicas que te fazem pensar ou refletir sobre a vida. Foi assim com Entre Todas as Coisas, com o SuperEla. E tá sendo assim com “De repente, dá certo”.

Sem título

Conheci ele em um post da Jú Faria (uma dos primeiros a aparecer no #TemQueLer), quando ela postou um texto incrível que a autora (e atriz, e jornalista e editora, ufa!) do blog Marcela Picanço cujo título era: “Se o amor da minha vida não chegar”. Uhum. Aquele texto soco no estômago. Passei uns dias e fui, dessa vez direto no blog dela. Último texto: ‘O nosso primeiro não na carreira’. Outro soco, dessa vez, daqueles bem certeiros. Encaixou como uma.. luva!

E começa a ler os outros. E se identifica. Muito. E, claro, já quer essa pessoa como amiga pra te dizer exatamente aquilo, naquele momento. Quem nunca, não é?

Acho que se um dia, por acaso, eu te encontrasse na rua, eu ia fingir que eu não te conheço. Porque meu coração ia acelerar tanto que eu não ia conseguir falar nada. Eu sempre consigo disfarçar meu nervosismo falando mais. E tudo bem, porque eu já sou o tipo de pessoa que fala demais. Mas com você eu recuo. Minha vontade era pular no seu pescoço e falar o quanto eu senti sua falta por todo esse tempo. Depois eu ia segurar sua mão e te levar pra algum lugar que só existisse a gente.

Segundo o que a Marcela conta, ela criou o blog – em outra plataforma – lá pelos idos de 2008, já que “tinha cansado de escrever um monte de bobagem nos meus cadernos e escondê-los atrás do meu quadro de fotos”.

Quer saber mais? Olha aqui as redes sociais do blog.

facebook insta

#TemQueLer: SuperEla

Quando comecei a escrever o #TemQueLer, a minha ideia principal era trazer toda semana blogs/sites novos que eu olhasse e pensasse: “Hum, vale a pena indicar pro mundo!” Depois de um tempo, resolvi intercalar com resenhas de livros que tinha lido e gostado muito.

Sem título

A indicação de hoje,é o SuperEla, blog completamente feminino. Quando eu digo feminino, eu digo que fale sobre a alma feminina. Não fala sobre make ou sobre moda. Fala sobre os dilemas que nós, mulheres, temos. E olha, posso garantir. São muitos!

Criado pela Ju Bretas, o SuperEla conta hoje com mais de 70 colunistas – entre eles o lindo do Daniel Bovolento (aliás, foi por causa dele que conheci esse blog) e que já deu as caras aqui no #TemQueLer, bem lá no comecinho.

Segundo a Ju, a missão do SE é “ajudar o maior número de mulheres possíveis”. Tá querendo desabafar e tá precisando de uma visão nova? Lá é O lugar. Funciona muito como uma terapia  grupo. E você pode ter a visão da amiga, de um cara, da pessoa do contra que te dá um choque de realidade. Uhum. Vale a pena gastar algumas horas lendo os textos.

Os textos são divididos em cinco categorias: Amor, Sexo, Vida, Beleza e Estilo. Ah, você tá pensando que acabou? Não! Curte escrever? Eles te querem também. Lá tem uma sessão que você pode mandar seu texto. Bacana, não é?

Para saber mais – e seguir nas redes sociais – só clicar aqui:

ttinstafacebook

#TemQueLer: A última carta de amor

Depois de séculos sem aparecer – sumiço esse plenamente justificável, diga-se de passagem -, eis que hoje o #TemQueLer volta com força total. O livro da vez é o “A última carta de amor”, da escritora inglesa Jojo Moyes. Lembro que comprei, apenas pela capa, que achei linda e foi a primeira publicação que li dela.

Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento. Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.

Autor: Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 378


Minha relação com a história é bem fofa. Como disse antes, comprei sem pretensão nenhuma e depois me apaixonei pela forma que a autora escreve, tanto que li mais um livro dela (que vai virar filme em breve!) e tenho mais dois na imensa lista. Bom, a história começa com a Ellie, uma jornalista de trinta e poucos que tem um caso com um homem casado e que vive nos dias atuais. Ela precisa fazer uma matéria especial para o jornal em que trabalha.

Ela encontra então, uma série de cartas de amor que foram escritas por Jennifer, uma mulher casada e infeliz, lá nos anos 60. O livro começa a narrar então o que aconteceu. As narrações se intercalam. Vemos o que acontece com as duas protagonistas.

Imagina: duas mulheres sofrendo ao seu modo por amor, em épocas diferentes. No fim, a vida as entrelaça de uma forma totalmente inesperada. O final? Bom… é ler para amar!

Livros de Sparks que viraram filmes

Mês que vem mais um livro do renomado autor Nicholas Sparks chega nas telonas. O escolhido dessa vez é o “Uma longa jornada” e tem como protagonistas: Britt Robertson e Scott Eastwood. Não é a primeira vez que um livro dele foi adaptado, né? Eu mesma já falei do lançamento em um outro post.  Apesar de nunca levarem a sério a história dos livros, o fato é que o cara é um dos campeões em adaptar suas publicações para os cinemas. Listei aqui aqueles que já foram parar nas grandes telas.

#1 – Diários de uma paixão (2004): diário

Foi o único que não li o livro (ainda) e provavelmente por isso que curti muito e é um dos meus preferidos. Estrelado pela Rachel McAdams e Ryan Gosling. Eles se conhecem ainda jovens, durante a Segunda Guerra Mundial. Mas, por serem de classes sociais diferentes, a família dela é contra o relacionamento deles. Anos se passam e Allie está prestes a se casar, mas ainda não se esqueceu de Noah e volta para a cidade e o reencontra. Anos mais tarde, o já velho Noah conta todos os dias conta a história deles para a sua esposa que sofre de Alzheimer. O lado bom é que o livro tem continuação (O Casamento), só não sei se há planos que vire filme. Merecia!

#2 – Noites de Tormenta (2008):

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Ao contrário do “Diário”, foi o único dos filmes dele que ainda não vi. Motivos? Não curti nadinha do livro, tá lá em último na minha lista de preferências das publicações do Sparks. Achei bem chato e arrastado. Não me emocionei no filme. O longa conta a história de Adrienne  e o dr. Paul. Ela, busca refúgio numa pousada de uma amiga para fugir do caos. Ele aparece por lá no meio de uma viagem procurando abrigo por causa de uma tempestade.  Foi estrelado por Richard Gere e Diane Lane.

#3 – A última música (2010) :
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De longe, um dos meus livros preferidos do Sparks. Só que veio a Hannah Montana e estragou a história linda, uma das mais fofas que já li e que me fez chorar. Ronnie, personagem da Miley Cyrus, é obrigada a passar o verão com seu pai (Greg Kinnear) que não via há anos junto com seu irmão mais novo em uma cidade litorânea no sul dos Estados Unidos. Contrariada, a adolescente problemática não conta com as surpresas que esses meses lhe trarão. Juro que não tenho birra contra a Cyrus, só que ela não passou a emoção necessária para a personagem enquanto no livro eu chorava litros nos capítulos finais.  Menção honrosa para a música “Climb”, que sim, eu curti.

#4 – Querido John (2010):

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Primeiro livro que li do Nick, portanto tenho um carinho pra lá de especial. Já do filme, bom..  tem algo que eu preciso desabafar: obrigada, por estragarem o final. #SQN. Sério, roteiristas! Vocês não entenderam a mensagem do livro? O longa fala da história de amor entre Savannah, interpretada pela fofa da Amanda Seyfried, e por John, personagem de Channing Tattum. Eles se conhecem durante o verão quando ele, que é um militar, está de férias e ela na cidade construindo casas populares. Quando ele volta para o quartel, começam a se comunicar por cartas (e o ano era 2010, okei). Apesar da mudança surreal do final (que mudou t-o-d-a a coerência da história), eu até que curti.

#5 – Um porto seguro (2013):filmes_2480_safehaven-004

zzZzzz.. Sério, tanto para o livro quanto para o filme. O longa conta a história de Erin Tierney que fugindo do seu marido violento vai se esconder na pequena cidade de Southport, na Carolina do Norte, sob a falsa identidade de Katie Feldman. Lá, conhece o viúvo Alex Wheatley e se envolve com ele, se afeiçoando aos seus filhos pequenos, Lexi e Josh. Katie também faz amizade com a sua vizinha Jo. Bom, o resto é spoiller. Eu não curti, achei cansativa mas teve gente que adorou, né? O casal principal é interpretado pela Julianne Houghs e pelo Josh Duhammel. Confesso que o fim é até que fofo. Mas só o fim mesmo. E até um bocado surpreendente.

#6 – Um homem de Sorte (2012):

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O filme vale a pena por motivos de Zac Efron mostrando que não é mais um rostinho bonito e muito mais do que a trilogia HighSchool Music. Logan é um sargento do Exército americano que percorre o país atrás da sua salvadora. Sim, salvadora. Acontece que no meio da guerra ele foi salvo de um bombardeio ao sair de onde estava ao avistar uma foto. E sempre que estava com a fotografia de uma moça ele se salvava de morrer. Considera então que a moça desconhecida é seu amuleto e decide encontra-la a todo custo. A única informação que ele tem é o casaco de uma universidade que a mulher na fotografia tá usando e parte rumo a Carolina do Norte. Lá conhece Beth , interpretada pela Taylor Schilling , professora e divorciada (a tal moça), ele se oferece para trabalhar no canil que ela é dona e eles iniciam então um romance que logo chega aos ouvidos do louco do ex-marido dela, um policial filho de uma família rica e influente da cidade. Eu curti mais ou menos o livro. O filme é mais legal e por incrível que pareça foi fiel o suficiente.

#7 – Um amor para recordar (2002): 12813077

Primeiro longa baseado em um livro do Sparks. Chorei tanto com o filme e muito mais com o livro. Infelizmente, há diferenças entre os dois. Algumas, porém significativas. No livro, a história se passa na década de 50 enquanto na telinha a trama rola nos dias atuais. Landom (Shane West) é o típico adolescente rebelde. Punido por ter feito mal a um rapaz, ele é obrigado a ajudar na produção da peça de teatro da escola. Lá se aproxima de Jamie (Mandy Moore), a filha do pastor da cidade. E como todo bom folhetim, claro que eles se apaixonam. Mas para infelicidade do casal, a garota tá seriamente doente. E então, o rapaz que antes era conhecido pela rebeldia se torna um rapaz doce. Destaque para a trilha, que dá todo o charme pra história.

Para quem quiser assistir, “Uma longa jornada” tem previsão de estreia no dia 10 de abril. Confira o trailler aqui:

Dia da mulher na literatura!

Hoje, no dia 8 de março é considerado o dia internacional da mulher. Essa data existe oficialmente desde 1910, mas tudo começou uns bons anos antes (mais precisamente em 1857) quando um grupo de operárias de uma fábrica de tecido de Nova Iorque, cansadas da jornada de trabalho e péssimas condições de trabalho, resolveram reivindicar com uma greve. Elas foram agredidas tanto pela polícia quanto pelos patrões e trancafiadas e a fábrica, incendiada causando a morte de todas.

Desde então, nós mulheres, tentamos nos equiparar em vários aspectos com os homens: queremos o direito de exercer profissões que antes era consideradas aparentemente masculinas e ganhar o mesmo salário, lutamos a favor de poder transar no primeiro encontro sem ser considerada ‘fácil’ perante a sociedade.

E, para celebrar o dia de hoje, eu que sou uma viciada em literatura de mulherzinha (conhecida também como gênero chick lit), vou dar meu Top #6 de livros cuja protagonistas são mulheres de fibra.

# Capitu, do livro “Dom Casmurro” de Machado de Assis

imagesLivro que deve ser um dos mais pedidos enquanto estamos no Ensino Médio, né? Li uma única vez, por conta do colégio e me encantei. A história é sobre a vida de Bentinho, mais conhecido como Dom Casmurro, mas vamos combinar que a dona dos ‘olhos de cigana oblíqua e dissimulada‘ é que tem mais destaque na trama, né? Amigos de infância e depois namorados, Bentinho e Capitu protagonizam uma das respostas mais misteriosas que ninguém nunca conseguiu responder: afinal, ela traiu ou não o marido com o seu melhor amigo?

# Aurélia, do livro “Senhora” de José de Alencar

564989Acho um dos livros mais lindos e fofos da literatura brasileira. Aurélia, moça pobre e simples se encanta por Fernando. Eles começam a namorar, mas logo depois ele a troca para ficar noivo de uma moça rica. Um tempo depois, ela recebe uma herança do avô e fica rica. O jogo vira e ela, sem Fernando saber consegue que ele se case com ela sem saber quem era a esposa (século dezenove, povo!) e faz dele gato e sapato como forma de se vingar pelo fato de ter sido trocada. Claro que o tiro saí pela culatra e o final todo mundo sabe, aquele velho clichê.

# Becky Blom, da série Becky Bloom, da Sophie Kinsellabecky-melina

Mulherada que é consumista: impossível não se identificar nem um pouco com a Becky. Dona de uma coleção de sete livros, a saga conta as trapalhadas da nossa shoppaholic (algo como viciada em compras) preferida. Ela é tão fofa (e os livros são tão bem escritos) e tão gente como a gente que no fim você acaba querendo ser amiga dela e se sente tão íntima que quando enlouquece ao ver uma roupa na vitrine da loja logo lembra dela.

# Hermione Granger, da saga Harry Potter

daniel-radcliffe-emma-watson-harry-potter-hermione-granger-Favim.com-529513Tudo bem, podem criticar falando que ela não é a protagonista. Mas vou ter que discordar. Para quem leu a saga do bruxo mais amado do século consegue imaginar a vida do Harry sem a Mione, sua melhor amiga e o cérebro do trio? Impossível, né?  E ainda foi defendida tão bem durante dez anos pela Emma Watson; Por isso que ela merece sim o destaque aqui na minha lista.

# Claire, do livro “Melancia” da Marian Keyes

ÍndiceQuem conhece ou já leu algum livro da Marian sabe que seu forte é escrever livros cujas personagens principais são mulheres. Eu escolhi a Claire – apesar de não ser meu livro preferido da Marian – pois é nela que começa a sequência de livros das mulheres Walsh (“Férias”, “Los Angeles”, “Tem alguém ai”, “Chá de sumiço” e “Dicionário da mamãe Walsh”) que me fizeram dar muitas risadas. E também, porque ela passa por poucas e boas: é abandonada pelo marido assim que tem a filha deles e é obrigada a voltar a morar com os pais e as irmãs.

# Ana, do livro “Simplesmente Ana” da Marina Carvalho

Simplesmente-AnaQualquer semelhança com um certo filme é mera coincidência, ok? O livro da autora brasileira Marina Carvalho, conta a história de Ana, uma estudante de direito moradora da cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais que acha que o pai abandonou sua mãe Olívia antes mesmo dela nascer. Acontece que depois de 20 anos ela descobre que ele nem sabia que ela existia e, pasmem, é rei de um – fictício- pequeno país europeu, Krósvia. A nova princesa decide passar um tempo lá para conhecer o seu pai, rei Andrew e se adaptar na sua nova vida. O livro é tão fofo que devorei em uns dois dias e pirei quando soube que tem continuação (que eu já li, claro),o “De repente, Ana”.

#TemQueLer: Se eu ficar

Confesso que não sou adepta de ‘modinha’, principalmente se tratando de livros. Por isso que demorei taaanto para querer ler “Se eu ficar”. Uma amiga me ofereceu o livro e falei: ‘ok, vamos lá. Está na hora”. Até porque eu quero ver o filme e tenho esse TOC particular de só conseguir ver o filme depois de ler o livro

CapaA última coisa de que Mia se lembra é a música. Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera… e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.

Autor: Gayle Forman

Editora: Novo Conceito

Número de páginas: 224


Queria falar que escrevo essa resenha sem ver o filme. E que, diferente do ‘A culpa é das estrelas’, não chorei nenhuma vez. Me emocionei sim, mas chorar não. A história é narrada pela própria Mia, uma adolescente de 16 anos. Durante o que devia ser um apenas um passeio em família, uma tragédia acontece: o carro em que eles estão sofre um acidente e só Mia sobrevive por ora, e seu estado é grave. O que é mais estranho é que a jovem está fora do seu corpo, mas não sabe o motivo.

Morta ela não está, pois de acordo com ela não consegue fazer coisas de fantasma, como atravessar paredes. O que ocorre então? Mia percebe que ela que tem que escolher entre partir ou ficar? Do lado de fora estão seus avôs paternos, tios, primos, a melhor amiga Kim e seu namorado, Adam. Se ela decidir ficar, não terá mais os seus pais e seu irmão mais novo, Teddy junto dela. Se ela for, perde a vida, a oportunidade de se tornar uma grande musicista de violoncelo.

“Às vezes você faz escolhas na vida e outras, as escolhas vêm até você. Faz sentido para você?” (página 159)

A narrativa, de forma bem simples e que o leitor consegue acompanhar, alterna o presente – Mia em coma –  com o passado e como era a sua vida antes do acidente. E ela entende que só ela pode decidir se fica ou não, mais ninguém pode tomar essa decisão por ela.

“Sei que isso faz com que eu pareça meio hipócrita. E, se for esse o caso, será que eu não devo ficar? Enfrentar? Talvez se eu tivesse mais prática, talvez se eu tivesse passado por outras situações difíceis em minha vida, estaria mais preparada para seguir adiante. Não que a minha vida tenha sido perfeita. Tive decepções, já me senti solitária, decepcionada, enraivecida e todas aquelas coisas ruins que todo mundo sente. Mas, em se tratando de sofrimentos de verdade, fui poupada. Nunca fui forte o suficiente para enfrentar tudo o que teria de enfrentar se eu decidisse ficar.” (página 181)

Apesar de não chorar, é um livro que nos faz refletir sobre a importância da família na nossa vida e o quanto eles são importantes na nossa formação como ser humano. Vi um comentário que achei completamente coerente: talvez se fosse adolescente, iria gostar e me identificar muito mais com o livro. Mas de um modo geral, a história é linda. Boas notícias: além do filme, já existe uma continuação, mas dessa vez contada pelo Adam, namorado da Mia, alguns anos depois do acidente.

“#2”: o segundo capítulo

 Para ler o capítulo número 1, clique aqui

Não sei como, mas eu consegui acordar na minha cama na manhã seguinte. Toda dolorida, talvez pelo sono agitado, mas acordei. Devia ser aquele anjinho que me protegia sempre, sabe? E acordei, “droga! Atrasada”. Pulei da cama, com o sonho da última noite martelando na minha mente. Tomei um banho rápido, engoli o café e sai apressada para o trabalho. Já no carro, selecionei as minhas músicas preferidas e no caminho para a redação, fui repensando a minha vida nestes últimos quinze anos.

Entrei no colégio que meu pai e meus tios haviam estudado e tinha muito orgulho por isso. Definitivamente foi uma das melhores coisas que me aconteceram: lá, pude conhecer as pessoas mais importantes da minha vida que eu conservo até hoje, como uma segunda família e me fez também passar os meus melhores anos.

Dei risada, sozinha, relembrando todos os momentos engraçados que passei por lá. Foram tantos choros, tantas risadas, tantas confidências. Depois disso veio a faculdade. Chopadas, trabalhos, outros amigos que irei levar pra vida toda também. E nesse ínterim veio ‘aquela noite’.

Sempre tive a pretensão de escrever e viver disso, só não sabia que minha carreira no jornalismo ia chegar até esse ponto em tão pouco tempo. Atualmente, eu sou a editora de cultura de umas das principais revistas femininas do país, a ‘La Belle’. Foi lá o meu primeiro e único estágio. Me identifiquei de primeira com o ambiente e desde então só fiz crescer na empresa. Nas horas vagas, seguia fazendo a segunda coisa que mais amava: montava a cavalo.

Não sei se inconscientemente era uma forma que eu achei de me deixar mais próxima do Caio. Já fazia um pouco mais de quatro anos que ele tinha ido embora. Desde aquela noite eu não contava o tempo. Não percebi que com as lembranças reavivadas, eu cheguei ao trabalho. Incrível que quando você se conecta ao passado, o tempo voa. Quando sentei na minha mesa, abri a minha caixa de entrada e havia a resposta do Fred, me confirmando na competição. Eu tentei ignorar a resposta dele durante toda a noite, mas foi em vão: na minha frente constava a confirmação da minha inscrição. Peguei meu celular da bolsa e disquei para o Fred, que atendeu ao segundo toque.

– Alô?

– É sério mesmo que a cidade é essa? – perguntei com falsa esperança.

-Claro que é, não te falei ontem e no e-mail que te mandei?

– É que sei lá, tive esperanças que a cidade houvesse mudado. Tudo bem, mais tarde a gente se fala. Tenho muito que fazer.

Obviamente, não consegui fazer mais nada. Essa competição me tirava dos nervos. Não a competição em si, mas a cidade em que ela iria ser realizada. Meu melhor amigo havia se formado no ano seguinte e seguido a mesma carreira que o Caio, mas eu o proibi de comentar qualquer coisa. Não fui eu que tinha ido embora? Então, que arcasse com as consequências. Nem sei se eles já tinham se visto depois disso. Provavelmente sim, pois eles tinham muitos amigos em comum. Com o meu pedido de não me contar nenhuma informação, ele não iria me contar nada agora. Imediatamente mandei um torpedo para o Léo contando as últimas notícias bombásticas. Ao fim do dia, chegando em casa, fui tentar me organizar para viajar dali a quinze dias. A semana prometia ser longa.

Sexta-feira à noite:

‘Tem certeza de que você quer fazer isso?’ A frase da mensagem de texto na qual o meu amigo Léo tinha me respondido estava me martelando a semana inteira. Respondi com um:

‘Eu preciso fazer isso. Espantar os meus fantasmas.’

A porta do táxi bateu atrás de mim, me fazendo voltar ao presente.

– Moça, suas malas! – gentilmente o motorista me ofereceu.

– Obrigada, respondi sem graça por estar distraída. Ele deve ter me achado uma tola, aposto.

Coloquei a bagagem no carrinho e fiz um sinal da cruz. Estava entrando no aeroporto.

Seja o que Deus quiser, ouvi meu coração dizer.

#TemQueLer: “A última música”

Quarta aqui no blog é dia de resenha de algum livro que eu tenha gostado muuuito. Não foi diferente. Já escrevi aqui outra resenha dele. Acho que “A última música” foi o terceiro livro do autor que li. E é impossível não chorar com ele. Eu gostei muito. Vamos para a resenha?
Maultimamusicaais uma vez Nicholas Sparks nos mostra porque é considerado o mestre do romance moderno e porque seus livros são adorados por leitores de todo o mundo. Seguindo a tradição de seus mais belos romances, ele agora nos apresenta uma comovente história sobre família, amizade, amor, amadurecimento e especialmente sobre como perdoar e recomeçar. Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir para a praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com o pai na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação do pai e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida. Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A ÚLTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 528

Até agora, é o mais lindo do Nicholas. Nunca na vida eu chorei com um livro. E nele chorei. Chorei muito. Você que está lendo isso e só viu o filme.. esqueça! O livro é mil vezes melhor.

Ronnie e seu irmão vão passar as férias de verão com o seu pai, que não viam há anos. Ela, que aprendeu com o pai a tocar piano, largou a música quando seus pais se separaram, em uma espécie de trauma. Ela não se dá bem com o pai e culpa a mãe de ter que passar as férias com ele. Ele é um ex-pianista e vive numa cidade pequena, absorto na restauração da igreja local que pegou fogo no verão anterior. O que ela não sabe é que seu pai está doente e quase morrendo e tem nesses meses a chance de amar novamente.. ela também se envolve em confusões e conhece um amor, Will. É a típica história do garoto bonito, rico e gente boa.

Ela quando descobre da doença do pai, perdooa tudo e fica ao lado dele até seus últimos dias. Termina de compor uma música que ele havia começado. E fica com Will, claro. Eu chorei absurdos da metade do livro até o fim. Vale a pena.

#TemQueLer: “Simplesmente Acontece”

Mais uma quarta feira, mais um #TemQueLer! A resenha de hoje é sobre o livro “Simplesmente Acontece”, da Cecília Ahern. Originalmente, seu nome é “Onde terminam os arco-íris” e tinha sido lançado pela Editora Relumé Dumará. Bom, o fato é que ele virou filme e a Novo Conceito comprou os direitos e relançou com esse nome.

downloadO que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails, mensagens de texto, cartas, cartões-postais… Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples. 

Autor: Cecília Ahern

Editora: Editora Novo Conceito

Número de páginas: 488


Pausa. Um minuto de silêncio pra um dos livros mais lindos que eu já li (e mais bem escritos também.) A história é sobre a amizade de Alex e Rosie, que se conhecem desde os cinco anos e são melhores amigos desde sempre. Um relacionamento incomum, já que todos acreditam que eles deveriam ser um casal. Até que uma tragédia acontece: a família de Alex é transferida de Dublin, na Irlanda para Boston, nos Estados Unidos justamente no último ano do colégio deles. Ele deseja se tornar médico. Rosie é apaixonada por hotéis desde criança. Combinam então de fazerem a faculdade na mesma cidade: Boston. Mas uma bomba cai sobre eles: Rosie fica grávida. E seus planos mudam.

Como a vida é engraçada, né? Bem na hora em que você pensa que está tudo resolvido, bem na hora em que você finalmente começar a planejar alguma coisa de verdade, se empolga e sente como se soubesse a direção em que está seguindo, o caminho muda, a sinalização muda, o vento sopra na direção contrária, o norte de repente vira sul, o leste vira oeste, e você fica perdido

Enquanto a vida de Rosie vira do avesso, a de Alex segue normal: faculdade, namoros e saídas. E por esse tempo todo eles vão se falando e mantendo a amizade. Cada um levando a sua vida na sua cidade, seu país. E ainda melhores amigos, acima de tudo.

O que mais me impressionou nesse livro foi a narrativa: ela é toda feita através de cartas, sms, emails. E não fica só concentrada nos dois: aparece a filha da Rosie, Katie, os pais dela, a amiga, os irmãos. Tudo, tudo feito através de mensagem.

Eu me emocionei bastante, pois é daqueles livros que acontecem com você, sua amiga, sua vizinha. Normal demais, real demais! Quando você pensava que a coisa ia finalmente acontecer, o destino vinha e pregava uma nova peça tanto em Alex quanto em Rosie. E a gente fica, tipo, torcendo (muito) pelos dois e percebendo que ‘nossa, passei por isso ou situação beeem parecida’.

O livro virou filme e deve ser lançado em janeiro de 2015. Confira um dos trailers: