[Top 5]: Filmes de praia

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Sempre que escuto “Férias de verão”, eu lembro logo de praia. Talvez seja por morar em cidade praiana, a associação é inevitável. Por isso, se você é da turma que adora a combinação sol + areia + mar, separei pra essa sexta, cinco filmes que tem a praia como pano de fundo. Reúne os amigos, marca uma maratona e é só dar o play.

Curso de Verão


Vamos começar a lista com um clássico da Sessão da Tarde. Em 1987, Freedy Shooper professor de educação física tem planos de passar as suas férias de verão no Havaí com a namorada. Porém, é chamado as pressas pelo chefe pra dar aula de inglês a um grupo bem peculiar de alunos que foram reprovados, já que o professor original ganhou na loteria e larga o emprego. Freddy, papel de Mark Harmon, não vê outra saída e mesmo não gostando de lecionar acaba aceitando. Ele passa a ter uma relação de amizade entre os garotos e em meio a mar, sol, onda e muita praia o verão passa sem Freddy perceber.

Esposa de mentirinha

Daniel depois de sofrer uma desilusão amorosa decide não se relacionar mais. Cirurgião plástico, o cara trabalha ao lado de Katherine, sua melhor amiga. O problema é que Daniel se apaixona por Palmer e inventa que é esta a postos de se separar. E é ai que entra Kath, que junto com seus dois filhos viajam pro Havaí fingindo ser a família de Daniel. Os protagonistas do filme, Jennifer Aniston e Adam Sandler, garantem as risadas do começo ao fim além da química que eles têm.

Muita calma nessa hora

 

Um dos filmes que não canso de assistir. Tita descobre que tá sendo traída na véspera do seu casamento e recruta as suas melhores amigas, Mari e Anninha pra aproveitar a lua de mel que já está paga, em Búzios. Claro que elas se metem em várias confusões, tudo isso com a praia de Búzios como plano de fundo.

Sonho de Verão

Esse ai é o meu filme favorito desde 1990! Eu consigo saber as cenas e as falas to-das decoradas. Estrelado pelo Sérgio Mallandro no papel dele mesmo e pela primeira geração das Paquitas – quem é dos anos 80 vai entender – e pela Fafy Siqueira. Sérgio, um bom-vivant descobre que um casal de milionários vai viajar pra Europa e se passa por sobrinho deles pra impressionar a namorada e os amigos. Só que um ônibus com vários adolescentes chega por engano e pensam que a mansão em que ele se instalou é uma colônia de férias.

American Pie 2 – A segunda vez é ainda melhor.

Um ano depois da formatura, o grupo de amigos – Jim, Oz, Kevin, Stifler e Finch -decide se reunir nas suas primeiras férias de verão da faculdade e alugam uma casa na praia. Nadia, a crush de Jim tá de volta ao pais e é claro que confusões acontecem. Temos também a obsessão do Finch pela mãe do Stifler. Ah, pode não parecer mas esse filme é de 2001.

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[TemQueLer]: Procura-se um marido

Se tem uma coisa que eu gosto e valorizo é a literatura nacional: sou fã de vários autores brasileiros. E quando se trata do gênero chick lit, melhor ainda! O livro do #TemQueLer de hoje é o da Carina Rissi, “Procura-se um marido”. E foi quando eu conheci o trabalho dela.

A autora também é bastante conhecida pela galera como a escritora da série “Perdida”, mais um que tá na imensa lista de livros a se ler. Ano passado eu li “No Mundo da Luna” – meu favorito até agora – e que já falei dele bem aqui.


Sinopse: Alicia sabe curtir a vida. Já viajou o mundo, é inconsequente, adora uma balada e é louca pelo avô, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável e sua única família. Após a morte do avô, ela vê sua vida ruir com a abertura do testamento. Vô Narciso a excluiu da herança, alegando que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império – a não ser, é claro, que esteja devidamente casada. Alicia se recusa a casar, está muito bem solteira e assim pretende permanecer. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco e audacioso, colocando um anúncio no jornal em busca de um marido de aluguel.

Autor: Carina Rissi
Editora: Verus (Record)
Páginas: 474
Ano: 2012


Alicia é a chamada jovem menina rica. Leva a vida do jeito que quer sem pensar no amanhã. E é quando o seu avô Narciso, sua única referência de família, falece e deixa uma clausula bem importante no testamento: ela só assume a herança quando estiver casada.

Por conhecer a neta tão bem, Vô Narciso toma essa decisão esperando que a jovem tome um rumo na vida. E é ai que Alicia se desespera. Aos 24 anos, nunca trabalhou e precisa de uma hora pra outra, saber como funciona o império deixado por seu avô. E é ai que entra o mocinho, Maximus.

Como todo conto de fadas – moderno ou não – eles se apaixonam e ficam naquele vai e vem. O final, como todo livro do gênero é bem claro e nem precisa falar.

Carina tem uma escrita que te empolga e que te faz querer mais e mais. O livro fica então leve e prático. Não lembro em quanto tempo eu terminei. Pra quem já leu ou ficou interessado: existe uma espécie de continuação da trama,  que é o meu livro atual: “Mentiras Perfeitas”, e que é o último lançamento da autora.

#TemQueLer: A Melhor coisa que eu nunca aconteceu na minha vida

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Ano passado foi um ano bem diferente pra mim em vários aspectos. Deixei de lado algumas coisas favoritas e dei prioridades para outras. Entre elas, a leitura foi um item que dispensei várias vezes e li apenas oito ao longo de mais de trezentos e sessenta dias. O último foi o esse, de nome enorme e história fofinha demais. Daquelas que você adora ler e indica com prazer pras amigas.


Todo mundo faz planos para o futuro. Mas será que a vida sempre leva aos caminhos desejados?
Viajar pelo mundo, ter o emprego dos sonhos, um grande amor do passado. Cada um imagina que sua vida acontecerá de uma maneira diferente. Perto de completar trinta anos, Holly e Alex, que não se veem há onze anos, voltam a se encontrar por acaso.
Como o reencontro vai afetar a vida desses velhos amigos de infância?
Na adolescência a amizade escondia uma grande paixão não revelada. E que, mesmo com o passar dos anos, continuou na memória como lembrança ou arrependimento do que poderia ter sido. O que aconteceria se o destino reservasse a possibilidade de viver uma segunda chance, tanto na vida quanto no amor?
A melhor coisa que nunca aconteceu na minha vida tem esse gostinho de primeiro amor. Com um enredo leve, romântico e engraçado, este casal de protagonistas te conquistará logo nas primeiras páginas.

Editora: Leya- Quinta Essência
Autor(a): Laura Tait & Jimmy Rice
Páginas: 356


Holly e Alex são os melhores amigos e moram na pequena cidade da Inglaterra. Prestes a irem para a faculdade, Holly decide declarar toda o seu amor para o amigo, jovem rapaz tímido e nerd. O que ela não conta é que nesse momento ele tá envolvido com outra garota. Ela decide então cortar os laços entre ambos e parte para Londres, sem querer mais contato com Alex.

Onze anos se passam e nesse momento Holly é secretária e tem um caso secreto com seu chefe. A beira dos trinta anos, a jovem tem a espécie de vida perfeita: um namorado rico e gentil, um trabalho em que ela é bem requisitada. Já Alex anda frustrado. Não saiu da sua cidade natal e é professor de Inglês na mesma escola que estudou e mora com seu pai viúvo.

Ele percebe então que precisa mudar de ares e procura emprego… em Londres e é claro que reencontra a Holly. Eles percebem que a amizade não mudou e aos poucos a afinidade que os unia ainda existe.

Clichê? Sim. Bastante. Mas nada daqueles óbvios. A ‘mocinha’ erra e muito. Quem nunca, né? Porém, a narrativa é pra lá de bacana quando intercala os protagonistas a cada capítulo mostrando o ponto de vista dos dois. Apesar do fim ser claro na metade da história, Holly toma um rumo que eu não esperava e foi uma espécie de ‘uau, faça o mesmo’, sabe? Vale a pena cada página.

[Top 6]: Estreias de 2017

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Todo começo de ano é assim: a expectativa de novas estreias consomem os amantes da sétima arte. Para quem gosta, é um prato cheio. E em 2017 não poderia ser diferente. Alguns filmes – dos mais diferentes gêneros – são bem aguardados, como é o caso do “A Bela e a Fera”, adaptação do desenho da Disney. Trouxe os seis mais esperados por mim nesse post. Vamos conferir quais são?

A Bela e a Fera

Sou fã das histórias de princesa da Disney. E, acredito, que a da Bela seja uma das minhas favoritas da vida. Bom, a história é conhecida . Um senhor acaba sendo feito de prisioneiro de uma criatura pra lá de esquisita. A sua filha, Bela, resolve ficar no lugar dele e é mantida de refém pela Fera, que foi enfeitiçado anos atrás. Final mais clichê impossível, não é? Destaque para Emma Watson, a nossa eterna Hermione. Já o papel da Fera fica a cargo do ator britânico Dan Stevens.

Antes que eu vá

Mais um filme vindo de adaptação de livro e que leva o mesmo nome.  Samantha é uma menina que tem tudo o que quer: namorado maravilhoso e amigas fiéis. E, aparentemente não dá muito valor pra isso. Porém, por conta de um acidente de carro, ela começa a viver o mesmo dia  – 12 de fevereiro – várias vezes. Até perceber o quanto a sua vida é boa demais. A protagonista vai ser vivida por Zoey Dutch.

Cinquenta Tons Mais Escuros

Esse é o segundo filme da trilogia do Cinquenta Tons de Cinza, que estreou ano retrasado. Particularmente eu tenho uma preguiça  imensa dessa narrativa. Dessa vez, Anastacia resolve seguir com a sua vida sem o namorado Grey. Só que é claro ela acaba voltando pro empresário. No meio várias confusões acontecem. Estreia mês que vem.

Power Rangers

Dez a cada dez crianças e pré-adolescentes que viveram nos anos 90 tinham o seu Ranger – cada um de uma cor, ok – favorito, sim! E na roda de amigos, sempre queria ser ele. Além do mais, sonhava em saber lutar quanto eles. Nostalgias a parte, o certo é que um novo grupo de adolescentes diferentes entre si e até então comuns e que foram escolhidos por Zordan – para salvar a Terra de ataques alienígenas.

Meu Malvado Favorito

Preciso falar que esse é um dos meus desenhos favoritos por motivos de: Minions. Isso sem falar das meninas mais fofas e do atrapalhado Gru. Dessa vez, o pai de Margo, Edith e Agnes tem o posto de supervilão ameaçado por Balthazar Bratt, um ex-ator mirim. Só pelo trailler, deu pra perceber que as risadas são pra lá de garantidas. A previsão de estréia é de junho.

Liga da Justiça

Os super-heróis – Batman, Superman, Mulher Maravilha, Aquaman, Flash e Ciborgue – decidem unir as suas forças para conseguirem lutar com uma ameaça. Com estreia prevista pro final de 2017, o longa conta com boatos de ter uma continuação.

Aperte o Play: Justin Timberlake

Costumo me definir como uma pessoa bem eclética musicalmente falando. E não poderia deixar de trazer no Aperte o play de hoje, um dos cantores que mais admiro – tanto pela voz quanto pela beleza – e que graças a Deus tive a oportunidade de fazer um check na vida ao assistir um show dele, que valeu cada centavo, perrengue e suor.

Justin Timberlake ficou conhecido mundialmente ao participar da boyband N’Sync e namorar a princesinha do pop Britney lá pelos anos 2000.  Além disso, o cara atua, dança e compõe. Separei aqui então, as minhas cinco músicas favoritinhas dele para gente apertar o play.

Not a bad thing

Imagina a sua música favorita da vida? Aquela que consegue definir vários momentos importantes. Bom, é assim com Not a Bad Thing. Quem me apresentou foi a minha amiga Camilla, a mesma do vídeo Paulistas x Cariocas e se tornou tão preferidinha, que virou trilha do meu livro – os dois primeiros capítulo você encontra aqui – e é daquelas que eu ouço todos os dias.

What Goes Around.. comes around

Essa canção, que era minha favorita dele antes de Not a Bad Thing, talvez seja a canção que mostrou pro mundo que Justin não era mais um rostinho bonito de boyband. Lançada em 2008, a música tem uma mensagem bem bacana: “What goes around/Comes all the way back around”. (O que vai/Faz todo o caminho de volta)

Mirrors

Tenho uma história bem engraçada com Mirrors. Lá em 2013, quando Justin Timberlake veio ao Brasil para o Rock in Rio – e eu estava lá – era completamente viciada. Corta para outro ano e essa mania que tenho de associar música/pessoa, me fez ter um pouco de bode dela por meses e meses. Hoje, não consigo ouvir sem dar risadas. Apesar da música ser ótima, preciso confessar que prefiro a versão que o Boyce Avenue canta.

Suit and tie

Lançada na mesma época de Mirrors, Suit and Tie tem uma batida pra lá de gostosa de ouvir. Em parceria com Jay Z, fez um sucesso enorme lá pra 2012/2013. Mas é uma das que de tanto ouvir, a gente acaba enjoando.

Love Never felt So Good

Menção honrosa da lista. Essa música, feita ‘em parceria’ com Michael Jackson, é uma das que considero mais fofas que o Justin Timberlake canta. Além disso, o clipe é daqueles que conseguem te passar uma mensagem pra lá de animada.

Motivos para ver “Girls in the House”

Imagina a cena: três jovens moram em uma pensão cuja dona nunca deu as caras. Estranho? Nem tanto. E é esse o enredo da websérie Girls in the house, que chegou ano passado, veiculado pelo Youtube. Criada pelo carioca Raony Phillips, de 23 anos, GITH, como é carinhosamente chamada, a websérie tem como trio de protagonistas Honey, Dunny e Alex.

As meninas – todas feitas atráves dos bonecos do The Sims  moram e trabalham na Pensão da Tia Ruiva, uma mulher pra lá de misteriosa. Juntas, elas se metem em várias confusões e mistérios com a ajuda de outros personagens, como Julie, Irene, Priscilão, Matilde e Ramele entre tantas figuras.

E, como eu peguei um amor tão grande por todos eles, o post de hoje é especialmente pra você que ainda não conhece.

Dunny

Aposto que entre todos os personagens da série, Dunny é a favorita de todos! Engraçada e prepotente, a garota de 26 anos não mede as palavras, garantindo a risada e o amor de todos. Ela que no começo da temporada, tentou uma vaga em American Idol, ficou tão famosa que acabou ganhando um spin off paralelo.

Além disso, Dunny é dona dos melhores bordões, que a gente leva pra vida: “Ah tá, falou a linda né? Linda e Maravilhosa”

Os vídeos são bem curtinhos

Com uma média de dez minutos, cada episódio tem começo, meio e fim e é uma excelente solução para quem – assim como eu – desiste de uma série porque não tem muita paciência em ficar mais de meia hora sentada na frente da televisão. Isso sem contar que é o próprio Raony Phillips que produz e faz as vozes de todos os personagens.

Piadas Ácidas

Antes de começar a ver, um amigo meu chegou e falou: ‘Veja, você vai gostar, o humor deles é bem irônico!’, e fui meio reticente quando dei o play. Mas bastou uma fala da sempre sarcástica Dunny, pra eu não aguentar e colocar na listinha de favoritos.

O mistério da tia Ruiva

A história se passa na pensão da tia Ruiva e é cuidada pelas garotas, uma mulher que ninguém nunca viu e que só apareceu brevemente em alguns episódios.

O trio de protagonistas.

Okei, sabemos que Dunny é um tópico a parte. Mas ela não seria nada sem suas duas outras amigas: Alex, a que é responsável pela alimentação e Honey, a que administra tudo. As meninas, alvos constantes da maluquice da companheira de pensão, são suas melhores amigas e elas se defendem com unhas e dentes.

O dia em que eu conheci o Bovo.

Quem já é velho conhecido por aqui , sabe o quanto eu sou fã do Daniel Bovolento – lembra que quando o blog comemorou um ano eu bem bati um papo com ele e trouxe pra cá? Ele também foi figurinha fácil lá no comecinho da nossa história, um dos primeiros #TemQueLer.

Pra quem não sabe, o Dani tá lançando o seu segundo livro, intitulado “Depois do Fim”, em que reúne 50 crônicas sobre o fim dos relacionamentos.


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Foi então que há duas semanas, eu vi que ele iria fazer uma noite de autógrafos aqui no Rio! Vi ai a oportunidade perfeita para finalmente poder ficar cara a cara com ele. Recrutei amigas, comprei o livro e fui pra fila.

Comecei lembrando – ou tentando lembrar – que eu tinha esse espaço aqui e que ele me deu ‘entrevista’. Ele disse que lembra, mas duvido muito. Mas perdoei por esse esquecimento.

O que dizer do Dani? Que pessoa atenciosa! A cada pessoa que chegava, ele fazia questão de ou levantar antes ou no fim e dar um abraço. Explicava sobre a sinopse do seu livro, perguntava se tava rolando o “fim pra você” e emendava em um papo bem gostoso e divertido. Sim, eu poderia ficar horas e horas conversando com ele.

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Sabe aquela pessoa que você podia passar horas conversando e rindo abertamente? Foi exatamente assim que me senti, como se ele fosse um amigo meu de anos que soubesse a minha vida toda – e de fato sabe, tamanha exatidão e conhecimento quando me identifico a cada texto.

Fui dedurada por uma das amigas e precisei confessar que não saberia se tinha maturidade emocional pra ler ‘Depois do Fim’ sem uma panela de brigadeiro do lado. Dani falou que era assim mesmo, que os primeiros sete ou oito textos são os mais tensos. Mas que depois melhora, ele promete.

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Conversamos ainda sobre frio, Buenos Aires, livros de amor e a promessa que a cada texto eu iria mandar uma mensagem pra ele. Me despedi com um novo abraço e a certeza que sai de lá muito mais fã do que entrei, com um bando de foto e o livro autografado por ele.

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Ah, e um agradecimento especial pras meninas que me acompanharam nessa jornada. Girls, i love u.

#TemQueLer: “O Casamento”

Cansei de comentar aqui o quanto o Nicholas Sparks é meu autor favorito, não é? Mesmo ele me decepcionando com os seus últimos lançamentos, existem alguns livros que eu tenho um carinho todo especial. E um deles é ‘O Casamento’ e que tem um dos finais mais surpreendentes.

Para quem não sabe, esse é basicamente a continuação de “O Diário de uma Paixão”, talvez o mais conhecido do Sparks. Os protagonistas da vez são Wilson e Jane, ela filha do famoso e adorado casal Noah e Allie.


Sinopse: Após quase 30 anos de casamento, Wilson Lewis é obrigado a encarar uma dolorosa verdade: sua esposa, Jane, parece ter deixado de amá-lo, e ele é o único culpado disso.

Viciado em trabalho, Wilson costumava passar mais tempo no escritório do que com a família. Além disso, nunca conseguiu ser romântico como o sogro era com a própria mulher. A história de amor dos pais de Jane, contada em Diário de uma paixão, sempre foi um exemplo para os filhos de como um casamento deveria ser.

Diante da incapacidade do marido de expressar suas emoções, Jane começa a duvidar de que tenha feito a escolha certa ao se casar com ele. Wilson, porém, sente que seu amor pela esposa só cresceu ao longo dos anos. Agora que seu relacionamento está ameaçado, ele vai fazer o que for necessário para se tornar o homem que Jane sempre desejou que ele fosse.

Editora: Arqueiro

Autor: Nicholas Sparks

Páginas: 224

Ano: 2003


Wilson percebe que a sua relação está falida quando ele esquece o vigésimo nono aniversário de casamento. E, advinha para quem ele vai pedir conselhos? Para o próprio Noah, é claro! A essa altura, Allie já faleceu e ele vive em uma casa de repouso esperando a sua vez.

O idoso sabiamente o aconselha a reconquistar a esposa, como da primeira vez. O advogado decide reformar a casa dos pais de Jane, um dos lugares preferidos da esposa durante aquele próximo ano.

“Eu tinha começado a me perguntar não apenas se Jane me amava, como também se ela queria me amar” (página 144)

É então que a filha Anna – eles tem mais dois: Joseph e Leslie – e resolve casar justamente no dia do aniversário de 30 anos dos seus pais. Bom, contar mais iria estragar o enredo que, confesso, me surpreendeu bastante.

Terminei o livro com uma sensação de surpresa total e não, não foi clichê. Ao contrário, achei de uma sutileza tão pura e tão suave. E, para quem já leu quase todos os livros do Sparks, entrego aqui: ele nunca me surpreendeu tanto, de verdade. Eu posso dizer que ele encabeça meus Top #3 de favoritos do autor.

Tem Que Ler: @mor e Emmi e Léo

O post do #TemQueLer de hoje é duplo: “@mor” e a continuação “Emmi e Leo: a sétima onda”, do autor austríaco Daniel Glattauer. O primeiro foi indicação de uma amiga e qual não foi a minha surpresa ao descobrir que teria um segundo livro, que demorei alguns bons meses pra conseguir ler.

Emmi Rothner envia um email para cancelar uma assinatura de revista e por conta de um erro na hora de digitar, quem recebe é Leo Leike. Eles começam então um papo que se torna amizade e de repente, esses dois desconhecidos não conseguem viver sem conversarem e desabafarem pela internet.

Ela é casada com Bernhard e Leo tem um relacionamento fracassado com Marlene. Num vai e vem, Emmi e Leo começam a se envolver. E eles enfim, decidem se encontrar, mas ela não aparece, para tristeza de Léo. Meses se passam, Leo cancela a sua conta e vai morar em Boston. Emmi entra em desespero por não ter mais notícias dele.

Após nove meses de silêncio, para surpresa da protagonista Emmi quem responde é Leo e não o servidor do email. Eles retomam aos papos ora de apenas desabafo, ora de pura ironia e.. pasmem! Começam a se encontrar pessoalmente! Leo agora tá em um relacionamento estável com Pamela. Detalhe: os dois livros são narrados em formas de emails. Uhum. Só email. Não há narração nem descrição

Eu curti os dois livros por igual, mas não concordei com os finais dado, sabe? O primeiro me deixou com a respiração presa e de ‘ah, acaba assim? Como??’. Mas ai quando descobri que tinha um segundo livro, me aliviei. Mas, ai quando terminei o segundo fiquei perplexa. Deixou um gosto de quero mais, de ‘nossa, enrolaram tanto pra fazerem… isso?’

Pra quem curte um romance bem água com açúcar, esse é o ideal. E você, já leu algo do Daniel Glauttaer

#TemQueLer: Los Angeles

Já falei milhares de vezes – e até me acho repetitiva – o quanto eu sou fã das publicações da irlandesa Marian Keyes e, claro, da família Walsh! O escolhido de hoje não é meu favorito da vida, nem da autora.

Foi o terceiro da família – antes foi Melancia, que até curti e “Férias”, que achei chato. – que eu li. E o escolhido pra hoje pro #TemQueLer é o livro “Los Angeles”, lançado em 2007.


Maggie sempre foi uma anjinha, a cria mais certinha da complicada (e engraçadíssima) família Walsh… até se cansar de andar na linha e mandar todas as regras que a prendiam a um dia-a-dia em sal (e muito menos açúcar) às favas – a começar pelo casamento (que, para o bem da verdade, nunca havia realmente engrenado) e o trabalho bitolante numa firma de advocacia. Ao largar essa vida em preto e branco no passado, Maggie decide se mandar para o lugar onde a realidade promete ser em Technicolor: Hollywood, claro! Terra do glamour, da liberdade, da beleza (até as palmeiras das calçadas são magras), da luxúria e, obviamente, da diversão! Em Los Angeles, o sexto romance de Marian Keyes, a consagrada autora de “Melancia” e “É Agora… Ou Nunca”, acompanhamos Maggie Walsh em sua busca por um sentido na vida em meio às calçadas estreladas de Hollywood, os subúrbios sofisticados de L.A., o bronzeado deslumbrante que só se consegue nas praias da Califórnia, vários martínis, algumas decepções… e muitas risadas, claro. Ao se hospedar com sua melhor amiga, Emily, uma pretendente a roteirista, Maggie começa a fazer coisas que jamais fizera antes: se infiltra em grupinhos de estrelas de Hollywood (mesmo que do segundo escalão), usa meias-calças na cabeça para firmar o penteado, se especializa em ser cara-de- pau profissional para realizar apresentações de roteiros a grandes (ou nem tanto) produtores… Mas será que em meio a tanta aventura, drama e comédia pastelão haverá espaço para um romance – daqueles bem cafonas e açucarados (ou seja, os melhores de todos)?”

Editora: Bertrand

Ano: 2007

Páginas: 490


Margaret Walsh é a mais normal das irmãs. Tem um casamento de nove anos com Garv e emprego estável em uma firma de advocacia. Até que ela surta e manda tudo pro espaço e foge pra… Los Angeles. Lá mora sua melhor amiga, Emily que é o oposto dela: desencanada e livre.

Em L.A, Maggie começa a fazer aquilo que sempre desejou e nunca fez por ser considerada a certinha na sua família. Começa a sair com pessoas completamente diferentes, encanta-se pela cidade e por novas relações. Enfim, se liberta.

Uma coisa que eu curto bastante nos livros da Marian Keyes é que ela retrata assuntos sérios sem drama demais, é no ponto certo. Realidade, sabe? Ela não problematiza – aliás, humaniza – os traumas das protagonistas. E são todas femininas!

 

Campo Grande, o filme

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Vocês lembram que contei em um outro post que eu passei uns dias em Tiradentes, não é? O que não falei é que na época estava rolando um festival de cinema brasileiro na cidade e aproveitei para conhecer alguns filmes que estavam passando. Um deles foi o longa “Campo Grande“, que entrou em circuito nacional recentemente, dirigido pela Sandra Kogut.

Cartaz do filme

A história, densa que só, começa contando sobre Rayane (Rayane do Amaral) que aparece na porta de uma moradora da Zona Sul do Rio de Janeiro, a Regina (Carla Ribas). A menina, de uns cinco anos, aparece depois com seu irmão mais velho Ygor (Ygor Manoel). Assustados, os dois tentam a todo custo voltar para a casa da avó, no bairro carioca Campo Grande – dai o nome do filme – só que eles não sabem chegar.

Regina, que anda em crise financeira e pessoal desde que se separou do marido, fica confusa quanto a origem das crianças, já que a menina afirma que foi a mãe que deixou ela ali na promessa de voltar para buscar. Começa então um embate sobre o que fazer com Ygor e Rayane.

Os protagonistas infantis, Ygor e Rayane, que você tem vontade de levar para casa!

Contra a opinião da sua filha adolescente, a mulher decide leva-los deixa-los em um orfanato, onde o menino logo foge e volta para a casa dela. Em meio a tantos problemas, Regina então começa a se afeiçoar a ele e esquece por ora os seus problemas – separada, o marido decide vender o apartamento deles e ela está de mudança para um novo lugar – e tenta ajudar o garoto a encontrar a avó.

Chegando lá, em um pergunta daqui e ali, descobrimos que o lugar que ela morava foi vendido para uma construtora e avó faleceu. Nesse meio tempo, podemos ver a desigualdade entre os dois bairros: Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro e onde a Regina reside e Campo Grande, zona oeste carioca.

A todo momento, eu ficava me perguntando o que teria acontecido com a mãe das crianças e nas quase duas horas inventei várias teorias a cada cena que passava. Além disso, como carioca – e minoria ali, já que estava assistindo o filme em outro estado – conseguia entender as diferenças gritantes entre dois bairros de uma mesma cidade.

Quem curte um bom drama, sem pecar pelos excessos, realidade da vida, pode procurar o cinema mais próximo, pegar a pipoca e mandar ver que o filme é bom e o final tão surpreendente quanto. Ficou interessado? Confere o trailer aqui:

#TemQueLer: Fiquei com seu número

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A Sophie Kinsella é uma das minhas escritoras internacionais favoritas. Ela – autora da saga Becky Bloom – tem um jeito muito próprio e único de escrever: é aquele que te leva as gargalhadas do começo ao fim.

O último que eu li dela foi o “Fiquei com o seu número”, mais um do gênero chick lit – ou mulherzinha, se preferirem – e me rendeu muitas risadas. Eu comprei o livro em uma viagem de findi que fiz para São Paulo lá em 2013 e já comecei a ler na volta.


A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz… Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa de sua vida ainda está por vir.  

Editora: Bertrand

Páginas: 464

Autora: Sophie Kinsella

Ano: 2012


Poppy Wyatt está noiva do homem da sua vida, Magnus um chato até dizer chega! Até ai tudo bem se em uma confusão em um hotel que ela está hospedada e perde o anel do noivado – que está na família do cara há três gerações! – e como senão bastasse a onda de azar, o seu celular também some.

Como o desespero bate a porta para ter de volta o tal anel, Poppy acaba achando um outro aparelho de telefone para que as pessoas possam entrar em contato com ela. Só que o celular tem dono e ele é do Sam Roxton, empresário bem sucedido. E, claro que ele quer e precisa do seu aparelho de volta. Poppy diz que não vai devolver até encontrar o anel – não era mais fácil ela comprar um novo aparelho, gente? – e eles começam a conversar.

Ela decide então dividir o aparelho com Sam: fica com ele até ligarem com a notícia do resgate e ela vai passando os recados, mensagens e ligações pra ele. Claro que como todo livro ‘mulherzinha’, o final é pra lá de óbvio. Mas é um dos livros mais engraçados dela que já li por ai. E você, conhece a história ou já leu algo da autora? Escreva nos comentários pra gente!

#TemQueLer: Uma prova de amor

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Sempre fui fã assumida do gênero chick lit – ou mulherzinha, para muitos – cujas personagens principais são mulheres e seu universo. O primeiro livro que li da Emily Giffin foi “Ame o que é seu”, já resenhado aqui e ela se tornou uma das minhas escritoras preferidas.

O livro de hoje é “Uma Prova de amor”, que li acho, em 2013 – e foi bem difícil lembrar dos detalhes – e muito bem desenvolvido na forma como ela escreve e apesar das mais de 400 páginas, a leitura é suave e leve.


Sinopse: Não para Claudia Parr. A bem-sucedida editora de Nova York não pretende ser mãe e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha, mas, então, ela conhece Ben. O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito: amoroso, companheiro e — assim como Claudia — também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos?

Uma Prova de Amor é um livro divertido e honesto sobre o que acontece ao casal perfeito quando, de repente, os compromissos assumidos já não servem mais. Contudo, é também uma história sobre como as coisas mudam, sobre o que é mais importante, sobre decisões e, especialmente, sobre até onde se pode ir por amor.

Editora: Novo Conceito

Ano: 2013

Páginas: 432


Cláudia tem um relacionamento bem estável. Ela, uma editora, nunca quis ter filhos e encontrou em Ben, seu marido o cara ideal para isso: ele também não quer. Ele é o cara ideal: amoroso e companheiro. Mas, o que Claudia não previa era que o instinto paternal afetasse Ben e ele começa a pensar na possibilidade de ter um filho. De preferência, com ela.

Então é ai que a crise no casamento começa. O que ela deve fazer? Atender aos desejos do marido, afinal, ela o ama e quem sabe pode amar a criança ou simplesmente cortar a relação? Então começa o dilema, já que todo mundo a enxerga como a vilã da situação, até porque é o desejo de se ter filhos sempre parte da mulher, nunca do homem.

*Alerta spoiller!* O casamento começa a ruir e logo eles se divorciam e vai cada um para um canto. Separados, Cláudia decide dar novos rumos a sua vida e começa a conhecer novos caras e como é a relação dela com a família. Ela começa a perceber que quando a gente ama de verdade uma pessoa, as vezes é preciso abrir mão de certos pensamentos e convicções.

A Emily Giffin tem um jeito bem característico em todos os seus livros: ela adora falar de relacionamentos – seja de qual tipo – de uma forma simples e pura, sabe? Uma sensiblidade que poucos conseguem ter quando escrevem seus livros. Eu já li quase todos os livros dela e em todos parece que a escrita fluiu.

#TemQueLer: A verdadeira Bela

livro

Eu conheço a Li e o trabalho dela tem um bom tempo, sou fã assumida do trabalho dela – tem entrevista dela aqui e resenha do meu livro preferido (Um coração em Guerra) aqui – e como curto bastante dar aquela valorizada no produtinho nacional e foi um dos primeiros livros físicos da autora, lançado em 2013.

Com uma escrita bem leve e descontraída, “A Verdadeira Bela” me encantou na primeira página. Além da história fluir com a sua leveza, os personagens possuem um carisma e a Li foi bem objetiva contando esse romance.

Mais ou menos dois meses atrás, a Li Mendi divulgou que o seu livro “A Verdadeira Bela” andava na promoção, por um preço ótimo. Tratei logo de comprar dois: pra mim e para uma amiga querida, de presente. Assim que chegou, comecei a ler mas por uns motivos alheios, deixei ele meio de lado só retomando a leitura algumas semanas depois. E preciso confessar: terminei ele em uma noite.


Nicole está prestes a entrar para uma agência de publicidade famosa e lá enfrentará o conflito entre a auto-imagem e a visão distorcida dos seus colegas a seu respeito. A pressão psicológica que acontece com bullying nas redes sociais será vencida por um grande amor, que surge para fortalecê-la e protegê-la de todos os preconceitos.

Fernando é admirado por seu dinheiro e poder, mas, no fundo, luta contra uma secreta baixa auto-estima. Com medo da própria imagem que forma no olhar do outro, ele se critica e se fecha. Até que um dia seu caminho se choca com o de Nicole e os dois aprendem juntos que o amor não é cego. Ele vê com clareza o que nem todos veem: a verdadeira beleza completa do ser amado.

Com muito bom humor, este livro irá tomá-lo do começo ao fim e envolvê-lo em uma estória que fala de um homem tentando entender o seu passado e de uma garota lutando pelo seu futuro. De repente, os dois se veem um de frente para o outro e descobrem a essência de um amor eterno.

Ano: 2013

Páginas: 159

Editora: Editora Highlands


*Atenção, contém spoiller*

Nicole é uma publicitária recém formada cujo sonho é trabalhar na melhor agência de publicidade, a True B. Atrapalhada e divertida, a garota derruba sem querer seu almoço na camisa de um desconhecido. No meio da praça de alimentação de um shopping. E justamente no dia da sua entrevista.

Fernando, o tal desconhecido, a convida para almoçar e a química entre os dois surge logo de cara. Nic descobre então que o companheiro de almoço é nada mais nada menos do que seu talvez futuro chefe.

Nicole tem a aparência de uma patricinha fútil, mas é uma mulher de personalidade forte e decidida. Fernando é o típico galã: rico, bem sucedido e lindo. O enredo não é nada fora da caixinha, acontece tudo do jeito mais normal. E tem de tudo um pouco: drama, aventura e claro, muito romance. Mas não pense que é daqueles água com açúcar.

Sim, o final é meio óbvio. Clichê, eu diria. Mas vale cada página lida, de verdade.

Turnê Meu Canto: eu fui!

Quem já me conhece, pode perceber o quanto eu sou fã da cantora Sandy Leah. Ano passado eu contei aqui a minha aventura na plateia do programa SuperStar em que ela é jurada. E, no último sábado, lá fui eu conferir a nova turnê dela, intitulado ‘Meu Canto’. Esse nome, segundo a propria Sandy, tem dois significados: o seu amor por cantar e mostrar ao seu público um pouco mais dela.

Diferente das outras apresentações que eu fui, resolvi escolher um lugar lá atrás. Queria ver o show por completo, ter uma visão total do palco, sem o murmurinho dos fãs mais eufóricos. E dessa vez consegui ver uma Sandy mais madura e segura no palco, com composições que mostram o seu melhor momento.

A apresentação em solos cariocas da cantora , trouxe uma surpresa: o making off do seu DVD que conta com duas participações pra lá de especiais: Gilberto Gil, em “Olhos Meus” e Tiago Iorc, com uma música inédita ‘Me Espera‘. Essa última, aliás, foi escolhida por Sandy para ser o carro chefe nesse seu novo trabalho e é deliciosa de se ouvir.

O show começa com a música “Sim“, seguida pela minha favorita e a que mais vibrei, confesso: “Aquela dos 30“. Sandy então vai embalando seus fãs com um sucesso atrás do outro dessa sua fase solo. Com quatro canções inéditas – “Respirar“, “Salto“, “Colidiu” e “Me Espera” – ela vai contando como foi o processo de criação de cada uma.

Além disso, Sandy faz duas homenagens: ao cantor Nando Reis com a canção “All Star” e ao seu avô, cantando “Canção para Luciana“. E, é claro aos seus fãs desde o tempo com o seu irmão Júnior, e as escolhidas da vez foram ‘Nada é por acaso’ e ‘Desperdiçou’. E é nesse momento que os fãs digamos mais eufóricos, correm para mais perto do palco. Lembra no começo do texto que escolhi uma mesa lá atrás? Por isso. Mas, como boa fã dela, foi impossível não me levantar e começar a dançar ali mesmo, no meu lugar.

Sai de lá com a alma mais leve, rouca, olhos inchados de tanto chorar e a certeza que o meu amor e admiração por ela só aumentam! E você, tem algum ídolo ?

Créditos das fotos: Google e Instagram da Sandy