[Top 5]: Filmes de praia

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Sempre que escuto “Férias de verão”, eu lembro logo de praia. Talvez seja por morar em cidade praiana, a associação é inevitável. Por isso, se você é da turma que adora a combinação sol + areia + mar, separei pra essa sexta, cinco filmes que tem a praia como pano de fundo. Reúne os amigos, marca uma maratona e é só dar o play.

Curso de Verão


Vamos começar a lista com um clássico da Sessão da Tarde. Em 1987, Freedy Shooper professor de educação física tem planos de passar as suas férias de verão no Havaí com a namorada. Porém, é chamado as pressas pelo chefe pra dar aula de inglês a um grupo bem peculiar de alunos que foram reprovados, já que o professor original ganhou na loteria e larga o emprego. Freddy, papel de Mark Harmon, não vê outra saída e mesmo não gostando de lecionar acaba aceitando. Ele passa a ter uma relação de amizade entre os garotos e em meio a mar, sol, onda e muita praia o verão passa sem Freddy perceber.

Esposa de mentirinha

Daniel depois de sofrer uma desilusão amorosa decide não se relacionar mais. Cirurgião plástico, o cara trabalha ao lado de Katherine, sua melhor amiga. O problema é que Daniel se apaixona por Palmer e inventa que é esta a postos de se separar. E é ai que entra Kath, que junto com seus dois filhos viajam pro Havaí fingindo ser a família de Daniel. Os protagonistas do filme, Jennifer Aniston e Adam Sandler, garantem as risadas do começo ao fim além da química que eles têm.

Muita calma nessa hora

 

Um dos filmes que não canso de assistir. Tita descobre que tá sendo traída na véspera do seu casamento e recruta as suas melhores amigas, Mari e Anninha pra aproveitar a lua de mel que já está paga, em Búzios. Claro que elas se metem em várias confusões, tudo isso com a praia de Búzios como plano de fundo.

Sonho de Verão

Esse ai é o meu filme favorito desde 1990! Eu consigo saber as cenas e as falas to-das decoradas. Estrelado pelo Sérgio Mallandro no papel dele mesmo e pela primeira geração das Paquitas – quem é dos anos 80 vai entender – e pela Fafy Siqueira. Sérgio, um bom-vivant descobre que um casal de milionários vai viajar pra Europa e se passa por sobrinho deles pra impressionar a namorada e os amigos. Só que um ônibus com vários adolescentes chega por engano e pensam que a mansão em que ele se instalou é uma colônia de férias.

American Pie 2 – A segunda vez é ainda melhor.

Um ano depois da formatura, o grupo de amigos – Jim, Oz, Kevin, Stifler e Finch -decide se reunir nas suas primeiras férias de verão da faculdade e alugam uma casa na praia. Nadia, a crush de Jim tá de volta ao pais e é claro que confusões acontecem. Temos também a obsessão do Finch pela mãe do Stifler. Ah, pode não parecer mas esse filme é de 2001.

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[Top 6]: Estreias de 2017

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Todo começo de ano é assim: a expectativa de novas estreias consomem os amantes da sétima arte. Para quem gosta, é um prato cheio. E em 2017 não poderia ser diferente. Alguns filmes – dos mais diferentes gêneros – são bem aguardados, como é o caso do “A Bela e a Fera”, adaptação do desenho da Disney. Trouxe os seis mais esperados por mim nesse post. Vamos conferir quais são?

A Bela e a Fera

Sou fã das histórias de princesa da Disney. E, acredito, que a da Bela seja uma das minhas favoritas da vida. Bom, a história é conhecida . Um senhor acaba sendo feito de prisioneiro de uma criatura pra lá de esquisita. A sua filha, Bela, resolve ficar no lugar dele e é mantida de refém pela Fera, que foi enfeitiçado anos atrás. Final mais clichê impossível, não é? Destaque para Emma Watson, a nossa eterna Hermione. Já o papel da Fera fica a cargo do ator britânico Dan Stevens.

Antes que eu vá

Mais um filme vindo de adaptação de livro e que leva o mesmo nome.  Samantha é uma menina que tem tudo o que quer: namorado maravilhoso e amigas fiéis. E, aparentemente não dá muito valor pra isso. Porém, por conta de um acidente de carro, ela começa a viver o mesmo dia  – 12 de fevereiro – várias vezes. Até perceber o quanto a sua vida é boa demais. A protagonista vai ser vivida por Zoey Dutch.

Cinquenta Tons Mais Escuros

Esse é o segundo filme da trilogia do Cinquenta Tons de Cinza, que estreou ano retrasado. Particularmente eu tenho uma preguiça  imensa dessa narrativa. Dessa vez, Anastacia resolve seguir com a sua vida sem o namorado Grey. Só que é claro ela acaba voltando pro empresário. No meio várias confusões acontecem. Estreia mês que vem.

Power Rangers

Dez a cada dez crianças e pré-adolescentes que viveram nos anos 90 tinham o seu Ranger – cada um de uma cor, ok – favorito, sim! E na roda de amigos, sempre queria ser ele. Além do mais, sonhava em saber lutar quanto eles. Nostalgias a parte, o certo é que um novo grupo de adolescentes diferentes entre si e até então comuns e que foram escolhidos por Zordan – para salvar a Terra de ataques alienígenas.

Meu Malvado Favorito

Preciso falar que esse é um dos meus desenhos favoritos por motivos de: Minions. Isso sem falar das meninas mais fofas e do atrapalhado Gru. Dessa vez, o pai de Margo, Edith e Agnes tem o posto de supervilão ameaçado por Balthazar Bratt, um ex-ator mirim. Só pelo trailler, deu pra perceber que as risadas são pra lá de garantidas. A previsão de estréia é de junho.

Liga da Justiça

Os super-heróis – Batman, Superman, Mulher Maravilha, Aquaman, Flash e Ciborgue – decidem unir as suas forças para conseguirem lutar com uma ameaça. Com estreia prevista pro final de 2017, o longa conta com boatos de ter uma continuação.

Encalhados, o filme.

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Eu costumo ser a diferentona nos filmes. Aqueles clássicos que o mundo inteiro comenta – Senhor do Anéis, Matrix – eu não me interesso. Mas, por outro lado, eu tenho carinho por uns filmes que quase ninguém conhece e fico tão fã que acabo querendo contar pra todo mundo.

Foi assim que eu descobri “Encalhados”. Apesar do título não ter nada a ver com a história, zapeando a televisão outro dia, me interessei pela sinopse e como estava esperando um filme que iria começar, fiquei um pouco na dúvida e acabei escolhendo esse.

Sabe aquele momento da vida em que todo mundo te cobra o que fazer na vida e você não tem ideia de que rumo seguir? Bom, é essa a história de uma das protagonistas. Megan, quase trinta anos. Ainda tá com o namorado de adolescência, Anthony e trabalha com o pai.

Insegura, entra em crise quando, no casamento de sua melhor amiga é pedida em casamento por Anthony. Megan então fica apavorada e pega seu pai com outra em pleno estacionamento da festa. E é então, que ela foge e conhece a outra ponta do filme, Anikka.

A personagem de Chloe Moretz é uma adolescente, que foi abandonada pela mãe e mora com o pai, um advogado de divórcio pra lá de sárcastico e que faz a linha meio durona, mas que se derreta pela filha.

Com a promessa de que vai passar uma semana em um retiro espiritual, Megan, defendida por Keira Knightley, pede abrigo na casa da sua mais nova amiga e parceira, Anikka.

Um tanto carente de figura materna, a jovem adolescente trava uma amizade de confiança e respeito com Megan. Tanto que a pede para acompanhar em uma visita para sua mãe.

E é dessa parte que eu mais gostei, a interação entre as duas protagonistas – Megan e Anikka – que mesmo com faixas etárias bem diferentes, começam a ter um carinho entre as duas.

O longa é classificado como drama, mas tá mais do que claro que é um filme pra lá de água com açúcar, com o final meio óbvio e que faz quem tá vendo torcer pra Megan ser feliz.

Top 5: É pra chorar!

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Desafio da semana: assistir ao longa “Como eu era antes de você” sem derramar uma lágrima ou suspiro. Bom, meio óbvio que eu falhei. E, mesmo sabendo o fim do filme, já que eu li o livro uns dois anos – antes do boom – não fui forte o suficiente. Mas quem dera se esse fosse o único que me fez dar uma grande desidratada. Selecionei outros quatro pra essa lista. Continua lendo e anota as dicas, caso você seja do big team das choronas.. esse post é todinho seu!

Como eu era antes de você

Lou Clark é uma menina de uns 20 e muitos anos e que até agora não fez nada de importante na sua vida. Seu pai se encontra sem emprego e é ela a responsável pelo sustento da família. Trabalhando como garçonete, ela também acaba sendo demitida, pra desespero de todos. Até que surge uma vaga pra cuidar de Will Traynor, um cara que depois de ser atropelado há dois anos ficou tetraplégico. Uma relação de afeto surge entre eles dois… e, bom, é melhor ver pra não estragar. Lembro que terminei de ler o livro que inspirou a história em um shopping e: vergonha, claro, pois eu comecei a chorar. Muito.

Antes que termine o dia

Mais um pra lista patrocinada por uma empresa de lenços de papel. Me recordo que comecei a ver de madrugada, meio que por acaso porque curti a sinopse e no fim eu  não conseguia parar de soluçar real! O casal Sam e Ian estão em crise na relação. Sam é uma musicista e durante um jantar eles discutem por causa de ciúmes e, na volta para casa o táxi em que eles estão sofre um acidente e ela morre. Desolado, Ian vai pra casa e ao acordar vê que o dia ta se repetindo e ele tem uma nova chance de salvar o namoro deles. Nessa altura eu já estava tensa e com muitas e muitas lágrimas. O que acontece depois? Bom, não é tão óbvio assim e .. procura logo pra ver!

Em algum lugar do passado

Esse eu só de lembrar a música principal, já me dá umas angústias no peito e vontade de chorar.  Em 1972, o jovem Richard conhece uma senhora que lhe entrega um relógio de bolso e uma mensagem pedindo pra que ele voltasse para ela. Anos depois, ele se hospeda em um hotel e dá de cara com um retrato de uma jovem e se apaixona de cara. A tal moça em questão é Elise, uma atriz que viveu por ali em …1912 e que já morreu justo naquela noite que ele recebeu o presente da tal idosa. Richard começa uma busca louca de como voltar pro passado e se encontrar com o seu amor, Elise. Achei o final bem bobo, confesso. Mas o drama que eles vivem é maravilhoso!

Pearl Harbor

Filme preferido da v-i-d-a! E que, certamente choro sempre. Sempre mesmo. Rafe e Danny são amigos de infância e se alistam no exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. Lá, Rafe conhece a enfermeira Evelyn e eles se apaixonam. Acontece que Rafe acaba dado como morto em uma missão pra desespero da noive e do amigo, Danny. Como todo romance água com açúcar, os dois se envolvem até que Rafe – papel do meu crush ever Bem Affleck – retorna depois de meses. Babado, confusão, lágrimas (minhas e deles) e gritaria.. até porque a mocinha descobre que ta grávida do Danny… É nesse momento que o Japão joga a tal bomba na ilha de Pearl Harbor – o que dá nome ao filme – e ai só vendo pra saber mesmo!

La Bamba

Esse filme do final dos anos 80 talvez seja o mais triste de todos, já que é baseado na vida do cantor dos anos 50, Ritche Valens, que morreu em um trágico acidente de avião quando estava no auge da sua carreira. Só daí dá vontade de despedaçar, né? Melhor cena é quando ele canta para sua namorada de colégio – ele tinha só dezessete anos! – a canção Donna que fez especialmente para ela. Além dela, o hit que é muito bom e que dá nome ao filme: La Bamba.

Filmes de aniversário + 2 anos do blog

É com imenso carinho que hoje, dia 01 de agosto, esse cantinho completa dois anos de vida. Terceiro cantinho meu no mundo virtual – o primeiro, no auge dos meus 17 anos nos primórdios do já extinto weblogger (quem tem mais de 25 vai saber o que to falando!) e o segundo, no começo da faculdade e como já falei aqui em um post anterior e que foi abandonado em 2011.

Em 2014, depois de fazer um curso em SP de Jornalismo Feminino e o bichinho do blog me mordeu de novo e demorei um pouco pra voltar pra esse mundo. Foi então que criei o “Entre Nós”, um lugar mais a minha cara, em que eu pudesse escrever um bocadinho do universo que eu tanto gosto: o feminino.

E, pra celebrar esse segundo ano, listei aqui cinco filmes que tem como tema… aniversários, é claro! Vamos começar?

De repente, 30

Esse é um dos filmes que me fez apaixonar e decidir pelo jornalismo. Jenny tem 13 anos e como tudo nessa idade é um drama só, ela sofre por ser rejeitada pelas populares da escola e pelo garoto que ela gosta. Eis que no seu aniversário de treze anos, ela faz um pedido para que tenha logo 30, idade que ela considera perfeita. O desejo é atendido e de repente, a idade nova ta ali e uma nova vida pra Jenny. Só que ta longe de ser perfeita. Destaque pro flashmob de Thriller, clássico do Michael Jackson.

Lua Nova

Nesse segundo filme da saga Crepúsculo, Bella Swan já sabe toda a verdade sobre seu namorado Edward e a família Cullen. O problema é que ela está prestes a completar 18 anos e o seu namorado terá eternamente 17. E é na sua festa de aniversário que um acidente acontece, o que acaba afastando Bella de Edward.

Hotel Transilvânia

Conde Drácula agora é dono de um hotel que abriga só monstros. Ele convida então alguns dos seus amigos mais famosos – Frankstein, Lobisomem e Pé Grande – para comemorarem o aniversário da sua filha Mavis, que ta fazendo apenas 118 anos. Acontece que nesse meio tempo, um jovem Jonathan entra sem querer no local. Mavis se encanta com Johnny – que Drácula disfarçou como monstro – e eles se beijam para desespero do pai da moça. Garante gargalhadas e owns.

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Harry descobre no seu aniversário de onze anos – que foi ontem! – que ele vai pra Hogwarts, a escola mais legal de bruxos. E que ele não vai mais precisar morar com seus tios e primos que o detesta. Ah, ele descobre também que seus pais eram bruxos e que não morreram em um acidente de carro como a sua tia havia lhe contado. A vida do garoto muda a partir de então e todo mundo conhece o final. Conhecem, não é?

Gatinhas e Gatões

A década de 80 foi pra mim, a melhor quando o assunto é filmes para adolescentes. E um deles é Gatinhas e Gatões. A estudante Samantha Baker tá fazendo dezesseis anos e a família toda se esquece do seu aniversário por causa do casamento da sua irmã mais velha, Ginny que vai ser no dia seguinte. Além disso, o filme retrata – e muito bem, obrigada – os dilemas típicos dos jovens dessa idade: amores platônicos, dúvidas e neuras. Vale bem a pipoca.

 

[Resenha]: A Escolha

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Apesar de achar que ultimamente as histórias feitas pelo Nicholas Sparks andam repetitivas demais, eu sempre quero ver quando adaptam um livro dele pras telonas. Mês passado, eu dei o play no filme “A Escolha”.

Quando li o livro, eu torci o nariz pra história. Achei bem chata e monótono e assumo que fiquei meio em dúvida quando vi que ele se tornaria filme. Mas, posso falar? A história me surpreendeu bem positivamente, de um modo que nunca aconteceu nas adaptações do autor.

Travis (Benjamim Walker) é o típico mulherengo. Solteiro, não quer saber de compromisso. Mora sozinho e é filho do veterinário da cidade e seguiu a profissão do pai, porém encontra resistência da população pra aceita-lo como substituto. Gabriela, ou Gabby, é uma médica – interpretada pela Teresa Palmer – recém formada que veio fazer a sua residência em Beaufort, Carolina do Norte.

Ela se torna vizinha de Travis, por quem no começo torce o nariz por achar que ele é um bonvivant e logo precisa interagir, já que ela acha que o cachorro dele engravidou a sua cadela. E é ai que eles se envolvem e se apaixonam. Porém, com toda história escrita pelo Sparks, claro que no meio do caminho uma tragédia acontece. Atenção, o próximo parágrafo contém spoiller!

Sete anos depois, Travis e Gabby já são casados, tem um casal de filhos e a vida é aparentemente perfeita. Mas o casamento ta em crise por conta das constantes ausências de Travis por causa do trabalho, já que ele assumiu a clinica do pai. Em uma noite em que finalmente eles combinam de jantar fora, o veterinário se atrasa e Gabby ,triste, volta para casa sozinha. E é ai que um acidente acontece e ela fica em coma.

E é ai que conseguimos entender o título do filme: A Escolha. Quase três meses depois do acidente, Gabby ainda está desacordada e as chances dela sobreviver são quase nulas, pra desespero de Travis. E ele precisa fazer uma escolha: deixá-la ir pra sempre ou lutar por ela.

Quando li o livro e já meio calejada pelos finais bem tristes que o Sparks reserva em todas as suas publicações.  Mas ele veio e me surpreendeu. PAUSA PARA: O ex namorado de Gabby é nada mais, nada menos, Tom Welling, o eterno Superman de Smalville. E você, já viu o filme ou leu o livro? O que achou da história?

Campo Grande, o filme

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Vocês lembram que contei em um outro post que eu passei uns dias em Tiradentes, não é? O que não falei é que na época estava rolando um festival de cinema brasileiro na cidade e aproveitei para conhecer alguns filmes que estavam passando. Um deles foi o longa “Campo Grande“, que entrou em circuito nacional recentemente, dirigido pela Sandra Kogut.

Cartaz do filme

A história, densa que só, começa contando sobre Rayane (Rayane do Amaral) que aparece na porta de uma moradora da Zona Sul do Rio de Janeiro, a Regina (Carla Ribas). A menina, de uns cinco anos, aparece depois com seu irmão mais velho Ygor (Ygor Manoel). Assustados, os dois tentam a todo custo voltar para a casa da avó, no bairro carioca Campo Grande – dai o nome do filme – só que eles não sabem chegar.

Regina, que anda em crise financeira e pessoal desde que se separou do marido, fica confusa quanto a origem das crianças, já que a menina afirma que foi a mãe que deixou ela ali na promessa de voltar para buscar. Começa então um embate sobre o que fazer com Ygor e Rayane.

Os protagonistas infantis, Ygor e Rayane, que você tem vontade de levar para casa!

Contra a opinião da sua filha adolescente, a mulher decide leva-los deixa-los em um orfanato, onde o menino logo foge e volta para a casa dela. Em meio a tantos problemas, Regina então começa a se afeiçoar a ele e esquece por ora os seus problemas – separada, o marido decide vender o apartamento deles e ela está de mudança para um novo lugar – e tenta ajudar o garoto a encontrar a avó.

Chegando lá, em um pergunta daqui e ali, descobrimos que o lugar que ela morava foi vendido para uma construtora e avó faleceu. Nesse meio tempo, podemos ver a desigualdade entre os dois bairros: Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro e onde a Regina reside e Campo Grande, zona oeste carioca.

A todo momento, eu ficava me perguntando o que teria acontecido com a mãe das crianças e nas quase duas horas inventei várias teorias a cada cena que passava. Além disso, como carioca – e minoria ali, já que estava assistindo o filme em outro estado – conseguia entender as diferenças gritantes entre dois bairros de uma mesma cidade.

Quem curte um bom drama, sem pecar pelos excessos, realidade da vida, pode procurar o cinema mais próximo, pegar a pipoca e mandar ver que o filme é bom e o final tão surpreendente quanto. Ficou interessado? Confere o trailer aqui:

Top 5: Dia dos namorados

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O dia 12 de junho é considerada a data dos enamorados aqui no Brasil. Mas você sabia que isso acontece – e não é 14 de fevereiro – porque os comerciantes achavam que a data não tinha uma comemoração em que eles pudessem lucrar.

Fato é que aqui no blog não podemos deixar em branco não é? Então, trouxe no post de hoje cinco filmes bem românticos. Se você tem alguém pra chamar de seu, aproveite. Caso não tenha, reúna as amigas no próximo domingo e se divirta também. O importante é ser feliz!

Ponte Aérea – 2014

Imagina conhecer o amor da sua vida em um aeroporto? É basicamente isso que acontece entre Bruno (Caio Blat) e Amanda (Letícia Colin). Por causa de um temporal, o voo que iria para São Paulo é enviado para Belo Horizonte e os passageiros precisam passar a noite por lá. E é no hotel que a paulista e publicitária Amanda conhece o artista plástico e carioca Bruno e eles meio que sem querer começam a ter um relacionamento a distância. E agora, será que eles irão sobreviver as diferenças – que são muitas! – e principalmente a distância? Foi um dos últimos filmes que eu vi e é impossível não torcer pelo casal de tanta química que os atores tem!

Cartas para Julieta – 2010

Apesar de amar esse filme, eu acho que nunca falei dele por aqui! Sophie deseja ser uma escritora de sucesso. Antes disso, ela viaja em uma espécie de lua de mel com o seu noivo para Verona. Interessado mais em adquirir contatos para seu negócio, Victor, o noivo, acaba deixando Sophie um pouco de lado. E é ai que ela conhece as “Cartas para Julieta”, um trabalho voluntário que ajuda a responder conselhos amorosos que as pessoas pedem à Julieta. Ela descobre uma de 1957, de uma moça chamada Claire e promete ajuda a agora senhora. O que ela não conta é que nesse meio tempo o neto de Claire, Lorenzo, vem no pacote também. É estrelado pela fofinha da Amanda Seyfried.

A Proposta – 2009

Eu lembro que eu vi esse filme no cinema e dei gargalhadas absurdas. Eu amo a Sandra Bullock e todos os filmes que ela faz. Aqui Bullock é Margaret, uma empresária durona e sem coração. Canadense e residindo nos EUA, ela descobre que pode ser deportada a qualquer momento por causa do seu visto de trabalho que tá errado. Ela convence então o seu assistente Andrew (Ryan Reynolds) de se passar por seu futuro marido de mentira para regularizar a sua situação. Nessa confusão toda, ela acaba conhecendo a família do seu noivo e, claro, se apaixona por ele.

Amizade Colorida – 2011

Engraçado que esse filme é um dos meus favoritos da vida e eu nunca falei dele aqui! Romântico na dose certa, sem aquela Justin Timberlake é Dylan, um cara que trabalha com Marketing e troca Los Angeles por Nova Iorque a convite de uma tentadora oferta de emprego oferecida por… Jamie, papel de Mila Kunis. Eles começam então uma amizade que evolui pra sexo sem compromisso ou cobranças. O problema é quando eles se apaixonam.

Show Bar – 2000

Outro que é figurinha fácil de filmes que eu sou apaixonada. E, para minha surpresa, ele nunca apareceu aqui! E como nunca é tarde, vamos lá. Piper Perabo é Violet Sanford, uma menina que tem talento pra música. Mas calma, ela não quer ser cantora não. Ela quer mostrar ao mundo as suas composições. Para isso, ela sai da sua cidade natal, New Jersey, e vai rumo a Nova Iorque. Lá ela conhece o lindo and maravilhoso Mr. O’Donnel (quem viu esse filme vai me entender) ao mesmo tempo que ela vira uma Coyote Ugly. Delicinha, delicinha de se ver e ainda tem uma trilha bacana.

“Como ser solteira”: Eu vi

“O macete de ser solteira é que você tem que curtir ser.”

Cerca de duas semanas atrás, resolvi ir ver o filme “Como ser solteira”, que meu querido amigo André me enviou. Quando vi o trailler há uns três meses, me interessei logo de cara. Parecia aquele filme para você chamar alguma amiga e garantir a risada. Estrelado por nomes como Dakota Johnson – a mocinha bem cinza de 50 tons – e Rebel Wilson – a gordinha gente boa que figura ‘A Escolha Perfeita’.

Elas são Alice e Robin. A primeira acaba de sair de um relacionamento longo – já que ela quer saber como é ser solteira- termina a faculdade e está indo morar em Nova Iorque, com a irmã mais velha, Meg (Leslie Man), obstreta e que não deseja ter filhos tão cedo. Nenhuma delas deseja um namorado. Mas ao contrário delas, encontramos Lucy (Alisson Brie), que é do tipo viciada em sites de relacionamento e tem 1001 teorias de como encontrar o homem ideal nesses lugares.

“Se o Tom mandar um sms espere 4 horas pra responder. Se usar um emoji, leva um soco no peito.”

Quando eu dei uma conferida no trailler, meu primeiro – e único – pensamento foi: as quatro serão melhores amigas e vão mostrar os prós e contras da vida de solteira. Só que ai que a gente se engana. E se você acha que só vai gargalhar, tira o seu cavalinho da chuva. Tem drama sim. E se reclamar, tem mais.

Lucy, por exemplo, só contracena com as outras três meninas em pouquissimas cenas. Não há diálogo, não há cumplicidade. Zero. Alice e Robin são colegas de trabalho que caem na noite sempre que podem, em contra partida da Meg, que tá focada na profissão.

O longa, como um todo, demonstra as desventuras de ser, estar e se sentir solteira. Posso até afirmar que ele tende mais ao draminha – por mais leve que seja – do que para comédia. É um filme que você reflete o quanto vale a pena ter alguém ou ficar sozinha. Pegue a pipoca, o brigadeiro, o suco e se joga.

Devia ter, mas não teve!

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Existem aqueles filmes tão legais que deveriam ganhar remake, certo? Semana passada foi assim, falei aqui daqueles que já garantiram uma segunda versão nas telonas. Mas tem os que são tão bacanas que por um motivo ou outro não ganharam uma refilmagem.

Sociedade dos poetas mortos

Eu amo esse filme – ele já apareceu aqui – e apesar de um dos finais mais tristes é um daqueles que mais que merecem uma nova versão. John Keating, papel do Robin Willians, chega para lecionar em uma escola só para garotos e altamente conservadora. São os anos 60 e ele provoca uma revolução entre os alunos quando estimula seus alunos a pensarem, com a antológica frase “Carpe Dien”. Para o papel do mestre, eu escalaria dessa vez Bradley Cooper.

O Clube dos Cinco

Cinco alunos totalmente diferentes – o nerd, o atleta, a gótica, a patricinha e o rebelde – e que nunca sequer trocaram uma palavra na escola, são colocados de detenção por um sábado inteiro, 24 de março de 1984. Ali, trocam segredos e seus medos em relação a vida adulta. Dessa vez, escolheria para os papéis: Nat Wolff, Ansel Elgort, Jenniffer Lawrence, Lily James e Cameron Boyce.

Sonho de verão

Brazuca na lista! Esse filme é meu favorito da vida inteira, daqueles que eu poderia ver milhões de vezes (e já falei um outro tanto aqui!). Sérgio Mallandro é Léo um cara pra lá de irresponsável que pra conquistar a garota que quer, se faz passar pelo sobrinho dos donos de uma mansão e que estão viajando. Agora Léo é Murilo Benício, que tal?

Curtindo a vida adoidado

Atire a pipoca quem falar que nunca viu esse clássico de Sessão da Tarde. Ferris Buttler  – Matthew Broderick – finge que está doente para matar aula e resolve dar uma tarde especial ao seu melhor amigo Cameron e a namorada Sloane. Pega o carro do pai de Cameron, uma Ferrarri e passear pela cidade. Destaque, claro, para a cena em que ele dança no meio da rua. Quem já viu o filme, sabe o que dá quando ouve “Twist and Shout”. O trio de protagonistas, ao meu ver, ficaria por conta de Alex Pettyfer, Skandar Keynes e Shailene Woodley.

Quatro filmes para comemorar o Dia da Mulher

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Mulherada pode comemorar. Pode pedir massagem pro boy. Pode tomar aquela taça de vinho – mesmo sendo terça! Pode receber com um sorriso no rosto a flor dada no trabalho. Hoje, dia 8 de março, é conhecido como dia internacional da Mulher. Essa data surgiu lá pelos anos 1900 quando um incêndio provocou a morte de várias operárias. Então, para comemorar a data, que tal quatro filmes cujas as protagonistas são mulheres pra lá de determinadas?

Sex and the City

O longa, de 2008, é quase que uma continuação da série – que durou seis temporadas, de 1998 até 2004 – de mesmo nome e mesmas protas. Fala da vida de quatro amigas: Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda. Elas moram em NY e são completamente cosmopolitas. Diferentes e mesmo assim bem unidas, as meninas vão levando a vida entre drinks, modas, família e emprego. É estrelado pela Sarah Jessica Parker, Kim Catrall, Kristin Davis, Cyntia Nixon e teve uma continuação em 2010.

Histórias Cruzadas

Um filme de arrepiar e de se envolver. Skeeter (Emma Stone) é uma jornalista branca dos anos 60 (imagina!) que quer mostrar pro mundo como as empregadas negras viviam no Mississipi em uma época completamente racista. Destaque para a linda and musa mor da Viola Davis no papel de Aibileen Clark. Ah, o longa é baseado em um livro de mesmo nome e foi lançado em 2011.

De pernas pro ar

Alice, feita por Ingrid Guimarães, é uma workholic (daquelas que só pensam em trabalho, sabe?) e que vê a sua vida virar do avesso quando é demitida e o marido pede divorcio. Ela então conhece a vizinha Marcela e as duas decidem virar sócias de uma loja de sex shop.

O diário de Bridget Jones

Claro que nessa lista não poderia faltar esse filme de 2001, um dos meus favoritos da vida. Bridget, uma mulher de trinta anos, decide no Ano Novo mudar de vida: parar de fumar e beber, emagrecer e encontrar um boy decente. Entre muitas confusões com a protagonista, é impossível não se identificar com pelo menos uma situação vivida por Bridget (Renée Zellweger). O terceiro tem estreia prevista para setembro desse ano.

Os remakes mais legais

Na última semana, foi revelado o nome do ator que irá interpretar o lendário Johnny, imortalizado no longa ‘Dirty Dancing’, em uma refilmagem para a televisão. O casal protagonista será interpetado por Abigail Breslin (Pequena Miss Sunshine) e Colt Prattes.  Mas esse não é o primeiro filme que ganhou uma nova versão.

Footloose

Dessa lista, é o único que vi as duas versões e posso dizer que AMEI ambas por um simples motivo: elas são iguais (o que não necessariamente é uma condição, vai) em to-das as cenas. Claro que no filme de 2011 (o outro é de 1984) conseguimos lidar com situações atuais, como celulares e internet.  Ren (Kevin Bacon/Kenny Wormald) é um rapaz que vai morar com a tia em uma cidade do interior após a morte da sua mãe. Acontece que por causa de um acidente que vitimou o filho do pastor e de mais alguns jovens, a dança foi completamente proibida por lá. O rapaz então resolve organizar o baile de formatura, com claro, muita dança. Destaque para a jovem Sarah Jessica Parker, no começo da carreira. Muito antes de NY, claro. A cena épica é a do fim, com a coreografia imitada por muitos nos anos 80.

Amor sem fim

Alex e Gabriella, na versão 2014

A primeira versão foi estrelada em 1982 por Broke Shields (aquela de ‘A Lagoa Azul’, lembram?) e a segunda por Alex Pettyfeer e Gabriella Wilde em 2014. A história, daquelas bem água com açúcar, fala do relacionamento entre dois adolescentes de classes sociais diferentes. Ela, uma menina rica cujo destino foi traçado pelo pai e ele, rapaz pobre que nem sabe se vai para faculdade. Só vi o remake, então não consigo falar se conseguiu ser fiel ao original.

Carrie, a estranha

Versão 2014

Não sou fã de filmes de terror. Mas dei uma chance à Carrie de 1974. A nova versão, ainda não assisti, mas um dia vai. Baseado no livro escrito por Stephen King (entendeu os motivos de ter sido tão famoso?), a história fala sobre Carrie, uma adolescente que é completamente dominada por sua mãe e vive no seu mundo. Por conta disso, é motivo de chacota dos seus colegas de escola. O que eles não sabem é que a garota esconde um terrível segredo. Em um baile do colégio, alguns adolescentes armam um plano de envergonhar a garota. Ela, para se vingar, causa um incêndio no salão matando a todos.  Em 1999, uma continuação foi feita, com a meia irmã da Carrie.

Robocop

Em um futuro não tão longe, para combater a violência, a polícia americana cria um protótipo de um robô. Porém, para isso, é necessário partes de um corpo humano. A versão de 2014 foi dirigida por José Padilha. Dessa vez, não vi nenhuma versão (a primeira é de 1987)

Lagoa Azul

As protas nas duas versões

De todos, acredito que seja o único cuja historia seja diferente do original. Na versão de 2012, dois adolescentes caem de um barco e vão parar em uma ilha deserta onde passam seis meses. Lá se apaixonam e se descobrem, tal qual o filme de 1980. Ah, o ator Christopher Atkins que viveu o protagonista na primeira versão faz uma participação como o professor da escola.

Na telona em 2016

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Alguém concorda que 2016 tá logo ali? Só piscar que o novo ano tá batendo na nossa porta. E, com isso, começamos a ver o que vem por ai. Nesse post, trouxe cinco filmes – todos sequências – que tem tudo pra bombar nos cinemas ano que vem. 

Vai que dá Certo 2

 

No primeiro filme eles tentaram ficar ricos e fracassaram. Agora, o grupo de amigos formado Rodrigo (Danton Mello), Amaral (Fábio Porchat) e Tonico (Felipe Abib) decidem chantagear Elói (Vladimir Britcha), já que ainda precisam da grana. O que eles não esperavam é que não são só eles a entrarem nessa jogada. A estreia tá prevista para 7 de janeiro. Boa pedida para uma tarde de cinema com os amigos.

Capitão América: Guerra Civil

Terceiro filme da saga e com estreia prevista para abril do ano que vem, o longa vem falando da disputa de Steve Rogers, vulgo Capitão América com Tony Stark, o Homem de Ferro.

Batman vs Superman – A origem da justiça

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O ano vai ser especial para os amantes de histórias de super heróis. Dessa vez, a luta é entre os mais famosos: Batman – interpretado pelo meu muso mor, Ben Affleck –  e Superman (Henry Cavill). Eu, que não sou fã do gênero, devo ver só por causa do Bruce Wayne

X-men: Apocalypse

Nesse que promete ser o último da saga X-Men, conta sobre a volta do ancestral dos mutantes, En Sabah Nur, e pretende colocar o mundo em apocalipse para conseguir dominar. Chega nas telonas em maio de 2016.

Procurando Dory

“Oi, eu sou a Dory”. Treze anos depois – SIIIM!!! –  de “Procurando Nemo”, o trio – Marlin, Nemo e Dory – voltam pra alegrar nossas vidas. A dona do bordão “Continue a nadar, continue a nadar”, é a perdida da vez. A história se passa um ano depois do resgate do peixe palhaço Nemo. Vai pros cinemas nas férias da garotada, no fim de junho.

Sessão Pipoca: “Um divã a dois”

Meu findi passado foi todo dedicado a uma boa sessão pipoca com a amiga. Em um dia e meio, vi quatro filmes. E um deles foi “Um divã a dois”, filminho brazuca no melhor estilo comédia romântica.

Eduarda (Vanessa Giácomo) é uma ortopedista metódica e workholic. Casada com Marcos (Rafael Infante), um produtor de eventos vê seu casamento de dez anos entrar em total crise. É quando ela convence o marido de fazerem terapia. Cada um com seu psicólogo.

Mas entre uma sessão e outra, eles decidem se divorciar, mas continuam nas sessões. Nesse meio tempo, os dois levam suas vidas nos seus novos estados civis de solteirice. Duda, é apresentada pela melhor amiga, a espalhafatosa e divertida Isabel (Fernanda Paes Leme), pra Léo (Marcelo Serrado) e se interessa por ele.

É o típico filme mulherzinha, pra ver com as amigas. Aliás, melhor programa. É zero drama, sabe? Acontecem umas situações que com certeza ou você ou alguma conhecida sua já passou.

O fim é clichê? Total. E você já saca o que vai acontecer desde a metade. Mas mesmo assim, quer ver tudo. A amiga da Duda é, pra mim, a melhor parte. Sabe aquela amiga que toda mulher precisa ter? Daquelas que falam tudo, na cara? Doa a quem doer? Que tá do seu lado nas melhores horas. É a Isabel.

Pronto, tá ai a pedida pra sexta. Pega a pipoca e o suco, chama as amigas ou veja sozinha e dá logo o play!

[Top 6]: Cinema Nacional.

Hoje, no dia 5 de outubro é considerado um dos dias do Cinema Nacional. Sim, existem duas datas – a outra é 19 de junho – mas hoje é o que consideram a primeira exibição pública de cinema nas terras tupiniquins.

Apesar de muita gente torcer o nariz quanto as nossas produções nacionais, nos últimos anos o cinema nacional vem conquistando cada vez mais telespectadores. E, pra celebrar, separei seis filmes nacionais que eu adoro de paixão.

Sonho de Verão

Pra mim, é o melhor da minha infância e adolescência e vida adulta. Cansei de contar quantas vezes aluguei o VHs, o DvD e que vi no youtube depois. Figurinha fácil da “Sessão da Tarde”, ele já apareceu quando dei meu top 10 de filmes dos anos 90, lá no comecinho do blog. Sérgio Mallandro querendo impressionar e dar um verão inesquecível para a namorada, se faz passar por um sobrinho de um casal milionário que acabou de viajar e deixou a mansão vazia. O que ele não esperava é que um bando de adolescente confundisse o local com uma colônia de férias. O enredo é até meio bobo, mas tem meu amor pra sempre!

Desenrola

Priscila (Olívia Torres) é uma adolescente como todas as outras. Tem suas encanações, dúvidas, incertezas e, claro, paixões não correspondidas. Quando sua mãe precisa viajar por vinte dias por conta do trabalho, ela aproveita pra acabar com algo que a incomoda: sua virgindade. No elenco do filme de 2001 temos Pedro Bial, Juliana Paiva e Kayky Britto

Vai que dá certo

Sabe aquele filme que você vai ver no cinema por falta de opção? Foi assim com ‘Vai que dá certo’. E zero arrependimento. Saí da sala com a barriga doendo de tanto rir. A história, de 2013, fala de quatro amigos desde o colégio e que estão com a vida sem perspectiva: os irmãos Vaguinho (Gregório Duvivier) e Amaral (Fábio Porchat) – donos de uma locadora que tá falida -, o professor de inglês, Tonico (Felipe Abib) e o cantor de bar Rodrigo (Danton Mello) tem a chance de participar de um assalto e mudarem de vida. Só que claro que nada dá certo e eles acabam se metendo em muitas confusões. A sequencia chega ano que vem.

Muita Calma nessa hora

Sabe aquele filme que você identifica com uma personagem? Ou com a história? Pra mim, são os melhores. Em MCNH, é aquele que você precisa ver com as amigas (ele e mais um monte, falei deles aqui), sabe? Tita (Andréia Horta) depois de descobrir a traição do noivo nas vésperas do casamento, escala as melhores amigas, Anninha (Fernanda Souza) e Mari (Gianne Albertoni) para curtirem a lua-de-mel já paga na paradisíaca Búzios. Nesse meio tempo elas conhecem Estela (Débora Lamm) e o trio vira um quarteto.

Confissões de Adolescente

Eu já era muito fã da série que passou na TV Cultura lá na metade dos anos 90 e teve três ou quatro temporadas. Para minha surpresa, em 2014, eles resolveram levar essa o enredo para as telonas (e pros dias de hoje, claro) e eu, quase uma balzaquiana, corri pro cinema. Quatro irmãs, criadas só pelo pai, de diferentes faixas etárias, sofrem os seus dilemas e dúvidas de serem adolescentes. Menção honrosa pra Sophia Abrahão cantando ‘Sina’, do Gilberto Gil. Fofo ❤

Minha mãe é uma peça

Baseada na peça de mesmo nome, cujo prota é o Paulo Gustavo, o filme fala da vida da Dona Hermínia (Paulo Gustavo), uma mulher – super inspirada na mãe dele – que tá divorciada e foi trocada por uma outra bem mais jovem e que não para de pegar no pé dos seus filhos: Marcelina e Juliano. Um dia, ela descobre que eles a acham uma chata e insuportável e sai de casa, sem avisar ninguém o que os deixa bem preocupados. Mas na verdade, ela só vai visitar a tia Zélia. Eu sou muito fã do PG, tanto que lá em janeiro bem fui no #220V e contei aqui, claro. Ah, a notícia boa é que ano que vem a continuação chega no cinema.