[TemQueLer]: Procura-se um marido

Se tem uma coisa que eu gosto e valorizo é a literatura nacional: sou fã de vários autores brasileiros. E quando se trata do gênero chick lit, melhor ainda! O livro do #TemQueLer de hoje é o da Carina Rissi, “Procura-se um marido”. E foi quando eu conheci o trabalho dela.

A autora também é bastante conhecida pela galera como a escritora da série “Perdida”, mais um que tá na imensa lista de livros a se ler. Ano passado eu li “No Mundo da Luna” – meu favorito até agora – e que já falei dele bem aqui.


Sinopse: Alicia sabe curtir a vida. Já viajou o mundo, é inconsequente, adora uma balada e é louca pelo avô, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável e sua única família. Após a morte do avô, ela vê sua vida ruir com a abertura do testamento. Vô Narciso a excluiu da herança, alegando que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império – a não ser, é claro, que esteja devidamente casada. Alicia se recusa a casar, está muito bem solteira e assim pretende permanecer. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco e audacioso, colocando um anúncio no jornal em busca de um marido de aluguel.

Autor: Carina Rissi
Editora: Verus (Record)
Páginas: 474
Ano: 2012


Alicia é a chamada jovem menina rica. Leva a vida do jeito que quer sem pensar no amanhã. E é quando o seu avô Narciso, sua única referência de família, falece e deixa uma clausula bem importante no testamento: ela só assume a herança quando estiver casada.

Por conhecer a neta tão bem, Vô Narciso toma essa decisão esperando que a jovem tome um rumo na vida. E é ai que Alicia se desespera. Aos 24 anos, nunca trabalhou e precisa de uma hora pra outra, saber como funciona o império deixado por seu avô. E é ai que entra o mocinho, Maximus.

Como todo conto de fadas – moderno ou não – eles se apaixonam e ficam naquele vai e vem. O final, como todo livro do gênero é bem claro e nem precisa falar.

Carina tem uma escrita que te empolga e que te faz querer mais e mais. O livro fica então leve e prático. Não lembro em quanto tempo eu terminei. Pra quem já leu ou ficou interessado: existe uma espécie de continuação da trama,  que é o meu livro atual: “Mentiras Perfeitas”, e que é o último lançamento da autora.

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#TemQueLer: 5 livros pra amizade

Como todo mundo sabe, (quase) toda quarta eu falo sobre um livro bacana que eu li e quis indicar pra todo mundo. Mas como hoje é um dia pra lá de especial – é dia do amigo, não sabia?- eu resolvi dar cinco dicas de livros cuja amizade é o tema.

Simplesmente Acontece

Muitos irão falar: “Aaah, mas eles viram um casal!!”. Sim, concordo! Mas tanto no livro quanto no filme (falei dos dois aqui já!) o relacionamento entre Sam e Rosie nada mais é do que amizade. Eles se conhecem aos 5 anos e então vivem grudados. Passam por altos e baixos na amizade. Claro que isso evolui pro amor, mas isso foi papo pra outro post.

É agora ou nunca 

Geralmente a Marian concentra em uma só protagonista e mulher, mas nesse livro ela te vem com uma diferença: agora são três (duas mulheres e um homem) e que são melhores amigos há anos: Tara, Katherine e Finn. Eles saíram da sua cidade pequena e arcaica e foram morar na grande Dublin assim que acabou o colégio. Apesar de bem diferentes, eles são bem amigos e se apóiam em qualquer situação. Kath tem a vida perfeita. Ou não. Ela trabalha numa ótima empresa, tem o apartamento dos sonhos. Tara tem um relacionamento falido e vive de dieta. E, Finn aparentemente é o mais normal e feliz de todos. O que vale é que sempre que eles precisam, um ta ali do lado do outro. Pronto pra ajudar.

Harry Potter e as Relíquias da Morte

Bom, pra mim é impossível falar de amizade – seja no mundo literário quanto no mundo das telas – sem citar esse trio incrível: Harry, Hermione e Rony.  E difícil escolher entre todos os sete livros um só pra representar essa irmandade! Mas, depois de muito pensar, acho que na última publicação da saga, é que o sentimento ta mais em evidência. O trio resolve não voltar a Hogwarts para poder procurar as últimas Horcruxes e poderem assim, derrotar o Lorde das Trevas. E então, eles passam por mil e uma aventuras (mais, né?) juntos. Amizade como essa, difícil de achar, hein?

Série “Os Karas”

Quem foi criança no final dos anos 90, começo dos anos 2000 e curte ler desde então, vai saber o que estou falando: Dos KARAS! O melhor quinteto de amigos no mundo literário. E posso afirmar: foi ai que começou a minha paixão por sagas. Crânio, Magrí, Calú, Miguel e Chumbinho. Pedro Bandeira começou há mais de trinta anos, com ‘A droga da Obediência’ e depois disso teve mais cinco livros com os mesmos protagonistas: “Pantâno de Sangue”, “A droga do amor”, “Anjo da Morte”, “A Droga da Americana” e, pra finalizar, “A droga da Amizade”, lançado há dois anos (e que ainda não li!). Os cinco adolescentes são metidos a detetives e se envolvem em várias aventuras, confusões e roubadas. Tudo no maior sigilo absoluto, com o código POLAR! Li quando eu tinha uns 13 anos e foi difícil escolher só um! Mas fica a dica.

Percy Jackson/Os heróis do Olimpo

Tai mais uma saga – viram, sou apaixonada por elas!- que não consegui escolher só um! Aqui, os personagens oscilam em vários grupos (são duas sagas!) e mesmo sendo absurdamente diferentes – quem já leu vai entender e que mesmo assim, lutam lado a lado com um objetivo maior. Além disso, rola muita coisa bacana e interessante. Outra dica!

 

#TemQueLer: Fiquei com seu número

livro

A Sophie Kinsella é uma das minhas escritoras internacionais favoritas. Ela – autora da saga Becky Bloom – tem um jeito muito próprio e único de escrever: é aquele que te leva as gargalhadas do começo ao fim.

O último que eu li dela foi o “Fiquei com o seu número”, mais um do gênero chick lit – ou mulherzinha, se preferirem – e me rendeu muitas risadas. Eu comprei o livro em uma viagem de findi que fiz para São Paulo lá em 2013 e já comecei a ler na volta.


A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz… Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa de sua vida ainda está por vir.  

Editora: Bertrand

Páginas: 464

Autora: Sophie Kinsella

Ano: 2012


Poppy Wyatt está noiva do homem da sua vida, Magnus um chato até dizer chega! Até ai tudo bem se em uma confusão em um hotel que ela está hospedada e perde o anel do noivado – que está na família do cara há três gerações! – e como senão bastasse a onda de azar, o seu celular também some.

Como o desespero bate a porta para ter de volta o tal anel, Poppy acaba achando um outro aparelho de telefone para que as pessoas possam entrar em contato com ela. Só que o celular tem dono e ele é do Sam Roxton, empresário bem sucedido. E, claro que ele quer e precisa do seu aparelho de volta. Poppy diz que não vai devolver até encontrar o anel – não era mais fácil ela comprar um novo aparelho, gente? – e eles começam a conversar.

Ela decide então dividir o aparelho com Sam: fica com ele até ligarem com a notícia do resgate e ela vai passando os recados, mensagens e ligações pra ele. Claro que como todo livro ‘mulherzinha’, o final é pra lá de óbvio. Mas é um dos livros mais engraçados dela que já li por ai. E você, conhece a história ou já leu algo da autora? Escreva nos comentários pra gente!

#TemQueLer: Uma prova de amor

livro

Sempre fui fã assumida do gênero chick lit – ou mulherzinha, para muitos – cujas personagens principais são mulheres e seu universo. O primeiro livro que li da Emily Giffin foi “Ame o que é seu”, já resenhado aqui e ela se tornou uma das minhas escritoras preferidas.

O livro de hoje é “Uma Prova de amor”, que li acho, em 2013 – e foi bem difícil lembrar dos detalhes – e muito bem desenvolvido na forma como ela escreve e apesar das mais de 400 páginas, a leitura é suave e leve.


Sinopse: Não para Claudia Parr. A bem-sucedida editora de Nova York não pretende ser mãe e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha, mas, então, ela conhece Ben. O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito: amoroso, companheiro e — assim como Claudia — também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos?

Uma Prova de Amor é um livro divertido e honesto sobre o que acontece ao casal perfeito quando, de repente, os compromissos assumidos já não servem mais. Contudo, é também uma história sobre como as coisas mudam, sobre o que é mais importante, sobre decisões e, especialmente, sobre até onde se pode ir por amor.

Editora: Novo Conceito

Ano: 2013

Páginas: 432


Cláudia tem um relacionamento bem estável. Ela, uma editora, nunca quis ter filhos e encontrou em Ben, seu marido o cara ideal para isso: ele também não quer. Ele é o cara ideal: amoroso e companheiro. Mas, o que Claudia não previa era que o instinto paternal afetasse Ben e ele começa a pensar na possibilidade de ter um filho. De preferência, com ela.

Então é ai que a crise no casamento começa. O que ela deve fazer? Atender aos desejos do marido, afinal, ela o ama e quem sabe pode amar a criança ou simplesmente cortar a relação? Então começa o dilema, já que todo mundo a enxerga como a vilã da situação, até porque é o desejo de se ter filhos sempre parte da mulher, nunca do homem.

*Alerta spoiller!* O casamento começa a ruir e logo eles se divorciam e vai cada um para um canto. Separados, Cláudia decide dar novos rumos a sua vida e começa a conhecer novos caras e como é a relação dela com a família. Ela começa a perceber que quando a gente ama de verdade uma pessoa, as vezes é preciso abrir mão de certos pensamentos e convicções.

A Emily Giffin tem um jeito bem característico em todos os seus livros: ela adora falar de relacionamentos – seja de qual tipo – de uma forma simples e pura, sabe? Uma sensiblidade que poucos conseguem ter quando escrevem seus livros. Eu já li quase todos os livros dela e em todos parece que a escrita fluiu.

#TemQueLer: A verdadeira Bela

livro

Eu conheço a Li e o trabalho dela tem um bom tempo, sou fã assumida do trabalho dela – tem entrevista dela aqui e resenha do meu livro preferido (Um coração em Guerra) aqui – e como curto bastante dar aquela valorizada no produtinho nacional e foi um dos primeiros livros físicos da autora, lançado em 2013.

Com uma escrita bem leve e descontraída, “A Verdadeira Bela” me encantou na primeira página. Além da história fluir com a sua leveza, os personagens possuem um carisma e a Li foi bem objetiva contando esse romance.

Mais ou menos dois meses atrás, a Li Mendi divulgou que o seu livro “A Verdadeira Bela” andava na promoção, por um preço ótimo. Tratei logo de comprar dois: pra mim e para uma amiga querida, de presente. Assim que chegou, comecei a ler mas por uns motivos alheios, deixei ele meio de lado só retomando a leitura algumas semanas depois. E preciso confessar: terminei ele em uma noite.


Nicole está prestes a entrar para uma agência de publicidade famosa e lá enfrentará o conflito entre a auto-imagem e a visão distorcida dos seus colegas a seu respeito. A pressão psicológica que acontece com bullying nas redes sociais será vencida por um grande amor, que surge para fortalecê-la e protegê-la de todos os preconceitos.

Fernando é admirado por seu dinheiro e poder, mas, no fundo, luta contra uma secreta baixa auto-estima. Com medo da própria imagem que forma no olhar do outro, ele se critica e se fecha. Até que um dia seu caminho se choca com o de Nicole e os dois aprendem juntos que o amor não é cego. Ele vê com clareza o que nem todos veem: a verdadeira beleza completa do ser amado.

Com muito bom humor, este livro irá tomá-lo do começo ao fim e envolvê-lo em uma estória que fala de um homem tentando entender o seu passado e de uma garota lutando pelo seu futuro. De repente, os dois se veem um de frente para o outro e descobrem a essência de um amor eterno.

Ano: 2013

Páginas: 159

Editora: Editora Highlands


*Atenção, contém spoiller*

Nicole é uma publicitária recém formada cujo sonho é trabalhar na melhor agência de publicidade, a True B. Atrapalhada e divertida, a garota derruba sem querer seu almoço na camisa de um desconhecido. No meio da praça de alimentação de um shopping. E justamente no dia da sua entrevista.

Fernando, o tal desconhecido, a convida para almoçar e a química entre os dois surge logo de cara. Nic descobre então que o companheiro de almoço é nada mais nada menos do que seu talvez futuro chefe.

Nicole tem a aparência de uma patricinha fútil, mas é uma mulher de personalidade forte e decidida. Fernando é o típico galã: rico, bem sucedido e lindo. O enredo não é nada fora da caixinha, acontece tudo do jeito mais normal. E tem de tudo um pouco: drama, aventura e claro, muito romance. Mas não pense que é daqueles água com açúcar.

Sim, o final é meio óbvio. Clichê, eu diria. Mas vale cada página lida, de verdade.

#TemQueLer: Elena, a filha da princesa

Em uma das minhas andanças pelas livrarias da vida, me deparei com o título “Elena: A filha da Princesa”. Qual não foi a minha surpresa ao perceber que era mais uma história da galera de Krósvia. Então, se você ainda não leu nenhuma dos dois livros anteriores, que até falei nesses dois posts (Simplesmente Ana e De repente, Ana), cuidado, o post abaixo possui muitas revelações!


Sinopse: “Este não é um conto de fadas comum. Sim, existe uma princesa. Não uma donzela, mas uma jovem moderna, preocupada com os problemas de seu tempo. Há também um príncipe. Só não espere que ele seja um perfeito cavalheiro. Afinal, uma pitada de bad boy nunca fez mal a nenhum herói. Elena, filha da princesa Ana — a brasileira que se tornou herdeira do trono da Krósvia —, já não é mais a menininha apaixonada pelo primo Luka, com quem deu o primeiro beijo aos 13 anos. Cresceu, namorou, viajou o mundo. Mas uma notícia surpreendente a faz voltar para casa… justamente quando obrigações familiares também exigem a presença de Luka. O reencontro é explosivo. Luka não estava preparado para adulta que a prima tímida se tornou. Uma mulher que sabe muito bem o quer. E quem quer.”

 

Autora: Marina Carvalho

Editora: Galera Record

Páginas: 322


A protagonista da vez é Elena, princesa filha da Ana e do Alex, que tem agora 19 anos. Há um ano ela decidiu morar na Nigéria para fazer um trabalho voluntário com a população local. Eis que um telefonema do seu pai, anunciando a gravidez de risco da sua mãe, faz com que a princesa largue tudo e volte para seu país.

Elena é uma jovem bonita e decidida e retorna em meio às comemorações do casamento da Luce, filha da tia Marieva. E quem é vivo sempre aparerce, Luka, o filho rebelde da família. O rapaz em questão é a paixão de adolescente da princesa.

Luka se rebelou com a família depois que o seu pai foi preso, – Atenção: spoiller!- no fim do segundo livro. Saiu de casa, foi morar em outro país e é ovelha negra. Narrado em primeira pessoa, é dividido em capítulos alternados pelo casal principal, Luka e Elena.

Luka não via sua prima desde que ela era uma criança e hoje se depara com uma mulher bem bonita que começam a mexer com as suas emoções. Em contra partida, eles precisam enfrentar todas as barreiras – só lendo para saber!- para ficarem juntos.

#TemQueLer: De repente, Ana

Quem viu o post na semana passada, sabe que eu comentei que a autora Marina Carvalho escreveu uma trilogia contando sobre a vida da agora princesa Ana. E, se por acaso, você ainda não leu o primeiro, pare por aqui por conta de spoiller! Quando descobri que já havia a continuação do livro, fui correndo procurar e devorei em uns dois dias.


Sinopse: Ana decidiu viver permanentemente na Krósvia, e tudo está às mil maravilhas. Além do namoro cada vez mais sério com Alexander, ela tem um emprego fixo na embaixada brasileira e dedica parte de seu tempo às meninas do Lar Irmã Celeste.
Mesmo cumprindo tantos compromissos sociais como princesa, Ana nunca foi tão feliz. Porém, de uma hora para outra, tudo muda. Seu pai, o rei Andrej Markov, sofre um grave acidente e vai parar na UTI. Não resta alternativa: Ana vai ter que assumir o trono da Krósvia e governar a nação.
Pouco – ou quase nada – familiarizada com a função, ela vai precisar de ajuda não só para reger o seu país, mas também para manter perto de si aqueles que ama. Muita gente está interessada no seu fracasso.
Editora: Novas Páginas
Páginas: 320
Autora: Marina Carvalho

Ana agora é cidadã oficial de Krósvia e seu namoro com o Alex vai muito bem, obrigada! Em férias no Brasil com ele, a princesa recebe uma ligação avisando que seu pai, o rei Andrej, sofreu um grave acidente e está entre a vida e a morte. E advinha quem é que vai precisar assumir o trono?  Sim, Ana Bernardes.

E a garota, que nunca se meteu em assuntos políticos, se vê as voltas com decisões sobre um reino que precisa governar. Fácil? Comparado com a volta da ex namorada do seu atual boy até que é. Sim, caros leitores. Laika, a ex do Alex, volta pronta para infernizar a vida da nossa protagonista.

Bom, não dá para contar mais ou vou estragar o resto da história que tem um final pra lá de fofo – além de gancho – para o último livro da trilogia que eu conto semana que vem: “Elena, a filha da princesa”.

#TemQueLer: Simplesmente Ana

livro

Para variar, não lembro como cheguei nesse livro. Só sei que devorei ele em uns dois dias no máximo. Gosto muito de valorizar – e indicar pras amigas – quando a autora é daqui do Brasil. Acho importante, sabe? Temos escritores maravilhosos que realmente não entendo o motivo que eles não são valorizados. Com “Simplesmente Ana”, pude perceber que é possível sim que não importa a nacionalidade, mas sim a qualidade do conteúdo.


SINOPSE:
Imagine que você descobre que seu pai é um rei. Isso mesmo, um rei de verdade em um país no sudeste da Europa. E o rei quer levá-la com ele para assumir seu verdadeiro lugar de herdeira e futura rainha…
Foi o que aconteceu com Ana. Pega de surpresa pela informação de sua origem real, Ana agora vai ter que decidir entre ficar no Brasil ou mudar-se para Krósvia e viver em um país distante tendo como companhia somente o pai, os criados e o insuportável Alex.
Mudar-se para Krósvia pode ser tentador — deve ser ótimo viver em um lugar como aquele e, quem sabe, vir a tornar-se rainha —, mas ela sabe que não pode contar com o pai o tempo todo, afinal ele é um rei bastante ocupado. E sabe também que Alex, o rapaz que é praticamente seu tutor em Krósvia, não fará nenhuma gentileza para que ela se sinta melhor naquele país estrangeiro. A não ser… A não ser que Alex não seja esta pessoa tão irascível e que príncipes encantados existam. Simplesmente Ana é assim: um livro divertido, capaz de nos fazer sonhar, mas que — ao mesmo tempo — nos lembra das provas que temos que passar para chegar à vida adulta.
Editora: Novas Páginas
Páginas: 304
Autora: Marina Carvalho

 

A primeira vista, parece mais uma cópia do filme “O diário da Princesa”, estrelado pela Anne Hathaway e Julie Andrews. Mas a única semelhança é a descoberta, do dia para noite que você é uma princesa. E só. Ana, uma jovem estudante mineira de direito, descobre aos 20 anos que seu pai é só o rei de um país chamado Króvia.

A menina pensava durante toda a sua vida que ele a tinha abandonado, quando a sua mãe é que o abandonou quando descobriu que estava grávida, justamente por ele ser rei. Andrej, o rei, quer que a sua filha passe um tempo com ele em Króvia. Ela larga sua vida no Brasil e vai rumo ao desconhecido.

Ela ganha uma nova família (pai, tios e primos), Ana precisa se adaptar a essa nova realidade. Ao chegar por lá, conhece Alexander, enteado do seu pai (que é viúvo) que a odeia de imediato. Na realidade, a relação entre os dois é mais de cão e gato.

Claro que como um bom romance água com açúcar, eles se apaixonam. O problema é que o gato tem namorada – de nome Laika -, no melhor estilo modelo de capa de revista. Além do boy ser seu meio irmão, claro.

O fim é meio obvio, digno de novela sabe? Ah, e boa notícia: tem mais duas continuações. Mas isso é papo para semana que vem.

#TemQueLer: Tem Alguém aí?

livro

Depois de um descanso maior do que o previsto, eis que voltamos com gás pra esse ano de 2016! E nada melhor do que começar com algo que eu mais gosto: livros. O da semana é da minha autora preferida, Marian Keyes e o último dela que eu li – e um dos mais emocionantes também – foi o:  “Tem Alguém ai?!”


capa_t1Sinopse:

Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York.
Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo®, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido.
Só que nada na vida dela é simples…
Sua volta para Manhattan se torna complicada não só por conta de suas cicatrizes físicas e emocionais, mas também porque Aidan parece ter desaparecido.
Será que é hora de Anna tocar sua vida pra frente? Será que ela vai conseguir (tocar a gente sabe que sim; o negócio é pra frente)?
Uma série de desencontros, uma revelação estarrecedora, dois recém-nascidos e um casamento muito esquisito talvez ajudem Anna a encontrar algumas respostas. E talvez transformem sua vida… para sempre.

Editora: Bertrand Brasil

Páginas: 602

Autora: Marian Keyes.


Quem conhece a trajetória da escritora irlandesa, sabe que entre todas as publicações dela, ela reserva algumas (Melancia, Los Angeles, Férias, Chá de Sumiço) para a família Walsh. Em TAA, a protagonista da vez é Anna. Quem já leu qualquer outro livro dessa família sabe o quanto derrotada ela era.

Dessa vez, Anna tem o melhor e mais desejado emprego do mundo: ela trabalha no marketing de uma empresa de cosméticos e mora em Nova York. Que mulher não iria pirar com isso? E ela ainda tem o marido mais maravilhoso, Aidan.

Mesmo que em todos os livros de Marian role um drama beeem forte (sempre misturado com um humor ácido), esse foi aquele que eu realmente chorei. Anna, depois de sofrer um acidente, está de volta à casa dos seus pais em Dublin. E ela só sente falta de uma coisa: sua vida e Aidan.

De volta ao seu lar depois de um tempo fora, Anna só quer retomar o que tinha antes de tudo acontecer e encontrar Aidan que sumiu sem nenhuma explicação. E, claro que ela entra em desespero. O que aconteceu com ele? Eu confesso que me surpreendi com o final. Não tem como contar, pois estraga com o suspense do livro. Minha sugestão é você correr mesmo e já colocar na sua lista.

 

#TemQueLer: Para todos os garotos que já amei

O #TemQueLer de hoje é pra lá de bacana, o livro da autora Jenny Han: “Para todos os garotos que já amei.”. A história é um romance bem leve, bem estilo chick lit – mulherzinha- e é daqueles que você consegue devorar em poucas horas, e que em vários momentos se identifica bastante com a situações da adolescente protagonista.

Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

Autora: Jenny Han

Editora: Intrínseca

Número de páginas: 160


Sou daquelas que a-do-ra um livro que seja do gênero chick lit (também conhecido como mulherzinha!) e já falei disso aqui várias vezes. Uma amiga me indicou e falou: “Leia!”. Lá fui eu me entregar. A história conta sobre a vida da adolescente de quase 17 anos Lara Jean, órfã de mãe desde os dez anos e que vive com o pai e as irmãs, a mais velha e super responsável Margot e a espevitada caçula Kitty de apenas nove anos. Romantica e sonhadora, Lara Jean é daquelas meninas que se apaixonam super fácil. Só que todas essas paixões – cinco no total – são puramente platônicas e duram muito pouco. Quando ela acha que não gosta mais de um garoto, resolve escrever uma carta para ele e tudo o que sentiu durante aquele tempo e que, segundo ela, são cartas sinceras. Claro que nenhuma delas é enviada, já que a adolescente coloca todas em uma caixa azul petróleo. Só que misteriosamente, elas são enviadas e a confusão começa. Ela volta a se envolver – dessa vez de verdade – com um dos destinatários. O livro é bem leve, bem teen mesmo e é daqueles que rola uma identificação ao menos de um das casos que a protagonista se envolve, principalmente quando se está no colégio. Destaque para a Kitty, a caçula das irmãs Song que tem ótimas tiradas e é bastante esperta para a sua idade. Noticia boa? O livro tem continuação, mas ainda não tem data de lançamento aqui no Brasil, com o título: “P.s: Ainda acho que amo você”.