#TemQueLer: Los Angeles

Já falei milhares de vezes – e até me acho repetitiva – o quanto eu sou fã das publicações da irlandesa Marian Keyes e, claro, da família Walsh! O escolhido de hoje não é meu favorito da vida, nem da autora.

Foi o terceiro da família – antes foi Melancia, que até curti e “Férias”, que achei chato. – que eu li. E o escolhido pra hoje pro #TemQueLer é o livro “Los Angeles”, lançado em 2007.


Maggie sempre foi uma anjinha, a cria mais certinha da complicada (e engraçadíssima) família Walsh… até se cansar de andar na linha e mandar todas as regras que a prendiam a um dia-a-dia em sal (e muito menos açúcar) às favas – a começar pelo casamento (que, para o bem da verdade, nunca havia realmente engrenado) e o trabalho bitolante numa firma de advocacia. Ao largar essa vida em preto e branco no passado, Maggie decide se mandar para o lugar onde a realidade promete ser em Technicolor: Hollywood, claro! Terra do glamour, da liberdade, da beleza (até as palmeiras das calçadas são magras), da luxúria e, obviamente, da diversão! Em Los Angeles, o sexto romance de Marian Keyes, a consagrada autora de “Melancia” e “É Agora… Ou Nunca”, acompanhamos Maggie Walsh em sua busca por um sentido na vida em meio às calçadas estreladas de Hollywood, os subúrbios sofisticados de L.A., o bronzeado deslumbrante que só se consegue nas praias da Califórnia, vários martínis, algumas decepções… e muitas risadas, claro. Ao se hospedar com sua melhor amiga, Emily, uma pretendente a roteirista, Maggie começa a fazer coisas que jamais fizera antes: se infiltra em grupinhos de estrelas de Hollywood (mesmo que do segundo escalão), usa meias-calças na cabeça para firmar o penteado, se especializa em ser cara-de- pau profissional para realizar apresentações de roteiros a grandes (ou nem tanto) produtores… Mas será que em meio a tanta aventura, drama e comédia pastelão haverá espaço para um romance – daqueles bem cafonas e açucarados (ou seja, os melhores de todos)?”

Editora: Bertrand

Ano: 2007

Páginas: 490


Margaret Walsh é a mais normal das irmãs. Tem um casamento de nove anos com Garv e emprego estável em uma firma de advocacia. Até que ela surta e manda tudo pro espaço e foge pra… Los Angeles. Lá mora sua melhor amiga, Emily que é o oposto dela: desencanada e livre.

Em L.A, Maggie começa a fazer aquilo que sempre desejou e nunca fez por ser considerada a certinha na sua família. Começa a sair com pessoas completamente diferentes, encanta-se pela cidade e por novas relações. Enfim, se liberta.

Uma coisa que eu curto bastante nos livros da Marian Keyes é que ela retrata assuntos sérios sem drama demais, é no ponto certo. Realidade, sabe? Ela não problematiza – aliás, humaniza – os traumas das protagonistas. E são todas femininas!

 

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#TemQueLer: Fiquei com seu número

livro

A Sophie Kinsella é uma das minhas escritoras internacionais favoritas. Ela – autora da saga Becky Bloom – tem um jeito muito próprio e único de escrever: é aquele que te leva as gargalhadas do começo ao fim.

O último que eu li dela foi o “Fiquei com o seu número”, mais um do gênero chick lit – ou mulherzinha, se preferirem – e me rendeu muitas risadas. Eu comprei o livro em uma viagem de findi que fiz para São Paulo lá em 2013 e já comecei a ler na volta.


A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz… Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa de sua vida ainda está por vir.  

Editora: Bertrand

Páginas: 464

Autora: Sophie Kinsella

Ano: 2012


Poppy Wyatt está noiva do homem da sua vida, Magnus um chato até dizer chega! Até ai tudo bem se em uma confusão em um hotel que ela está hospedada e perde o anel do noivado – que está na família do cara há três gerações! – e como senão bastasse a onda de azar, o seu celular também some.

Como o desespero bate a porta para ter de volta o tal anel, Poppy acaba achando um outro aparelho de telefone para que as pessoas possam entrar em contato com ela. Só que o celular tem dono e ele é do Sam Roxton, empresário bem sucedido. E, claro que ele quer e precisa do seu aparelho de volta. Poppy diz que não vai devolver até encontrar o anel – não era mais fácil ela comprar um novo aparelho, gente? – e eles começam a conversar.

Ela decide então dividir o aparelho com Sam: fica com ele até ligarem com a notícia do resgate e ela vai passando os recados, mensagens e ligações pra ele. Claro que como todo livro ‘mulherzinha’, o final é pra lá de óbvio. Mas é um dos livros mais engraçados dela que já li por ai. E você, conhece a história ou já leu algo da autora? Escreva nos comentários pra gente!

#TemQueLer: Tem Alguém aí?

livro

Depois de um descanso maior do que o previsto, eis que voltamos com gás pra esse ano de 2016! E nada melhor do que começar com algo que eu mais gosto: livros. O da semana é da minha autora preferida, Marian Keyes e o último dela que eu li – e um dos mais emocionantes também – foi o:  “Tem Alguém ai?!”


capa_t1Sinopse:

Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York.
Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo®, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido.
Só que nada na vida dela é simples…
Sua volta para Manhattan se torna complicada não só por conta de suas cicatrizes físicas e emocionais, mas também porque Aidan parece ter desaparecido.
Será que é hora de Anna tocar sua vida pra frente? Será que ela vai conseguir (tocar a gente sabe que sim; o negócio é pra frente)?
Uma série de desencontros, uma revelação estarrecedora, dois recém-nascidos e um casamento muito esquisito talvez ajudem Anna a encontrar algumas respostas. E talvez transformem sua vida… para sempre.

Editora: Bertrand Brasil

Páginas: 602

Autora: Marian Keyes.


Quem conhece a trajetória da escritora irlandesa, sabe que entre todas as publicações dela, ela reserva algumas (Melancia, Los Angeles, Férias, Chá de Sumiço) para a família Walsh. Em TAA, a protagonista da vez é Anna. Quem já leu qualquer outro livro dessa família sabe o quanto derrotada ela era.

Dessa vez, Anna tem o melhor e mais desejado emprego do mundo: ela trabalha no marketing de uma empresa de cosméticos e mora em Nova York. Que mulher não iria pirar com isso? E ela ainda tem o marido mais maravilhoso, Aidan.

Mesmo que em todos os livros de Marian role um drama beeem forte (sempre misturado com um humor ácido), esse foi aquele que eu realmente chorei. Anna, depois de sofrer um acidente, está de volta à casa dos seus pais em Dublin. E ela só sente falta de uma coisa: sua vida e Aidan.

De volta ao seu lar depois de um tempo fora, Anna só quer retomar o que tinha antes de tudo acontecer e encontrar Aidan que sumiu sem nenhuma explicação. E, claro que ela entra em desespero. O que aconteceu com ele? Eu confesso que me surpreendi com o final. Não tem como contar, pois estraga com o suspense do livro. Minha sugestão é você correr mesmo e já colocar na sua lista.