5 filmes para ver com o seu pai

No próximo domingo a gente comemorar o Dia dos Pais, não é? Tudo começou quando uma filha resolveu homenagear seu pai que era viúvo e cuidava de tudo e escolheu o dia do seu aniversário, isso lá nos Estados Unidos. Já aqui no Brasil, a celebração foi importada em 1953 quando o publicitário Sylvio Bhering, no dia 14 de agosto, que é o dia de São Joaquim, patriarca da família. A partir de então, foi escolhido todo segundo domingo de agosto para festejar.

Eu separei cinco filmes, cujo personagem principal é essa figura masculina tão importante na nossa vida. Então, que tal reunir o velho no dia de hoje para curtirem o dia juntos?

O paizão

Adam Sandler é Sonny, um adulto para lá de irresponsável. Seus amigos estão casando e tomando rumos na vida e ele.. nada. Depois de mais um relacionamento fracassado, ele resolve adotar então o pequeno Julian, de 5 anos e que apareceu de repente à sua porta. O problema é que ele não tem nenhuma experiência no assunto e decide que vai educar o garoto ao seu modo. Pasmem, mas o filme tem quase 16 anos.

Procurando Nemo

Nessa animação da Pixar em parceria com a Disney, conta a relação do viúvo peixe-palhaço Marlin com seu filho, Nemo. Pelo fato de ter perdido a esposa enquanto Nemo era apenas um ovo, ele vira super protetor. No seu primeiro dia de aula, após o pai envergonha-lo na frente de toda a turma, Nemo resolve nadar pro mar aberto. Começa então a caçada desesperada desse pai, que no meio do caminho encontra uma amiga, a doce Dory.

Uma Babá quase perfeita

Uma-Babá-Quase-PerfeitaAno passado, fiz um post sobre filmes dos anos 90 e, claro, que esse não podia faltar, estrelado pelo querido Robin Williams. Ele é Daniel, ator e recém separado. Como não quer ficar longe dos filhos, se disfarça de babá para passar o dia com eles.

A última música

É protagonizado pela eterna Hannah Montana, a Miley Cyrus, no papel de Rory Miller que por imposição da mãe tem que passar as suas férias de verão com seu pai, Stevie, que não vê há alguns anos. O que ela não espera é o que vai mudar nessa relação entre os dois. Mais um dos livros do Nicholas Sparks e que viraram filme – e, na minha opinião, uma das melhores publicações dele. E que eu chorava litros a cada capítulo. Separa o lenço.

O Rei Leão

Atire a primeira pedra quem nun-ca chorou com a morte do Mufasa, aos olhos do filho, Simba por ordem do seu invejoso tio Scar. O filhote, então, foge pois acredita que é o culpado pelo acidente com seu pai e encontra os hilários Timão e Pumba, que acabam criando o filhote. Algum tempo depois, Simba volta ao seu reino e tem que enfrentar o seu tio.

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Livros de Sparks que viraram filmes

Mês que vem mais um livro do renomado autor Nicholas Sparks chega nas telonas. O escolhido dessa vez é o “Uma longa jornada” e tem como protagonistas: Britt Robertson e Scott Eastwood. Não é a primeira vez que um livro dele foi adaptado, né? Eu mesma já falei do lançamento em um outro post.  Apesar de nunca levarem a sério a história dos livros, o fato é que o cara é um dos campeões em adaptar suas publicações para os cinemas. Listei aqui aqueles que já foram parar nas grandes telas.

#1 – Diários de uma paixão (2004): diário

Foi o único que não li o livro (ainda) e provavelmente por isso que curti muito e é um dos meus preferidos. Estrelado pela Rachel McAdams e Ryan Gosling. Eles se conhecem ainda jovens, durante a Segunda Guerra Mundial. Mas, por serem de classes sociais diferentes, a família dela é contra o relacionamento deles. Anos se passam e Allie está prestes a se casar, mas ainda não se esqueceu de Noah e volta para a cidade e o reencontra. Anos mais tarde, o já velho Noah conta todos os dias conta a história deles para a sua esposa que sofre de Alzheimer. O lado bom é que o livro tem continuação (O Casamento), só não sei se há planos que vire filme. Merecia!

#2 – Noites de Tormenta (2008):

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Ao contrário do “Diário”, foi o único dos filmes dele que ainda não vi. Motivos? Não curti nadinha do livro, tá lá em último na minha lista de preferências das publicações do Sparks. Achei bem chato e arrastado. Não me emocionei no filme. O longa conta a história de Adrienne  e o dr. Paul. Ela, busca refúgio numa pousada de uma amiga para fugir do caos. Ele aparece por lá no meio de uma viagem procurando abrigo por causa de uma tempestade.  Foi estrelado por Richard Gere e Diane Lane.

#3 – A última música (2010) :
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De longe, um dos meus livros preferidos do Sparks. Só que veio a Hannah Montana e estragou a história linda, uma das mais fofas que já li e que me fez chorar. Ronnie, personagem da Miley Cyrus, é obrigada a passar o verão com seu pai (Greg Kinnear) que não via há anos junto com seu irmão mais novo em uma cidade litorânea no sul dos Estados Unidos. Contrariada, a adolescente problemática não conta com as surpresas que esses meses lhe trarão. Juro que não tenho birra contra a Cyrus, só que ela não passou a emoção necessária para a personagem enquanto no livro eu chorava litros nos capítulos finais.  Menção honrosa para a música “Climb”, que sim, eu curti.

#4 – Querido John (2010):

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Primeiro livro que li do Nick, portanto tenho um carinho pra lá de especial. Já do filme, bom..  tem algo que eu preciso desabafar: obrigada, por estragarem o final. #SQN. Sério, roteiristas! Vocês não entenderam a mensagem do livro? O longa fala da história de amor entre Savannah, interpretada pela fofa da Amanda Seyfried, e por John, personagem de Channing Tattum. Eles se conhecem durante o verão quando ele, que é um militar, está de férias e ela na cidade construindo casas populares. Quando ele volta para o quartel, começam a se comunicar por cartas (e o ano era 2010, okei). Apesar da mudança surreal do final (que mudou t-o-d-a a coerência da história), eu até que curti.

#5 – Um porto seguro (2013):filmes_2480_safehaven-004

zzZzzz.. Sério, tanto para o livro quanto para o filme. O longa conta a história de Erin Tierney que fugindo do seu marido violento vai se esconder na pequena cidade de Southport, na Carolina do Norte, sob a falsa identidade de Katie Feldman. Lá, conhece o viúvo Alex Wheatley e se envolve com ele, se afeiçoando aos seus filhos pequenos, Lexi e Josh. Katie também faz amizade com a sua vizinha Jo. Bom, o resto é spoiller. Eu não curti, achei cansativa mas teve gente que adorou, né? O casal principal é interpretado pela Julianne Houghs e pelo Josh Duhammel. Confesso que o fim é até que fofo. Mas só o fim mesmo. E até um bocado surpreendente.

#6 – Um homem de Sorte (2012):

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O filme vale a pena por motivos de Zac Efron mostrando que não é mais um rostinho bonito e muito mais do que a trilogia HighSchool Music. Logan é um sargento do Exército americano que percorre o país atrás da sua salvadora. Sim, salvadora. Acontece que no meio da guerra ele foi salvo de um bombardeio ao sair de onde estava ao avistar uma foto. E sempre que estava com a fotografia de uma moça ele se salvava de morrer. Considera então que a moça desconhecida é seu amuleto e decide encontra-la a todo custo. A única informação que ele tem é o casaco de uma universidade que a mulher na fotografia tá usando e parte rumo a Carolina do Norte. Lá conhece Beth , interpretada pela Taylor Schilling , professora e divorciada (a tal moça), ele se oferece para trabalhar no canil que ela é dona e eles iniciam então um romance que logo chega aos ouvidos do louco do ex-marido dela, um policial filho de uma família rica e influente da cidade. Eu curti mais ou menos o livro. O filme é mais legal e por incrível que pareça foi fiel o suficiente.

#7 – Um amor para recordar (2002): 12813077

Primeiro longa baseado em um livro do Sparks. Chorei tanto com o filme e muito mais com o livro. Infelizmente, há diferenças entre os dois. Algumas, porém significativas. No livro, a história se passa na década de 50 enquanto na telinha a trama rola nos dias atuais. Landom (Shane West) é o típico adolescente rebelde. Punido por ter feito mal a um rapaz, ele é obrigado a ajudar na produção da peça de teatro da escola. Lá se aproxima de Jamie (Mandy Moore), a filha do pastor da cidade. E como todo bom folhetim, claro que eles se apaixonam. Mas para infelicidade do casal, a garota tá seriamente doente. E então, o rapaz que antes era conhecido pela rebeldia se torna um rapaz doce. Destaque para a trilha, que dá todo o charme pra história.

Para quem quiser assistir, “Uma longa jornada” tem previsão de estreia no dia 10 de abril. Confira o trailler aqui:

#TemQueLer: “A última música”

Quarta aqui no blog é dia de resenha de algum livro que eu tenha gostado muuuito. Não foi diferente. Já escrevi aqui outra resenha dele. Acho que “A última música” foi o terceiro livro do autor que li. E é impossível não chorar com ele. Eu gostei muito. Vamos para a resenha?
Maultimamusicaais uma vez Nicholas Sparks nos mostra porque é considerado o mestre do romance moderno e porque seus livros são adorados por leitores de todo o mundo. Seguindo a tradição de seus mais belos romances, ele agora nos apresenta uma comovente história sobre família, amizade, amor, amadurecimento e especialmente sobre como perdoar e recomeçar. Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir para a praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com o pai na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação do pai e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida. Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A ÚLTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 528

Até agora, é o mais lindo do Nicholas. Nunca na vida eu chorei com um livro. E nele chorei. Chorei muito. Você que está lendo isso e só viu o filme.. esqueça! O livro é mil vezes melhor.

Ronnie e seu irmão vão passar as férias de verão com o seu pai, que não viam há anos. Ela, que aprendeu com o pai a tocar piano, largou a música quando seus pais se separaram, em uma espécie de trauma. Ela não se dá bem com o pai e culpa a mãe de ter que passar as férias com ele. Ele é um ex-pianista e vive numa cidade pequena, absorto na restauração da igreja local que pegou fogo no verão anterior. O que ela não sabe é que seu pai está doente e quase morrendo e tem nesses meses a chance de amar novamente.. ela também se envolve em confusões e conhece um amor, Will. É a típica história do garoto bonito, rico e gente boa.

Ela quando descobre da doença do pai, perdooa tudo e fica ao lado dele até seus últimos dias. Termina de compor uma música que ele havia começado. E fica com Will, claro. Eu chorei absurdos da metade do livro até o fim. Vale a pena.