Síndrome de Cinderela: com que sapato vou?

Os leigos vão falar: ah, mas é tudo sapato. Na na ni na não! Pra quem tem essa teoria de que é tudo igual, o post de hoje tá trazendo um mini guia de quais os estilos de alguns sapatos – seis ao total – e um pouquinho dos motivos que levam esse nome. Afinal, não vamos ter a Síndrome de Cinderela e achar que todo sapatinho é de cristal não é mesmo?

A história conta que a sua origem vem de cerca de 10 mil anos antes de Cristo, porém alguns acreditam que foram os egípcios os responsáveis pela criação.

Oxford

Originalmente, o Oxford era exclusivamente masculino, porém nos últimos anos, a mulherada começou a incorporar esse sapato no seu guarda roupa com versões mais coloridas e até de saltos. O nome é proveniente da universidade do mesmo nome, lá na Inglaterra, já que os alunos de lá usavam muito. Na figura popular, é um tênis mais sofisticado, né?

Scarpin e Peep Toe

O ibope confirma: a cada dez mulheres, nove desejam ter scarpin no seu armário! Explico: considerado o sapato mais feminino de todos, foi popularizado nos anos 40 por nada mais nada menos Christian Dior, que queria popularizar entre as mocinhas. Em uma época pós guerra e com vários serviços escassos, Dior quis que a mulherada se sentisse mais glamourosa. Totalmente fechado, o scarpin possui salto entre 4 e 10 cm.  Já o peep toe é um calçado que tem abertura na parte dos pés. Existe também o stiletto quando o salto passa dos dez centímetros.

Chanel

Criada pela estilista Coco Chanel nos anos sessenta, esse tipo de sapato é considerado outro clássico na moda pelas mulheres. No começo, foi feito para aparentar era produzido em duas cores: uma clara e outra escura. O bico – sempre escuro – é fino e o calcanhar é aberto com uma tira fina. Hoje, a gente encontra o calçado em vários modelos coloridos.

Alpargatas

Ícone fashion nos anos 70 e entre os árabes, as alpagartas são o tipo de calçado que é a cara do verão. Com solado de borracha ou de corda e confeccionado com lona, ele é totalmente fechado e é bom pros dias em que os dedos dos pés não estão agradáveis. Além disso, são bem unissex e confortáveis e combinam com qualquer look que a gente usa quando a temperatura tá alta.

Espadrilha

Assim como a alpargata, esse tipo de calçado ficou mais pop na década de 70, já que era uma alternativa mais chique para o chinelo.  Com salto – que pode ser de corda, camurça ou palha – a espadrilha é ótima para os dias mais fresquinhos e esbanja feminilidade. Ah, detalhe: ela pode ser aberta ou fechada, ok?

 

#TemQueLer: A Melhor coisa que eu nunca aconteceu na minha vida

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Ano passado foi um ano bem diferente pra mim em vários aspectos. Deixei de lado algumas coisas favoritas e dei prioridades para outras. Entre elas, a leitura foi um item que dispensei várias vezes e li apenas oito ao longo de mais de trezentos e sessenta dias. O último foi o esse, de nome enorme e história fofinha demais. Daquelas que você adora ler e indica com prazer pras amigas.


Todo mundo faz planos para o futuro. Mas será que a vida sempre leva aos caminhos desejados?
Viajar pelo mundo, ter o emprego dos sonhos, um grande amor do passado. Cada um imagina que sua vida acontecerá de uma maneira diferente. Perto de completar trinta anos, Holly e Alex, que não se veem há onze anos, voltam a se encontrar por acaso.
Como o reencontro vai afetar a vida desses velhos amigos de infância?
Na adolescência a amizade escondia uma grande paixão não revelada. E que, mesmo com o passar dos anos, continuou na memória como lembrança ou arrependimento do que poderia ter sido. O que aconteceria se o destino reservasse a possibilidade de viver uma segunda chance, tanto na vida quanto no amor?
A melhor coisa que nunca aconteceu na minha vida tem esse gostinho de primeiro amor. Com um enredo leve, romântico e engraçado, este casal de protagonistas te conquistará logo nas primeiras páginas.

Editora: Leya- Quinta Essência
Autor(a): Laura Tait & Jimmy Rice
Páginas: 356


Holly e Alex são os melhores amigos e moram na pequena cidade da Inglaterra. Prestes a irem para a faculdade, Holly decide declarar toda o seu amor para o amigo, jovem rapaz tímido e nerd. O que ela não conta é que nesse momento ele tá envolvido com outra garota. Ela decide então cortar os laços entre ambos e parte para Londres, sem querer mais contato com Alex.

Onze anos se passam e nesse momento Holly é secretária e tem um caso secreto com seu chefe. A beira dos trinta anos, a jovem tem a espécie de vida perfeita: um namorado rico e gentil, um trabalho em que ela é bem requisitada. Já Alex anda frustrado. Não saiu da sua cidade natal e é professor de Inglês na mesma escola que estudou e mora com seu pai viúvo.

Ele percebe então que precisa mudar de ares e procura emprego… em Londres e é claro que reencontra a Holly. Eles percebem que a amizade não mudou e aos poucos a afinidade que os unia ainda existe.

Clichê? Sim. Bastante. Mas nada daqueles óbvios. A ‘mocinha’ erra e muito. Quem nunca, né? Porém, a narrativa é pra lá de bacana quando intercala os protagonistas a cada capítulo mostrando o ponto de vista dos dois. Apesar do fim ser claro na metade da história, Holly toma um rumo que eu não esperava e foi uma espécie de ‘uau, faça o mesmo’, sabe? Vale a pena cada página.

[Top 6]: Estreias de 2017

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Todo começo de ano é assim: a expectativa de novas estreias consomem os amantes da sétima arte. Para quem gosta, é um prato cheio. E em 2017 não poderia ser diferente. Alguns filmes – dos mais diferentes gêneros – são bem aguardados, como é o caso do “A Bela e a Fera”, adaptação do desenho da Disney. Trouxe os seis mais esperados por mim nesse post. Vamos conferir quais são?

A Bela e a Fera

Sou fã das histórias de princesa da Disney. E, acredito, que a da Bela seja uma das minhas favoritas da vida. Bom, a história é conhecida . Um senhor acaba sendo feito de prisioneiro de uma criatura pra lá de esquisita. A sua filha, Bela, resolve ficar no lugar dele e é mantida de refém pela Fera, que foi enfeitiçado anos atrás. Final mais clichê impossível, não é? Destaque para Emma Watson, a nossa eterna Hermione. Já o papel da Fera fica a cargo do ator britânico Dan Stevens.

Antes que eu vá

Mais um filme vindo de adaptação de livro e que leva o mesmo nome.  Samantha é uma menina que tem tudo o que quer: namorado maravilhoso e amigas fiéis. E, aparentemente não dá muito valor pra isso. Porém, por conta de um acidente de carro, ela começa a viver o mesmo dia  – 12 de fevereiro – várias vezes. Até perceber o quanto a sua vida é boa demais. A protagonista vai ser vivida por Zoey Dutch.

Cinquenta Tons Mais Escuros

Esse é o segundo filme da trilogia do Cinquenta Tons de Cinza, que estreou ano retrasado. Particularmente eu tenho uma preguiça  imensa dessa narrativa. Dessa vez, Anastacia resolve seguir com a sua vida sem o namorado Grey. Só que é claro ela acaba voltando pro empresário. No meio várias confusões acontecem. Estreia mês que vem.

Power Rangers

Dez a cada dez crianças e pré-adolescentes que viveram nos anos 90 tinham o seu Ranger – cada um de uma cor, ok – favorito, sim! E na roda de amigos, sempre queria ser ele. Além do mais, sonhava em saber lutar quanto eles. Nostalgias a parte, o certo é que um novo grupo de adolescentes diferentes entre si e até então comuns e que foram escolhidos por Zordan – para salvar a Terra de ataques alienígenas.

Meu Malvado Favorito

Preciso falar que esse é um dos meus desenhos favoritos por motivos de: Minions. Isso sem falar das meninas mais fofas e do atrapalhado Gru. Dessa vez, o pai de Margo, Edith e Agnes tem o posto de supervilão ameaçado por Balthazar Bratt, um ex-ator mirim. Só pelo trailler, deu pra perceber que as risadas são pra lá de garantidas. A previsão de estréia é de junho.

Liga da Justiça

Os super-heróis – Batman, Superman, Mulher Maravilha, Aquaman, Flash e Ciborgue – decidem unir as suas forças para conseguirem lutar com uma ameaça. Com estreia prevista pro final de 2017, o longa conta com boatos de ter uma continuação.

Encalhados, o filme.

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Eu costumo ser a diferentona nos filmes. Aqueles clássicos que o mundo inteiro comenta – Senhor do Anéis, Matrix – eu não me interesso. Mas, por outro lado, eu tenho carinho por uns filmes que quase ninguém conhece e fico tão fã que acabo querendo contar pra todo mundo.

Foi assim que eu descobri “Encalhados”. Apesar do título não ter nada a ver com a história, zapeando a televisão outro dia, me interessei pela sinopse e como estava esperando um filme que iria começar, fiquei um pouco na dúvida e acabei escolhendo esse.

Sabe aquele momento da vida em que todo mundo te cobra o que fazer na vida e você não tem ideia de que rumo seguir? Bom, é essa a história de uma das protagonistas. Megan, quase trinta anos. Ainda tá com o namorado de adolescência, Anthony e trabalha com o pai.

Insegura, entra em crise quando, no casamento de sua melhor amiga é pedida em casamento por Anthony. Megan então fica apavorada e pega seu pai com outra em pleno estacionamento da festa. E é então, que ela foge e conhece a outra ponta do filme, Anikka.

A personagem de Chloe Moretz é uma adolescente, que foi abandonada pela mãe e mora com o pai, um advogado de divórcio pra lá de sárcastico e que faz a linha meio durona, mas que se derreta pela filha.

Com a promessa de que vai passar uma semana em um retiro espiritual, Megan, defendida por Keira Knightley, pede abrigo na casa da sua mais nova amiga e parceira, Anikka.

Um tanto carente de figura materna, a jovem adolescente trava uma amizade de confiança e respeito com Megan. Tanto que a pede para acompanhar em uma visita para sua mãe.

E é dessa parte que eu mais gostei, a interação entre as duas protagonistas – Megan e Anikka – que mesmo com faixas etárias bem diferentes, começam a ter um carinho entre as duas.

O longa é classificado como drama, mas tá mais do que claro que é um filme pra lá de água com açúcar, com o final meio óbvio e que faz quem tá vendo torcer pra Megan ser feliz.

Aperte o Play: Justin Timberlake

Costumo me definir como uma pessoa bem eclética musicalmente falando. E não poderia deixar de trazer no Aperte o play de hoje, um dos cantores que mais admiro – tanto pela voz quanto pela beleza – e que graças a Deus tive a oportunidade de fazer um check na vida ao assistir um show dele, que valeu cada centavo, perrengue e suor.

Justin Timberlake ficou conhecido mundialmente ao participar da boyband N’Sync e namorar a princesinha do pop Britney lá pelos anos 2000.  Além disso, o cara atua, dança e compõe. Separei aqui então, as minhas cinco músicas favoritinhas dele para gente apertar o play.

Not a bad thing

Imagina a sua música favorita da vida? Aquela que consegue definir vários momentos importantes. Bom, é assim com Not a Bad Thing. Quem me apresentou foi a minha amiga Camilla, a mesma do vídeo Paulistas x Cariocas e se tornou tão preferidinha, que virou trilha do meu livro – os dois primeiros capítulo você encontra aqui – e é daquelas que eu ouço todos os dias.

What Goes Around.. comes around

Essa canção, que era minha favorita dele antes de Not a Bad Thing, talvez seja a canção que mostrou pro mundo que Justin não era mais um rostinho bonito de boyband. Lançada em 2008, a música tem uma mensagem bem bacana: “What goes around/Comes all the way back around”. (O que vai/Faz todo o caminho de volta)

Mirrors

Tenho uma história bem engraçada com Mirrors. Lá em 2013, quando Justin Timberlake veio ao Brasil para o Rock in Rio – e eu estava lá – era completamente viciada. Corta para outro ano e essa mania que tenho de associar música/pessoa, me fez ter um pouco de bode dela por meses e meses. Hoje, não consigo ouvir sem dar risadas. Apesar da música ser ótima, preciso confessar que prefiro a versão que o Boyce Avenue canta.

Suit and tie

Lançada na mesma época de Mirrors, Suit and Tie tem uma batida pra lá de gostosa de ouvir. Em parceria com Jay Z, fez um sucesso enorme lá pra 2012/2013. Mas é uma das que de tanto ouvir, a gente acaba enjoando.

Love Never felt So Good

Menção honrosa da lista. Essa música, feita ‘em parceria’ com Michael Jackson, é uma das que considero mais fofas que o Justin Timberlake canta. Além disso, o clipe é daqueles que conseguem te passar uma mensagem pra lá de animada.

Motivos para ver “Girls in the House”

Imagina a cena: três jovens moram em uma pensão cuja dona nunca deu as caras. Estranho? Nem tanto. E é esse o enredo da websérie Girls in the house, que chegou ano passado, veiculado pelo Youtube. Criada pelo carioca Raony Phillips, de 23 anos, GITH, como é carinhosamente chamada, a websérie tem como trio de protagonistas Honey, Dunny e Alex.

As meninas – todas feitas atráves dos bonecos do The Sims  moram e trabalham na Pensão da Tia Ruiva, uma mulher pra lá de misteriosa. Juntas, elas se metem em várias confusões e mistérios com a ajuda de outros personagens, como Julie, Irene, Priscilão, Matilde e Ramele entre tantas figuras.

E, como eu peguei um amor tão grande por todos eles, o post de hoje é especialmente pra você que ainda não conhece.

Dunny

Aposto que entre todos os personagens da série, Dunny é a favorita de todos! Engraçada e prepotente, a garota de 26 anos não mede as palavras, garantindo a risada e o amor de todos. Ela que no começo da temporada, tentou uma vaga em American Idol, ficou tão famosa que acabou ganhando um spin off paralelo.

Além disso, Dunny é dona dos melhores bordões, que a gente leva pra vida: “Ah tá, falou a linda né? Linda e Maravilhosa”

Os vídeos são bem curtinhos

Com uma média de dez minutos, cada episódio tem começo, meio e fim e é uma excelente solução para quem – assim como eu – desiste de uma série porque não tem muita paciência em ficar mais de meia hora sentada na frente da televisão. Isso sem contar que é o próprio Raony Phillips que produz e faz as vozes de todos os personagens.

Piadas Ácidas

Antes de começar a ver, um amigo meu chegou e falou: ‘Veja, você vai gostar, o humor deles é bem irônico!’, e fui meio reticente quando dei o play. Mas bastou uma fala da sempre sarcástica Dunny, pra eu não aguentar e colocar na listinha de favoritos.

O mistério da tia Ruiva

A história se passa na pensão da tia Ruiva e é cuidada pelas garotas, uma mulher que ninguém nunca viu e que só apareceu brevemente em alguns episódios.

O trio de protagonistas.

Okei, sabemos que Dunny é um tópico a parte. Mas ela não seria nada sem suas duas outras amigas: Alex, a que é responsável pela alimentação e Honey, a que administra tudo. As meninas, alvos constantes da maluquice da companheira de pensão, são suas melhores amigas e elas se defendem com unhas e dentes.

#TemQueLer: Vivendo o Amor

livro

Ainda na vibes “dia das crianças”, trouxe o livro favorito da época de criança/começo de adolescência: Vivendo o amor, da Marilene Del Guerra Alves.

Quando eu li, tinha uns 10 ou 11 anos e na época, era bem ratinha de biblioteca do colégio e descobri esse livro que virou depois um dos meus favoritos pra vida toda. Comprei anos depois, na Estante Virtual, site especializado em livros usados.


Sinopse: Este livro conta a história img_20161013_184120_330de Patrícia, que perdeu a mãe precocemente. Suas dificuldades de integrar-se ao grupo do novo colégio, os encontros e desencontros com Marcelo e a oposição do pai ao namoro. Paralelamente, as intrigas das colegas e a gravidez indesejada de Malu, sua grande rival.

Editora: 

Autora: Marlene Del Guerra Alves

Páginas: 190

Ano: 1997.


Patricia é uma menina de quatorze anos e que acabou de mudar de colégio, em pleno meio do ano, pois perdeu recentemente a mãe. Na nova escola, conhece Marcelo por quem se encanta logo e eles engatam um namoro típico de adolescente. O que eles não contavam é que Maria Lúcia, ou Malu pros mais chegados, apaixonada pelo rapaz desde sempre fosse implicar com a novata. Nessa turma, ainda tem Otávio, que quer a todo custo um lance com Patricia. Na turma adulta, ainda temos D. Marta – mãe de Marcelo e S. Arthur – pai da Patrícia e os nonnos Carmem e Carlos, avós da moça.

A história retrata com clareza e lucidez temas importantes, como a gravidez na adolescência, conflitos familiares e a descoberta do sexo. Claro que se o livro for lido em 2016, não tem tanto impacto quanto teve quando foi lançado, mas a leitura é bem fofinha.

A minha infância – Dia das Crianças

Quem aqui sente saudades da sua infância? Bom, eu sinto. E muitas! Vamos combinar que essa é a melhor das nossas fases em que não há neuras, cobranças e responsabilidades! E, amanhã é dia de comemorar o dia daqueles que tem uma pureza e um brilho próprio.

Nasci em janeiro de 86 e vivi a minha infância até quase o final dos anos 90. Em uma época que o bom mesmo era brincar na rua e sentar na frente da televisão – nessa época, sem o ‘a cabo’ pra saborear os desenhos inocentes, separei 5 coisas que marcaram essa fase que não volta mais.

Show da Xuxa

Não podia começar essa lista sem ela, minha querida e adorada Xuxa! A eterna Rainha dos Baixinhos estreou o seu programa na Rede Globo uns seis meses depois do meu nascimento e segundo fontes dignas de confiança, ela foi a minha babá por muitos e muitos tempos. O Show da Xuxa marcou toda uma geração com a nave, Paquitas – eu sou fã até hoje! – e beijinho, beijinho, tchau tchau.

Tamagoshi

Muito antes de caçar Pokemon pela cidade, as crianças da minha geração – tão velho falar isso! – tiveram outra febre: o tamagoshi. Era um brinquedo e que você precisava cuidar de um animal: dava comida, banho, brincava e não podia deixar ele doente. Cada dia era um ano de vida do bichinho e se ele morria, era só resetar o jogo que começava tudo novamente. Não sem antes chorar algumas pitangas, é claro.

Vivemos a Copa de 94

Lembro bem como se fosse semana passada e não há mais de vinte anos! Sim, meus leitores! Tem exatos vinte e dois anos que comemoramos e gritamos com o Galvão a célebre frase: “É TETRA!!’ e da também “Vai que é tua, Taffarel!” , depois de vinte anos de jejum de títulos de Copa do Mundo. A seleção era composta de Romário, Bebeto, Dunga, Tafarrel e um Ronaldo ainda não Fenômeno. Lembro que do alto dos meus oito anos, colecionei o álbum de figurinhas. Lado triste? De lá pra cá só rolou mais uma taça de campeão, em 2002.

Dançamos ao som do “É o Tchan”

Sim, era uma festinha sim e outra também que rolava esses clássicos do grupo baiano “É o tchan” e que a gente dançava como se fossemos a Carla Perez, Sheila Mello ou a Scheilla Carvalho. Aliás, até hoje quando toca ninguém fica parado! Inclusive você, que tá ai nesse exato momento lendo esse post! Com eles fomos pro Havaí, Japão, Egito e ainda nos aventuramos na selva!

Chocolate da Mônica

Outra coisa que marcou e MUITO a minha infância foram os chocolates da Turma da Mônica e que 10 entre 10 pessoas na casa dos 30 e poucos pedem pra voltar. E, posso falar? Tinha toda uma técnica para comer: primeiro era a parte preta e depois o personagem e que dava uma pena! Volta, pessoal. Ninguém nunca te pediu nada!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

O dia em que eu conheci o Bovo.

Quem já é velho conhecido por aqui , sabe o quanto eu sou fã do Daniel Bovolento – lembra que quando o blog comemorou um ano eu bem bati um papo com ele e trouxe pra cá? Ele também foi figurinha fácil lá no comecinho da nossa história, um dos primeiros #TemQueLer.

Pra quem não sabe, o Dani tá lançando o seu segundo livro, intitulado “Depois do Fim”, em que reúne 50 crônicas sobre o fim dos relacionamentos.


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Foi então que há duas semanas, eu vi que ele iria fazer uma noite de autógrafos aqui no Rio! Vi ai a oportunidade perfeita para finalmente poder ficar cara a cara com ele. Recrutei amigas, comprei o livro e fui pra fila.

Comecei lembrando – ou tentando lembrar – que eu tinha esse espaço aqui e que ele me deu ‘entrevista’. Ele disse que lembra, mas duvido muito. Mas perdoei por esse esquecimento.

O que dizer do Dani? Que pessoa atenciosa! A cada pessoa que chegava, ele fazia questão de ou levantar antes ou no fim e dar um abraço. Explicava sobre a sinopse do seu livro, perguntava se tava rolando o “fim pra você” e emendava em um papo bem gostoso e divertido. Sim, eu poderia ficar horas e horas conversando com ele.

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Sabe aquela pessoa que você podia passar horas conversando e rindo abertamente? Foi exatamente assim que me senti, como se ele fosse um amigo meu de anos que soubesse a minha vida toda – e de fato sabe, tamanha exatidão e conhecimento quando me identifico a cada texto.

Fui dedurada por uma das amigas e precisei confessar que não saberia se tinha maturidade emocional pra ler ‘Depois do Fim’ sem uma panela de brigadeiro do lado. Dani falou que era assim mesmo, que os primeiros sete ou oito textos são os mais tensos. Mas que depois melhora, ele promete.

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Conversamos ainda sobre frio, Buenos Aires, livros de amor e a promessa que a cada texto eu iria mandar uma mensagem pra ele. Me despedi com um novo abraço e a certeza que sai de lá muito mais fã do que entrei, com um bando de foto e o livro autografado por ele.

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Ah, e um agradecimento especial pras meninas que me acompanharam nessa jornada. Girls, i love u.

[Aperta o play] : #Tag 10 músicas

Revirando alguns canais no Youtube, achei a seguinte tag: ’20 músicas’. E achei engraçada ver o gosto musical da galera. Como não tenho canal, resolvi adaptar e criei a minha própria lista. Eu já queria há tempos responder algumas TAGs e achei o momento  bem propício. Dá o play!

– Que tá no repeat:
Not a bad thing – Justin Timberlake

Eu amo tanto essa música e ela me representa tanto que eu sou capaz de ouvir o dia todo, sem conseguir enjoar. Quem me apresentou ela foi uma amiga há uns dois anos e desde então virou meu xodó. O amor é tanto que mesmo já tendo uma música #1 pro meu livro, quando vi a letra dessa, não tive duvidas: vai entrar também.

– A que te tira da bad:
Stronger – Kelly Clarkson

Sabe música boa que você ouve naquele momento X da vida, se identifica e vira favoritinha sempre que rola um momento bad na vida e só de ouvir, você melhora? Pra mim, é Stronger, da Kelly Clarkson. E ela ta longe mesmo de ser uma das minhas cantoras preferidas. A letra diz tudo e oh, recomendo se você precisa de um up na vida.

What doesn’t kill you makes you stronger
Stand a little taller
Doesn’t mean I’m lonely when I’m alone
What doesn’t kill you makes a fighter
Footsteps even lighter
Doesn’t mean I’m over cause you’re gone

– Favorita da vida:
Here Without you – 3 Doors Down

Lembra lá em cima que eu falei que o livro que to escrevendo tem até trilha? E que tem a música que é carro chefe? Pronto, é essa a minha favorita da vida. Eu amo tanto essa canção do “3 Doors Down’. Não tenho muito o que falar, só ouvir!

– Torço nariz pra:
Roar – Katy Perry

Minha máxima é de que quando não gosto de uma coisa eu nem procuro perto de mim. E eu tenho um pequeno leve bode da Katy Perry, pronto falei. Até curto as músicas dela, mas não sei se pagaria para ver um show solo dela, por exemplo. Entre todas, a que acho mais chatinha é Roar.

– Favorita pra dançar:
Na Batida – Anitta

Eu amo funk e sou fã da Anitta – e que me perdoem os moralistas de plantão! – mas o som dela é bom demais. E é uma das minhas favoritas quando o assunto é dançar na night.

– Que te faz chorar:
Photograph – Ed Sheeran

Falei o quanto me emocionei quando eu vi “Como eu era antes de você”, não é? Acho que eu ainda não consegui absorver – mesmo já sabendo qual era o final! – e é só tocar essa canção que ta na trilha do filme e desato a chorar.

– A que representa um momento feliz:
Coração apertado – Thaeme e Thiago

Já falei outras vezes que eu associo muito lugares, fatos e pessoas com músicas. Sejam eles bons ou ruins. E quando pensei em uma música que representa um momento feliz, entre tantas, a primeira que me veio na cabeça foi essa, da dupla Thaeme e Thiago. Fui em um show deles no fim do ano passado e desde então tenho um carinho sempre que eu ouço essa música.

– Que você nunca vai esquecer
Aquela dos 30 – Sandy

Se você é no mínimo leitor do blog, já deu pra entender que a minha cantora favorita é a Sandy. Sou fã de ir e chorar no show, sim! E de todas cantadas por ela em mais de vinte anos de carreira, “Aquela dos 30” tem um gostinho especial: ela me representa e muito! Esse ano fiz trinta e desde que a San lançou essa canção, eu ficava contando os dias. Acho que faz parte das poucas músicas que nunca vou esquecer.

– Que você quer casar:
When I fall in love – Nat King Cole

Não sei quando eu decidi que essa seria A música do meu casamento – que está longe de rolar, diga-se de passagem! – mas eu sou tão apaixonada por ela e ela me traz uma paz tão grande que eu nem sei explicar.

– A que você canta bem alto:
Nada é por acaso- Sandy e Júnior

Claaaro que meus ídolos ad eternum iriam aparecer aqui. E, olha, foi difícil escolher a deles que eu gosto de cantar bem, bem alto! E essa faz parte do meu trio de músicas bem alto!

#TemQueLer: “O Casamento”

Cansei de comentar aqui o quanto o Nicholas Sparks é meu autor favorito, não é? Mesmo ele me decepcionando com os seus últimos lançamentos, existem alguns livros que eu tenho um carinho todo especial. E um deles é ‘O Casamento’ e que tem um dos finais mais surpreendentes.

Para quem não sabe, esse é basicamente a continuação de “O Diário de uma Paixão”, talvez o mais conhecido do Sparks. Os protagonistas da vez são Wilson e Jane, ela filha do famoso e adorado casal Noah e Allie.


Sinopse: Após quase 30 anos de casamento, Wilson Lewis é obrigado a encarar uma dolorosa verdade: sua esposa, Jane, parece ter deixado de amá-lo, e ele é o único culpado disso.

Viciado em trabalho, Wilson costumava passar mais tempo no escritório do que com a família. Além disso, nunca conseguiu ser romântico como o sogro era com a própria mulher. A história de amor dos pais de Jane, contada em Diário de uma paixão, sempre foi um exemplo para os filhos de como um casamento deveria ser.

Diante da incapacidade do marido de expressar suas emoções, Jane começa a duvidar de que tenha feito a escolha certa ao se casar com ele. Wilson, porém, sente que seu amor pela esposa só cresceu ao longo dos anos. Agora que seu relacionamento está ameaçado, ele vai fazer o que for necessário para se tornar o homem que Jane sempre desejou que ele fosse.

Editora: Arqueiro

Autor: Nicholas Sparks

Páginas: 224

Ano: 2003


Wilson percebe que a sua relação está falida quando ele esquece o vigésimo nono aniversário de casamento. E, advinha para quem ele vai pedir conselhos? Para o próprio Noah, é claro! A essa altura, Allie já faleceu e ele vive em uma casa de repouso esperando a sua vez.

O idoso sabiamente o aconselha a reconquistar a esposa, como da primeira vez. O advogado decide reformar a casa dos pais de Jane, um dos lugares preferidos da esposa durante aquele próximo ano.

“Eu tinha começado a me perguntar não apenas se Jane me amava, como também se ela queria me amar” (página 144)

É então que a filha Anna – eles tem mais dois: Joseph e Leslie – e resolve casar justamente no dia do aniversário de 30 anos dos seus pais. Bom, contar mais iria estragar o enredo que, confesso, me surpreendeu bastante.

Terminei o livro com uma sensação de surpresa total e não, não foi clichê. Ao contrário, achei de uma sutileza tão pura e tão suave. E, para quem já leu quase todos os livros do Sparks, entrego aqui: ele nunca me surpreendeu tanto, de verdade. Eu posso dizer que ele encabeça meus Top #3 de favoritos do autor.

Top 5: É pra chorar!

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Desafio da semana: assistir ao longa “Como eu era antes de você” sem derramar uma lágrima ou suspiro. Bom, meio óbvio que eu falhei. E, mesmo sabendo o fim do filme, já que eu li o livro uns dois anos – antes do boom – não fui forte o suficiente. Mas quem dera se esse fosse o único que me fez dar uma grande desidratada. Selecionei outros quatro pra essa lista. Continua lendo e anota as dicas, caso você seja do big team das choronas.. esse post é todinho seu!

Como eu era antes de você

Lou Clark é uma menina de uns 20 e muitos anos e que até agora não fez nada de importante na sua vida. Seu pai se encontra sem emprego e é ela a responsável pelo sustento da família. Trabalhando como garçonete, ela também acaba sendo demitida, pra desespero de todos. Até que surge uma vaga pra cuidar de Will Traynor, um cara que depois de ser atropelado há dois anos ficou tetraplégico. Uma relação de afeto surge entre eles dois… e, bom, é melhor ver pra não estragar. Lembro que terminei de ler o livro que inspirou a história em um shopping e: vergonha, claro, pois eu comecei a chorar. Muito.

Antes que termine o dia

Mais um pra lista patrocinada por uma empresa de lenços de papel. Me recordo que comecei a ver de madrugada, meio que por acaso porque curti a sinopse e no fim eu  não conseguia parar de soluçar real! O casal Sam e Ian estão em crise na relação. Sam é uma musicista e durante um jantar eles discutem por causa de ciúmes e, na volta para casa o táxi em que eles estão sofre um acidente e ela morre. Desolado, Ian vai pra casa e ao acordar vê que o dia ta se repetindo e ele tem uma nova chance de salvar o namoro deles. Nessa altura eu já estava tensa e com muitas e muitas lágrimas. O que acontece depois? Bom, não é tão óbvio assim e .. procura logo pra ver!

Em algum lugar do passado

Esse eu só de lembrar a música principal, já me dá umas angústias no peito e vontade de chorar.  Em 1972, o jovem Richard conhece uma senhora que lhe entrega um relógio de bolso e uma mensagem pedindo pra que ele voltasse para ela. Anos depois, ele se hospeda em um hotel e dá de cara com um retrato de uma jovem e se apaixona de cara. A tal moça em questão é Elise, uma atriz que viveu por ali em …1912 e que já morreu justo naquela noite que ele recebeu o presente da tal idosa. Richard começa uma busca louca de como voltar pro passado e se encontrar com o seu amor, Elise. Achei o final bem bobo, confesso. Mas o drama que eles vivem é maravilhoso!

Pearl Harbor

Filme preferido da v-i-d-a! E que, certamente choro sempre. Sempre mesmo. Rafe e Danny são amigos de infância e se alistam no exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. Lá, Rafe conhece a enfermeira Evelyn e eles se apaixonam. Acontece que Rafe acaba dado como morto em uma missão pra desespero da noive e do amigo, Danny. Como todo romance água com açúcar, os dois se envolvem até que Rafe – papel do meu crush ever Bem Affleck – retorna depois de meses. Babado, confusão, lágrimas (minhas e deles) e gritaria.. até porque a mocinha descobre que ta grávida do Danny… É nesse momento que o Japão joga a tal bomba na ilha de Pearl Harbor – o que dá nome ao filme – e ai só vendo pra saber mesmo!

La Bamba

Esse filme do final dos anos 80 talvez seja o mais triste de todos, já que é baseado na vida do cantor dos anos 50, Ritche Valens, que morreu em um trágico acidente de avião quando estava no auge da sua carreira. Só daí dá vontade de despedaçar, né? Melhor cena é quando ele canta para sua namorada de colégio – ele tinha só dezessete anos! – a canção Donna que fez especialmente para ela. Além dela, o hit que é muito bom e que dá nome ao filme: La Bamba.

Aperta o Play: Riri

Costumo dizer que a Rihanna tem duas fases: antes e depois do Chris Brown. E, revelo aqui: prefiro muito mais a primeira. Mas, ao separar as músicas preferidas para esse post de hoje, foi difícil escolher apenas algumas canções dela. E pude constatar que sou fã da Riri, mesmo ela tendo me decepcionado no último show do Rock in Rio (quem não lembra que ela atrasou a entrada e ainda cantou só pedaços das suas músicas?)

A cantora e atriz, de vinte e oito anos, nasceu no Barbados e é uma das divas pops mais admiradas no mundo, mesmo com todas as polêmicas (drogas e violência com seu então namorado Chris Brown) envolvendo o seu nome. Porém, uma coisa é fato: tudo que ela lança se torna hit. E eu bem selecionei as minhas seis preferidas pro Aperta o Play de hoje!

Hate that I Love you

Baladinha mais fofa do mundo, ideal pra mandar boy! Gravada com o Ne-yo e ta entre as minhas preferidas dela também (acho que eu amo todas dessa lista!). A letra é linda, fala de como você odeia o cara pelas atitudes, mas não consegue deixar de amar pelo modo como ele te faz sorrir. Quem nunca, né?

Don’t stop the music

Gosto de músicas que marcam pessoas, época ou acontecimentos na minha vida. E essa é mais uma.t Lançada mais ou menos 2007, essa daí tocava no meu mp3 player dia sim e dia também quando estava nos primeiros períodos da faculdade e em várias festinhas que eu fui. Quem nunca dançou pulando ao som dessa canção, não sabe o que é aproveitar. Que saudades!

Umbrella

Assim como a música de cima, Umbrella também marcou a mesma época. Nova faculdade, novos desafios e novas amizades. Tudo novo. E eu debaixo do tal guarda chuva que a Riri tanto fala nessa canção. Carinho por ela, pra sempre!

Rehab

Lembra que eu falei que música é importante pra mim quando ela marca algo? Então é assim Rehab na minha vida. Marcou uma ida a uma cidade distante umas três horas daqui do Rio, em um dia que se tornou bem importante depois. Além de ser uma parceria com meu muso Justin Timberlake!

California King Bed

Por pouco não entrou aqui por um motivo bobo: não lembrava que era ela que cantava. Mas ai fui filtrar a minha lista e ela praticamente pulou com um ‘me coloca lá, por favor’. Pedido aceito! Já aviso logo se você não conhece: música pra ouvir debaixo das cobertas com um brigadeiro. Sem mais!

If It’s Lovin’ that you want

Não sei se essa é a minha favorita dela, mas ta fácil nas #3. Acho até que foi a primeira música que eu ouvi e me amarrei no som e na letra. Isso sem falar que ela tava absurdamente linda e natural no clipe, gravado numa praia maravilhosa! Dá o play no vídeo!

#TemQueLer: “Cavalo de Guerra”

livro

Quem aqui ta sofrendo com o fim das Olimpíadas? Bom, eu estou e muito! E como eu já falei aqui, eu fui torcer pro Hipismo. E como hoje é dia de #TemQueLer, entrei no clima trazendo um livro que retrata esse universo: Cavalo de Guerra. E, sim, o filme que tem o mesmo nome foi inspirado e baseado na publicação escrita por Michael Morpugo. A história é tão maravilhosa que eu terminei em um dia e meio, já que o público é o infanto juvenil.


Sinopse: Em 1914, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, Joey, um belo Cavalo de pelo avermelhado e uma cruz branca na fronte, é vendido para o Exército inglês e enviado para frentes de batalha na França. Lá, o destemido Cavalo enfrenta o inimigo e vê de perto o horror das violentas batalhas.

Mesmo em meio à desolação das trincheiras, a coragem e a determinação de Joey sensibilizam os soldados do front e ele consegue encontrar consolo e esperança. Seu coração, contudo, sofre com a saudade que sente do jovem Albert, que ele foi obrigado a abandonar… Será que ele nunca mais voltará a ver seu verdadeiro dono e amigo?

Autor: Michael Morpurgo
Editora: WMF
Páginas: 177


O ano é 1914, Inglaterra. Joey é um cavalo puro sangue de pelo avermelhado com uma cruz branca na sua testa. O seu dono e melhor amigo é Albert, desde que era um potrinho. Porém, a fazenda do pai de Albert não ta bem financeiramente por causa da Primeira Guerra Mundial e ele vende o animal escondido do filho para a Cavalaria do Exército Britânico.

“Mas não importa, já superei esse medo. Tudo graças a você, Joey. Você me devolveu a confiança. É como se agora eu pudesse fazer qualquer coisa. Quando estou com você, sinto-me como um cavaleiro de armadura”

Claro que o rapaz fica completamente desolado e sai em busca do seu parceiro, se alistando para poder procurar Joey. Enquanto isso, o cavalo está enfrentando os temores da guerra e se perguntando quando irá reencontrar o seu grande amigo Albert.

Se perguntando? Sim, o livro é narrado pelo Joey. Para aqueles que amam o universo eqüino esse é um livro que transpira amor e a bela relação entre humanos e cavalos. Vale a leitura e depois dá o play no filme que é maravilhoso também!

Elle + C&A

Chega hoje nas lojas da C&A a sua mais nova parceria. Depois de ousar com estilistas famosos como Lolitta, Isabela Capeto e celebs como a Kim Kardashian, a rede de lojas fast fashion veio com um diferencial: dessa vez quem assina a coleção é nada mais, nada menos do que a revista ELLE.

A homenagem fica por conta do item mais desejado por nós, mulheres: o LBD (Little Black Dress), ou o famoso vestidinho preto básico. Chamada de “C&A + ELLE” vem contando a história de sete décadas da moda através das suas peças.

Meu favorito: anos 60

A trajetória começa nos anos 40 e vai até os anos 2000 e em cada vestido uma característica que marcou a época. E sim, todos pretos.Essa ideia, segundo a diretora da revista, surgiu no momento em que se pensava em algo diferente para comemorar os setenta anos da publicação no mundo e vale lembrar que é algo inédito.

“É o nosso primeiro licenciamento no Brasil e estamos super felizes de estar junto com a C&A nessa nova experiência”, afirma Susana Barbosa.

Para quem não é fã dos vestidos, a coleção conta com outros itens: modelos de t-shirts, calças de alfaiataria e cardigãs. O preço dos vestidos é um tanto quanto salgado: cada um custa 199 reais. Já as blusas têm o valor de 39,99 reais, os casaquinhos 79,90 e a calça 99,90.