[Aperta o play] : #Tag 10 músicas

Revirando alguns canais no Youtube, achei a seguinte tag: ’20 músicas’. E achei engraçada ver o gosto musical da galera. Como não tenho canal, resolvi adaptar e criei a minha própria lista. Eu já queria há tempos responder algumas TAGs e achei o momento  bem propício. Dá o play!

– Que tá no repeat:
Not a bad thing – Justin Timberlake

Eu amo tanto essa música e ela me representa tanto que eu sou capaz de ouvir o dia todo, sem conseguir enjoar. Quem me apresentou ela foi uma amiga há uns dois anos e desde então virou meu xodó. O amor é tanto que mesmo já tendo uma música #1 pro meu livro, quando vi a letra dessa, não tive duvidas: vai entrar também.

– A que te tira da bad:
Stronger – Kelly Clarkson

Sabe música boa que você ouve naquele momento X da vida, se identifica e vira favoritinha sempre que rola um momento bad na vida e só de ouvir, você melhora? Pra mim, é Stronger, da Kelly Clarkson. E ela ta longe mesmo de ser uma das minhas cantoras preferidas. A letra diz tudo e oh, recomendo se você precisa de um up na vida.

What doesn’t kill you makes you stronger
Stand a little taller
Doesn’t mean I’m lonely when I’m alone
What doesn’t kill you makes a fighter
Footsteps even lighter
Doesn’t mean I’m over cause you’re gone

– Favorita da vida:
Here Without you – 3 Doors Down

Lembra lá em cima que eu falei que o livro que to escrevendo tem até trilha? E que tem a música que é carro chefe? Pronto, é essa a minha favorita da vida. Eu amo tanto essa canção do “3 Doors Down’. Não tenho muito o que falar, só ouvir!

– Torço nariz pra:
Roar – Katy Perry

Minha máxima é de que quando não gosto de uma coisa eu nem procuro perto de mim. E eu tenho um pequeno leve bode da Katy Perry, pronto falei. Até curto as músicas dela, mas não sei se pagaria para ver um show solo dela, por exemplo. Entre todas, a que acho mais chatinha é Roar.

– Favorita pra dançar:
Na Batida – Anitta

Eu amo funk e sou fã da Anitta – e que me perdoem os moralistas de plantão! – mas o som dela é bom demais. E é uma das minhas favoritas quando o assunto é dançar na night.

– Que te faz chorar:
Photograph – Ed Sheeran

Falei o quanto me emocionei quando eu vi “Como eu era antes de você”, não é? Acho que eu ainda não consegui absorver – mesmo já sabendo qual era o final! – e é só tocar essa canção que ta na trilha do filme e desato a chorar.

– A que representa um momento feliz:
Coração apertado – Thaeme e Thiago

Já falei outras vezes que eu associo muito lugares, fatos e pessoas com músicas. Sejam eles bons ou ruins. E quando pensei em uma música que representa um momento feliz, entre tantas, a primeira que me veio na cabeça foi essa, da dupla Thaeme e Thiago. Fui em um show deles no fim do ano passado e desde então tenho um carinho sempre que eu ouço essa música.

– Que você nunca vai esquecer
Aquela dos 30 – Sandy

Se você é no mínimo leitor do blog, já deu pra entender que a minha cantora favorita é a Sandy. Sou fã de ir e chorar no show, sim! E de todas cantadas por ela em mais de vinte anos de carreira, “Aquela dos 30” tem um gostinho especial: ela me representa e muito! Esse ano fiz trinta e desde que a San lançou essa canção, eu ficava contando os dias. Acho que faz parte das poucas músicas que nunca vou esquecer.

– Que você quer casar:
When I fall in love – Nat King Cole

Não sei quando eu decidi que essa seria A música do meu casamento – que está longe de rolar, diga-se de passagem! – mas eu sou tão apaixonada por ela e ela me traz uma paz tão grande que eu nem sei explicar.

– A que você canta bem alto:
Nada é por acaso- Sandy e Júnior

Claaaro que meus ídolos ad eternum iriam aparecer aqui. E, olha, foi difícil escolher a deles que eu gosto de cantar bem, bem alto! E essa faz parte do meu trio de músicas bem alto!

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Olimpíadas 2016, eu fui!

Ano passado, quando saiu o calendário das competições das Olimpíadas, eu não pensei duas vezes: preciso ver o Hipismo. Mesmo sendo fã das outras modalidades, era lá, com os cavalos que eu queria estar. Corri pra me inscrever pra primeira fase – que foi de sorteio – e nem acreditei quando recebi o email me avisando que eu havia sido sorteada. Era abril de 2015.

Mais de um ano depois, finalmente o grande dia chegou. Seis de agosto de 2016. Eu havia escolhido assistir o CCE, que é o Curso Completo de Equitação e é dividido em três dias de provas: Adestramento, Country e Salto. A nossa equipe é composta pelos cavalheiros: Márcio Appel, Carlos Parro, Ruy Fonseca e Márcio Jorge.IMG_20160806_121450_203

Os dois primeiros dias são dedicados ao Adestramento que é a etapa em que o conjunto – cavalo e cavalheiro – precisa comandar o animal em certos movimentos: trotes, passos e galopes. E, nisso, eles são julgados por três juízes que vão descontando pontos a cada erro. No primeiro dia, foram um total de trinta e três apresentações.

Como a prova envolve animais, o silêncio por parte dos espectadores é algo indispensável, pois atrapalha o desenvolvimento da demonstração do conjunto. E, como eu sou apaixonada pelo universo, ficava maravilhada a cada entrada.

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A competição começou às dez horas da manhã em ponto e eu cheguei com uns trinta minutos de antecedência. Escolhi meu lugar bem de frente a pista em que os movimentos iriam ser executados. Porém, por causa do calor nível Senegal, precisei me ausentar algumas vezes pra lavar o rosto e encher a minha garrafa de água, já que os preços por lá são bem absurdos.

Ao total foram quatro blocos de oito apresentações, com intervalos de trinta minutos em média (apenas um foi de um pouco mais de uma hora) e no meio do segundo bloco precisei trocar de lugar para um mais calmo, já que as pessoas a minha volta insistiam em conversar e não prestar atenção no que tava rolando. E foi até melhor, já que pude ter uma visão total da pista

O evento foi até as quatro da tarde e fiquei até o final mesmo, queria aproveitar tudinho e respirar hipismo, cavalos e competição! Apesar dos problemas que enfrentamos antes, foi emocionante estar lá e fazer parte e torcer, sabe? Tentei aproveitar ao máximo, então quase não fiz vídeos ou tirei fotos. Juntei três vídeos que fiz pro meu snap (natalia.mylonas) e coloquei aqui.

Paulistas x Cariocas: o vídeo!

Nunca contei aqui, mas entre 2008 e 2011 (ou menos, talvez!) eu tive um blog, já deletado. Ainda era uma mera estudante de jornalismo e quis me aventurar na parte da escrita, mas nada muito profissional. Dava na telha de escrever um assunto X, abrir o blogspot e tcharan. Post novinho. Escrever o texto, sem lead, sem saber se o feedback era ok, sem pensar. Aprendi muito que vocês nem imaginam!

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Nós duas no RiR/2013

E entre tantas coisas bacanas que a internet proporciona foi nesse momento também que veio as amizades. E a primeira, sem dúvida foi a Camilla, que também tinha um blog. Era 2009, o momento era conturbado pra mim. Ela, terminando a faculdade, também de jornalismo. Eu, na metade e sem saber que rumo tomar. Emails e mais emails trocados quase que diariamente. Sim, meus caros. O whatsapp nem tinha dado as caras por aqui.

O tempo passou, nos conhecemos pessoalmente e ficamos mais unidas. Rimos, bebemos, brincamos e nos entendemos pelo olhar já, mesmo com pouca convivência. A Cá é daquelas amigas loucas que embarcam na suas maluquices e teorias sem te julgar! Dividimos nosso amor pelo ator Marco Pigossi, olha! Somos fãs de novelas antigas e até já temos o projeto de escrever a nossa a quatro mãos.

Até que resolvi largar minha vida em 2014 aqui no Rio e passar uma temporada pra fazer um curso lá em São Paulo, cidade em que a Camilla vive. E quem estava comigo, na mesma sala de aula? A Camilla, claro! Tanto ela quanto a família e os amigos me receberam super bem.

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Aniversário da Cá – SP, 2014

E foi entre uma aula e outra sobre o que a gente ama – o Jornalismo Feminino -que o mosquitinho do blog picou nós duas novamente e o cantinho dela – o Fik Dik – nasceu poucos meses antes do Entre Nós. E desde o comecinho do ano, a Camilla resolveu se aventurar no mundo dos vlogs! Metida que sou, quando soube que ela iria passar no começo do mês um findi aqui em terras cariocas, fui bem direta: ‘Quero participar do seu canal!”. E como deu pra perceber lá no título, o tema foi beem bacana: falamos – e muito! – as diferenças que existem entre os Paulistas (Camilla) e Cariocas (Eu, Natália).

Espero que vocês curtam e se divirtam tanto quanto nós duas curtimos gravar! E aquilo que vocês já sabem: dá o like e se inscreva no canal. Quem sabe, um dia, não me animo para fazer um canal meu também. Só dar play no vídeo abaixo: