Ô abre alas – Carnaval parte 3

Foliões! Tá chegando a hora! Falta apenas uma semana pro Carnaval. E se antes eu falei de Salvador e de Recife/Olinda, o terceiro post especial é da festa na Cidade Maravilhosa. E hoje quem fala sou eu mesma! Preparados? Assim como na Bahia e em Pernambuco, Carnaval aqui no Rio de Janeiro é bem democrático. Por ser uma cidade grande, existem opções pra todos os gêneros.

Vamos começar pelos blocos. Gratuitos, você encontra de todos os estilos musicais. Tem pro fã de sertanejo, de pagode, de axé, de marchinha, de funk e de música pop. Tem até aquele que toca de tudo um pouco! Dica: fuja dos tradicionais (Bola Preta, Banda de Ipanema e de cantoras famosas como Anitta e Preta Gil), que lotam e você não acaba curtindo tanto. Detalhe: você escolhe se prefere ir de dia ou de noite.

Um outro conselho é: escolha blocos que saem perto de praia. Explico: como o carnaval rola em fevereiro e ainda é verão, os dias são bem quentes. Além de ser mais frescos, se você cansar de pular, a ideia é partir pra pegar um bronze na areia e se refrescar no mar.

Se você é fã de uma boa escola de samba, o ideal é já curtir algum ensaio de quadra que começam em outubro, com a escolha do samba enredo. E de dezembro até o último findi antes do carnaval começar, lá na Sapucaí, rola os ensaios técnicos, de graça. A cada final de semana, escolas da série A e de Acesso, usam o espaço pra saber como fica na Avenida.

E de sexta até segunda, rolam os desfiles propriamente dito. E eles são pagos e o valor depende do setor. Eu nunca fui, só consigo acompanhar pela televisão mesmo.

Mas se você tá fugindo de tumulto, a dica é dar uma de turista e aproveitar a praia e cachoeiras que a cidade oferece e que em dias normais. A minha sugestão é ir pra Zona Oeste – Recreio e Guaratiba – que são mais sossegadas.

De resto, é só tomar alguns cuidados durante esses cinco dias, escolher uma fantasia bacana, se jogar no brilho. E ai, decidiu qual o seu destino na próxima semana?

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És linda, Olinda – Carnaval parte 2

Lembra que semana passada eu chamei uma amiga pra falar do carnaval em Salvador? Então agora chegou a vez de falar de duas cidades que estão na lista pra visitar desde que nasci: Recife e Olinda. O carinho é grande porque meus avós maternos nasceram em Pernambuco.

Ou seja, tá no sangue o amor. E, pra isso, convoquei outra amiga – a Marta França, que conheci quando tinha outro blog – pra falar um pouco como é a folia lá na terra do frevo.

Em Recife o carnaval começou faz tempo! É que todo findi tem os ensaios de maracatu e que podem ser vistos lá no Marco Zero, basta aparecer. Esses ensaios servem pro folião curtir e já sentir o clima dos blocos que já abriram. O carnaval pernambucano é único por um simples motivo: somos democráticos e multiculturais. Isso sem falar que é pra todos os bolsos, já que não é preciso pagar nada pra entrar nos blocos e dura 24 horas praticamente.

E quando começa o carnaval?

Se você curte e aguenta uma boa mistura regional, com muito frevo, coco, blocos e mistura de ritmos, a minha sugestão de lugar ideal é o famoso Galo da Madrugada. Considerado o maior bloco da América Latina, a festa do Galo – como é conhecida – surgiu no final dos anos 70 quando um grupo de amigos e famílias do bairro São José – queria resgatar o tradicional (e esquecido até então!) carnaval de rua do Recife. Nessa época, era sufocado por festas de clubes. Pra quem quiser pular, anota: o bloco sai pela manhã do sábado de carnaval e dura até o final da tarde. Sempre.

Mas se você faz parte da turma que gostam de aproveitar ao máximo, as atrações ficam por conta do Marco Zero – o mesmo lugar que rolava antes, lembra ? – que fica no centro da cidade. Ou você pode ir pra Olinda, que fica distante uns seis quilômetros e que tem os famosos bonecos de Olinda. Mas uma dica: evite andar sozinho por conta de ondas de violência que infelizmente são mais recorrentes nessa época. É aquele ditado: “Seguro morreu de velho”.

Pra quem se programou e tem uma grana guardada nesse período, existem os camarotes como Carvalheira e o Aparador, e que reúnem grandes atrações nacionais e com programação exclusiva.  Quem tem criança na família, como eu, não fique preocupada: existe uma programação infantil pros pimpolhos na cidade, seja ela Recife ou Olinda.

E como toda boa cidade litorânea, duas praias bombam essa época: Porto de Galinhas se você quiser curtir um sol e banho de mar e a praia de Boa Viagem, pra juntar a galera e tomar uma cerveja ou um suco. Afinal, verão + praia + carnaval combinam!

Fora isso, aqueles cuidados de sempre e que servem pra qualquer lugar: alimente-se e dê preferência pra roupas mais leves. Ah, e não se esqueça de se hidratar, ninguém quer passar a folia no hospital. Abuse da fantasia, do glitter, das plumas e dos paetês.

Pra mais infos, acesse: http://www.penocarnaval.com.br/programacao

Bem vindo a Salvador – Carnaval, parte 1.

Fevereiro já chegou e advinha o que temos? Sim, isso mesmo: CARNAVAL. Cinco dias de descanso ou de folia pra quem curte. Esse ano eu preferi coisas mais leves – 31 chegou com força! – mas pedi pra uma amiga – Luciana Santos – contar como é as coisas por Salvador. A Lú é minha amiga de São Paulo e apesar de morar na terra da garoa é baiana de alma e coração. Confere só.

Quem aqui já pensou em passar o carnaval na Bahia? Pois é, com certeza você já ouviu muitos comentários sobre um dos maiores carnavais do país!  Afinal, somente em Salvador é possível ver a Daniela Mercury cantando ao som de um piano em cima do palco, ou Ivete, Gil e Caetano cantando juntos.

Como atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu, diz a lenda, e como você está vivo, não importa a sua preferência musical, são sete dias de festa – que começa na terça anterior e dura até a quarta feira de cinzas – na qual você escutará absolutamente de tudo, do axé até a música clássica.

*Dicas*

Tá com a grana contada? Bom, nesse caso vale a pena ir de pipoca. Lá, você não ficará em nenhum dos blocos , que são cercados por uma corda, que é segurada pelos cordeiros. Seu lugar é no lado de fora e, teoricamente sem a segurança dos guardinhas que protegem os blocos. Dessa forma, nunca leve coisas de valor, evite locais tumultuados, não vá sozinha e, se vê que está rolando briga, se afaste. Os principais circuitos são: Barra-Ondina e Campo Grande-Osmar

“Que bom você chegou, bem vindo a Salvador!”

É válido procurar um hostel ou pousada que fique próximo ao circuito, assim você economizará no transporte e ainda ficará próximo à praia. Nessa época os locais para hospedagem costumam ficar bem caro. O legal é procurar com pelo menos seis meses de antecedência um lugar pra ficar. Se for de galera, uma boa pedida é alugar um apê ou casa, muitas pessoas alugam suas próprias casas para a galera de fora. Uma das vantagens de rachar um local é que além da maioria delas terem áreas de lazer – como piscina – , acaba saindo mais barato.

Mas se você conseguiu comprar o abadá – passaporte pro lado de dentro dos blocos – cuidado na hora de buscar: muita gente costuma ficar de olho pra poder te roubar. Detalhe: cada abadá é exclusivo do seu bloco. Ah, e não se esquece de comer coisas leves e beber muita água! Se não está acostumada com o tempero forte, da uma maneirada.

Mas, se você não é fã de tumulto, sem problemas, afinal de contas estamos na Bahia! Cercada por ilhas e uma região metropolitana que abrange inúmeras praias, é possível passar o carnaval curtindo sombra, mar e água fresca. Um dos maiores e principais meio de transporte para as ilhas é o ferry boat – e que transporta até teu carro – que sai do porto de Salvador, que fica ali na cidade baixa.

A praia do Forte, localizada na região metropolitana, e onde se encontra o projeto Tamar, é um dos pontos mais visitados durante o feriado, tanto por pessoas que vão passar apenas um final de semana quanto por aqueles que escolhem o vilarejo para passar o período. Lá tem muitos hotéis e pousadas, nas quais acontecem diversas festas e passeios.

Costa do Sauípe também é ponto de encontro de diversas tribos, nacionais e internacionais. O vilarejo litorâneo, que fica no município de Mata de São João, é conhecido pela sofisticação atrelada à simplicidade. Embora esteja distante da folia da capital, no local ocorre o que pode ser chamado de carnaval particular, uma folia dedicada aos visitantes da região.

E ai, animada para passar algum carnaval na Bahia?

3.1!

Chegar numa idade nova é engraçado, vocês não acham? Não sei vocês, mas eu tiro esses primeiros vinte e seis dias do ano e tento fazer uma reflexão sobre a vida. Vê o que eu errei, o que eu acertei, o que eu preciso melhorar como pessoa, sabe? O que eu quero pro meu novo ano! Ano passado, quem me conhece, sabe a aflição que eu passei no meu dito inferno astral: eram os temidos 30 e as dúvidas, incertezas pairavam como mosquinhas na minha cabeça.

Ai veio o temido dia. E passou. E deu um alivio danado. E cá estou, 365 dias depois com os 31 batendo a porta hoje. E fiquei pensando no que eu diria pro meu eu mais jovem – lembra daquela reflexão que sempre rola aqui? – e quais conselhos eu me daria.

Siga seus instintos, seu sexto sentido

Tive a prova pelo menos umas duas vezes que tenho vários anjinhos lá em cima – ou ao meu lado – que dão aquele suporte quando você fica em dúvida de qual caminho seguir ou que simplesmente te dão O empurrão e dizem: “Go, girl”.

Se der medo, vai mesmo assim.

Sou insegura por natureza, mas esses meus 30 e já alguns me mostraram que só – e somente – eu que posso enfrentar meus monstros internos. Mande aquela mensagem, vai atrás do emprego dos seus sonhos, marque aquele intercâmbio desejado há anos, vá naquele show mesmo sozinha porque não?

Fique sempre perto dos seus pais

Pouca gente sabe, mas minha mãe faleceu tem um pouco mais de quatro anos e meu pai se divide entre duas cidades. Eu que nunca abri mão de passar a virada do ano no Rio de Janeiro, larguei tudo pro alto pra ficar com ele por várias semanas, mesmo na época que eu mais amo, o verão.

Planeje e rabisque

Garota, não há nada errado em querer ser médica aos 15 e aos 21 decidir que quer ser jornalista. Também não é louco largar um noivado porque descobriu que não ama o boy. Mesmo sendo A louca das listas e planejamentos. Não tem problema nenhum a banda tocar de improviso! É até melhor, vai por mim.

Se sinta linda – mesmo que digam que não

Mesmo que falem que você tá gorda, você tá linda. Mesmo que critiquem o seu modo de andar, relaxa, você é única. Mesmo que falem que você não tem talento nenhum, você tem. O que importa é que antes de tudo, você precisa se amar.

Aquele cara babaca é mesmo um babaca

Lembra quando o teu boy crush te trocou pela bonitinha da rua dele? Então. Ou do boy que, mesmo sendo ‘só brincadeira’, te humilhou na frente da galera? Anos depois você descobre que ele não cresceu – só formou a família com a protagonista de Malhação – e continua o mesmo idiota e babaca de sempre. Vai por mim, gata, não foi perda. Foi livramento.

Faça novos amigos, mas conserve sempre os antigos.

Se tem uma coisa que eu prezo hoje são os meus amigos. Aquele papo de ‘poucos e bons’ ou que amigos é a família que Deus permite escolher é bem válido. Mas se tem uma coisa que é importante: o melhor de conservar os antigos, é fazer novos amigos. Clichezão, mas pura verdade.

Dance, cante, rebole sempre que você quiser.

Esqueça que é mico, que faz passar vergonha. O ideal é: deu vontade, faça! Aquele velho papo de é feio é regra idiota da sociedade chata em que vivemos. Mesmo que você não saiba a coreo, mesmo que você esqueça a letra. O que vale é a diversão!

Achei no Spotify

Umas duas semanas atrás, achei sem querer uma playlist no Spotify. E sabe o que aconteceu? Viciei em cinco músicas – que eu nunca tinha ouvido falar por sinal – e trouxe pra você aqui nesse post.

Jolene – Ray La Montagne

Com uma pegada bem country e um tanto voz e violão, “Jolene”, conta sobre um cara que perdeu a mulher amada – que dá nome ao título da música – por causa de drogas e bebidas. Não é tanto minha favorita quanto as outras, mas tem um ritmo bem bacana pra ouvir numa roda de amigos.

Sing to you – John Splithoff

Essa musica foi a última da lista que eu conheci e foi super por acaso. Pelo que eu andei pesquisando, esse é o único single do cara e foi lançado tem menos de um ano. Sing to you conta a história de um cara que deseja se declarar cantando pra alguém. Apaixonada!

Adele – Water Under the Bridge

Bom, quem é meu amigo mais intimo sabe o quanto eu torci o nariz pra Adele por motivos de achar que ela mais grita do que canta. Mas, ao colocar no aleatório, do nada comecei a ouvir Water Under the Bridge e ai já subiu a janelinha de #1 da cantora. Ela até que grita um pouco, mas o balanço da canção é tão gostoso de ouvir. Fora que eu me identifiquei super com a música.

Make it to me – Sam Smith

Sam Smith faz parte do seleto grupo: gosto das músicas, mas não sou fã do artista. Assim como Adele, ele exprime uma emoção – pra mim, ok? – bem forçada na hora de cantar. Mas ai veio “Make it to me”, com a sua letra maravilhosa que me deixou suspirando pelos cantos. Ponto pra você, Sam.

Wasn’t Expecting That – Jamie Lawson

Adoro a possibilidade que as plataformas digitais oferecem para gente conhecer novos artistas. Jamie Lawnson é um deles. Com apenas um álbum lançado em 2015, traz uma das músicas mais lindas que eu já ouvi, é uma declaração e tanto pro crush. Se tornou uma das minhas favoritas de verdade, daquelas que você ouve mil vezes sem enjoar!

Síndrome de Cinderela: com que sapato vou?

Os leigos vão falar: ah, mas é tudo sapato. Na na ni na não! Pra quem tem essa teoria de que é tudo igual, o post de hoje tá trazendo um mini guia de quais os estilos de alguns sapatos – seis ao total – e um pouquinho dos motivos que levam esse nome. Afinal, não vamos ter a Síndrome de Cinderela e achar que todo sapatinho é de cristal não é mesmo?

A história conta que a sua origem vem de cerca de 10 mil anos antes de Cristo, porém alguns acreditam que foram os egípcios os responsáveis pela criação.

Oxford

Originalmente, o Oxford era exclusivamente masculino, porém nos últimos anos, a mulherada começou a incorporar esse sapato no seu guarda roupa com versões mais coloridas e até de saltos. O nome é proveniente da universidade do mesmo nome, lá na Inglaterra, já que os alunos de lá usavam muito. Na figura popular, é um tênis mais sofisticado, né?

Scarpin e Peep Toe

O ibope confirma: a cada dez mulheres, nove desejam ter scarpin no seu armário! Explico: considerado o sapato mais feminino de todos, foi popularizado nos anos 40 por nada mais nada menos Christian Dior, que queria popularizar entre as mocinhas. Em uma época pós guerra e com vários serviços escassos, Dior quis que a mulherada se sentisse mais glamourosa. Totalmente fechado, o scarpin possui salto entre 4 e 10 cm.  Já o peep toe é um calçado que tem abertura na parte dos pés. Existe também o stiletto quando o salto passa dos dez centímetros.

Chanel

Criada pela estilista Coco Chanel nos anos sessenta, esse tipo de sapato é considerado outro clássico na moda pelas mulheres. No começo, foi feito para aparentar era produzido em duas cores: uma clara e outra escura. O bico – sempre escuro – é fino e o calcanhar é aberto com uma tira fina. Hoje, a gente encontra o calçado em vários modelos coloridos.

Alpargatas

Ícone fashion nos anos 70 e entre os árabes, as alpagartas são o tipo de calçado que é a cara do verão. Com solado de borracha ou de corda e confeccionado com lona, ele é totalmente fechado e é bom pros dias em que os dedos dos pés não estão agradáveis. Além disso, são bem unissex e confortáveis e combinam com qualquer look que a gente usa quando a temperatura tá alta.

Espadrilha

Assim como a alpargata, esse tipo de calçado ficou mais pop na década de 70, já que era uma alternativa mais chique para o chinelo.  Com salto – que pode ser de corda, camurça ou palha – a espadrilha é ótima para os dias mais fresquinhos e esbanja feminilidade. Ah, detalhe: ela pode ser aberta ou fechada, ok?

 

A minha infância – Dia das Crianças

Quem aqui sente saudades da sua infância? Bom, eu sinto. E muitas! Vamos combinar que essa é a melhor das nossas fases em que não há neuras, cobranças e responsabilidades! E, amanhã é dia de comemorar o dia daqueles que tem uma pureza e um brilho próprio.

Nasci em janeiro de 86 e vivi a minha infância até quase o final dos anos 90. Em uma época que o bom mesmo era brincar na rua e sentar na frente da televisão – nessa época, sem o ‘a cabo’ pra saborear os desenhos inocentes, separei 5 coisas que marcaram essa fase que não volta mais.

Show da Xuxa

Não podia começar essa lista sem ela, minha querida e adorada Xuxa! A eterna Rainha dos Baixinhos estreou o seu programa na Rede Globo uns seis meses depois do meu nascimento e segundo fontes dignas de confiança, ela foi a minha babá por muitos e muitos tempos. O Show da Xuxa marcou toda uma geração com a nave, Paquitas – eu sou fã até hoje! – e beijinho, beijinho, tchau tchau.

Tamagoshi

Muito antes de caçar Pokemon pela cidade, as crianças da minha geração – tão velho falar isso! – tiveram outra febre: o tamagoshi. Era um brinquedo e que você precisava cuidar de um animal: dava comida, banho, brincava e não podia deixar ele doente. Cada dia era um ano de vida do bichinho e se ele morria, era só resetar o jogo que começava tudo novamente. Não sem antes chorar algumas pitangas, é claro.

Vivemos a Copa de 94

Lembro bem como se fosse semana passada e não há mais de vinte anos! Sim, meus leitores! Tem exatos vinte e dois anos que comemoramos e gritamos com o Galvão a célebre frase: “É TETRA!!’ e da também “Vai que é tua, Taffarel!” , depois de vinte anos de jejum de títulos de Copa do Mundo. A seleção era composta de Romário, Bebeto, Dunga, Tafarrel e um Ronaldo ainda não Fenômeno. Lembro que do alto dos meus oito anos, colecionei o álbum de figurinhas. Lado triste? De lá pra cá só rolou mais uma taça de campeão, em 2002.

Dançamos ao som do “É o Tchan”

Sim, era uma festinha sim e outra também que rolava esses clássicos do grupo baiano “É o tchan” e que a gente dançava como se fossemos a Carla Perez, Sheila Mello ou a Scheilla Carvalho. Aliás, até hoje quando toca ninguém fica parado! Inclusive você, que tá ai nesse exato momento lendo esse post! Com eles fomos pro Havaí, Japão, Egito e ainda nos aventuramos na selva!

Chocolate da Mônica

Outra coisa que marcou e MUITO a minha infância foram os chocolates da Turma da Mônica e que 10 entre 10 pessoas na casa dos 30 e poucos pedem pra voltar. E, posso falar? Tinha toda uma técnica para comer: primeiro era a parte preta e depois o personagem e que dava uma pena! Volta, pessoal. Ninguém nunca te pediu nada!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

O dia em que eu conheci o Bovo.

Quem já é velho conhecido por aqui , sabe o quanto eu sou fã do Daniel Bovolento – lembra que quando o blog comemorou um ano eu bem bati um papo com ele e trouxe pra cá? Ele também foi figurinha fácil lá no comecinho da nossa história, um dos primeiros #TemQueLer.

Pra quem não sabe, o Dani tá lançando o seu segundo livro, intitulado “Depois do Fim”, em que reúne 50 crônicas sobre o fim dos relacionamentos.


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Foi então que há duas semanas, eu vi que ele iria fazer uma noite de autógrafos aqui no Rio! Vi ai a oportunidade perfeita para finalmente poder ficar cara a cara com ele. Recrutei amigas, comprei o livro e fui pra fila.

Comecei lembrando – ou tentando lembrar – que eu tinha esse espaço aqui e que ele me deu ‘entrevista’. Ele disse que lembra, mas duvido muito. Mas perdoei por esse esquecimento.

O que dizer do Dani? Que pessoa atenciosa! A cada pessoa que chegava, ele fazia questão de ou levantar antes ou no fim e dar um abraço. Explicava sobre a sinopse do seu livro, perguntava se tava rolando o “fim pra você” e emendava em um papo bem gostoso e divertido. Sim, eu poderia ficar horas e horas conversando com ele.

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Sabe aquela pessoa que você podia passar horas conversando e rindo abertamente? Foi exatamente assim que me senti, como se ele fosse um amigo meu de anos que soubesse a minha vida toda – e de fato sabe, tamanha exatidão e conhecimento quando me identifico a cada texto.

Fui dedurada por uma das amigas e precisei confessar que não saberia se tinha maturidade emocional pra ler ‘Depois do Fim’ sem uma panela de brigadeiro do lado. Dani falou que era assim mesmo, que os primeiros sete ou oito textos são os mais tensos. Mas que depois melhora, ele promete.

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Conversamos ainda sobre frio, Buenos Aires, livros de amor e a promessa que a cada texto eu iria mandar uma mensagem pra ele. Me despedi com um novo abraço e a certeza que sai de lá muito mais fã do que entrei, com um bando de foto e o livro autografado por ele.

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Ah, e um agradecimento especial pras meninas que me acompanharam nessa jornada. Girls, i love u.

[Aperta o play] : #Tag 10 músicas

Revirando alguns canais no Youtube, achei a seguinte tag: ’20 músicas’. E achei engraçada ver o gosto musical da galera. Como não tenho canal, resolvi adaptar e criei a minha própria lista. Eu já queria há tempos responder algumas TAGs e achei o momento  bem propício. Dá o play!

– Que tá no repeat:
Not a bad thing – Justin Timberlake

Eu amo tanto essa música e ela me representa tanto que eu sou capaz de ouvir o dia todo, sem conseguir enjoar. Quem me apresentou ela foi uma amiga há uns dois anos e desde então virou meu xodó. O amor é tanto que mesmo já tendo uma música #1 pro meu livro, quando vi a letra dessa, não tive duvidas: vai entrar também.

– A que te tira da bad:
Stronger – Kelly Clarkson

Sabe música boa que você ouve naquele momento X da vida, se identifica e vira favoritinha sempre que rola um momento bad na vida e só de ouvir, você melhora? Pra mim, é Stronger, da Kelly Clarkson. E ela ta longe mesmo de ser uma das minhas cantoras preferidas. A letra diz tudo e oh, recomendo se você precisa de um up na vida.

What doesn’t kill you makes you stronger
Stand a little taller
Doesn’t mean I’m lonely when I’m alone
What doesn’t kill you makes a fighter
Footsteps even lighter
Doesn’t mean I’m over cause you’re gone

– Favorita da vida:
Here Without you – 3 Doors Down

Lembra lá em cima que eu falei que o livro que to escrevendo tem até trilha? E que tem a música que é carro chefe? Pronto, é essa a minha favorita da vida. Eu amo tanto essa canção do “3 Doors Down’. Não tenho muito o que falar, só ouvir!

– Torço nariz pra:
Roar – Katy Perry

Minha máxima é de que quando não gosto de uma coisa eu nem procuro perto de mim. E eu tenho um pequeno leve bode da Katy Perry, pronto falei. Até curto as músicas dela, mas não sei se pagaria para ver um show solo dela, por exemplo. Entre todas, a que acho mais chatinha é Roar.

– Favorita pra dançar:
Na Batida – Anitta

Eu amo funk e sou fã da Anitta – e que me perdoem os moralistas de plantão! – mas o som dela é bom demais. E é uma das minhas favoritas quando o assunto é dançar na night.

– Que te faz chorar:
Photograph – Ed Sheeran

Falei o quanto me emocionei quando eu vi “Como eu era antes de você”, não é? Acho que eu ainda não consegui absorver – mesmo já sabendo qual era o final! – e é só tocar essa canção que ta na trilha do filme e desato a chorar.

– A que representa um momento feliz:
Coração apertado – Thaeme e Thiago

Já falei outras vezes que eu associo muito lugares, fatos e pessoas com músicas. Sejam eles bons ou ruins. E quando pensei em uma música que representa um momento feliz, entre tantas, a primeira que me veio na cabeça foi essa, da dupla Thaeme e Thiago. Fui em um show deles no fim do ano passado e desde então tenho um carinho sempre que eu ouço essa música.

– Que você nunca vai esquecer
Aquela dos 30 – Sandy

Se você é no mínimo leitor do blog, já deu pra entender que a minha cantora favorita é a Sandy. Sou fã de ir e chorar no show, sim! E de todas cantadas por ela em mais de vinte anos de carreira, “Aquela dos 30” tem um gostinho especial: ela me representa e muito! Esse ano fiz trinta e desde que a San lançou essa canção, eu ficava contando os dias. Acho que faz parte das poucas músicas que nunca vou esquecer.

– Que você quer casar:
When I fall in love – Nat King Cole

Não sei quando eu decidi que essa seria A música do meu casamento – que está longe de rolar, diga-se de passagem! – mas eu sou tão apaixonada por ela e ela me traz uma paz tão grande que eu nem sei explicar.

– A que você canta bem alto:
Nada é por acaso- Sandy e Júnior

Claaaro que meus ídolos ad eternum iriam aparecer aqui. E, olha, foi difícil escolher a deles que eu gosto de cantar bem, bem alto! E essa faz parte do meu trio de músicas bem alto!

#TemQueLer: “O Casamento”

Cansei de comentar aqui o quanto o Nicholas Sparks é meu autor favorito, não é? Mesmo ele me decepcionando com os seus últimos lançamentos, existem alguns livros que eu tenho um carinho todo especial. E um deles é ‘O Casamento’ e que tem um dos finais mais surpreendentes.

Para quem não sabe, esse é basicamente a continuação de “O Diário de uma Paixão”, talvez o mais conhecido do Sparks. Os protagonistas da vez são Wilson e Jane, ela filha do famoso e adorado casal Noah e Allie.


Sinopse: Após quase 30 anos de casamento, Wilson Lewis é obrigado a encarar uma dolorosa verdade: sua esposa, Jane, parece ter deixado de amá-lo, e ele é o único culpado disso.

Viciado em trabalho, Wilson costumava passar mais tempo no escritório do que com a família. Além disso, nunca conseguiu ser romântico como o sogro era com a própria mulher. A história de amor dos pais de Jane, contada em Diário de uma paixão, sempre foi um exemplo para os filhos de como um casamento deveria ser.

Diante da incapacidade do marido de expressar suas emoções, Jane começa a duvidar de que tenha feito a escolha certa ao se casar com ele. Wilson, porém, sente que seu amor pela esposa só cresceu ao longo dos anos. Agora que seu relacionamento está ameaçado, ele vai fazer o que for necessário para se tornar o homem que Jane sempre desejou que ele fosse.

Editora: Arqueiro

Autor: Nicholas Sparks

Páginas: 224

Ano: 2003


Wilson percebe que a sua relação está falida quando ele esquece o vigésimo nono aniversário de casamento. E, advinha para quem ele vai pedir conselhos? Para o próprio Noah, é claro! A essa altura, Allie já faleceu e ele vive em uma casa de repouso esperando a sua vez.

O idoso sabiamente o aconselha a reconquistar a esposa, como da primeira vez. O advogado decide reformar a casa dos pais de Jane, um dos lugares preferidos da esposa durante aquele próximo ano.

“Eu tinha começado a me perguntar não apenas se Jane me amava, como também se ela queria me amar” (página 144)

É então que a filha Anna – eles tem mais dois: Joseph e Leslie – e resolve casar justamente no dia do aniversário de 30 anos dos seus pais. Bom, contar mais iria estragar o enredo que, confesso, me surpreendeu bastante.

Terminei o livro com uma sensação de surpresa total e não, não foi clichê. Ao contrário, achei de uma sutileza tão pura e tão suave. E, para quem já leu quase todos os livros do Sparks, entrego aqui: ele nunca me surpreendeu tanto, de verdade. Eu posso dizer que ele encabeça meus Top #3 de favoritos do autor.

#TemQueLer: “Cavalo de Guerra”

livro

Quem aqui ta sofrendo com o fim das Olimpíadas? Bom, eu estou e muito! E como eu já falei aqui, eu fui torcer pro Hipismo. E como hoje é dia de #TemQueLer, entrei no clima trazendo um livro que retrata esse universo: Cavalo de Guerra. E, sim, o filme que tem o mesmo nome foi inspirado e baseado na publicação escrita por Michael Morpugo. A história é tão maravilhosa que eu terminei em um dia e meio, já que o público é o infanto juvenil.


Sinopse: Em 1914, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, Joey, um belo Cavalo de pelo avermelhado e uma cruz branca na fronte, é vendido para o Exército inglês e enviado para frentes de batalha na França. Lá, o destemido Cavalo enfrenta o inimigo e vê de perto o horror das violentas batalhas.

Mesmo em meio à desolação das trincheiras, a coragem e a determinação de Joey sensibilizam os soldados do front e ele consegue encontrar consolo e esperança. Seu coração, contudo, sofre com a saudade que sente do jovem Albert, que ele foi obrigado a abandonar… Será que ele nunca mais voltará a ver seu verdadeiro dono e amigo?

Autor: Michael Morpurgo
Editora: WMF
Páginas: 177


O ano é 1914, Inglaterra. Joey é um cavalo puro sangue de pelo avermelhado com uma cruz branca na sua testa. O seu dono e melhor amigo é Albert, desde que era um potrinho. Porém, a fazenda do pai de Albert não ta bem financeiramente por causa da Primeira Guerra Mundial e ele vende o animal escondido do filho para a Cavalaria do Exército Britânico.

“Mas não importa, já superei esse medo. Tudo graças a você, Joey. Você me devolveu a confiança. É como se agora eu pudesse fazer qualquer coisa. Quando estou com você, sinto-me como um cavaleiro de armadura”

Claro que o rapaz fica completamente desolado e sai em busca do seu parceiro, se alistando para poder procurar Joey. Enquanto isso, o cavalo está enfrentando os temores da guerra e se perguntando quando irá reencontrar o seu grande amigo Albert.

Se perguntando? Sim, o livro é narrado pelo Joey. Para aqueles que amam o universo eqüino esse é um livro que transpira amor e a bela relação entre humanos e cavalos. Vale a leitura e depois dá o play no filme que é maravilhoso também!

Elle + C&A

Chega hoje nas lojas da C&A a sua mais nova parceria. Depois de ousar com estilistas famosos como Lolitta, Isabela Capeto e celebs como a Kim Kardashian, a rede de lojas fast fashion veio com um diferencial: dessa vez quem assina a coleção é nada mais, nada menos do que a revista ELLE.

A homenagem fica por conta do item mais desejado por nós, mulheres: o LBD (Little Black Dress), ou o famoso vestidinho preto básico. Chamada de “C&A + ELLE” vem contando a história de sete décadas da moda através das suas peças.

Meu favorito: anos 60

A trajetória começa nos anos 40 e vai até os anos 2000 e em cada vestido uma característica que marcou a época. E sim, todos pretos.Essa ideia, segundo a diretora da revista, surgiu no momento em que se pensava em algo diferente para comemorar os setenta anos da publicação no mundo e vale lembrar que é algo inédito.

“É o nosso primeiro licenciamento no Brasil e estamos super felizes de estar junto com a C&A nessa nova experiência”, afirma Susana Barbosa.

Para quem não é fã dos vestidos, a coleção conta com outros itens: modelos de t-shirts, calças de alfaiataria e cardigãs. O preço dos vestidos é um tanto quanto salgado: cada um custa 199 reais. Já as blusas têm o valor de 39,99 reais, os casaquinhos 79,90 e a calça 99,90.

Olimpíadas 2016, eu fui!

Ano passado, quando saiu o calendário das competições das Olimpíadas, eu não pensei duas vezes: preciso ver o Hipismo. Mesmo sendo fã das outras modalidades, era lá, com os cavalos que eu queria estar. Corri pra me inscrever pra primeira fase – que foi de sorteio – e nem acreditei quando recebi o email me avisando que eu havia sido sorteada. Era abril de 2015.

Mais de um ano depois, finalmente o grande dia chegou. Seis de agosto de 2016. Eu havia escolhido assistir o CCE, que é o Curso Completo de Equitação e é dividido em três dias de provas: Adestramento, Country e Salto. A nossa equipe é composta pelos cavalheiros: Márcio Appel, Carlos Parro, Ruy Fonseca e Márcio Jorge.IMG_20160806_121450_203

Os dois primeiros dias são dedicados ao Adestramento que é a etapa em que o conjunto – cavalo e cavalheiro – precisa comandar o animal em certos movimentos: trotes, passos e galopes. E, nisso, eles são julgados por três juízes que vão descontando pontos a cada erro. No primeiro dia, foram um total de trinta e três apresentações.

Como a prova envolve animais, o silêncio por parte dos espectadores é algo indispensável, pois atrapalha o desenvolvimento da demonstração do conjunto. E, como eu sou apaixonada pelo universo, ficava maravilhada a cada entrada.

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A competição começou às dez horas da manhã em ponto e eu cheguei com uns trinta minutos de antecedência. Escolhi meu lugar bem de frente a pista em que os movimentos iriam ser executados. Porém, por causa do calor nível Senegal, precisei me ausentar algumas vezes pra lavar o rosto e encher a minha garrafa de água, já que os preços por lá são bem absurdos.

Ao total foram quatro blocos de oito apresentações, com intervalos de trinta minutos em média (apenas um foi de um pouco mais de uma hora) e no meio do segundo bloco precisei trocar de lugar para um mais calmo, já que as pessoas a minha volta insistiam em conversar e não prestar atenção no que tava rolando. E foi até melhor, já que pude ter uma visão total da pista

O evento foi até as quatro da tarde e fiquei até o final mesmo, queria aproveitar tudinho e respirar hipismo, cavalos e competição! Apesar dos problemas que enfrentamos antes, foi emocionante estar lá e fazer parte e torcer, sabe? Tentei aproveitar ao máximo, então quase não fiz vídeos ou tirei fotos. Juntei três vídeos que fiz pro meu snap (natalia.mylonas) e coloquei aqui.

Dia dos Avós: O que fazer ?

Sabe o que se comemora hoje, 26 de julho? O dia dos Avós! A data existe, pois se comemora o dia de Santa Ana e São Joaquim, que foram os avós de Jesus Cristo. Apesar de não ser uma data tão famosa como mães, pais e namorados é sempre bom lembrar daqueles que nos mimam desde o nosso primeiro minuto de vida.

Eu e a vovó em 1900 e bolinha!

Eu não tenho mais a minha vovó comigo, mas se você tem, prepare-se pra ler esse post com quatro idéias de como aproveitar as pessoinhas que são duas vezes nossos pais e mães.

Faça uma visita surpresa a ele/ela.

Sim, sabemos que às vezes a vida conturbada e corrida façam com que a gente não visite tanto essas figuras que representam tanto a nossa infância. Aproveita a hora do almoço ou o fim do expediente pra aparecer onde ele/ela mora. Posso garantir, a felicidade será dos dois lados.

 

Prepare você mesmo um presente.

Vale cartão escrito por você, vale um porta retrato com a sua foto pequena (avós a-m-a-m mostrar a gente!) ou com você na idade atual mesmo. Vale inclusive uma ligação caso vocês morem longe um do outro.

Chame ele/ela pra viajar um findi qualquer.

E não precisa necessariamente viajar, pode ser um passeio divertido entre avós e netos. Aquele restaurante que ela adora, um museu com uma exposição incrível ou até aquele ponto turístico que ela te levava quando criança! O importante é aproveitar o momento só

E, principalmente:

Encha de mimos, beijos e abraços e diga o quanto a/o ama! E se possível faça essas três dicas de cima. Nunca podemos prever o quanto eles não estarão mais conosco – é triste, mas é a realidade.

Paulistas x Cariocas: o vídeo!

Nunca contei aqui, mas entre 2008 e 2011 (ou menos, talvez!) eu tive um blog, já deletado. Ainda era uma mera estudante de jornalismo e quis me aventurar na parte da escrita, mas nada muito profissional. Dava na telha de escrever um assunto X, abrir o blogspot e tcharan. Post novinho. Escrever o texto, sem lead, sem saber se o feedback era ok, sem pensar. Aprendi muito que vocês nem imaginam!

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Nós duas no RiR/2013

E entre tantas coisas bacanas que a internet proporciona foi nesse momento também que veio as amizades. E a primeira, sem dúvida foi a Camilla, que também tinha um blog. Era 2009, o momento era conturbado pra mim. Ela, terminando a faculdade, também de jornalismo. Eu, na metade e sem saber que rumo tomar. Emails e mais emails trocados quase que diariamente. Sim, meus caros. O whatsapp nem tinha dado as caras por aqui.

O tempo passou, nos conhecemos pessoalmente e ficamos mais unidas. Rimos, bebemos, brincamos e nos entendemos pelo olhar já, mesmo com pouca convivência. A Cá é daquelas amigas loucas que embarcam na suas maluquices e teorias sem te julgar! Dividimos nosso amor pelo ator Marco Pigossi, olha! Somos fãs de novelas antigas e até já temos o projeto de escrever a nossa a quatro mãos.

Até que resolvi largar minha vida em 2014 aqui no Rio e passar uma temporada pra fazer um curso lá em São Paulo, cidade em que a Camilla vive. E quem estava comigo, na mesma sala de aula? A Camilla, claro! Tanto ela quanto a família e os amigos me receberam super bem.

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Aniversário da Cá – SP, 2014

E foi entre uma aula e outra sobre o que a gente ama – o Jornalismo Feminino -que o mosquitinho do blog picou nós duas novamente e o cantinho dela – o Fik Dik – nasceu poucos meses antes do Entre Nós. E desde o comecinho do ano, a Camilla resolveu se aventurar no mundo dos vlogs! Metida que sou, quando soube que ela iria passar no começo do mês um findi aqui em terras cariocas, fui bem direta: ‘Quero participar do seu canal!”. E como deu pra perceber lá no título, o tema foi beem bacana: falamos – e muito! – as diferenças que existem entre os Paulistas (Camilla) e Cariocas (Eu, Natália).

Espero que vocês curtam e se divirtam tanto quanto nós duas curtimos gravar! E aquilo que vocês já sabem: dá o like e se inscreva no canal. Quem sabe, um dia, não me animo para fazer um canal meu também. Só dar play no vídeo abaixo: