Ô abre alas – Carnaval parte 3

Foliões! Tá chegando a hora! Falta apenas uma semana pro Carnaval. E se antes eu falei de Salvador e de Recife/Olinda, o terceiro post especial é da festa na Cidade Maravilhosa. E hoje quem fala sou eu mesma! Preparados? Assim como na Bahia e em Pernambuco, Carnaval aqui no Rio de Janeiro é bem democrático. Por ser uma cidade grande, existem opções pra todos os gêneros.

Vamos começar pelos blocos. Gratuitos, você encontra de todos os estilos musicais. Tem pro fã de sertanejo, de pagode, de axé, de marchinha, de funk e de música pop. Tem até aquele que toca de tudo um pouco! Dica: fuja dos tradicionais (Bola Preta, Banda de Ipanema e de cantoras famosas como Anitta e Preta Gil), que lotam e você não acaba curtindo tanto. Detalhe: você escolhe se prefere ir de dia ou de noite.

Um outro conselho é: escolha blocos que saem perto de praia. Explico: como o carnaval rola em fevereiro e ainda é verão, os dias são bem quentes. Além de ser mais frescos, se você cansar de pular, a ideia é partir pra pegar um bronze na areia e se refrescar no mar.

Se você é fã de uma boa escola de samba, o ideal é já curtir algum ensaio de quadra que começam em outubro, com a escolha do samba enredo. E de dezembro até o último findi antes do carnaval começar, lá na Sapucaí, rola os ensaios técnicos, de graça. A cada final de semana, escolas da série A e de Acesso, usam o espaço pra saber como fica na Avenida.

E de sexta até segunda, rolam os desfiles propriamente dito. E eles são pagos e o valor depende do setor. Eu nunca fui, só consigo acompanhar pela televisão mesmo.

Mas se você tá fugindo de tumulto, a dica é dar uma de turista e aproveitar a praia e cachoeiras que a cidade oferece e que em dias normais. A minha sugestão é ir pra Zona Oeste – Recreio e Guaratiba – que são mais sossegadas.

De resto, é só tomar alguns cuidados durante esses cinco dias, escolher uma fantasia bacana, se jogar no brilho. E ai, decidiu qual o seu destino na próxima semana?

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[Aperta o Play]: Sandy

É novidade aqui o quanto eu sou fã da Sandy aqui no blog? Hoje a cantora completa 34 anos e sou fã e me acho tão parecida com ela em tantos aspectos: descobri depois que temos mesmo signo, ascendente e lua, ok pra você?

Meu amor por ela começou lá em 1997 – ufa, 20 anos – desde que eu vi no cinema o filme “O noviço rebelde” e desde então eu sou orgulhosa de dizer o quanto sou fã da Sandy. Tentei, com muita dificuldade, confesso, separar algumas das minhas músicas preferidas dela.

Aquela dos 30

Quem leu o post de ontem, vai saber o quanto eu peguei pra mim essa música, né? A Sandy gravou quando ela mesma tava perto dos ~temidos 30~ e me identifiquei tanto com ela e tudo o que ela me falava que ponto: é nossa. É uma das raras canções que me emocionam – tanto que eu sempre choro quando ouço no show.

Não dá pra não pensar

É a minha favorita dos tempos da dupla e me faz lembrar bastante a minha adolescência. Além disso, essa música é a carro chefe do meu álbum favorito, aquele que tinha a capa em p&b.

Segredo

Acho essa música tão sensacional que às vezes me faltam palavras, de verdade. O enredo dela é simples: ela larga o cara e mesmo assim sente falta Anos depois o reencontra e quer saber se eles ainda podem contar segredos um para o outro, já que ela mudou.

Nada é por acaso

“Nada é por acaso e nem precisa ter razão”, é assim o refrão da música que também fazia parte do meu CD favorito. E quem nunca usou a frase, hein? “Aaah, como eu quero você!”

Perdida e Salva

Fã que é fã dedica essa música pra Sandy. É só prestar atenção na letra. “E apesar de ser tão imenso, cabe em mim, o mundo que você me deu.” Eu adoro – novidade –  tanto que coloquei na lista de músicas do meu livro

Quando você passa

Ou Turu turu, pros íntimos. Dispensa apresentações, tem som de adolescência e de sofrer pelo crush.

 

3.1!

Chegar numa idade nova é engraçado, vocês não acham? Não sei vocês, mas eu tiro esses primeiros vinte e seis dias do ano e tento fazer uma reflexão sobre a vida. Vê o que eu errei, o que eu acertei, o que eu preciso melhorar como pessoa, sabe? O que eu quero pro meu novo ano! Ano passado, quem me conhece, sabe a aflição que eu passei no meu dito inferno astral: eram os temidos 30 e as dúvidas, incertezas pairavam como mosquinhas na minha cabeça.

Ai veio o temido dia. E passou. E deu um alivio danado. E cá estou, 365 dias depois com os 31 batendo a porta hoje. E fiquei pensando no que eu diria pro meu eu mais jovem – lembra daquela reflexão que sempre rola aqui? – e quais conselhos eu me daria.

Siga seus instintos, seu sexto sentido

Tive a prova pelo menos umas duas vezes que tenho vários anjinhos lá em cima – ou ao meu lado – que dão aquele suporte quando você fica em dúvida de qual caminho seguir ou que simplesmente te dão O empurrão e dizem: “Go, girl”.

Se der medo, vai mesmo assim.

Sou insegura por natureza, mas esses meus 30 e já alguns me mostraram que só – e somente – eu que posso enfrentar meus monstros internos. Mande aquela mensagem, vai atrás do emprego dos seus sonhos, marque aquele intercâmbio desejado há anos, vá naquele show mesmo sozinha porque não?

Fique sempre perto dos seus pais

Pouca gente sabe, mas minha mãe faleceu tem um pouco mais de quatro anos e meu pai se divide entre duas cidades. Eu que nunca abri mão de passar a virada do ano no Rio de Janeiro, larguei tudo pro alto pra ficar com ele por várias semanas, mesmo na época que eu mais amo, o verão.

Planeje e rabisque

Garota, não há nada errado em querer ser médica aos 15 e aos 21 decidir que quer ser jornalista. Também não é louco largar um noivado porque descobriu que não ama o boy. Mesmo sendo A louca das listas e planejamentos. Não tem problema nenhum a banda tocar de improviso! É até melhor, vai por mim.

Se sinta linda – mesmo que digam que não

Mesmo que falem que você tá gorda, você tá linda. Mesmo que critiquem o seu modo de andar, relaxa, você é única. Mesmo que falem que você não tem talento nenhum, você tem. O que importa é que antes de tudo, você precisa se amar.

Aquele cara babaca é mesmo um babaca

Lembra quando o teu boy crush te trocou pela bonitinha da rua dele? Então. Ou do boy que, mesmo sendo ‘só brincadeira’, te humilhou na frente da galera? Anos depois você descobre que ele não cresceu – só formou a família com a protagonista de Malhação – e continua o mesmo idiota e babaca de sempre. Vai por mim, gata, não foi perda. Foi livramento.

Faça novos amigos, mas conserve sempre os antigos.

Se tem uma coisa que eu prezo hoje são os meus amigos. Aquele papo de ‘poucos e bons’ ou que amigos é a família que Deus permite escolher é bem válido. Mas se tem uma coisa que é importante: o melhor de conservar os antigos, é fazer novos amigos. Clichezão, mas pura verdade.

Dance, cante, rebole sempre que você quiser.

Esqueça que é mico, que faz passar vergonha. O ideal é: deu vontade, faça! Aquele velho papo de é feio é regra idiota da sociedade chata em que vivemos. Mesmo que você não saiba a coreo, mesmo que você esqueça a letra. O que vale é a diversão!

[Aperte o Play]: Parece que foi ontem!

Viram o título? Pode não parecer, mas 2007 foi há dez anos! Eu tava largando uma faculdade e começando a fazer Jornalismo e tinha meus bons – que saudades! – 21 anos.  Os extintos orkut e o msn ainda eram OS caras das redes sociais. O youtube tinha um pouco mais de dois anos de criação e foi o ano que minha dupla favorita – Sandy e Júnior – encerrou sua carreira. Ou seja, foi pra lá de marcante, né?

Pois é, parece clichê, mas parece que foi ontem não é? E esse post é especial. Cinco músicas que marcaram o meu ano de 2007. Vamos dar o play ?

Girlfriend – Avril Lavigne

Parece bizarro, mas se prestar atenção a Avril não mudou nada nos últimos anos. Tirando a parte que queremos saber qual formol ela usa, a canadense lançava o seu hit Girlfriend. No clipe, Avril faz dupla interpretação: da namorada que é zoada por todo mundo e da sua rival, que quer justamente roubar o boy.

Say Ok – Vanessa Hudgens

Embalada pelo sucesso do segundo filme da High School Music, Vanessa Hudgens, a protagonista da trilogia lançava o seu primeiro sucesso solo, Say Ok. Eu amava (ou ainda amo?) essa música que falava sobre uma garota que não sabia se dava ou não uma chance pro crush. #quemnunca

Se ela dança, eu danço – Mc Leozinho

Muito antes de Anitta e Ludimila, quem predominava o cenário do funk carioca era Mc Leozinho. Embalada pelo seu sucesso anterior, “Ela só pensa em beijar”, Leozinho, veio com “Se ela dança, eu danço” que bombou nas pistas. Afinal, falei pro DJ!

Umbrella – Rihanna

Antes da RiRi se tornar essa pessoa que muda de cabelo como eu mudo de roupa, ela ainda era a menina do guarda chuva. Umbrella foi uma das primeiras músicas que a lançou pro mercado de música pop, fiquei pasma quando vi o tempo que tem. É uma das minhas favoritas delas, lembra que falei aqui?

Paraíso Proibido – Strike

2007/2008 foi O ano das bandas de rock – Nx Zero, ForFun, CatchSide – Strike sempre teve as músicas mais legais. E “Paraíso Proibido” fez tanto sucesso que foi tema de abertura da novela “Malhação” naquela temporada.

A minha infância – Dia das Crianças

Quem aqui sente saudades da sua infância? Bom, eu sinto. E muitas! Vamos combinar que essa é a melhor das nossas fases em que não há neuras, cobranças e responsabilidades! E, amanhã é dia de comemorar o dia daqueles que tem uma pureza e um brilho próprio.

Nasci em janeiro de 86 e vivi a minha infância até quase o final dos anos 90. Em uma época que o bom mesmo era brincar na rua e sentar na frente da televisão – nessa época, sem o ‘a cabo’ pra saborear os desenhos inocentes, separei 5 coisas que marcaram essa fase que não volta mais.

Show da Xuxa

Não podia começar essa lista sem ela, minha querida e adorada Xuxa! A eterna Rainha dos Baixinhos estreou o seu programa na Rede Globo uns seis meses depois do meu nascimento e segundo fontes dignas de confiança, ela foi a minha babá por muitos e muitos tempos. O Show da Xuxa marcou toda uma geração com a nave, Paquitas – eu sou fã até hoje! – e beijinho, beijinho, tchau tchau.

Tamagoshi

Muito antes de caçar Pokemon pela cidade, as crianças da minha geração – tão velho falar isso! – tiveram outra febre: o tamagoshi. Era um brinquedo e que você precisava cuidar de um animal: dava comida, banho, brincava e não podia deixar ele doente. Cada dia era um ano de vida do bichinho e se ele morria, era só resetar o jogo que começava tudo novamente. Não sem antes chorar algumas pitangas, é claro.

Vivemos a Copa de 94

Lembro bem como se fosse semana passada e não há mais de vinte anos! Sim, meus leitores! Tem exatos vinte e dois anos que comemoramos e gritamos com o Galvão a célebre frase: “É TETRA!!’ e da também “Vai que é tua, Taffarel!” , depois de vinte anos de jejum de títulos de Copa do Mundo. A seleção era composta de Romário, Bebeto, Dunga, Tafarrel e um Ronaldo ainda não Fenômeno. Lembro que do alto dos meus oito anos, colecionei o álbum de figurinhas. Lado triste? De lá pra cá só rolou mais uma taça de campeão, em 2002.

Dançamos ao som do “É o Tchan”

Sim, era uma festinha sim e outra também que rolava esses clássicos do grupo baiano “É o tchan” e que a gente dançava como se fossemos a Carla Perez, Sheila Mello ou a Scheilla Carvalho. Aliás, até hoje quando toca ninguém fica parado! Inclusive você, que tá ai nesse exato momento lendo esse post! Com eles fomos pro Havaí, Japão, Egito e ainda nos aventuramos na selva!

Chocolate da Mônica

Outra coisa que marcou e MUITO a minha infância foram os chocolates da Turma da Mônica e que 10 entre 10 pessoas na casa dos 30 e poucos pedem pra voltar. E, posso falar? Tinha toda uma técnica para comer: primeiro era a parte preta e depois o personagem e que dava uma pena! Volta, pessoal. Ninguém nunca te pediu nada!

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

O dia em que eu conheci o Bovo.

Quem já é velho conhecido por aqui , sabe o quanto eu sou fã do Daniel Bovolento – lembra que quando o blog comemorou um ano eu bem bati um papo com ele e trouxe pra cá? Ele também foi figurinha fácil lá no comecinho da nossa história, um dos primeiros #TemQueLer.

Pra quem não sabe, o Dani tá lançando o seu segundo livro, intitulado “Depois do Fim”, em que reúne 50 crônicas sobre o fim dos relacionamentos.


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Foi então que há duas semanas, eu vi que ele iria fazer uma noite de autógrafos aqui no Rio! Vi ai a oportunidade perfeita para finalmente poder ficar cara a cara com ele. Recrutei amigas, comprei o livro e fui pra fila.

Comecei lembrando – ou tentando lembrar – que eu tinha esse espaço aqui e que ele me deu ‘entrevista’. Ele disse que lembra, mas duvido muito. Mas perdoei por esse esquecimento.

O que dizer do Dani? Que pessoa atenciosa! A cada pessoa que chegava, ele fazia questão de ou levantar antes ou no fim e dar um abraço. Explicava sobre a sinopse do seu livro, perguntava se tava rolando o “fim pra você” e emendava em um papo bem gostoso e divertido. Sim, eu poderia ficar horas e horas conversando com ele.

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Sabe aquela pessoa que você podia passar horas conversando e rindo abertamente? Foi exatamente assim que me senti, como se ele fosse um amigo meu de anos que soubesse a minha vida toda – e de fato sabe, tamanha exatidão e conhecimento quando me identifico a cada texto.

Fui dedurada por uma das amigas e precisei confessar que não saberia se tinha maturidade emocional pra ler ‘Depois do Fim’ sem uma panela de brigadeiro do lado. Dani falou que era assim mesmo, que os primeiros sete ou oito textos são os mais tensos. Mas que depois melhora, ele promete.

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Conversamos ainda sobre frio, Buenos Aires, livros de amor e a promessa que a cada texto eu iria mandar uma mensagem pra ele. Me despedi com um novo abraço e a certeza que sai de lá muito mais fã do que entrei, com um bando de foto e o livro autografado por ele.

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Ah, e um agradecimento especial pras meninas que me acompanharam nessa jornada. Girls, i love u.

Olimpíadas 2016, eu fui!

Ano passado, quando saiu o calendário das competições das Olimpíadas, eu não pensei duas vezes: preciso ver o Hipismo. Mesmo sendo fã das outras modalidades, era lá, com os cavalos que eu queria estar. Corri pra me inscrever pra primeira fase – que foi de sorteio – e nem acreditei quando recebi o email me avisando que eu havia sido sorteada. Era abril de 2015.

Mais de um ano depois, finalmente o grande dia chegou. Seis de agosto de 2016. Eu havia escolhido assistir o CCE, que é o Curso Completo de Equitação e é dividido em três dias de provas: Adestramento, Country e Salto. A nossa equipe é composta pelos cavalheiros: Márcio Appel, Carlos Parro, Ruy Fonseca e Márcio Jorge.IMG_20160806_121450_203

Os dois primeiros dias são dedicados ao Adestramento que é a etapa em que o conjunto – cavalo e cavalheiro – precisa comandar o animal em certos movimentos: trotes, passos e galopes. E, nisso, eles são julgados por três juízes que vão descontando pontos a cada erro. No primeiro dia, foram um total de trinta e três apresentações.

Como a prova envolve animais, o silêncio por parte dos espectadores é algo indispensável, pois atrapalha o desenvolvimento da demonstração do conjunto. E, como eu sou apaixonada pelo universo, ficava maravilhada a cada entrada.

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A competição começou às dez horas da manhã em ponto e eu cheguei com uns trinta minutos de antecedência. Escolhi meu lugar bem de frente a pista em que os movimentos iriam ser executados. Porém, por causa do calor nível Senegal, precisei me ausentar algumas vezes pra lavar o rosto e encher a minha garrafa de água, já que os preços por lá são bem absurdos.

Ao total foram quatro blocos de oito apresentações, com intervalos de trinta minutos em média (apenas um foi de um pouco mais de uma hora) e no meio do segundo bloco precisei trocar de lugar para um mais calmo, já que as pessoas a minha volta insistiam em conversar e não prestar atenção no que tava rolando. E foi até melhor, já que pude ter uma visão total da pista

O evento foi até as quatro da tarde e fiquei até o final mesmo, queria aproveitar tudinho e respirar hipismo, cavalos e competição! Apesar dos problemas que enfrentamos antes, foi emocionante estar lá e fazer parte e torcer, sabe? Tentei aproveitar ao máximo, então quase não fiz vídeos ou tirei fotos. Juntei três vídeos que fiz pro meu snap (natalia.mylonas) e coloquei aqui.

Filmes de aniversário + 2 anos do blog

É com imenso carinho que hoje, dia 01 de agosto, esse cantinho completa dois anos de vida. Terceiro cantinho meu no mundo virtual – o primeiro, no auge dos meus 17 anos nos primórdios do já extinto weblogger (quem tem mais de 25 vai saber o que to falando!) e o segundo, no começo da faculdade e como já falei aqui em um post anterior e que foi abandonado em 2011.

Em 2014, depois de fazer um curso em SP de Jornalismo Feminino e o bichinho do blog me mordeu de novo e demorei um pouco pra voltar pra esse mundo. Foi então que criei o “Entre Nós”, um lugar mais a minha cara, em que eu pudesse escrever um bocadinho do universo que eu tanto gosto: o feminino.

E, pra celebrar esse segundo ano, listei aqui cinco filmes que tem como tema… aniversários, é claro! Vamos começar?

De repente, 30

Esse é um dos filmes que me fez apaixonar e decidir pelo jornalismo. Jenny tem 13 anos e como tudo nessa idade é um drama só, ela sofre por ser rejeitada pelas populares da escola e pelo garoto que ela gosta. Eis que no seu aniversário de treze anos, ela faz um pedido para que tenha logo 30, idade que ela considera perfeita. O desejo é atendido e de repente, a idade nova ta ali e uma nova vida pra Jenny. Só que ta longe de ser perfeita. Destaque pro flashmob de Thriller, clássico do Michael Jackson.

Lua Nova

Nesse segundo filme da saga Crepúsculo, Bella Swan já sabe toda a verdade sobre seu namorado Edward e a família Cullen. O problema é que ela está prestes a completar 18 anos e o seu namorado terá eternamente 17. E é na sua festa de aniversário que um acidente acontece, o que acaba afastando Bella de Edward.

Hotel Transilvânia

Conde Drácula agora é dono de um hotel que abriga só monstros. Ele convida então alguns dos seus amigos mais famosos – Frankstein, Lobisomem e Pé Grande – para comemorarem o aniversário da sua filha Mavis, que ta fazendo apenas 118 anos. Acontece que nesse meio tempo, um jovem Jonathan entra sem querer no local. Mavis se encanta com Johnny – que Drácula disfarçou como monstro – e eles se beijam para desespero do pai da moça. Garante gargalhadas e owns.

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Harry descobre no seu aniversário de onze anos – que foi ontem! – que ele vai pra Hogwarts, a escola mais legal de bruxos. E que ele não vai mais precisar morar com seus tios e primos que o detesta. Ah, ele descobre também que seus pais eram bruxos e que não morreram em um acidente de carro como a sua tia havia lhe contado. A vida do garoto muda a partir de então e todo mundo conhece o final. Conhecem, não é?

Gatinhas e Gatões

A década de 80 foi pra mim, a melhor quando o assunto é filmes para adolescentes. E um deles é Gatinhas e Gatões. A estudante Samantha Baker tá fazendo dezesseis anos e a família toda se esquece do seu aniversário por causa do casamento da sua irmã mais velha, Ginny que vai ser no dia seguinte. Além disso, o filme retrata – e muito bem, obrigada – os dilemas típicos dos jovens dessa idade: amores platônicos, dúvidas e neuras. Vale bem a pipoca.

 

Dia dos Avós: O que fazer ?

Sabe o que se comemora hoje, 26 de julho? O dia dos Avós! A data existe, pois se comemora o dia de Santa Ana e São Joaquim, que foram os avós de Jesus Cristo. Apesar de não ser uma data tão famosa como mães, pais e namorados é sempre bom lembrar daqueles que nos mimam desde o nosso primeiro minuto de vida.

Eu e a vovó em 1900 e bolinha!

Eu não tenho mais a minha vovó comigo, mas se você tem, prepare-se pra ler esse post com quatro idéias de como aproveitar as pessoinhas que são duas vezes nossos pais e mães.

Faça uma visita surpresa a ele/ela.

Sim, sabemos que às vezes a vida conturbada e corrida façam com que a gente não visite tanto essas figuras que representam tanto a nossa infância. Aproveita a hora do almoço ou o fim do expediente pra aparecer onde ele/ela mora. Posso garantir, a felicidade será dos dois lados.

 

Prepare você mesmo um presente.

Vale cartão escrito por você, vale um porta retrato com a sua foto pequena (avós a-m-a-m mostrar a gente!) ou com você na idade atual mesmo. Vale inclusive uma ligação caso vocês morem longe um do outro.

Chame ele/ela pra viajar um findi qualquer.

E não precisa necessariamente viajar, pode ser um passeio divertido entre avós e netos. Aquele restaurante que ela adora, um museu com uma exposição incrível ou até aquele ponto turístico que ela te levava quando criança! O importante é aproveitar o momento só

E, principalmente:

Encha de mimos, beijos e abraços e diga o quanto a/o ama! E se possível faça essas três dicas de cima. Nunca podemos prever o quanto eles não estarão mais conosco – é triste, mas é a realidade.

Resenha: Batons da Quem disse, Berenice?

Sou daquelas que é fã de produtos bons e com preços coerentes. E apesar de gostar muito quando a pauta é beleza, não sou das mais aficionadas, sabe? Tanto que fiquei um pouco ressabiada quando pensei no post de hoje. Como passar a minha impressão da melhor forma possível? Que, acima de tudo, agradasse a quem lê aqui de uma forma clara e objetiva.

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Tenho apenas dois batons da marca “Quem disse, Berenice?”, o Rosareu e o Vevê e ambos eu ganhei na promoção (que amo, aliás!) que eles fazem todo ano no dia do beijo, em abril.

O primeiro que eu ganhei foi o Rosareu, ano passado (2015) e desde então eu ando usando muito ele. Lembro que no dia da escolha, precisei ser rápida, porque tinha uma amiga me esperando para um compromisso então já na fila de espera olhei pra listagem e falei: ‘é esse!’ E não me arrependi.

De um tom rosado, ele é bem do jeito que gosto: discreto e bonito. Cremoso, fixa bem no lábio e a sua cor não chama muito a atenção. É perfeito para quando a gente quer ousar no olho na make e quer um batom bonito, sabe? Outra coisa bem bacana que a gente encontra nos produtos da marca é que eles têm FPS 12! A duração também é ótima, entre duas e três horas.

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E esse ano, com mais calma, pude demorar mais. O da vez foi o Vevê. Mas antes preciso comentar que sempre torci o nariz, no melhor nível preconceito mesmo por batons da cor vermelho. Mas com esse, me encantei. De verdade. Pois apesar de tudo, ele não te deixa com uma boca meio Bozo!

Mesmo sendo vermelho, é mais brilhoso. É forte, sim. Mas nada tão chamativo quanto os vermelhos de outras marcas, entende? É ideal pra uma make mais de noite, quando a gente pode e deve ousar. Dura o mesmo tempo que o outro e também tem o FPS12!

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Tenho ainda uma lista da marca pra comprar, porque eles são muito bons mesmo. E você, tem algum produto da QDB? Escreve pra gente aqui nos comentários.

Paulistas x Cariocas: o vídeo!

Nunca contei aqui, mas entre 2008 e 2011 (ou menos, talvez!) eu tive um blog, já deletado. Ainda era uma mera estudante de jornalismo e quis me aventurar na parte da escrita, mas nada muito profissional. Dava na telha de escrever um assunto X, abrir o blogspot e tcharan. Post novinho. Escrever o texto, sem lead, sem saber se o feedback era ok, sem pensar. Aprendi muito que vocês nem imaginam!

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Nós duas no RiR/2013

E entre tantas coisas bacanas que a internet proporciona foi nesse momento também que veio as amizades. E a primeira, sem dúvida foi a Camilla, que também tinha um blog. Era 2009, o momento era conturbado pra mim. Ela, terminando a faculdade, também de jornalismo. Eu, na metade e sem saber que rumo tomar. Emails e mais emails trocados quase que diariamente. Sim, meus caros. O whatsapp nem tinha dado as caras por aqui.

O tempo passou, nos conhecemos pessoalmente e ficamos mais unidas. Rimos, bebemos, brincamos e nos entendemos pelo olhar já, mesmo com pouca convivência. A Cá é daquelas amigas loucas que embarcam na suas maluquices e teorias sem te julgar! Dividimos nosso amor pelo ator Marco Pigossi, olha! Somos fãs de novelas antigas e até já temos o projeto de escrever a nossa a quatro mãos.

Até que resolvi largar minha vida em 2014 aqui no Rio e passar uma temporada pra fazer um curso lá em São Paulo, cidade em que a Camilla vive. E quem estava comigo, na mesma sala de aula? A Camilla, claro! Tanto ela quanto a família e os amigos me receberam super bem.

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Aniversário da Cá – SP, 2014

E foi entre uma aula e outra sobre o que a gente ama – o Jornalismo Feminino -que o mosquitinho do blog picou nós duas novamente e o cantinho dela – o Fik Dik – nasceu poucos meses antes do Entre Nós. E desde o comecinho do ano, a Camilla resolveu se aventurar no mundo dos vlogs! Metida que sou, quando soube que ela iria passar no começo do mês um findi aqui em terras cariocas, fui bem direta: ‘Quero participar do seu canal!”. E como deu pra perceber lá no título, o tema foi beem bacana: falamos – e muito! – as diferenças que existem entre os Paulistas (Camilla) e Cariocas (Eu, Natália).

Espero que vocês curtam e se divirtam tanto quanto nós duas curtimos gravar! E aquilo que vocês já sabem: dá o like e se inscreva no canal. Quem sabe, um dia, não me animo para fazer um canal meu também. Só dar play no vídeo abaixo:

Aperta o Play: Sandy, no Meu Canto

Que eu sou fã da Sandy não é nenhuma novidade aqui no blog, não é? No final de maio eu fui – depois de uns dois anos de ‘seca’ – no novo show dela e ano passado, me aventurei no SuperStar só por causa da Sandy. E quem acompanha a vida da cantora sabe que no fim de junho, mais precisamente 24 de junho, chegou às lojas o seu mais novo trabalho, o DVD “Meu Canto”, gravado em Niterói, no estado do Rio de Janeiro, no mês de novembro.

Sandy, que tem mais de vinte anos de carreira, trouxe nesse novo álbum um mix: releituras de canções dos tempos de dupla e dos seus dois trabalhos anteriores. Além disso, cinco inéditas. E é sobre delas que eu vou falar no Aperta o Play de hoje! Confere só!

Meu Canto

Essa é mais uma intro (que é seguida de “Sim”) que a cantora compôs e que deu nome ao show e ao álbum. Em entrevista, Sandy afirmou que ‘Meu canto’ tem sentido duplo: o ato de cantar e que ela queria levar aos seus fãs uma parte do seu canto.

“Seja bem-vindo. Entre sem bater
Sem julgar, sem tentar entender”

Salto

Quem acompanha desde sempre a trajetória da Sandy, vai reconhecer que nessa música que ela compôs junto com o marido, é praticamente uma declaração de amor pra ele. Inclusive, ela afirma isso tanto no making off quanto no show!

“Me decifra e me traduz, nas minhas sombras você vê a luz. Você sabe tudo, e tudo bem.
O que eu sou de verdade.E só presa a você.Eu me sinto em liberdade.”

Cantiga para Luciana.

Malz aê, San! Te amo e sou fã, mas essa música me dá um sooonooo.. Acho chata e cansativa. Mesmo assim, ela a desenvolve com uma maestria tamanha. Apesar de não ser tão inédita assim, é a primeira vez que ela coloca em um show dela. A canção é uma homenagem ao seu avô, Zé do Rancho, uma das suas maiores inspirações.

“Nasceu na paz de um beija-flor. Em verso em voz de amor
Já desponta aos olhos da manhã. Pedaços de uma vida”

Me Espera. (ft. Tiago Iorc)

Gente! É sério, essa é uma das melhores músicas que ela gravou! Tanto que ela escolheu pra divulgar o trabalho e ta bombando nas rádios e programas de televisão.  Junto com o Lucas e o próprio Tiago Iorc, Sandy conseguiu reunir boa melodia, letra suave e sintonia na parceria com o Tiago em uma só canção! Isso sem contar do clipe, que é maravilhoso.

“Tenta me reconhecer no temporal. Me espera.
Tenta não se acostumar. Eu volto já. Me espera”

Colidiu

Basta a gente ouvir as primeiras frases da música pra saber que essa é mais uma declaração pro seu marido, Lucas que escreveu junto com a Sandy. Daquelas que é ótima pra gente mandar pro boy, sabe? Animadinha, dá vontade de sair dançando quando cozinha, quando ta se arrumando.

“Você não era o homem dos meus sonhos. Porque enfim faltava imaginação
Reescreve a minha história com sorrisos. Transforma o meu silêncio em canção”

Respirar

Lembra que falei lá no começo que a Sandy participou como jurada do programa SuperStar? Em um dos episódios ela propôs pro vocalista da banda Reverse, Daniel Lopes, que gostaria de compor com ele. E não é que esse pedido foi atendido? Essa música também foi a primeira a ser divulgada, antes mesmo da gravação em novembro em um show teaser da cantora. Fala de como aproveitar mais a vida, sabe? Amo também, ta favorita e já sei todinha.

“Voos podem ser mais altos. Frases podem ser mais belas
Hoje eu vou gritar mais forte a sorte que a gente tem. De ser feliz sem ser refém”

Aperta o play: Músicas de 2006

Você lembra o que aconteceu em 2006? Bom, eu entrava na minha primeira faculdade – Webdesigner, que não conclui – e tinha acabado de entrar pros vinte e poucos anos. A Itália aquele ano foi a campeã da Copa do Mundo sediada na Alemanha em cima da França. No cenário político, Lula se reelegia.

A novela das nove era “Páginas da Vida” e a então ex-BBB Grazi Massafera estreava em horário nobre.No mundo da internet, o Youtube caiu no gosto popular. Mas e na música, lembra quais eram as que mais estouraram naquele ano e UAU, já se passaram dez anos? E se quiser entrar em choque também, confere aqui as que completaram uma década em 2015.

SOS – Rihanna

Na fase pré-loucura e pré- Chris Brown (e a minha preferida!) a Riri emplacava músicas ótimas e boas pra dançar na balada! Ela era muito mais legal e as suas canções muito mais simpáticas! Foi mal, Bad Girl!

Promiscuous – Nelly Furtado

Muita gente conheceu a Nelly Furtado com o hit “I’m like a bird’ (amava!), mas ela bombou mesmo com “Promiscous” nessa fase muito mais ousada e que tocava di-re-to na balada. #danceimuito. Aliás, tá sumida, Nelly! Joga mais sucesso pra gente, garota!

Me Namora – Edu Ribeiro

Momento own e #coraçãoapaixonado do post. Se você tem mais de 20, com certeza suspirou com os versos dessa música: “Me namora, pois quando eu saio eu sei que você chora. E fica em casa contando as horas“.

Put your records on – Corinne Bailey Rae

Trilha sonora da novela “Páginas da Vida“, essa música é uma fofura de ouvir até hoje. A cantora britânica Corinne Bailey Rae de voz macia e suave surgiu com essa canção e figurou o topo por um tempão Então, ‘tell me your favourite song’?

So Sick – Ne-yo

Confesso que por um tempo tive um bode por causa dessa música -motivos pessoais, ok? – mas coloquei ela na lista de tanto que eu ouvi láá em 2006. Era uma fase bem hip hop (que durou até mais ou menos 2009) e que bombou com Ne-yo e Akon.

Tremendo Vacilão – Perlla

Antes da Anitta, Ludimila e Lexa a rainha do funk era a cantora Perlla e seu hit ‘Tremendo Vacilão” que bombou e muito nas pistas. Na letra, Perlla diz que tá cansada do boy que promete, promete e não faz nada. Quem nunca, né? Agora Perlla é cantora evangélica e pasmem: minha vizinha!

Campo Grande, o filme

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Vocês lembram que contei em um outro post que eu passei uns dias em Tiradentes, não é? O que não falei é que na época estava rolando um festival de cinema brasileiro na cidade e aproveitei para conhecer alguns filmes que estavam passando. Um deles foi o longa “Campo Grande“, que entrou em circuito nacional recentemente, dirigido pela Sandra Kogut.

Cartaz do filme

A história, densa que só, começa contando sobre Rayane (Rayane do Amaral) que aparece na porta de uma moradora da Zona Sul do Rio de Janeiro, a Regina (Carla Ribas). A menina, de uns cinco anos, aparece depois com seu irmão mais velho Ygor (Ygor Manoel). Assustados, os dois tentam a todo custo voltar para a casa da avó, no bairro carioca Campo Grande – dai o nome do filme – só que eles não sabem chegar.

Regina, que anda em crise financeira e pessoal desde que se separou do marido, fica confusa quanto a origem das crianças, já que a menina afirma que foi a mãe que deixou ela ali na promessa de voltar para buscar. Começa então um embate sobre o que fazer com Ygor e Rayane.

Os protagonistas infantis, Ygor e Rayane, que você tem vontade de levar para casa!

Contra a opinião da sua filha adolescente, a mulher decide leva-los deixa-los em um orfanato, onde o menino logo foge e volta para a casa dela. Em meio a tantos problemas, Regina então começa a se afeiçoar a ele e esquece por ora os seus problemas – separada, o marido decide vender o apartamento deles e ela está de mudança para um novo lugar – e tenta ajudar o garoto a encontrar a avó.

Chegando lá, em um pergunta daqui e ali, descobrimos que o lugar que ela morava foi vendido para uma construtora e avó faleceu. Nesse meio tempo, podemos ver a desigualdade entre os dois bairros: Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro e onde a Regina reside e Campo Grande, zona oeste carioca.

A todo momento, eu ficava me perguntando o que teria acontecido com a mãe das crianças e nas quase duas horas inventei várias teorias a cada cena que passava. Além disso, como carioca – e minoria ali, já que estava assistindo o filme em outro estado – conseguia entender as diferenças gritantes entre dois bairros de uma mesma cidade.

Quem curte um bom drama, sem pecar pelos excessos, realidade da vida, pode procurar o cinema mais próximo, pegar a pipoca e mandar ver que o filme é bom e o final tão surpreendente quanto. Ficou interessado? Confere o trailer aqui:

Festa Junina: 5 motivos para amar

Junho para você é sinônimo de…? Bom, para mim é a época em que temos a melhor festa do ano – sorry, Natal and Reveillon – mas as juninas são sensacionais! E pra refrescar sua memória, o post de hoje traz cinco motivos para correr pra quadrilha mais próxima!

Tem quadrilha…

Não, não é algo que você só podia dançar quando era criança. Mesmo adulto, participar de uma quadrilha – seja ela ensaiada ou não – é delicioso. O Nordeste – mais especificamente em Campina Grande – tem a tradição de quadrilhas enormes com pessoas adultas. E eu diria mais: a diversão é maior que quando somos pequenos. Afinal, o que seria da vida se não fosse pagar micos?

… tem canjica, tem quentão!

E mais um monte de comida gostosa! Quer ver mais? Salsichão, pé de moleque, paçoca, bolo de fubá, milho cozido, arroz doce, caldos, doce de leite.. é uma delícia atrás da outra que é impossível você não gostar de uma! Dieta? Esquece, vai

Ser brega é ser cool

Acredite, nada mais bacana do que ser brega nessa época de festa junina. Vale combinar umas coisas que no resto do ano, não dá pra usar. Chapéu de palha, camisa xadrez, vestido de chita. A ordem é ousar!

O que falar das brincadeiras?

Além da quadrilha, outra coisa ma-ra-vi-lho-sa das festas juninas são as barracas de brincadeira que é garantia certa de diversão: Pescaria, corrida do saco, derrubando latas, pau de sebo e correio elegante. Escolha a sua e se divirta!

A decoração é maravilhosa, vai

Bandeirinhas, Fitinhas, Luzinhas. Isso é apenas parte de uma decoração que a gente pode ver nessa época. E é tudo tão coloridinho que não ofusca os olhos. E dependendo do lugar, pode rolar até fogueira de verdade.