[TemQueLer]: Mentira Perfeita

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Lembra que falei nesse post aqui que eu tava lendo um spinoff e em breve traria a resenha aqui? Bom, chegou a hora de falar do meu primeiro livro lido em 2017: Mentira Perfeita, da Carina Rissi.

Atenção: contêm spoiller, ok?


Sinopse: Com Mentira Perfeita, Carina Rissi prova mais uma vez que o seu forte é contar boas histórias, com ritmo acelerado e repletas de paixão, humor e reviravoltas. Júlia não tem tempo para distrações. Ela é brilhante e sempre se esforça para ser a melhor naquilo que faz; por essa razão, sua vida pessoal acabou ficando de lado. Algo que sempre preocupou sua tia Berenice. Gravemente doente, a mulher teme que Júlia acabe completamente sozinha quando ela se for. Júlia faria qualquer coisa qualquer coisa mesmo! por tia Berê e, em seu desespero para agradar a única mãe que já conheceu, inventa um noivo enquanto torce por um milagre… E então o milagre acontece: Berenice se recupera e, assim que deixa o hospital, gasta todas as suas economias com o casamento dos sonhos para a sobrinha. Como Júlia pode contar a ela que mentiu, com a saúde da tia ainda tão frágil? É quando Júlia conhece Marcus Cassani. Ele é irritantemente cínico, mulherengo e lindo de um jeito que a deixa desconfortável. Marcus também está enfrentando problemas, e um acordo entre eles parece ser a solução. Tudo o que Júlia sabe é que deveria se afastar de Marcus. Mas seu coração tem uma ideia muito diferente… Mentira Perfeita é um spin-off de Procura-se Um Marido, uma história que se passa no mesmo universo da primeira. Aqui você vai conhecer novos personagens inesquecíveis, além de rever aqueles que já moram no seu coração.

Autora: Carina Rissi

Páginas: 462

Editora: Verus


Júlia trabalha na L&L – a empresa que a Alicia, mocinha do “Procura-se um marido” herdou – na área de TI e vive com a sua tia Berenice e que tem um carinho especial, já que foi ela que a criou. Preocupada com o estado de saúde de Tia Berê, que precisa de um novo coração, Júlia inventa que tá namorando em uma das crises da senhorinha.

Empolgada, a tia pega todas as economias guardadas pro transplante pra pagar a festa de casamento dela. E, Júlia entra em desespero.. até porque não existe noivo! Quando ela faz um favor pra uma colega de empresa, ela conhece Marcus, cunhado de Alicia e a antipatia é imediata. Alguns dias depois, o carinha descobre o problema dela e resolve ajudar..

Mas Marcus não é tão bonzinho não. Ele, que não pode mais andar por causa de um acidente alguns anos antes tá louco pra morar sozinho e pra convencer seus pais precisa arrumar uma cuidadora. E é ai que a Julia entra. Ele convence a jovem a se passar pela cuidadora, enquanto Marcus é o seu noivo de mentira pra tia Berenice, que adora o rapaz logo de cara.

O que achei bem bacana nesse livro foi alguns temas que não são muito levados em conta e são tratados de uma forma bem importante: transplante de órgãos e acessibilidade.

Apesar do enredo bem clichê – eles se apaixonam, negam, não se declaram e todo o circulo vicioso existentes em romance – típico das histórias do gênero, a leitura é bem agradável fofa.

 

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La La Land: eu ainda não vi!

O mundo já viu La La Land, não é? Menos eu, infelizmente. Pelo que eu sei é um filme que faz muita gente sair das salas de cinema chorando. A história é sobre uma aspirante a atriz (Emma Stone) e um pianista (Ryan Gosling) que em meio as diferenças acabam se apaixonando e… o resto ainda não sei. A única coisa certa é que tem muita música embalando as cenas.

Mas esse não é o único musical que fez a cabeça da galera viciada. Fiz um #top6 de outros filmes musicais pra você relembrar antes de comprar o seu ingresso.

Chicago

Muito se falou sobre esse filme, porque a galera podia jurar que era uma espécie de continuação de Moulin Rouge, sucesso no ano anterior. Bom, eu odiei quando o vi no cinema.

Lançado em 2002, explora o tema da celebridade instantânea nos anos 20. Com seis Oscars, a história conta sobre Velma e Roxie, papel de Catherine Zeta-Jones e Renée Zellweger. A primeira que é uma estrela dos palcos da época descobre que seu marido a trai com a própria irmã e mata os dois. Já a segunda, é uma dona de casa, cujo sonho é ser uma cantora famosa. Condenada por assassinato ao amante, Roxie conhece Velma na prisão e as duas se tornam amigas. Mas mesmo assim, por conta dos seus crimes, Roxie e Velna começam uma disputa pelo posto de maior celebridade no meio artístico.

Mamma Mia

Um dos musicais mais fofos e divertidos que assisti! Lançado em 2008, Mamma Mia conta a história de Sophie está pra casar e quer entrar na igreja com o seu pai. Ai que entre o problema: sua mãe era hippie e teve um caso com três caras nos anos 70 e um deles a engravidou. Pra acabar com o mistério, a garota envia um convite pra todos eles.  Baseada nas músicas do grupo “ABBA” – que inclusive dá o nome ao filme – tem como protagonistas a Meryl Streep e Amanda Seyfried. Ah, e o cenário não é nada mais nada menos do que a Grécia. Bom pra você?

Moulin Rouge

 

Eita filme triste! Moulin Rouge é um bordel famoso na França que tem a prostituta Satine, papel da musa Nicole Kidman. Vivendo um amor impossível por Christian (Ewan McGregor), um jovem escritor, Satine enfrenta vários obstáculos pra tentarem ficar juntos.

Grease

O mais antigo da lista, de 1978. Sandy (Olivia Newton-John) é uma jovem estudante bastante tímida e recatada que se apaixona nas férias de verão por Danny (John Travolta), um cara pop no colégio nos anos 50. Quando as aulas recomeçam, para surpresa de ambos, que eles são colegas de classe. Começam as dúvidas dos dois: pra ele, vale o risco de abandonar a fama de badboy? E pra Sandy, será que o cara é fiel ao amor? Nem preciso destacar todas as músicas presentes no filme, não é? Mesmo quase quarenta anos depois, ainda faz sucesso pros mais saudosos e amantes do gênero.

Pitch Perfect

Beca acabou de entrar na faculdade e tem um sonho:  aspirante a DJ, quer se tornar uma ótima produtora musical. Porém, acaba aceitando o convite de fazer parte do coral de música, o The Barden Bellas, que precisa se recuperar depois do desastre no último campeonato. A estudante – papel de Anna Kendrick – acaba se afeiçoando as suas colegas de capella e participando mais ativamente das atividades.

Hairspray

Tracy Turnbland é uma menina gordinha cuja maior vontade é se apresentar dançando no programa de maior audiência nos anos 60, o “The Corny Collins Shows”. Depois de fazer um teste, ela consegue entrar, pra desespero da sua rival. Fora do considerado padrões da época – e porque não de hoje em dia, não é? – Tracy ainda se apaixona pelo boy da concorrente.

[TemQueLer:] Alma Gêmea por acaso

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O Tem Que Ler de hoje é de mais uma produção nacional! Falei o quanto valorizo as autoras brasileiras, né? E a Li Mendi é uma das minhas #3 na vida! Além de ser uma querida, a Li é responsável por um dos meus livros favoritos da vida, o “Um Coração em Guerra”. Mas não é sobre ele que vim falar hoje. É sobre “Alma Gêmea por acaso”.


Sinopse: Melissa e Isadora são duas gêmeas completamente iguais de corpo, completamente diferentes de alma. Isa pede a sua irmã Mell para se passar em seu lugar com Renan, um novo gatinho que conheceu, pois está ainda enrolada com seu antigo ex-namorado e precisa ganhar tempo. Porém, Mel não consegue se limitar a enrolar Renan e acaba gostando demais da chance de se passar pela outra gêmea. E aí que a engraçadíssima e romântica teia da estória vai se formar.

Autora: Li Mendi

Número de páginas: 541


O livro tem duas versões – uma de ebook e a outra é de livro físico – e o que vou falar é a que eu li, a primeira. A grande diferença é que na versão digital, a Li narra a história em mais páginas e fala da relação das gêmeas e dos irmãos. Já no livro, os protagonistas são Isadora e Téo e alguns capítulos extras aparecem.

Isadora e Melissa são duas irmãs gêmeas, com temperamentos completamente diferentes. Isa, a mais extrovertida cursa design, enquanto Mel faz medicina e é bem tímida. Certa noite, Isa, pede para a irmã para se passar por ela em uma festa de faculdade. É que a menina descobre que Renan apostou que ficaria com a menina depois de levar um fora.

E é ai que entra a Mel, que se passa por Isa como forma de se vingar de Renan. Nesse meio tempo, a Isa conhece Téo, que vem a ser irmão mais velho de Renan. Então é ai que a confusão começa entre essas gêmeas e os irmãos.

Recomendo a versão digital, por ser mais detalhada, sabe? E vocês, já leram

 

[Top 5]: Filmes de praia

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Sempre que escuto “Férias de verão”, eu lembro logo de praia. Talvez seja por morar em cidade praiana, a associação é inevitável. Por isso, se você é da turma que adora a combinação sol + areia + mar, separei pra essa sexta, cinco filmes que tem a praia como pano de fundo. Reúne os amigos, marca uma maratona e é só dar o play.

Curso de Verão


Vamos começar a lista com um clássico da Sessão da Tarde. Em 1987, Freedy Shooper professor de educação física tem planos de passar as suas férias de verão no Havaí com a namorada. Porém, é chamado as pressas pelo chefe pra dar aula de inglês a um grupo bem peculiar de alunos que foram reprovados, já que o professor original ganhou na loteria e larga o emprego. Freddy, papel de Mark Harmon, não vê outra saída e mesmo não gostando de lecionar acaba aceitando. Ele passa a ter uma relação de amizade entre os garotos e em meio a mar, sol, onda e muita praia o verão passa sem Freddy perceber.

Esposa de mentirinha

Daniel depois de sofrer uma desilusão amorosa decide não se relacionar mais. Cirurgião plástico, o cara trabalha ao lado de Katherine, sua melhor amiga. O problema é que Daniel se apaixona por Palmer e inventa que é esta a postos de se separar. E é ai que entra Kath, que junto com seus dois filhos viajam pro Havaí fingindo ser a família de Daniel. Os protagonistas do filme, Jennifer Aniston e Adam Sandler, garantem as risadas do começo ao fim além da química que eles têm.

Muita calma nessa hora

 

Um dos filmes que não canso de assistir. Tita descobre que tá sendo traída na véspera do seu casamento e recruta as suas melhores amigas, Mari e Anninha pra aproveitar a lua de mel que já está paga, em Búzios. Claro que elas se metem em várias confusões, tudo isso com a praia de Búzios como plano de fundo.

Sonho de Verão

Esse ai é o meu filme favorito desde 1990! Eu consigo saber as cenas e as falas to-das decoradas. Estrelado pelo Sérgio Mallandro no papel dele mesmo e pela primeira geração das Paquitas – quem é dos anos 80 vai entender – e pela Fafy Siqueira. Sérgio, um bom-vivant descobre que um casal de milionários vai viajar pra Europa e se passa por sobrinho deles pra impressionar a namorada e os amigos. Só que um ônibus com vários adolescentes chega por engano e pensam que a mansão em que ele se instalou é uma colônia de férias.

American Pie 2 – A segunda vez é ainda melhor.

Um ano depois da formatura, o grupo de amigos – Jim, Oz, Kevin, Stifler e Finch -decide se reunir nas suas primeiras férias de verão da faculdade e alugam uma casa na praia. Nadia, a crush de Jim tá de volta ao pais e é claro que confusões acontecem. Temos também a obsessão do Finch pela mãe do Stifler. Ah, pode não parecer mas esse filme é de 2001.

[TemQueLer]: Procura-se um marido

Se tem uma coisa que eu gosto e valorizo é a literatura nacional: sou fã de vários autores brasileiros. E quando se trata do gênero chick lit, melhor ainda! O livro do #TemQueLer de hoje é o da Carina Rissi, “Procura-se um marido”. E foi quando eu conheci o trabalho dela.

A autora também é bastante conhecida pela galera como a escritora da série “Perdida”, mais um que tá na imensa lista de livros a se ler. Ano passado eu li “No Mundo da Luna” – meu favorito até agora – e que já falei dele bem aqui.


Sinopse: Alicia sabe curtir a vida. Já viajou o mundo, é inconsequente, adora uma balada e é louca pelo avô, um rico empresário, dono de um patrimônio incalculável e sua única família. Após a morte do avô, ela vê sua vida ruir com a abertura do testamento. Vô Narciso a excluiu da herança, alegando que a neta não tem maturidade suficiente para assumir seu império – a não ser, é claro, que esteja devidamente casada. Alicia se recusa a casar, está muito bem solteira e assim pretende permanecer. Então, decide burlar o testamento com um plano maluco e audacioso, colocando um anúncio no jornal em busca de um marido de aluguel.

Autor: Carina Rissi
Editora: Verus (Record)
Páginas: 474
Ano: 2012


Alicia é a chamada jovem menina rica. Leva a vida do jeito que quer sem pensar no amanhã. E é quando o seu avô Narciso, sua única referência de família, falece e deixa uma clausula bem importante no testamento: ela só assume a herança quando estiver casada.

Por conhecer a neta tão bem, Vô Narciso toma essa decisão esperando que a jovem tome um rumo na vida. E é ai que Alicia se desespera. Aos 24 anos, nunca trabalhou e precisa de uma hora pra outra, saber como funciona o império deixado por seu avô. E é ai que entra o mocinho, Maximus.

Como todo conto de fadas – moderno ou não – eles se apaixonam e ficam naquele vai e vem. O final, como todo livro do gênero é bem claro e nem precisa falar.

Carina tem uma escrita que te empolga e que te faz querer mais e mais. O livro fica então leve e prático. Não lembro em quanto tempo eu terminei. Pra quem já leu ou ficou interessado: existe uma espécie de continuação da trama,  que é o meu livro atual: “Mentiras Perfeitas”, e que é o último lançamento da autora.

#TemQueLer: A Melhor coisa que eu nunca aconteceu na minha vida

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Ano passado foi um ano bem diferente pra mim em vários aspectos. Deixei de lado algumas coisas favoritas e dei prioridades para outras. Entre elas, a leitura foi um item que dispensei várias vezes e li apenas oito ao longo de mais de trezentos e sessenta dias. O último foi o esse, de nome enorme e história fofinha demais. Daquelas que você adora ler e indica com prazer pras amigas.


Todo mundo faz planos para o futuro. Mas será que a vida sempre leva aos caminhos desejados?
Viajar pelo mundo, ter o emprego dos sonhos, um grande amor do passado. Cada um imagina que sua vida acontecerá de uma maneira diferente. Perto de completar trinta anos, Holly e Alex, que não se veem há onze anos, voltam a se encontrar por acaso.
Como o reencontro vai afetar a vida desses velhos amigos de infância?
Na adolescência a amizade escondia uma grande paixão não revelada. E que, mesmo com o passar dos anos, continuou na memória como lembrança ou arrependimento do que poderia ter sido. O que aconteceria se o destino reservasse a possibilidade de viver uma segunda chance, tanto na vida quanto no amor?
A melhor coisa que nunca aconteceu na minha vida tem esse gostinho de primeiro amor. Com um enredo leve, romântico e engraçado, este casal de protagonistas te conquistará logo nas primeiras páginas.

Editora: Leya- Quinta Essência
Autor(a): Laura Tait & Jimmy Rice
Páginas: 356


Holly e Alex são os melhores amigos e moram na pequena cidade da Inglaterra. Prestes a irem para a faculdade, Holly decide declarar toda o seu amor para o amigo, jovem rapaz tímido e nerd. O que ela não conta é que nesse momento ele tá envolvido com outra garota. Ela decide então cortar os laços entre ambos e parte para Londres, sem querer mais contato com Alex.

Onze anos se passam e nesse momento Holly é secretária e tem um caso secreto com seu chefe. A beira dos trinta anos, a jovem tem a espécie de vida perfeita: um namorado rico e gentil, um trabalho em que ela é bem requisitada. Já Alex anda frustrado. Não saiu da sua cidade natal e é professor de Inglês na mesma escola que estudou e mora com seu pai viúvo.

Ele percebe então que precisa mudar de ares e procura emprego… em Londres e é claro que reencontra a Holly. Eles percebem que a amizade não mudou e aos poucos a afinidade que os unia ainda existe.

Clichê? Sim. Bastante. Mas nada daqueles óbvios. A ‘mocinha’ erra e muito. Quem nunca, né? Porém, a narrativa é pra lá de bacana quando intercala os protagonistas a cada capítulo mostrando o ponto de vista dos dois. Apesar do fim ser claro na metade da história, Holly toma um rumo que eu não esperava e foi uma espécie de ‘uau, faça o mesmo’, sabe? Vale a pena cada página.

[Top 6]: Estreias de 2017

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Todo começo de ano é assim: a expectativa de novas estreias consomem os amantes da sétima arte. Para quem gosta, é um prato cheio. E em 2017 não poderia ser diferente. Alguns filmes – dos mais diferentes gêneros – são bem aguardados, como é o caso do “A Bela e a Fera”, adaptação do desenho da Disney. Trouxe os seis mais esperados por mim nesse post. Vamos conferir quais são?

A Bela e a Fera

Sou fã das histórias de princesa da Disney. E, acredito, que a da Bela seja uma das minhas favoritas da vida. Bom, a história é conhecida . Um senhor acaba sendo feito de prisioneiro de uma criatura pra lá de esquisita. A sua filha, Bela, resolve ficar no lugar dele e é mantida de refém pela Fera, que foi enfeitiçado anos atrás. Final mais clichê impossível, não é? Destaque para Emma Watson, a nossa eterna Hermione. Já o papel da Fera fica a cargo do ator britânico Dan Stevens.

Antes que eu vá

Mais um filme vindo de adaptação de livro e que leva o mesmo nome.  Samantha é uma menina que tem tudo o que quer: namorado maravilhoso e amigas fiéis. E, aparentemente não dá muito valor pra isso. Porém, por conta de um acidente de carro, ela começa a viver o mesmo dia  – 12 de fevereiro – várias vezes. Até perceber o quanto a sua vida é boa demais. A protagonista vai ser vivida por Zoey Dutch.

Cinquenta Tons Mais Escuros

Esse é o segundo filme da trilogia do Cinquenta Tons de Cinza, que estreou ano retrasado. Particularmente eu tenho uma preguiça  imensa dessa narrativa. Dessa vez, Anastacia resolve seguir com a sua vida sem o namorado Grey. Só que é claro ela acaba voltando pro empresário. No meio várias confusões acontecem. Estreia mês que vem.

Power Rangers

Dez a cada dez crianças e pré-adolescentes que viveram nos anos 90 tinham o seu Ranger – cada um de uma cor, ok – favorito, sim! E na roda de amigos, sempre queria ser ele. Além do mais, sonhava em saber lutar quanto eles. Nostalgias a parte, o certo é que um novo grupo de adolescentes diferentes entre si e até então comuns e que foram escolhidos por Zordan – para salvar a Terra de ataques alienígenas.

Meu Malvado Favorito

Preciso falar que esse é um dos meus desenhos favoritos por motivos de: Minions. Isso sem falar das meninas mais fofas e do atrapalhado Gru. Dessa vez, o pai de Margo, Edith e Agnes tem o posto de supervilão ameaçado por Balthazar Bratt, um ex-ator mirim. Só pelo trailler, deu pra perceber que as risadas são pra lá de garantidas. A previsão de estréia é de junho.

Liga da Justiça

Os super-heróis – Batman, Superman, Mulher Maravilha, Aquaman, Flash e Ciborgue – decidem unir as suas forças para conseguirem lutar com uma ameaça. Com estreia prevista pro final de 2017, o longa conta com boatos de ter uma continuação.

Encalhados, o filme.

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Eu costumo ser a diferentona nos filmes. Aqueles clássicos que o mundo inteiro comenta – Senhor do Anéis, Matrix – eu não me interesso. Mas, por outro lado, eu tenho carinho por uns filmes que quase ninguém conhece e fico tão fã que acabo querendo contar pra todo mundo.

Foi assim que eu descobri “Encalhados”. Apesar do título não ter nada a ver com a história, zapeando a televisão outro dia, me interessei pela sinopse e como estava esperando um filme que iria começar, fiquei um pouco na dúvida e acabei escolhendo esse.

Sabe aquele momento da vida em que todo mundo te cobra o que fazer na vida e você não tem ideia de que rumo seguir? Bom, é essa a história de uma das protagonistas. Megan, quase trinta anos. Ainda tá com o namorado de adolescência, Anthony e trabalha com o pai.

Insegura, entra em crise quando, no casamento de sua melhor amiga é pedida em casamento por Anthony. Megan então fica apavorada e pega seu pai com outra em pleno estacionamento da festa. E é então, que ela foge e conhece a outra ponta do filme, Anikka.

A personagem de Chloe Moretz é uma adolescente, que foi abandonada pela mãe e mora com o pai, um advogado de divórcio pra lá de sárcastico e que faz a linha meio durona, mas que se derreta pela filha.

Com a promessa de que vai passar uma semana em um retiro espiritual, Megan, defendida por Keira Knightley, pede abrigo na casa da sua mais nova amiga e parceira, Anikka.

Um tanto carente de figura materna, a jovem adolescente trava uma amizade de confiança e respeito com Megan. Tanto que a pede para acompanhar em uma visita para sua mãe.

E é dessa parte que eu mais gostei, a interação entre as duas protagonistas – Megan e Anikka – que mesmo com faixas etárias bem diferentes, começam a ter um carinho entre as duas.

O longa é classificado como drama, mas tá mais do que claro que é um filme pra lá de água com açúcar, com o final meio óbvio e que faz quem tá vendo torcer pra Megan ser feliz.

Motivos para ver “Girls in the House”

Imagina a cena: três jovens moram em uma pensão cuja dona nunca deu as caras. Estranho? Nem tanto. E é esse o enredo da websérie Girls in the house, que chegou ano passado, veiculado pelo Youtube. Criada pelo carioca Raony Phillips, de 23 anos, GITH, como é carinhosamente chamada, a websérie tem como trio de protagonistas Honey, Dunny e Alex.

As meninas – todas feitas atráves dos bonecos do The Sims  moram e trabalham na Pensão da Tia Ruiva, uma mulher pra lá de misteriosa. Juntas, elas se metem em várias confusões e mistérios com a ajuda de outros personagens, como Julie, Irene, Priscilão, Matilde e Ramele entre tantas figuras.

E, como eu peguei um amor tão grande por todos eles, o post de hoje é especialmente pra você que ainda não conhece.

Dunny

Aposto que entre todos os personagens da série, Dunny é a favorita de todos! Engraçada e prepotente, a garota de 26 anos não mede as palavras, garantindo a risada e o amor de todos. Ela que no começo da temporada, tentou uma vaga em American Idol, ficou tão famosa que acabou ganhando um spin off paralelo.

Além disso, Dunny é dona dos melhores bordões, que a gente leva pra vida: “Ah tá, falou a linda né? Linda e Maravilhosa”

Os vídeos são bem curtinhos

Com uma média de dez minutos, cada episódio tem começo, meio e fim e é uma excelente solução para quem – assim como eu – desiste de uma série porque não tem muita paciência em ficar mais de meia hora sentada na frente da televisão. Isso sem contar que é o próprio Raony Phillips que produz e faz as vozes de todos os personagens.

Piadas Ácidas

Antes de começar a ver, um amigo meu chegou e falou: ‘Veja, você vai gostar, o humor deles é bem irônico!’, e fui meio reticente quando dei o play. Mas bastou uma fala da sempre sarcástica Dunny, pra eu não aguentar e colocar na listinha de favoritos.

O mistério da tia Ruiva

A história se passa na pensão da tia Ruiva e é cuidada pelas garotas, uma mulher que ninguém nunca viu e que só apareceu brevemente em alguns episódios.

O trio de protagonistas.

Okei, sabemos que Dunny é um tópico a parte. Mas ela não seria nada sem suas duas outras amigas: Alex, a que é responsável pela alimentação e Honey, a que administra tudo. As meninas, alvos constantes da maluquice da companheira de pensão, são suas melhores amigas e elas se defendem com unhas e dentes.

#TemQueLer: Vivendo o Amor

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Ainda na vibes “dia das crianças”, trouxe o livro favorito da época de criança/começo de adolescência: Vivendo o amor, da Marilene Del Guerra Alves.

Quando eu li, tinha uns 10 ou 11 anos e na época, era bem ratinha de biblioteca do colégio e descobri esse livro que virou depois um dos meus favoritos pra vida toda. Comprei anos depois, na Estante Virtual, site especializado em livros usados.


Sinopse: Este livro conta a história img_20161013_184120_330de Patrícia, que perdeu a mãe precocemente. Suas dificuldades de integrar-se ao grupo do novo colégio, os encontros e desencontros com Marcelo e a oposição do pai ao namoro. Paralelamente, as intrigas das colegas e a gravidez indesejada de Malu, sua grande rival.

Editora: 

Autora: Marlene Del Guerra Alves

Páginas: 190

Ano: 1997.


Patricia é uma menina de quatorze anos e que acabou de mudar de colégio, em pleno meio do ano, pois perdeu recentemente a mãe. Na nova escola, conhece Marcelo por quem se encanta logo e eles engatam um namoro típico de adolescente. O que eles não contavam é que Maria Lúcia, ou Malu pros mais chegados, apaixonada pelo rapaz desde sempre fosse implicar com a novata. Nessa turma, ainda tem Otávio, que quer a todo custo um lance com Patricia. Na turma adulta, ainda temos D. Marta – mãe de Marcelo e S. Arthur – pai da Patrícia e os nonnos Carmem e Carlos, avós da moça.

A história retrata com clareza e lucidez temas importantes, como a gravidez na adolescência, conflitos familiares e a descoberta do sexo. Claro que se o livro for lido em 2016, não tem tanto impacto quanto teve quando foi lançado, mas a leitura é bem fofinha.

O dia em que eu conheci o Bovo.

Quem já é velho conhecido por aqui , sabe o quanto eu sou fã do Daniel Bovolento – lembra que quando o blog comemorou um ano eu bem bati um papo com ele e trouxe pra cá? Ele também foi figurinha fácil lá no comecinho da nossa história, um dos primeiros #TemQueLer.

Pra quem não sabe, o Dani tá lançando o seu segundo livro, intitulado “Depois do Fim”, em que reúne 50 crônicas sobre o fim dos relacionamentos.


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Foi então que há duas semanas, eu vi que ele iria fazer uma noite de autógrafos aqui no Rio! Vi ai a oportunidade perfeita para finalmente poder ficar cara a cara com ele. Recrutei amigas, comprei o livro e fui pra fila.

Comecei lembrando – ou tentando lembrar – que eu tinha esse espaço aqui e que ele me deu ‘entrevista’. Ele disse que lembra, mas duvido muito. Mas perdoei por esse esquecimento.

O que dizer do Dani? Que pessoa atenciosa! A cada pessoa que chegava, ele fazia questão de ou levantar antes ou no fim e dar um abraço. Explicava sobre a sinopse do seu livro, perguntava se tava rolando o “fim pra você” e emendava em um papo bem gostoso e divertido. Sim, eu poderia ficar horas e horas conversando com ele.

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Sabe aquela pessoa que você podia passar horas conversando e rindo abertamente? Foi exatamente assim que me senti, como se ele fosse um amigo meu de anos que soubesse a minha vida toda – e de fato sabe, tamanha exatidão e conhecimento quando me identifico a cada texto.

Fui dedurada por uma das amigas e precisei confessar que não saberia se tinha maturidade emocional pra ler ‘Depois do Fim’ sem uma panela de brigadeiro do lado. Dani falou que era assim mesmo, que os primeiros sete ou oito textos são os mais tensos. Mas que depois melhora, ele promete.

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Conversamos ainda sobre frio, Buenos Aires, livros de amor e a promessa que a cada texto eu iria mandar uma mensagem pra ele. Me despedi com um novo abraço e a certeza que sai de lá muito mais fã do que entrei, com um bando de foto e o livro autografado por ele.

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Ah, e um agradecimento especial pras meninas que me acompanharam nessa jornada. Girls, i love u.

#TemQueLer: “O Casamento”

Cansei de comentar aqui o quanto o Nicholas Sparks é meu autor favorito, não é? Mesmo ele me decepcionando com os seus últimos lançamentos, existem alguns livros que eu tenho um carinho todo especial. E um deles é ‘O Casamento’ e que tem um dos finais mais surpreendentes.

Para quem não sabe, esse é basicamente a continuação de “O Diário de uma Paixão”, talvez o mais conhecido do Sparks. Os protagonistas da vez são Wilson e Jane, ela filha do famoso e adorado casal Noah e Allie.


Sinopse: Após quase 30 anos de casamento, Wilson Lewis é obrigado a encarar uma dolorosa verdade: sua esposa, Jane, parece ter deixado de amá-lo, e ele é o único culpado disso.

Viciado em trabalho, Wilson costumava passar mais tempo no escritório do que com a família. Além disso, nunca conseguiu ser romântico como o sogro era com a própria mulher. A história de amor dos pais de Jane, contada em Diário de uma paixão, sempre foi um exemplo para os filhos de como um casamento deveria ser.

Diante da incapacidade do marido de expressar suas emoções, Jane começa a duvidar de que tenha feito a escolha certa ao se casar com ele. Wilson, porém, sente que seu amor pela esposa só cresceu ao longo dos anos. Agora que seu relacionamento está ameaçado, ele vai fazer o que for necessário para se tornar o homem que Jane sempre desejou que ele fosse.

Editora: Arqueiro

Autor: Nicholas Sparks

Páginas: 224

Ano: 2003


Wilson percebe que a sua relação está falida quando ele esquece o vigésimo nono aniversário de casamento. E, advinha para quem ele vai pedir conselhos? Para o próprio Noah, é claro! A essa altura, Allie já faleceu e ele vive em uma casa de repouso esperando a sua vez.

O idoso sabiamente o aconselha a reconquistar a esposa, como da primeira vez. O advogado decide reformar a casa dos pais de Jane, um dos lugares preferidos da esposa durante aquele próximo ano.

“Eu tinha começado a me perguntar não apenas se Jane me amava, como também se ela queria me amar” (página 144)

É então que a filha Anna – eles tem mais dois: Joseph e Leslie – e resolve casar justamente no dia do aniversário de 30 anos dos seus pais. Bom, contar mais iria estragar o enredo que, confesso, me surpreendeu bastante.

Terminei o livro com uma sensação de surpresa total e não, não foi clichê. Ao contrário, achei de uma sutileza tão pura e tão suave. E, para quem já leu quase todos os livros do Sparks, entrego aqui: ele nunca me surpreendeu tanto, de verdade. Eu posso dizer que ele encabeça meus Top #3 de favoritos do autor.

Top 5: É pra chorar!

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Desafio da semana: assistir ao longa “Como eu era antes de você” sem derramar uma lágrima ou suspiro. Bom, meio óbvio que eu falhei. E, mesmo sabendo o fim do filme, já que eu li o livro uns dois anos – antes do boom – não fui forte o suficiente. Mas quem dera se esse fosse o único que me fez dar uma grande desidratada. Selecionei outros quatro pra essa lista. Continua lendo e anota as dicas, caso você seja do big team das choronas.. esse post é todinho seu!

Como eu era antes de você

Lou Clark é uma menina de uns 20 e muitos anos e que até agora não fez nada de importante na sua vida. Seu pai se encontra sem emprego e é ela a responsável pelo sustento da família. Trabalhando como garçonete, ela também acaba sendo demitida, pra desespero de todos. Até que surge uma vaga pra cuidar de Will Traynor, um cara que depois de ser atropelado há dois anos ficou tetraplégico. Uma relação de afeto surge entre eles dois… e, bom, é melhor ver pra não estragar. Lembro que terminei de ler o livro que inspirou a história em um shopping e: vergonha, claro, pois eu comecei a chorar. Muito.

Antes que termine o dia

Mais um pra lista patrocinada por uma empresa de lenços de papel. Me recordo que comecei a ver de madrugada, meio que por acaso porque curti a sinopse e no fim eu  não conseguia parar de soluçar real! O casal Sam e Ian estão em crise na relação. Sam é uma musicista e durante um jantar eles discutem por causa de ciúmes e, na volta para casa o táxi em que eles estão sofre um acidente e ela morre. Desolado, Ian vai pra casa e ao acordar vê que o dia ta se repetindo e ele tem uma nova chance de salvar o namoro deles. Nessa altura eu já estava tensa e com muitas e muitas lágrimas. O que acontece depois? Bom, não é tão óbvio assim e .. procura logo pra ver!

Em algum lugar do passado

Esse eu só de lembrar a música principal, já me dá umas angústias no peito e vontade de chorar.  Em 1972, o jovem Richard conhece uma senhora que lhe entrega um relógio de bolso e uma mensagem pedindo pra que ele voltasse para ela. Anos depois, ele se hospeda em um hotel e dá de cara com um retrato de uma jovem e se apaixona de cara. A tal moça em questão é Elise, uma atriz que viveu por ali em …1912 e que já morreu justo naquela noite que ele recebeu o presente da tal idosa. Richard começa uma busca louca de como voltar pro passado e se encontrar com o seu amor, Elise. Achei o final bem bobo, confesso. Mas o drama que eles vivem é maravilhoso!

Pearl Harbor

Filme preferido da v-i-d-a! E que, certamente choro sempre. Sempre mesmo. Rafe e Danny são amigos de infância e se alistam no exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. Lá, Rafe conhece a enfermeira Evelyn e eles se apaixonam. Acontece que Rafe acaba dado como morto em uma missão pra desespero da noive e do amigo, Danny. Como todo romance água com açúcar, os dois se envolvem até que Rafe – papel do meu crush ever Bem Affleck – retorna depois de meses. Babado, confusão, lágrimas (minhas e deles) e gritaria.. até porque a mocinha descobre que ta grávida do Danny… É nesse momento que o Japão joga a tal bomba na ilha de Pearl Harbor – o que dá nome ao filme – e ai só vendo pra saber mesmo!

La Bamba

Esse filme do final dos anos 80 talvez seja o mais triste de todos, já que é baseado na vida do cantor dos anos 50, Ritche Valens, que morreu em um trágico acidente de avião quando estava no auge da sua carreira. Só daí dá vontade de despedaçar, né? Melhor cena é quando ele canta para sua namorada de colégio – ele tinha só dezessete anos! – a canção Donna que fez especialmente para ela. Além dela, o hit que é muito bom e que dá nome ao filme: La Bamba.

#TemQueLer: “Cavalo de Guerra”

livro

Quem aqui ta sofrendo com o fim das Olimpíadas? Bom, eu estou e muito! E como eu já falei aqui, eu fui torcer pro Hipismo. E como hoje é dia de #TemQueLer, entrei no clima trazendo um livro que retrata esse universo: Cavalo de Guerra. E, sim, o filme que tem o mesmo nome foi inspirado e baseado na publicação escrita por Michael Morpugo. A história é tão maravilhosa que eu terminei em um dia e meio, já que o público é o infanto juvenil.


Sinopse: Em 1914, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, Joey, um belo Cavalo de pelo avermelhado e uma cruz branca na fronte, é vendido para o Exército inglês e enviado para frentes de batalha na França. Lá, o destemido Cavalo enfrenta o inimigo e vê de perto o horror das violentas batalhas.

Mesmo em meio à desolação das trincheiras, a coragem e a determinação de Joey sensibilizam os soldados do front e ele consegue encontrar consolo e esperança. Seu coração, contudo, sofre com a saudade que sente do jovem Albert, que ele foi obrigado a abandonar… Será que ele nunca mais voltará a ver seu verdadeiro dono e amigo?

Autor: Michael Morpurgo
Editora: WMF
Páginas: 177


O ano é 1914, Inglaterra. Joey é um cavalo puro sangue de pelo avermelhado com uma cruz branca na sua testa. O seu dono e melhor amigo é Albert, desde que era um potrinho. Porém, a fazenda do pai de Albert não ta bem financeiramente por causa da Primeira Guerra Mundial e ele vende o animal escondido do filho para a Cavalaria do Exército Britânico.

“Mas não importa, já superei esse medo. Tudo graças a você, Joey. Você me devolveu a confiança. É como se agora eu pudesse fazer qualquer coisa. Quando estou com você, sinto-me como um cavaleiro de armadura”

Claro que o rapaz fica completamente desolado e sai em busca do seu parceiro, se alistando para poder procurar Joey. Enquanto isso, o cavalo está enfrentando os temores da guerra e se perguntando quando irá reencontrar o seu grande amigo Albert.

Se perguntando? Sim, o livro é narrado pelo Joey. Para aqueles que amam o universo eqüino esse é um livro que transpira amor e a bela relação entre humanos e cavalos. Vale a leitura e depois dá o play no filme que é maravilhoso também!

Tem Que Ler: @mor e Emmi e Léo

O post do #TemQueLer de hoje é duplo: “@mor” e a continuação “Emmi e Leo: a sétima onda”, do autor austríaco Daniel Glattauer. O primeiro foi indicação de uma amiga e qual não foi a minha surpresa ao descobrir que teria um segundo livro, que demorei alguns bons meses pra conseguir ler.

Emmi Rothner envia um email para cancelar uma assinatura de revista e por conta de um erro na hora de digitar, quem recebe é Leo Leike. Eles começam então um papo que se torna amizade e de repente, esses dois desconhecidos não conseguem viver sem conversarem e desabafarem pela internet.

Ela é casada com Bernhard e Leo tem um relacionamento fracassado com Marlene. Num vai e vem, Emmi e Leo começam a se envolver. E eles enfim, decidem se encontrar, mas ela não aparece, para tristeza de Léo. Meses se passam, Leo cancela a sua conta e vai morar em Boston. Emmi entra em desespero por não ter mais notícias dele.

Após nove meses de silêncio, para surpresa da protagonista Emmi quem responde é Leo e não o servidor do email. Eles retomam aos papos ora de apenas desabafo, ora de pura ironia e.. pasmem! Começam a se encontrar pessoalmente! Leo agora tá em um relacionamento estável com Pamela. Detalhe: os dois livros são narrados em formas de emails. Uhum. Só email. Não há narração nem descrição

Eu curti os dois livros por igual, mas não concordei com os finais dado, sabe? O primeiro me deixou com a respiração presa e de ‘ah, acaba assim? Como??’. Mas ai quando descobri que tinha um segundo livro, me aliviei. Mas, ai quando terminei o segundo fiquei perplexa. Deixou um gosto de quero mais, de ‘nossa, enrolaram tanto pra fazerem… isso?’

Pra quem curte um romance bem água com açúcar, esse é o ideal. E você, já leu algo do Daniel Glauttaer