Ô abre alas – Carnaval parte 3

Foliões! Tá chegando a hora! Falta apenas uma semana pro Carnaval. E se antes eu falei de Salvador e de Recife/Olinda, o terceiro post especial é da festa na Cidade Maravilhosa. E hoje quem fala sou eu mesma! Preparados? Assim como na Bahia e em Pernambuco, Carnaval aqui no Rio de Janeiro é bem democrático. Por ser uma cidade grande, existem opções pra todos os gêneros.

Vamos começar pelos blocos. Gratuitos, você encontra de todos os estilos musicais. Tem pro fã de sertanejo, de pagode, de axé, de marchinha, de funk e de música pop. Tem até aquele que toca de tudo um pouco! Dica: fuja dos tradicionais (Bola Preta, Banda de Ipanema e de cantoras famosas como Anitta e Preta Gil), que lotam e você não acaba curtindo tanto. Detalhe: você escolhe se prefere ir de dia ou de noite.

Um outro conselho é: escolha blocos que saem perto de praia. Explico: como o carnaval rola em fevereiro e ainda é verão, os dias são bem quentes. Além de ser mais frescos, se você cansar de pular, a ideia é partir pra pegar um bronze na areia e se refrescar no mar.

Se você é fã de uma boa escola de samba, o ideal é já curtir algum ensaio de quadra que começam em outubro, com a escolha do samba enredo. E de dezembro até o último findi antes do carnaval começar, lá na Sapucaí, rola os ensaios técnicos, de graça. A cada final de semana, escolas da série A e de Acesso, usam o espaço pra saber como fica na Avenida.

E de sexta até segunda, rolam os desfiles propriamente dito. E eles são pagos e o valor depende do setor. Eu nunca fui, só consigo acompanhar pela televisão mesmo.

Mas se você tá fugindo de tumulto, a dica é dar uma de turista e aproveitar a praia e cachoeiras que a cidade oferece e que em dias normais. A minha sugestão é ir pra Zona Oeste – Recreio e Guaratiba – que são mais sossegadas.

De resto, é só tomar alguns cuidados durante esses cinco dias, escolher uma fantasia bacana, se jogar no brilho. E ai, decidiu qual o seu destino na próxima semana?

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És linda, Olinda – Carnaval parte 2

Lembra que semana passada eu chamei uma amiga pra falar do carnaval em Salvador? Então agora chegou a vez de falar de duas cidades que estão na lista pra visitar desde que nasci: Recife e Olinda. O carinho é grande porque meus avós maternos nasceram em Pernambuco.

Ou seja, tá no sangue o amor. E, pra isso, convoquei outra amiga – a Marta França, que conheci quando tinha outro blog – pra falar um pouco como é a folia lá na terra do frevo.

Em Recife o carnaval começou faz tempo! É que todo findi tem os ensaios de maracatu e que podem ser vistos lá no Marco Zero, basta aparecer. Esses ensaios servem pro folião curtir e já sentir o clima dos blocos que já abriram. O carnaval pernambucano é único por um simples motivo: somos democráticos e multiculturais. Isso sem falar que é pra todos os bolsos, já que não é preciso pagar nada pra entrar nos blocos e dura 24 horas praticamente.

E quando começa o carnaval?

Se você curte e aguenta uma boa mistura regional, com muito frevo, coco, blocos e mistura de ritmos, a minha sugestão de lugar ideal é o famoso Galo da Madrugada. Considerado o maior bloco da América Latina, a festa do Galo – como é conhecida – surgiu no final dos anos 70 quando um grupo de amigos e famílias do bairro São José – queria resgatar o tradicional (e esquecido até então!) carnaval de rua do Recife. Nessa época, era sufocado por festas de clubes. Pra quem quiser pular, anota: o bloco sai pela manhã do sábado de carnaval e dura até o final da tarde. Sempre.

Mas se você faz parte da turma que gostam de aproveitar ao máximo, as atrações ficam por conta do Marco Zero – o mesmo lugar que rolava antes, lembra ? – que fica no centro da cidade. Ou você pode ir pra Olinda, que fica distante uns seis quilômetros e que tem os famosos bonecos de Olinda. Mas uma dica: evite andar sozinho por conta de ondas de violência que infelizmente são mais recorrentes nessa época. É aquele ditado: “Seguro morreu de velho”.

Pra quem se programou e tem uma grana guardada nesse período, existem os camarotes como Carvalheira e o Aparador, e que reúnem grandes atrações nacionais e com programação exclusiva.  Quem tem criança na família, como eu, não fique preocupada: existe uma programação infantil pros pimpolhos na cidade, seja ela Recife ou Olinda.

E como toda boa cidade litorânea, duas praias bombam essa época: Porto de Galinhas se você quiser curtir um sol e banho de mar e a praia de Boa Viagem, pra juntar a galera e tomar uma cerveja ou um suco. Afinal, verão + praia + carnaval combinam!

Fora isso, aqueles cuidados de sempre e que servem pra qualquer lugar: alimente-se e dê preferência pra roupas mais leves. Ah, e não se esqueça de se hidratar, ninguém quer passar a folia no hospital. Abuse da fantasia, do glitter, das plumas e dos paetês.

Pra mais infos, acesse: http://www.penocarnaval.com.br/programacao

Bem vindo a Salvador – Carnaval, parte 1.

Fevereiro já chegou e advinha o que temos? Sim, isso mesmo: CARNAVAL. Cinco dias de descanso ou de folia pra quem curte. Esse ano eu preferi coisas mais leves – 31 chegou com força! – mas pedi pra uma amiga – Luciana Santos – contar como é as coisas por Salvador. A Lú é minha amiga de São Paulo e apesar de morar na terra da garoa é baiana de alma e coração. Confere só.

Quem aqui já pensou em passar o carnaval na Bahia? Pois é, com certeza você já ouviu muitos comentários sobre um dos maiores carnavais do país!  Afinal, somente em Salvador é possível ver a Daniela Mercury cantando ao som de um piano em cima do palco, ou Ivete, Gil e Caetano cantando juntos.

Como atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu, diz a lenda, e como você está vivo, não importa a sua preferência musical, são sete dias de festa – que começa na terça anterior e dura até a quarta feira de cinzas – na qual você escutará absolutamente de tudo, do axé até a música clássica.

*Dicas*

Tá com a grana contada? Bom, nesse caso vale a pena ir de pipoca. Lá, você não ficará em nenhum dos blocos , que são cercados por uma corda, que é segurada pelos cordeiros. Seu lugar é no lado de fora e, teoricamente sem a segurança dos guardinhas que protegem os blocos. Dessa forma, nunca leve coisas de valor, evite locais tumultuados, não vá sozinha e, se vê que está rolando briga, se afaste. Os principais circuitos são: Barra-Ondina e Campo Grande-Osmar

“Que bom você chegou, bem vindo a Salvador!”

É válido procurar um hostel ou pousada que fique próximo ao circuito, assim você economizará no transporte e ainda ficará próximo à praia. Nessa época os locais para hospedagem costumam ficar bem caro. O legal é procurar com pelo menos seis meses de antecedência um lugar pra ficar. Se for de galera, uma boa pedida é alugar um apê ou casa, muitas pessoas alugam suas próprias casas para a galera de fora. Uma das vantagens de rachar um local é que além da maioria delas terem áreas de lazer – como piscina – , acaba saindo mais barato.

Mas se você conseguiu comprar o abadá – passaporte pro lado de dentro dos blocos – cuidado na hora de buscar: muita gente costuma ficar de olho pra poder te roubar. Detalhe: cada abadá é exclusivo do seu bloco. Ah, e não se esquece de comer coisas leves e beber muita água! Se não está acostumada com o tempero forte, da uma maneirada.

Mas, se você não é fã de tumulto, sem problemas, afinal de contas estamos na Bahia! Cercada por ilhas e uma região metropolitana que abrange inúmeras praias, é possível passar o carnaval curtindo sombra, mar e água fresca. Um dos maiores e principais meio de transporte para as ilhas é o ferry boat – e que transporta até teu carro – que sai do porto de Salvador, que fica ali na cidade baixa.

A praia do Forte, localizada na região metropolitana, e onde se encontra o projeto Tamar, é um dos pontos mais visitados durante o feriado, tanto por pessoas que vão passar apenas um final de semana quanto por aqueles que escolhem o vilarejo para passar o período. Lá tem muitos hotéis e pousadas, nas quais acontecem diversas festas e passeios.

Costa do Sauípe também é ponto de encontro de diversas tribos, nacionais e internacionais. O vilarejo litorâneo, que fica no município de Mata de São João, é conhecido pela sofisticação atrelada à simplicidade. Embora esteja distante da folia da capital, no local ocorre o que pode ser chamado de carnaval particular, uma folia dedicada aos visitantes da região.

E ai, animada para passar algum carnaval na Bahia?

Encalhados, o filme.

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Eu costumo ser a diferentona nos filmes. Aqueles clássicos que o mundo inteiro comenta – Senhor do Anéis, Matrix – eu não me interesso. Mas, por outro lado, eu tenho carinho por uns filmes que quase ninguém conhece e fico tão fã que acabo querendo contar pra todo mundo.

Foi assim que eu descobri “Encalhados”. Apesar do título não ter nada a ver com a história, zapeando a televisão outro dia, me interessei pela sinopse e como estava esperando um filme que iria começar, fiquei um pouco na dúvida e acabei escolhendo esse.

Sabe aquele momento da vida em que todo mundo te cobra o que fazer na vida e você não tem ideia de que rumo seguir? Bom, é essa a história de uma das protagonistas. Megan, quase trinta anos. Ainda tá com o namorado de adolescência, Anthony e trabalha com o pai.

Insegura, entra em crise quando, no casamento de sua melhor amiga é pedida em casamento por Anthony. Megan então fica apavorada e pega seu pai com outra em pleno estacionamento da festa. E é então, que ela foge e conhece a outra ponta do filme, Anikka.

A personagem de Chloe Moretz é uma adolescente, que foi abandonada pela mãe e mora com o pai, um advogado de divórcio pra lá de sárcastico e que faz a linha meio durona, mas que se derreta pela filha.

Com a promessa de que vai passar uma semana em um retiro espiritual, Megan, defendida por Keira Knightley, pede abrigo na casa da sua mais nova amiga e parceira, Anikka.

Um tanto carente de figura materna, a jovem adolescente trava uma amizade de confiança e respeito com Megan. Tanto que a pede para acompanhar em uma visita para sua mãe.

E é dessa parte que eu mais gostei, a interação entre as duas protagonistas – Megan e Anikka – que mesmo com faixas etárias bem diferentes, começam a ter um carinho entre as duas.

O longa é classificado como drama, mas tá mais do que claro que é um filme pra lá de água com açúcar, com o final meio óbvio e que faz quem tá vendo torcer pra Megan ser feliz.

Motivos para ver “Girls in the House”

Imagina a cena: três jovens moram em uma pensão cuja dona nunca deu as caras. Estranho? Nem tanto. E é esse o enredo da websérie Girls in the house, que chegou ano passado, veiculado pelo Youtube. Criada pelo carioca Raony Phillips, de 23 anos, GITH, como é carinhosamente chamada, a websérie tem como trio de protagonistas Honey, Dunny e Alex.

As meninas – todas feitas atráves dos bonecos do The Sims  moram e trabalham na Pensão da Tia Ruiva, uma mulher pra lá de misteriosa. Juntas, elas se metem em várias confusões e mistérios com a ajuda de outros personagens, como Julie, Irene, Priscilão, Matilde e Ramele entre tantas figuras.

E, como eu peguei um amor tão grande por todos eles, o post de hoje é especialmente pra você que ainda não conhece.

Dunny

Aposto que entre todos os personagens da série, Dunny é a favorita de todos! Engraçada e prepotente, a garota de 26 anos não mede as palavras, garantindo a risada e o amor de todos. Ela que no começo da temporada, tentou uma vaga em American Idol, ficou tão famosa que acabou ganhando um spin off paralelo.

Além disso, Dunny é dona dos melhores bordões, que a gente leva pra vida: “Ah tá, falou a linda né? Linda e Maravilhosa”

Os vídeos são bem curtinhos

Com uma média de dez minutos, cada episódio tem começo, meio e fim e é uma excelente solução para quem – assim como eu – desiste de uma série porque não tem muita paciência em ficar mais de meia hora sentada na frente da televisão. Isso sem contar que é o próprio Raony Phillips que produz e faz as vozes de todos os personagens.

Piadas Ácidas

Antes de começar a ver, um amigo meu chegou e falou: ‘Veja, você vai gostar, o humor deles é bem irônico!’, e fui meio reticente quando dei o play. Mas bastou uma fala da sempre sarcástica Dunny, pra eu não aguentar e colocar na listinha de favoritos.

O mistério da tia Ruiva

A história se passa na pensão da tia Ruiva e é cuidada pelas garotas, uma mulher que ninguém nunca viu e que só apareceu brevemente em alguns episódios.

O trio de protagonistas.

Okei, sabemos que Dunny é um tópico a parte. Mas ela não seria nada sem suas duas outras amigas: Alex, a que é responsável pela alimentação e Honey, a que administra tudo. As meninas, alvos constantes da maluquice da companheira de pensão, são suas melhores amigas e elas se defendem com unhas e dentes.

[Aperta o play] : #Tag 10 músicas

Revirando alguns canais no Youtube, achei a seguinte tag: ’20 músicas’. E achei engraçada ver o gosto musical da galera. Como não tenho canal, resolvi adaptar e criei a minha própria lista. Eu já queria há tempos responder algumas TAGs e achei o momento  bem propício. Dá o play!

– Que tá no repeat:
Not a bad thing – Justin Timberlake

Eu amo tanto essa música e ela me representa tanto que eu sou capaz de ouvir o dia todo, sem conseguir enjoar. Quem me apresentou ela foi uma amiga há uns dois anos e desde então virou meu xodó. O amor é tanto que mesmo já tendo uma música #1 pro meu livro, quando vi a letra dessa, não tive duvidas: vai entrar também.

– A que te tira da bad:
Stronger – Kelly Clarkson

Sabe música boa que você ouve naquele momento X da vida, se identifica e vira favoritinha sempre que rola um momento bad na vida e só de ouvir, você melhora? Pra mim, é Stronger, da Kelly Clarkson. E ela ta longe mesmo de ser uma das minhas cantoras preferidas. A letra diz tudo e oh, recomendo se você precisa de um up na vida.

What doesn’t kill you makes you stronger
Stand a little taller
Doesn’t mean I’m lonely when I’m alone
What doesn’t kill you makes a fighter
Footsteps even lighter
Doesn’t mean I’m over cause you’re gone

– Favorita da vida:
Here Without you – 3 Doors Down

Lembra lá em cima que eu falei que o livro que to escrevendo tem até trilha? E que tem a música que é carro chefe? Pronto, é essa a minha favorita da vida. Eu amo tanto essa canção do “3 Doors Down’. Não tenho muito o que falar, só ouvir!

– Torço nariz pra:
Roar – Katy Perry

Minha máxima é de que quando não gosto de uma coisa eu nem procuro perto de mim. E eu tenho um pequeno leve bode da Katy Perry, pronto falei. Até curto as músicas dela, mas não sei se pagaria para ver um show solo dela, por exemplo. Entre todas, a que acho mais chatinha é Roar.

– Favorita pra dançar:
Na Batida – Anitta

Eu amo funk e sou fã da Anitta – e que me perdoem os moralistas de plantão! – mas o som dela é bom demais. E é uma das minhas favoritas quando o assunto é dançar na night.

– Que te faz chorar:
Photograph – Ed Sheeran

Falei o quanto me emocionei quando eu vi “Como eu era antes de você”, não é? Acho que eu ainda não consegui absorver – mesmo já sabendo qual era o final! – e é só tocar essa canção que ta na trilha do filme e desato a chorar.

– A que representa um momento feliz:
Coração apertado – Thaeme e Thiago

Já falei outras vezes que eu associo muito lugares, fatos e pessoas com músicas. Sejam eles bons ou ruins. E quando pensei em uma música que representa um momento feliz, entre tantas, a primeira que me veio na cabeça foi essa, da dupla Thaeme e Thiago. Fui em um show deles no fim do ano passado e desde então tenho um carinho sempre que eu ouço essa música.

– Que você nunca vai esquecer
Aquela dos 30 – Sandy

Se você é no mínimo leitor do blog, já deu pra entender que a minha cantora favorita é a Sandy. Sou fã de ir e chorar no show, sim! E de todas cantadas por ela em mais de vinte anos de carreira, “Aquela dos 30” tem um gostinho especial: ela me representa e muito! Esse ano fiz trinta e desde que a San lançou essa canção, eu ficava contando os dias. Acho que faz parte das poucas músicas que nunca vou esquecer.

– Que você quer casar:
When I fall in love – Nat King Cole

Não sei quando eu decidi que essa seria A música do meu casamento – que está longe de rolar, diga-se de passagem! – mas eu sou tão apaixonada por ela e ela me traz uma paz tão grande que eu nem sei explicar.

– A que você canta bem alto:
Nada é por acaso- Sandy e Júnior

Claaaro que meus ídolos ad eternum iriam aparecer aqui. E, olha, foi difícil escolher a deles que eu gosto de cantar bem, bem alto! E essa faz parte do meu trio de músicas bem alto!

Olimpíadas 2016, eu fui!

Ano passado, quando saiu o calendário das competições das Olimpíadas, eu não pensei duas vezes: preciso ver o Hipismo. Mesmo sendo fã das outras modalidades, era lá, com os cavalos que eu queria estar. Corri pra me inscrever pra primeira fase – que foi de sorteio – e nem acreditei quando recebi o email me avisando que eu havia sido sorteada. Era abril de 2015.

Mais de um ano depois, finalmente o grande dia chegou. Seis de agosto de 2016. Eu havia escolhido assistir o CCE, que é o Curso Completo de Equitação e é dividido em três dias de provas: Adestramento, Country e Salto. A nossa equipe é composta pelos cavalheiros: Márcio Appel, Carlos Parro, Ruy Fonseca e Márcio Jorge.IMG_20160806_121450_203

Os dois primeiros dias são dedicados ao Adestramento que é a etapa em que o conjunto – cavalo e cavalheiro – precisa comandar o animal em certos movimentos: trotes, passos e galopes. E, nisso, eles são julgados por três juízes que vão descontando pontos a cada erro. No primeiro dia, foram um total de trinta e três apresentações.

Como a prova envolve animais, o silêncio por parte dos espectadores é algo indispensável, pois atrapalha o desenvolvimento da demonstração do conjunto. E, como eu sou apaixonada pelo universo, ficava maravilhada a cada entrada.

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A competição começou às dez horas da manhã em ponto e eu cheguei com uns trinta minutos de antecedência. Escolhi meu lugar bem de frente a pista em que os movimentos iriam ser executados. Porém, por causa do calor nível Senegal, precisei me ausentar algumas vezes pra lavar o rosto e encher a minha garrafa de água, já que os preços por lá são bem absurdos.

Ao total foram quatro blocos de oito apresentações, com intervalos de trinta minutos em média (apenas um foi de um pouco mais de uma hora) e no meio do segundo bloco precisei trocar de lugar para um mais calmo, já que as pessoas a minha volta insistiam em conversar e não prestar atenção no que tava rolando. E foi até melhor, já que pude ter uma visão total da pista

O evento foi até as quatro da tarde e fiquei até o final mesmo, queria aproveitar tudinho e respirar hipismo, cavalos e competição! Apesar dos problemas que enfrentamos antes, foi emocionante estar lá e fazer parte e torcer, sabe? Tentei aproveitar ao máximo, então quase não fiz vídeos ou tirei fotos. Juntei três vídeos que fiz pro meu snap (natalia.mylonas) e coloquei aqui.

#TemQueLer: 5 livros pra amizade

Como todo mundo sabe, (quase) toda quarta eu falo sobre um livro bacana que eu li e quis indicar pra todo mundo. Mas como hoje é um dia pra lá de especial – é dia do amigo, não sabia?- eu resolvi dar cinco dicas de livros cuja amizade é o tema.

Simplesmente Acontece

Muitos irão falar: “Aaah, mas eles viram um casal!!”. Sim, concordo! Mas tanto no livro quanto no filme (falei dos dois aqui já!) o relacionamento entre Sam e Rosie nada mais é do que amizade. Eles se conhecem aos 5 anos e então vivem grudados. Passam por altos e baixos na amizade. Claro que isso evolui pro amor, mas isso foi papo pra outro post.

É agora ou nunca 

Geralmente a Marian concentra em uma só protagonista e mulher, mas nesse livro ela te vem com uma diferença: agora são três (duas mulheres e um homem) e que são melhores amigos há anos: Tara, Katherine e Finn. Eles saíram da sua cidade pequena e arcaica e foram morar na grande Dublin assim que acabou o colégio. Apesar de bem diferentes, eles são bem amigos e se apóiam em qualquer situação. Kath tem a vida perfeita. Ou não. Ela trabalha numa ótima empresa, tem o apartamento dos sonhos. Tara tem um relacionamento falido e vive de dieta. E, Finn aparentemente é o mais normal e feliz de todos. O que vale é que sempre que eles precisam, um ta ali do lado do outro. Pronto pra ajudar.

Harry Potter e as Relíquias da Morte

Bom, pra mim é impossível falar de amizade – seja no mundo literário quanto no mundo das telas – sem citar esse trio incrível: Harry, Hermione e Rony.  E difícil escolher entre todos os sete livros um só pra representar essa irmandade! Mas, depois de muito pensar, acho que na última publicação da saga, é que o sentimento ta mais em evidência. O trio resolve não voltar a Hogwarts para poder procurar as últimas Horcruxes e poderem assim, derrotar o Lorde das Trevas. E então, eles passam por mil e uma aventuras (mais, né?) juntos. Amizade como essa, difícil de achar, hein?

Série “Os Karas”

Quem foi criança no final dos anos 90, começo dos anos 2000 e curte ler desde então, vai saber o que estou falando: Dos KARAS! O melhor quinteto de amigos no mundo literário. E posso afirmar: foi ai que começou a minha paixão por sagas. Crânio, Magrí, Calú, Miguel e Chumbinho. Pedro Bandeira começou há mais de trinta anos, com ‘A droga da Obediência’ e depois disso teve mais cinco livros com os mesmos protagonistas: “Pantâno de Sangue”, “A droga do amor”, “Anjo da Morte”, “A Droga da Americana” e, pra finalizar, “A droga da Amizade”, lançado há dois anos (e que ainda não li!). Os cinco adolescentes são metidos a detetives e se envolvem em várias aventuras, confusões e roubadas. Tudo no maior sigilo absoluto, com o código POLAR! Li quando eu tinha uns 13 anos e foi difícil escolher só um! Mas fica a dica.

Percy Jackson/Os heróis do Olimpo

Tai mais uma saga – viram, sou apaixonada por elas!- que não consegui escolher só um! Aqui, os personagens oscilam em vários grupos (são duas sagas!) e mesmo sendo absurdamente diferentes – quem já leu vai entender e que mesmo assim, lutam lado a lado com um objetivo maior. Além disso, rola muita coisa bacana e interessante. Outra dica!

 

5 peças básicas do seu guarda roupa

O assunto hoje é moda! Já parou pra dar uma olhada no seu guarda roupa? Sabia que existem algumas peças clássicas, no melhor estilo “Tem que ter”? Se você não sabe quais são, pegue papel e lápis e confira as dicas que vamos dar agora.

Calça Jeans

Vai um desabafo aqui: tenho uma preguiça de usar jeans no calor, mas vamos combinar que ela é uma peça e tanto! E que todo mundo TEM. Básica que só, ela é a roupa ideal pra pelo menos 90% das situações. O lance é ousar e inovar com as outras peças. E vale uma blusa marcante, acessórios baphos, um sapato de arrasar.

Blusinha básica

Assim como o Jeans, uma blusinha básica é ideal pro nosso guarda roupa e dia a dia. E serve aquela lisa ou com estampas. Mais uma vez, o bacana é investir nos acessórios como aquele colar maravilhoso que você tem ou no brinco que todo mundo adora. Mas lembre-se: menos é mais e cuidado para não misturar muito, ok?

Vestido preto

Ele serve pro trabalho, pro happy hour, pro jantar com as amigas, com a noitada com o boy. É assim que esse queridinho das fashionistas de plantão. É praticamente um ícone no mundo da moda. Caso você não tenha ainda, corre pra garantir o seu. Atenção: prefira modelos que valorizem a sua silhueta.

Blazer

Além de versátil, o blazer é mais uma peça que a mulherada precisa ter. Aposte em uma versão preta, que se ajuste ao seu corpo e ela serve pra maioria das ocasiões.

Cardigã

Pra quem não sabe o que é cardigã, é aquele casaquinho da vovó mais leve e que é propício pra quando as temperaturas estão mais amenas, usando no dia a dia.

Campo Grande, o filme

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Vocês lembram que contei em um outro post que eu passei uns dias em Tiradentes, não é? O que não falei é que na época estava rolando um festival de cinema brasileiro na cidade e aproveitei para conhecer alguns filmes que estavam passando. Um deles foi o longa “Campo Grande“, que entrou em circuito nacional recentemente, dirigido pela Sandra Kogut.

Cartaz do filme

A história, densa que só, começa contando sobre Rayane (Rayane do Amaral) que aparece na porta de uma moradora da Zona Sul do Rio de Janeiro, a Regina (Carla Ribas). A menina, de uns cinco anos, aparece depois com seu irmão mais velho Ygor (Ygor Manoel). Assustados, os dois tentam a todo custo voltar para a casa da avó, no bairro carioca Campo Grande – dai o nome do filme – só que eles não sabem chegar.

Regina, que anda em crise financeira e pessoal desde que se separou do marido, fica confusa quanto a origem das crianças, já que a menina afirma que foi a mãe que deixou ela ali na promessa de voltar para buscar. Começa então um embate sobre o que fazer com Ygor e Rayane.

Os protagonistas infantis, Ygor e Rayane, que você tem vontade de levar para casa!

Contra a opinião da sua filha adolescente, a mulher decide leva-los deixa-los em um orfanato, onde o menino logo foge e volta para a casa dela. Em meio a tantos problemas, Regina então começa a se afeiçoar a ele e esquece por ora os seus problemas – separada, o marido decide vender o apartamento deles e ela está de mudança para um novo lugar – e tenta ajudar o garoto a encontrar a avó.

Chegando lá, em um pergunta daqui e ali, descobrimos que o lugar que ela morava foi vendido para uma construtora e avó faleceu. Nesse meio tempo, podemos ver a desigualdade entre os dois bairros: Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro e onde a Regina reside e Campo Grande, zona oeste carioca.

A todo momento, eu ficava me perguntando o que teria acontecido com a mãe das crianças e nas quase duas horas inventei várias teorias a cada cena que passava. Além disso, como carioca – e minoria ali, já que estava assistindo o filme em outro estado – conseguia entender as diferenças gritantes entre dois bairros de uma mesma cidade.

Quem curte um bom drama, sem pecar pelos excessos, realidade da vida, pode procurar o cinema mais próximo, pegar a pipoca e mandar ver que o filme é bom e o final tão surpreendente quanto. Ficou interessado? Confere o trailer aqui:

Anota aê: Brownie no copinho

O meu amigo André Ferreira, chef and vlogueiro do Adorável Vida Light, que já falei dele aqui, preparou um presente pra lá de especial pro mim uns meses atrás: um Brownie com o nome do nosso blog: Entre Nós. E como no próximo domingo é dia dos namorados, que tal preparar essa sobremesa pro amado/amada? Pega o papel, caneta e .. anota aê!

Lembrando que não mudei nada, copiei e colei a receita certinha aqui, ok?

  • Do que preciso mesmo?

– 230gr de manteiga sem sal (1 pacote mais 1 colher de sopa bem cheia)
– 400gr de açúcar (2 xícaras)
– 230gr de chocolate ao leite ou meio amargo (3/4 de xícara)
– 140gr de farinha de trigo (1 xícara mais 2 colheres de sopa)
– 25gr de cacau em pó sem açúcar (4 colheres de sopa cheias)
– 4 ovos em temperatura ambiente
– 1 colher de chá de sal

  • E agora, #comofaz?

#Parte 1 – o brownie!

1. Forre uma fôrma de 20cm com papel manteiga.
2. Pré aqueça o forno a 150 graus.
3. Derreta a manteiga, junte o açúcar e misture.
4. Derreta o chocolate em banho maria (ou no micro ondas, de 30 em 30 segundos) e junte à mistura de manteiga com açúcar.
5. Junte os ovos ligeiramente batidos com o sal (à mão mesmo).
6. Misture a farinha peneirada com o cacau.
7. Leve ao forno por aproximadamente 40 minutos (ou até que forme uma película de chocolate sobre a massa do brownie).
8. Desligue o forno e deixe-o entre aberto, para que o brownie termine o cozimento com este “finzinho” de calor. Se fizer um dia antes, é só cortar. Se for fazer tudo na hora, deixe o brownie descansar no freezer por 40 minutos.

#Parte 2 – a geleia:

1. Em uma panela, adicione 250g de frutas vermelhas (pouco mais que uma xícara de chá), 75ml de vinho do Porto (ou qualquer vinho tinto) e 150g de açúcar (1/2 xícara de chá + 3 colheres de sopa cheias). Faça uma redução (deixe que o volume dos ingredientes na panela diminuam – cuidado para não cozinhar demais e queimar as frutas).
2. Se aparecerem bolhas por cima das frutas, durante o cozimento, retire-as com o auxílio de uma colher de sopa.
3. Leve a geladeira e reserve.

#Parte 3: as casquinhas de chocolate

1. Derreta 250g (1/4 de barra de 1kg) de chocolate fracionado meio amargo (no micro ondas ou em banho Maria). Este chocolate não precisa ser temperado (muita gente conhecesse este processo como “choque térmico” – que é voltar o chocolate a sua temperatura ideal). Com o chocolate fracionado, ou cobertura, você apenas precisa derretê-los e esperar que voltem ao estado “sólido”.
2. Encha pequenos balões na medida de uma taça de de sobremesa.
3. Molhe o “bumbum” destes balões no chocolate e deixe em uma fôrma de bolo envolta em filme PVC (também pode deixar que descansem em tapetes de silicone) ou papel manteiga. Se você não fizer isso, são grandes as chances do chocolate agarrar no recipiente e colocar tudo a perder.
4. Repita esta operação por 4x (até que as casquinhas fiquem firmes, como um pratinho).

#Parte4: creme de leite fresco:
1. Na batedeira, coloque 250g (ou 250 ml) de creme de leite fresco e 2 colheres de sopa de açúcar.
2. Bata até chegar em ponto de chantilly (tomando cuidado para não bater demais e tudo virar manteiga).

Para montar:

1. No copinho de chocolate, coloque alguns quadradinhos de brownie, 2 colheres de chá de geleia e despeje o chantilly. Para fazer a voltinha, utilizei o bico de confeitar “Pitanga”, da marca Wilton (você encontra em lojas de artigos para festas).
2. Por cima, adicione algumas frutinhas, raspas de chocolate e o que mais a sua imaginação deixar fluir.

Ficou tonta com tanta informação? Sem problema! O Dé ensina passo a passo nesse vídeo aqui:

Top 5: Dia dos namorados

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O dia 12 de junho é considerada a data dos enamorados aqui no Brasil. Mas você sabia que isso acontece – e não é 14 de fevereiro – porque os comerciantes achavam que a data não tinha uma comemoração em que eles pudessem lucrar.

Fato é que aqui no blog não podemos deixar em branco não é? Então, trouxe no post de hoje cinco filmes bem românticos. Se você tem alguém pra chamar de seu, aproveite. Caso não tenha, reúna as amigas no próximo domingo e se divirta também. O importante é ser feliz!

Ponte Aérea – 2014

Imagina conhecer o amor da sua vida em um aeroporto? É basicamente isso que acontece entre Bruno (Caio Blat) e Amanda (Letícia Colin). Por causa de um temporal, o voo que iria para São Paulo é enviado para Belo Horizonte e os passageiros precisam passar a noite por lá. E é no hotel que a paulista e publicitária Amanda conhece o artista plástico e carioca Bruno e eles meio que sem querer começam a ter um relacionamento a distância. E agora, será que eles irão sobreviver as diferenças – que são muitas! – e principalmente a distância? Foi um dos últimos filmes que eu vi e é impossível não torcer pelo casal de tanta química que os atores tem!

Cartas para Julieta – 2010

Apesar de amar esse filme, eu acho que nunca falei dele por aqui! Sophie deseja ser uma escritora de sucesso. Antes disso, ela viaja em uma espécie de lua de mel com o seu noivo para Verona. Interessado mais em adquirir contatos para seu negócio, Victor, o noivo, acaba deixando Sophie um pouco de lado. E é ai que ela conhece as “Cartas para Julieta”, um trabalho voluntário que ajuda a responder conselhos amorosos que as pessoas pedem à Julieta. Ela descobre uma de 1957, de uma moça chamada Claire e promete ajuda a agora senhora. O que ela não conta é que nesse meio tempo o neto de Claire, Lorenzo, vem no pacote também. É estrelado pela fofinha da Amanda Seyfried.

A Proposta – 2009

Eu lembro que eu vi esse filme no cinema e dei gargalhadas absurdas. Eu amo a Sandra Bullock e todos os filmes que ela faz. Aqui Bullock é Margaret, uma empresária durona e sem coração. Canadense e residindo nos EUA, ela descobre que pode ser deportada a qualquer momento por causa do seu visto de trabalho que tá errado. Ela convence então o seu assistente Andrew (Ryan Reynolds) de se passar por seu futuro marido de mentira para regularizar a sua situação. Nessa confusão toda, ela acaba conhecendo a família do seu noivo e, claro, se apaixona por ele.

Amizade Colorida – 2011

Engraçado que esse filme é um dos meus favoritos da vida e eu nunca falei dele aqui! Romântico na dose certa, sem aquela Justin Timberlake é Dylan, um cara que trabalha com Marketing e troca Los Angeles por Nova Iorque a convite de uma tentadora oferta de emprego oferecida por… Jamie, papel de Mila Kunis. Eles começam então uma amizade que evolui pra sexo sem compromisso ou cobranças. O problema é quando eles se apaixonam.

Show Bar – 2000

Outro que é figurinha fácil de filmes que eu sou apaixonada. E, para minha surpresa, ele nunca apareceu aqui! E como nunca é tarde, vamos lá. Piper Perabo é Violet Sanford, uma menina que tem talento pra música. Mas calma, ela não quer ser cantora não. Ela quer mostrar ao mundo as suas composições. Para isso, ela sai da sua cidade natal, New Jersey, e vai rumo a Nova Iorque. Lá ela conhece o lindo and maravilhoso Mr. O’Donnel (quem viu esse filme vai me entender) ao mesmo tempo que ela vira uma Coyote Ugly. Delicinha, delicinha de se ver e ainda tem uma trilha bacana.

Motivos para conhecer Tiradentes

Na última semana de janeiro desse ano, fui fazer uma viagem pra lá de especial: conhecer a cidade histórica de Tiradentes e ainda começar a comemorar meus trinta anos. Trouxe hoje aqui no post, cinco motivos para você que ainda não conhece o local, preparar as malas.

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A cidade é localizada a 190 km da capital – Belo Horizonte – e conta com aproximadamente sete mil habitantes (de acordo com o IBGE/2010) e foi fundada por volta de 1702. Descoberta pelos paulistas que estavam a procura de ouro, Tiradentes foi batizada como Santo Antônio do Rio das Mortes e depois como Arraial Velho. O atual nome foi dado em dezembro de 1889 e o conjunto arquitetônico da cidade foi tombado pelo patrimônio histórico.

O lugar respira cultura

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Dificilmente você vai encontrar uma casa com menos de cinquenta anos por lá. No centro histórico, a maioria dos locais são da época da República – alguns locais são até tombados – e é completamente impossível não se sentir no século XIX e voltar no tempo.

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As casinhas e o calçamento apresentam a mesma estrutura da época da construção. Isso sem citar as igrejas, todas históricas e com um significado pra lá de cultural.

Museus? Sim, nós temos

Museu de Sant'Ana

Museu de Sant’Ana

Sim, é impossível visitar Tiradentes e não ir em pelo menos um museu existente na cidade. Eu fui em um, o Museus de Santana, que é localizado no centro histórico de lá e construída em cima da antiga cadeia. Lá, encontramos mais de mil imagens referentes à Santana, avó de Jesus Cristo. Além disso, a cidade conta com outros museus, como o Museu da Liturgia e a Casa do Padre Toledo. Para quem ama se perder por horas em exposições, o lugar tem boas pedidas.

Já que Minas não tem mar..

Restaurante búcolico perfeito para um fim do dia! Comida boa e preço ok

.. eu vou pro bar! Nos três dias que fiquei lá, pude provar várias coisas maravilhosas. A praça principal da cidade possui bares e restaurantes pra todos os gostos. Tem do mais chique – mas que conta com um clima pra lá de bucólico – quanto aquele que a gente se sente em casa.

Comida do Bar do Celso: de comer rezando!

Comida do Bar do Celso: de comer rezando!

Esse foi o caso do Bar do Celso: comida boa, típica mineira e de qualidade, daquelas que você sai rolando! Minha dica: peça o Tutu de Feijão. Você não vai querer outra coisa.

Conheça Bichinhos

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Melhor doce de leite do mundo.

Bichinhos é um povoado ligado a cidade de Tiradentes, distante aproximadamente sete quilômetros, com um visual maravilhoso da Serra de São José. Lá é mais conhecido por possuir uma grande concentração de produção e venda de artesanato, doces caseiros e cachaças artesanais.

A vista do alto da cidade é maravilhosa

Vista do alto da cidade

Vista do alto da cidade

Sim, a vista é sensacional. Para ver a cidade quase toda, a melhor pedida é o alto da colina, a capela de São Francisco de Paula. Excelente para quando quer meditar, pensar na vida ou simplesmente agradecer.

Anota aê: Cupcake da Páscoa

Uma coisa é certa: Páscoa sem chocolate é o mesmo que queijo sem goiabada, avião sem asa! E pra isso, eu recrutei o meu querido amigo and confeiteiro André Ferreira, que tem um blog (que já falei aqui!), o Adorável Vida Saudável.

Pedi pra ele preparar algo especial e exclusivo para nós, para a data e também para inaugurar uma nova tag aqui, o “Anota aê”. Vou trazer toda semana uma receita nova e super prática para gente. Pega o caderno e o lápis e vamos anotar o Cupcake da Páscoa! Ah, e o vídeo te ensinando como preparar, tá nesse link aqui.

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Ingredientes da Massa:

100g de manteiga sem sal
2 xícaras de chá de açúcar
2 ovos
1/2 colher de sopa de essência de baunilha
1/4 de colher de sopa de sal
1/2 xícara de chá de leite
1/2 colher de sopa de fermento em pó

 

 


 

Preparo da massa:

1. Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar até ficar tudo esbranquiçado.

2. Acrescente os ovos, um a um, batendo sem parar. Adicione a baunilha, o sal e continue.

3. Coloque o leite, aos poucos, intercalando com a farinha de trigo.

4. Pare de bater e acrescente o fermento em pó, misturando com uma colher. Distribua a massa em forminhas para mini cupcakes, preenchendo 3/4 delas.

5. Asse em forno pré aquecido a 180º por, aproximadamente, 20 minutos.


Ingredientes do buttercream de leite ninho:

200g de manteiga sem sal

3 colheres de sopa de açúcar

1/2 lata de leite condensado

1 lata de creme de leite sem soro

1/2 lata de leite ninho


Preparo do buttercream:

1. Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme liso.

2. Acrescente o leite condensado e continue batendo.

3. Adicione o creme de leite e, por último, o leite ninho (aos poucos) batendo sempre.

4. Leve à geladeira para que a cobertura ganhe consistência.


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Montagem do cupcake:

1. Com os bolinhos já assados, faça um furo no meio deles e recheie com geleia, brigadeiro, ganache ou qualquer outro recheio de sua preferência.

2. Utilize o buttercream de leite Ninho já gelado e faça duas voltas, de cima para baixo, nos minu cupcakes. Eu utilizei o bico para confeitar “Pitanga Reto”, da Wilton.

3. Enfeite com uma mini cenoura feita de pasta americana (tem tutorial dela no vídeo).