[Resenha]: How to get away with murder

Sempre fui conhecida pelos amigos de ser grande fã e telespectadora de séries do gênero mulherzinha, sabe? E a lista, preciso confessar: Glee, 90210, Unbreakable Kimmy Smith, Hart of Dixie. Desde que to-das aquelas que eu acompanhava tiveram seus seasons finale, resolvi radicalizar e me jogar no drama e no suspense. Fui para The Killing que vi metade só e então que me indicaram a ‘melhor-série-de-todos-os-tempos’: How to get away with murder’

Dificilmente começo a ver algo que não seja indicação de alguém em que confio. Uhum, tenho esse problema. Não consigo ir cega. Conversando com um amigo, ele perguntou o que eu tava vendo e falou: ‘Vai nessa que é muito boa’. E fui. E não me arrependi. Sabe quando você já pega amor no episódio piloto? Foi assim. É tanta adrenalina que terminei a primeira temporada em três dias.

A história conta sobre uma advogada, Annelise Keating vivida pela brilhante Viola Davis, que todo começo de ano letivo, escolhe os melhores alunos para trabalhar com ela. E é assim que seu caminho cruza com Wes, Connor, Laurel e Michaela. Envolvidos em um assassinato, vemos ao longo de quinze episódios como tudo acontece e o que levou a isso. Paralelo, existem os casos que a advogada defende e ao mesmo tempo ensina aos seus alunos.

O diferencial? O enredo não vem em um modo linear: as coisas não são contadas no modo cronológico, sabe? No episódio piloto, vemos que alguém morreu e que os quatro estão fazendo de tudo para esconder o corpo. E então, começa a contar como eles se conheceram, três meses antes.

Até o mistério ser desvendado – o que acontece por volta do nono – sempre há flashs (e todos conexos, diga-se de passagem!) com o que aconteceu no dia fatídico: o do assassinato. A cada episódio, é mostrado a personalidade de cada um, o que eles fazem para alcançar seus objetivos.

A primeira temporada tá toda no Netflix e a segunda acabou de estrear lá nos Estados Unidos. Corre pra ver e me diz o que você achou! E sabe quem é a produtura? Shonda Rhimes, a mesma que produziu outros sucessos como “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. Ah, e a Viola ganhou esse ano um Emmy, justamente por causa da personagem.

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