#TemQueLer: Para todos os garotos que já amei

O #TemQueLer de hoje é pra lá de bacana, o livro da autora Jenny Han: “Para todos os garotos que já amei.”. A história é um romance bem leve, bem estilo chick lit – mulherzinha- e é daqueles que você consegue devorar em poucas horas, e que em vários momentos se identifica bastante com a situações da adolescente protagonista.

Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

Autora: Jenny Han

Editora: Intrínseca

Número de páginas: 160


Sou daquelas que a-do-ra um livro que seja do gênero chick lit (também conhecido como mulherzinha!) e já falei disso aqui várias vezes. Uma amiga me indicou e falou: “Leia!”. Lá fui eu me entregar. A história conta sobre a vida da adolescente de quase 17 anos Lara Jean, órfã de mãe desde os dez anos e que vive com o pai e as irmãs, a mais velha e super responsável Margot e a espevitada caçula Kitty de apenas nove anos. Romantica e sonhadora, Lara Jean é daquelas meninas que se apaixonam super fácil. Só que todas essas paixões – cinco no total – são puramente platônicas e duram muito pouco. Quando ela acha que não gosta mais de um garoto, resolve escrever uma carta para ele e tudo o que sentiu durante aquele tempo e que, segundo ela, são cartas sinceras. Claro que nenhuma delas é enviada, já que a adolescente coloca todas em uma caixa azul petróleo. Só que misteriosamente, elas são enviadas e a confusão começa. Ela volta a se envolver – dessa vez de verdade – com um dos destinatários. O livro é bem leve, bem teen mesmo e é daqueles que rola uma identificação ao menos de um das casos que a protagonista se envolve, principalmente quando se está no colégio. Destaque para a Kitty, a caçula das irmãs Song que tem ótimas tiradas e é bastante esperta para a sua idade. Noticia boa? O livro tem continuação, mas ainda não tem data de lançamento aqui no Brasil, com o título: “P.s: Ainda acho que amo você”.

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